Conto Erotico | Historia Erótica

Publique seu texto gratuitamente!

Autores mais lidos
Loja História-Erótica
Conto erótico no isntagram
conto erotico no youtube
conto erotico no tumblr
Imagens Eróticas
Do fundo do baú

A escrava branca

Meu nome é Ana Paula, tenho vinte e seis anos, sou uma mulher de pele clara e olhos castanhos, ruiva e um pouco sardenta, corpo bem feito com uma bunda bem redondinha e coxas grossas e seios bem desenvolvidos. Sou casada com Rodrigues há cinco anos e ainda não temos filhos. Meu marido é engenheiro agrônomo e trabalho numa empresa do ramo e eu sou relações publica de uma multinacional. Ambos estamos bem empregados e com ótimos salários. Desde o primeiro ano do nosso casamento, decidimos formar um “pé-de-meia” com a finalidade de montarmos a nossa própria empresa de agronomia. Calculamos que em mais dois anos nossos sonhos serão realizados e os filhos poderão chegar.

Nós combinamos em tudo e nosso amor só faz crescer a cada ano. Rodrigues é um homem muito bonito e encantador e eu sei que as mulheres vivem dando encima dele. Sei que Rodrigues só tem olhos para mim. Mas o que me incomoda um pouco é que ele viaja muito e algumas vezes ficas quase uma semana fora. Porém tenho de me conformar, esta é a profissão dele.

A companhia em que trabalho tem escritório na zona comercial de nossa cidade e isso, para mim, é muito conveniente, pois minha casa fica a menos de dez minutos de carro.

Nesta noite, eu e Rodrigues quase não dormimos fazendo sexo. Ele está, mais uma vez, saindo para uma de suas muitas viagens e ficará fora por no mínimo uma semana. Por esta razão passamos horas e horas nos amando até a exaustão.

Bem cedinho ele pegou a estrada para visitar muitas fazendas e eu, já que estava acordada, resolvi ir para o escritório, bem antes do expediente ter início, decidida a colocar em dia alguns documentos. Quando Helena, minha secretaria, chegou ficou surpresa por me ver tão cedo no batente.

Meu chefe, doutor Francis, é um francês que mora no Brasil a muitos anos, casado com uma brasileira e pai de três filhos. Foi ele que me empregou na cia. Tão logo eu me formei, Ele é a bondade em pessoa e apesar dos seus setenta anos, comanda a filial brasileira com grande eficiência. Todos nós na empresa o admiramos e o respeitamos.

Por essa razão, não pude lhe dizer não, quando pediu que eu fosse em seu lugar para uma confraternização da empresa em Roma, na Itália. Ele não poderia ir, por estar com uma de suas filhas muito doente, internada numa clínica para extração de um tumor no útero.

Seriam dez dias fora do Brasil e tratei de entrar em contato com Rodrigues para o avisar deste imprevisto. Meu amor, como sempre, me apoiou e eu lhe disse que seriam muitos dólares a mais na nossa conta.

Dois dias depois, eu e Helena estávamos em um avião, viajando para Roma. Fomos recepcionadas pelo pessoal da matriz com grande pompa e hospedadas em hotel cinco estrelas, local escolhido para a confraternização anual da empresa. Vieram representantes de todas as filiais. Éramos apenas nove mulheres, entre mais de trinta homens. Helena e eu, não sei por sermos brasileiras e as mais bonitas entre elas, merecemos atenção especial de alguns carinhas.

Na boate do hotel, já alta madrugada, Helena dançava agarradinha com um americano e eu com um italiano. Já tinha entornado algumas e estava um pouco alegre, não mais do que isso. O galante italiano, a simpatia em pessoa, me segurava pela cintura, me mantendo bem colada a ele. Foi quando soube que ele não era integrante da confraternização da nossa empresa e sim que residia nas proximidades do hotel e que veio à boate para uma noitada, e disse se chamar Genaro.

Não me importei com isso pois ele era a simpatia em pessoa, educado. Quando notei o volume dele pulsando entre minhas coxas, fiquei muito sem graça, pois jamais, depois de casada, alguém se atreveu a ir tão longe. Mas naquele momento tudo conspirava contra mim. Longe de casa, numa Roma encantadora, dançando numa boate com um galante e praticamente desconhecido italiano. Um homem que depois desta noite nunca mais veria. Mas ainda assim, tentei me afastar daquele embriagante contato. O senti que me apertava ainda mais, com seus fortes abraços em minha bunda, me puxando ainda mais, me fazer sentir o seu poderoso musculo me tocar bem no meio de minha gruta, já toda úmida. Com sua língua penetrando em minha boca, perdi toda a capacidade de resistir e deixei a coisa rolar.

Separei ainda mais minhas pernas e suspirei em seu ouvido e mexi minha cintura me posicionando para melhor o sentir mesmo sobre nossas roupas, o encontro de nossos sexos. O abracei pelo pescoço e ele levou as mãos a Levantou a bainha de minha saia seus dedos por dentro da calcinha se enfiando dentro de minha grutinha. Genaro soprou no meu ouvido, para irmos para a sua casa, que ficava perto.
Porém mesmo com muito tesão, me lembrei do meu querido Rodrigues lá no Brasil e disse que não poderia ir pois era casada e que não queria dar continuidade ao que tinha começado a existir entre nós.

Genaro não deu importância ao que falei e me empurrou para um cantinho da escura pista de dança e seus dedos atrevidamente, continuaram a se moverem dentro de minha buceta, agora com mais ímpeto. Eu amoleci nos braços deles e sem conseguir me controlar, gozei ali mesmo, como nunca em minha vida. Ainda sem me recuperar, passamos pela nossa mesa e ele mesmo pegou minha bolsa, deixou algumas liras sobre um copo e fui sendo levada para a saída.
- Ana vamos passar o resto da noite juntos... eu a quero e sei que você me quer. Tudo bem?
- Tudo bem, Genaro.

No luxuoso carro dele, saímos do centro urbano e trafegamos por lugares totalmente desconhecidos. Depois de quase uma hora, confesso que estava um pouco inquieta, ainda mais que Helena não tinha conhecimento deste meu encontro, assim como nenhum dos colegas da companhia.

Genaro disse que aproximadamente em quinze minutos estaríamos chegando, mas que eu não poderia ter conhecimento deste local.

- Qual a razão disso, Genaro?
- Muito simples minha linda... você não vai gostar nada do que a espera no meu cantinho.

Neste momento, já sem o tesão que me alucinou, fiquei demasiadamente assustada e pedi que me levasse de volta para o hotel. Ele rodou mais um pouco e parou o carro num acostamento da estrada e olhando para mim, disse que agora já era tarde para eu desistir. De sua maleta, que levava no banco de trás, tirou uma pistola e com o cano encostado em meu peito, me ordenou que bebesse o conteúdo de um pequeno frasco que levava na tal maleta.

Totalmente apavorada, pensei que ele estava ordenando que bebesse algum tipo de veneno e falei que não beberia.
Senti ele engatilhar a arma e voltar a me ordenar que o obedecesse, dizendo que aquilo era somente para que eu dormisse e não tivesse conhecimento do local exato em que estava me levando.
- Mas eu não sei onde estou, não vejo razão para você me drogar?
- Beba logo, mulher... se não vou fazer um furo no teu peito agora mesmo.
Sem opção e tremendo de medo, bebi a droga do entorpecente.

x-x-x-x-x-x

Helena ligou para a suíte de Ana Paula, às quinze horas teriam de se preparar para mais uma reunião no salão nobre do hotel, com todos o pessoal da confraternização, conforme solicitação do coordenador do encontro. Já estava preocupada com ela, pois não a viu na hora do almoço.
Indagou aos colegas e ninguém a tinha visto naquela manhã. Alarmada, perguntou ao pessoal da portaria e foi a mesma coisa. Helena informou ao coordenador do evento sua preocupação e então este solicitou providências à segurança do hotel. Ana Paula não foi localizada naquele dia e nem nos dias seguintes. A polícia italiana se empenhou ao máximo na busca da brasileira misteriosamente desaparecida, quando participava de um evento organizado por uma empresa multinacional com sede em Roma. Foi solicitada a intervenção da Interpol, mesmo assim, a brasileira não foi encontrada e seis meses depois o mistério permanece insolúvel.

Rodrigues inconformado com o acontecido com sua esposa, assim como seus colegas na empresa em que trabalhava. Helena e o doutor Francis e o próprio Rodrigues foram até Roma e ficaram algum tempo, mas desanimados retornaram ao Brasil, sabendo que os órgãos policiais estão cada vez mais descrentes que Ana Paula seja encontrada, pelo menos com vida.

x-x-x-x-x-x

Ana Paula acordou muito confusa, mas aos poucos tudo foi clareando e então se lembrou de Genaro e que ele a tinha drogado. Em pânico se viu em total escuridão. Estava totalmente nua e deitada sobre um piso frio e liso. Se tocou e percebeu que aparentemente ele não a tinha violentado. Se levantou e tateando na escuridão que a envolvia, encontrou uma parede e nela se encostou. Não se controlando, histérica, começou a gritar por socorro em meio ao choro e desespero.

Ficou horas e horas naquela escuridão total e seu medo só aumentava de intensidade. Não atinava a razão de Genaro agir desta maneira. Se seu desejo era a violentar, não havia necessidade de a manter cativa e nua por tanto tempo. Não sabe quanto tempo transcorreu até que todo o ambiente ficou iluminado. Teve de fechar os olhos para se habituar a luz. Foi então que viu Genaro em pé, a olhando com um sorriso no lindo rosto.

- Dormiu bem, Ana? Se estiveres com sede e fome, ali naquela porta a sua direita tem uma copa totalmente equipada para atender suas necessidades. Na outra ao lado, é o banheiro.
- Meus Deus, cara! Porque está fazendo isso comigo? És louco ou tarado?
- Ana, neste lugar, você não deve fazer nenhuma pergunta, pois não terás nenhuma resposta. Tua única função aqui é me obedecer cegamente, sem nenhuma oposição às minhas ordens.
- Genaro, pare com esta palhaçada e me liberte, senão você vai se dar muito mal, pois eu o denunciarei as autoridades policiais.
- Ana, primeira ordem é que ao falar comigo, me trate como “meu senhor” ou “meu amo”. Estamos entendidos?
- Puta merda! Você é um maluco e eu jamais......

Ana Paula, não pode terminar a frase, pois deu um grito de dor ao ser tingida por uma espécie de chibata de couro na altura da cintura. O vinco vermelho em sua pele nua, com alguns centímetros de largura, doía como fogo. Levou as mãos ao local e olhou assustada para ele, a tempo de ver o braço dele descer e outra chibatada a atingiu, e como se virou numa tentativa de escapar do açoito, suas costas sofreu o impacto.
Gritando de dor, correu apavorada, fugindo do seu agressor. O cômodo não era grande e Ana foi por mais três vezes chicoteada.
Caída no piso, se encolheu toda ao ver Genaro levantar o braço com a chibata em sua mão. Mas ele parou o gesto no meio e se inclinando, a advertiu:
- Ana Paula... eu sou seu senhor e amo e só assim quero ser chamado. Toda vez que você não me tratar assim, será surrada.
- Será que você é tão burra que não entende a sua situação? Você é minha escrava e eu sou o teu dono e senhor. Qualquer ato de rebeldia de tua parte será severamente castigado. De tua parte, eu só quero obediência cega e nada mais.

Ana o viu sair e com dor e o terror que a possuía naquele instante, se encolheu, segurando as pernas, como um feto. Não acreditando no que estava acontecendo com ela. Agora tinha ciência que estava aprisionada por um sádico, que tinha prazer em dominar e torturar, geralmente mulheres. Tinha conhecimento sobre esta espécie de tara que alguns indivíduos possuíam e Genaro era um destes doentes. Como pode se enganar tanto assim a respeito dele? Sabia que para se satisfazerem, eles eram cruéis, impiedosos. Como se portar quando ele retornasse? Tempo depois, Ana foi examinar o banheiro e a copa que ele informou existir. Ficou surpresa com o que viu. O banheiro, apesar de pequeno, era completo, até com uma banheira e pia com espelho e armário com diversos produtos de higiene pessoal. Só não encontrou toalhas e nada que pudesse encobrir sua nudez. Suspirou aliviada ao descobrir que uma torneira da banheira era de água quente.
Ficou muito tempo mergulhada na água morna, sentindo alivio das marcas Vermelhas das cinco chibatadas em seu corpo. Na copa, geladeira abarrotada, assim como um armário, também abastecido. Uma bancada com uma pia e forno elétrico. Pelo visto, ele a queria mante ali por muito tempo.
Estava com sede e fome e então preparou a comida pré-pronta e bebeu um suco de laranja. Mais o que mais lhe chamou atenção foi o bar, com prateleiras com muitos tipos de bebidas.
Não perdeu tempo e preparou uma dose dupla de uísque com muito gelo e sentada no pequeno banco, ficou bebericando. Pelo visto ele a queria bem tratada... para depois a machucar. O cara era mesmo muito doente.
De súbito a porta da porta se abriu e Genaro entrou. Ana de assustou com a presença dele e para se acalmar bebeu o restante do uísque de um gole só.
- Escrava, venha comigo.
- Ana sabia, para o seu bem, que não devia mostrar aborrecimento por ser chamada de “escrava” e se levantando seguiu o seu carrasco.
Ele abriu uma outra porta, que ela ainda não tinha observado, a mandou entrar.
O novo ambiente, um local amplo, bem iluminado, a assustou bastante. Aquilo lhe parecia uma masmorra medieval, diversos aparelhos e utensílios estranhos, que ela, com terror, sabia para que serviam.
Genaro é um homem forte e foi com muita facilidade que a dominou.

Agora estava amarrada com pulsos e pé numa espécie de poltrona, que a obrigava a ficar com as coxas levantadas e tronco dobrado em forma de V. Genaro empunhando um pequeno açoite de muitas tiras finas de couro, açoitava os seios, ventre e a região vaginal de Ana, toda exposta. Ana gemia cada vez que era atingida em suas carnes. De instantes em instantes, ele parava de a torturar e indagava se ela estava gostando. Logo depois, prendeu em seus mamilos e seios, alguns prendedores metálicos com afiadas pontas e pequenas gotículas de sangue surgiram em cada uma delas.
Ana ficou muito tempo nesta sessão de tortura, com ele se divertido a cada gemido dela, demonstrando prazer imenso no que fazia. Agora os prendedores metálicos estavam em todo seu corpo, no ventre nas coxas e nos lábios vaginais.

A sessão de tortura estava apenas no início. Deitada numa espécie de maca, Ana rangia os dentes para suportar a dor, que a tração em suas pernas ocasionava. Presa à maca pela cintura e ombros, com os tornozelos presos por tiras de couro que forçavam abertura de suas pernas no sentido lateral. Os músculos de suas coxas junto aos quadris estavam a ponto de romperem com a pernas a quase cento e oitenta graus de abertura e a tração continuava até que em certo momento perdeu os sentidos quando sentiu dor insuportável.

Um impacto forte de um jato de água a despertou e pode ver Genaro segurando uma mangueira de onde o violento jorro atingia seu corpo com tal força que parecia estar sendo espancada. Isso durou por uns bons minutos e quando parou ele se aproximou nu e o com o rosto retorcido por uma risada sinistra a penetrou com o membro num violento e único empurrão. Ficou tirando o pau quase por completo e voltava a penetrá-la com força, não cessando de rir de um modo que a apavorou ainda mais, pois neste instante teve a certeza que Genaro não era apenas um sádico, mas um indivíduo portador de insanidade, mais do que isso um criminoso psicopata, que sabia esconder sua condição mental da sociedade.
Ana Paula soube então que não sairia com vida das mãos dele.

Ele ficou por muito tempo a violentando, alternando pela vagina e pelo ânus, mas apesar de emitir gemidos e palavras sem sentidos, nunca chegou ao orgasmo, isso para felicidade de Ana, pois estava em período fértil.

Quando a soltou das amarras, Ana sem forças e com o corpo muito machucado, não teve forças para se levantar e ficou caída no piso. Genro saindo da “sala de torturas” se virou, ordenou que ela o seguisse. Ela tentou mais não conseguiu e isso o enraiveceu de tal modo, que passou a lhe dar chutes por toda parte de seu combalido corpo e Ana apagou, tal a violência empregada.

Acordou, sentindo o corpo todo machucado, ainda nua e caída num piso frio de cerâmica e com uma fina corrente metálica presa ao pescoço. Parecia uma área interna, pois via janelas envidraçadas pelas quatro paredes e podia ver as estrelas pela abertura superior. A outra ponta da corrente está presa por cadeado a uma pequena ponta de ferro chumbada no chão. Estava com muito frio e como abrigo somente um caixote e ela entrou nele para se abrigar. Lá dentro, percebeu que aquilo era uma casinha de cachorro. Ele estava a tratando como uma cadela, o louco de merda. Sem opção, tentou dormir, mas as dores no corpo não a deixarem sossegada e ao amanhecer, saiu em busca de água, mas ali não tinha nenhuma torneira e foi se proteger dos raios solares, dentro da casinha, ainda com sede.

Deste dia em diante, Ana Paula se tornou para Genaro, pouco mais que uma cadela. Em um ano, estava submetida totalmente à vontade dele, que se tornou seu amo e senhor. Sua personalidade não mais existia e até imaginava que ele era a única razão de viver. A lavagem cerebral sofrida foi tão intensa, que até de sua família não tinha mais lembrança e de quatro, corria para lamber seus pés, quando seu dono lhe jogava um pedaço de carne.

Só saía de sua “casinha”, na área interna, quando era levada para o chão do quarto para Genaro comer seu rabo e depois dormia satisfeita sobre o tapete ao lado da cama dele.

0000000000

A escravidão de Ana Paula só teve fim, por puro acaso, quando o destino se compadeceu da coitada e resolveu intervir.
Genaro decidiu que já era hora ter outra “cadela” em sua casa e numa noite de sábado, na mesma boate do hotel que requisitou sua primeira cadelinha, se aproximou de Marcela, uma beleza espanhola que estava dando mole para os presentes na casa noturna.

Com a mesma facilidade que usou com Ana Paula, conseguiu encantar a fogosa espanhola com seu modo de ser e agir. Ela já estava em sua casa e Genaro partiu com tudo para cima de Carmen, numa tentativa de a dominar pela força física.
Ele levou a maior surra de sua vida. Em poucos e violentos golpes desferidos pela “frágil” espanhola, ele estava todo quebrado caído ao lado de sua cama. O pobre diabo não sabia, mas Carmen fazia parte de uma equipe de lutadores de luta livre, que estavam no país para disputar um torneio entre nações; sendo ela a campiníssima de toda a equipe.


Carmen ligou para seus companheiros no hotel, solicitando que viessem buscá-la. Foi para a sala para esperar seus amigos e lá escutou sons estranhos vindo da área, que mais se pareciam com grunhidos de um animal, de um cachorro.

Movida por curiosidade, abriu a porta que dava para a área e qual não foi sua surpresa, quando uma mulher nua, acorrentada pelo pescoço, saiu de dentro do que se parecia com uma casinha e latindo partiu para cima dela. Se não fosse a corrente que a reteve a mulher-cadela a teria mordido na perna.

Ao entardecer do dia seguinte, Ana Paula estava sendo atendida em uma unidade hospitalar na cidade de Roma. Presa por correias em uma cama, ela só sabia latir e rosnar e depois de receber os primeiros cuidados médicos, foi transferida para a ala de pessoas com transtornos mentais.

Ela não falava e ficava olhando todo aso seu redor, deixando sair de sua garganta uma espécie de ronco. Toda a policia italiana de mobilizou para identificar a mulher desconhecida, que agora sabiam tinha sido mantida prisioneira de Genaro, o psicopata fugitivo que a mais de quatro anos estava sendo caçado.

A Interpol, a polícia internacional, foi chamada e comparou as digitais da mulher internada, com os seus arquivos de desaparecidas nos últimos anos e para surpresa de todos, ela foi identificada como Ana Paula, uma turista brasileira, que desapareceu do hotel onde se hospedava, pouco menos de dois anos atrás.

Agora, muito tempo depois, Ana Paula estava de volta ao Brasil, onde ficou internada numa clínica para doentes mentais por quase três anos.
Finalmente, depois de cinco anos, inteiramente recuperada pode abraçar seus filhos e marido em sua própria casa.

FIM



Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:6 de abril de 2018 02:20

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

Compartilhe este conto erótico com seus amigos
Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 06/04/2018.

Comentários

Novo comentário

Os comentários serão moderados. Não serão aceitos comentários agressivos ao autor e/ou que divulguem sites comerciais. No campo nome só aceitaremos nome de pessoas. Se tiver interesse comercial Fale conosco para saber nossa política de publicidade.

Não há comentários até o momento. Seja o primeiro!

Deixe seu comentário abaixo

*Campos com esta marca são de preenchimento obrigatório.
*

Seu endereço de e-mail não será publicado

Mova o seu mouse para fechar essa ajuda.
*