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Do fundo do baú

devassa escrava do praser

O casal Marli e Klaus desembarcaram no Rio de Janeiro oriundos da Espanha para comemorar dez anos de casados. Com reservas no waiker hotel se dirigiram ate a portaria para seguir ate seus aposentos , foi quando Marli sofreu um pequeno desmaio logo no hall . prontamente socorrida do mal subito pois o calor era intenso.
Recolhida em seus aposentos ,com olhos semi cerrados ela via passar todas suas lembranças de anos atraz.
Pois avistara ali na portaria aquele senhor bigodudo careca de nariz avantajado que fora seu algoz a vinte anos passados.ela tinha certeza que ali estava Osman zeki um turco que a escravizara quando tinha dezessete anos e que por quatro anos a manteve como propriedade sua, absorta em seus pensamentos ela não conseguia conciliar o sono.
Recostado em uma poltrona senhor Manuel sorvia goladas de raki enquanto sua mente voltava no tempo quando aquela garota de cabelos negros seios firmes pernas roliças com quase dezoito anos
Foi comprada por ele por alguns milhares de iene turk
Sorriu ao se lembrar que em pouco mais de três meses tinha tido um retorno muito favorável do seu investimento. E tornado aquela garota numa verdadeira ninfomaníaca pervertida e masoquista obediente e apaixonada pela luxuria imposta a ela.
E agora após vinte anos os fantasmas do passado vieram atormenta-lo
A milhares de quilômetros pois ele imigrara para a America do sul para enterrar todas aquelas lembranças.
Uma sensação de medo invadiu o velho Manuel e se a sua Larissa [Marli] o entregasse as autoridades pelos abusos cometidos.
no quarto Marli fitou Klaus que dormia profundamente e com os olhos fechados sentia a respiração quase lhe faltar e a lembrança de estar com as mãos atadas sobre a cabeça somente as pontas dos pés tocando o piso frio daquele aposento sendo castigada impiedosamente pelo chicote de Oman zeki a doutrinando e ensinando-a obedecer as vontades do seu mestre.
Por instinto ela levou a Mao ate sua vulva indroduziu dois dedos que saíram encharcados pelo seu sulco com eles esticados testou a textura pegajosa e sorveu seu próprio liquido sentindo um orgasmo violento que fez ala comprimir as pernas e gemer com deleite. Sua cabeça girava Marli não conseguia contatenar suas idéias se dirigiu ate o banheiro se depilou totalmente coisa que não fazia a muitos anos fitou aquela a tatuagem que trazia na virilha eram oito letra oman zeki em frente o espelho se masturbou e gozou freneticamente com seu corpo tremendo sentindo múltiplos orgasmo
O velho Manuel que antes fora oman zeki ejaculou na caiça sem ao menos se tocar ao lembrar daquela boca aveludada mamando avidamente engulindo todo seu membro e as vezes que ele gozava despejando sua porra garganta a dentro de sua Larissa. Dos gemidos lamuriosos cheios de tezao que ela ofegante se entregava como uma verdadeira devassa.
Numa visita que o casal fazia ao pão de açúcar Marli desapareceu misteriosamente não deixando rastos , nenhuma suspeita nenhuma pista nada foi levantado sobre o desaparecimento da turista espanhola para desespero do seu marido.
Oman sorriu quando avistou a van do amigo tabor entrando na pousada que ele habitava pois a chegada do amigo anunciava que todo o plano dera certo.
Marli desceu e por indicação de tabor se dirigiu ate o chalé onde oman lhe esperava.
Após vinte anos aquele reencontro , ele parado no meio da sala viu a maçaneta gerar e Marli no auge dos seus trinta e sete anos adentrou com os olhos brilhantes cheios de luxuria afoitamente ela foi se despindo na frente dele que sem camisas com aquele corpanzil peludo a fitava com olhar penetrante .
Ao ficar totalmente nua Marli ganiu como uma cadela no cio gargalhou e chorou histericamente gritando possesa

- Quanto tempo quanto tempo
Gargalhou se ajoelhou a frente dele rebuscou com as mãos a barguilha
Retirou o enorme caralho cheirou punhetou levou os lábios ate a cabeça do pau lambeu e foi entroduzindo toda a verga ate sentir os pentelhos espetarem seus lábios
Ele posseso envolveu seus longos cabelos em uma das mãos apoiando-a junto a nuca dela estocou com força sentindo a verga ultrapassar sua garganta aplicou dois ou três tapas no seu rosto urrou como um animal selvagem antevendo gozo que seu pau anunciava acelerou ainda mas seus movimentos sentiu que se vinha espelindo jatos e jatos de porra dentro da garganta dela alucinado gritou ensandecido
- Vagabunda cadela puta

Ergueu e jogou ela sobre aquela tosca mesa pincelou seu grelo Marli escancarou as pernas se abrindo como a mais vil de todas a puta e quase inteligível implorava

Entra entra me fode me fode come come vem vem

A pica como se fosse um ferro em brasa castigava a buceta arrancando seguidos orgasmos que percorriam todo seu corpo como choques elétricos deixando-a arrepiada exausta chorosa com os pés apoiados sobre a mesa ela elevava o pélvis rebolando a cada fincada que quase tocava seu utero.

Poe no meu cu fode meu rabo mete nele fode meu cu fode

Gotas de suor pingavam sobre ela os pelos molhados do velho oman transpiravam deixando um cheiro animalesco no ar que ela jurava poder distinguir de olhos fechados.
Ele elevou as pernas dela fazendo ela segurar seus próprios tornozelos pincelou seu rabo com a cabeça do pau usando seus fluidos como lubrificante e sadicamente penetrou de uma vez ficou imóvel contraíndo o cassete dentro do rabo deixando ela alucinada rebolando e contraindo o anus sentindo toda a pica dentro do rabo ele despejou um rio de porra dentro dela gozando como um cavalo ela alucinada gemia e serpenteava o corpo como se estivesse tendo um ataque epilético.
Beijou a carnuda boca da maravilhosa fêmea e murmurou no ouvido dela
Pronto você renasceu sua vadia.



Sobre este texto

madrugada2

Autor:

Publicação:25 de setembro de 2017 00:09

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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