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A INCRÍVEL HISTÓRIA DE LUIZA 2



Esta história já foi publicada no HE em cinco capítulos, pelo avatar Marcela 3. Agora a estou publicando, com pequenas modificações, numa edição revisada e completa.
Meu nome é Luiza, tenho quinze anos, sou loira e um pouco sardenta, baixinha, com uma bunda bem redondinha, coxas grossas e seios bem desenvolvidos. Todos me acham muito bonita. Tenho uma amiga de coração, Suely, uma linda garotinha, com a mesma idade. Somos como duas irmãs, trocando ideias e confidências. Eu sou um pouco voluntariosa, enquanto Suely é a timidez em pessoa. Muito indecisa, tem grande dificuldade de se relacionar com as pessoas.
Em nosso relacionamento, que já dura mais de seis anos, sou eu quem decido tudo por ela. Em nossos passeios pelos shoppings da cidade, sou quem escolhe quais filmes assistiremos, que tipo de lanche e até o horário de voltarmos para casa. Talvez, esta estranha simbiose, esta ligação entre nós duas, traga vantagens recíprocas, pois Suely, com uma cabecinha tão incipiente, precisa que alguém tome as decisões por ela e eu tenho uma imperiosa necessidade, pelo menos com ela, de ser a quem comanda. Talvez por causa disso, nossa amizade dure tanto tempo, sem nenhum atrito.
Talvez tudo possa ser explicado, pelo modo em que fomos criadas. Minha querida amiga, nasceu e foi conviveu com uma família onde imperava o machismo, onde a voz feminina não tinha vez. Mais novinha entre os quatro irmãos, não podia dar um peido, senão fosse autorizada pelo pai e irmãos. Órfão de mãe, criada pelos homens da família, sendo obrigada a obedecê-los nos mínimos detalhas. Com a morte prematuro do pai, Suely veio morar com o irmão mais velho, aqui na capital.
Eu, por meu lado, criada desde a mais tenra idade pela minha desmiolada mãe, aprendi a viver ao lado de seus inúmeros "namorados". Meu pai, diz ela, sumiu no mundo e nunca mais deu notícias. Mamãe, há muitos anos, trabalha numa boate ou coisa parecida. Afirma que é atendente no bar. Coisa que não acredito muito, pois ela sai de casa as 21 horas e só volta com o dia quase despontando, geralmente com a cara cheia de bebidas.
Muito bonita e vaidosa, se veste de uma maneira que possa realçar seu corpo. Na maioria das vezes, sempre vinha acompanhada de um "namorado" e ficavam trancados no quarto, por muitas horas. Quando eu, imatura, perguntava quem era o sujeito, ela apenas dizia que era um amigo e que isso não era de minha conta, que eu ficasse na "minha".
Agora, aos quinze anos, compreendi que minha mamãe, não passava de uma "dama da noite" e que, descaradamente, costuma trazer seus amiguinhos, de fim de noite, para a nossa casa. Alguns passam semanas morando com a gente e depois somem, para em seguida serem substituídos por outros. Meu único ponto de fuga, é o meu tio Marcelo, um solteirão, gerente de banco, que mora bem longe de casa, mas perto da minha escola. Ele e mamãe não se toleram, talvez pelo modo de vida dela. Titio sempre gostou muito de mim e eu dele. Quando quero alguns trocados, para comprar algo para mim, vou até ele e a troco de uns beijinhos, eu consigo a grana.
Suely, agora, mora sozinha com o irmão solteiro, um velhote de quarenta anos, um pão duro miserável, que para lhe dar uns poucos centavos, a obriga a fazer todo o serviço de casa, não passando de uma empregada para ele.
- O que você está fazendo aqui a esta hora da manhã, Luiza? Não devias estar na escola? - Devia sim, titio..., mas hoje eu resolvi passar o dia com o senhor. - Menina sapeca! E a tua mãe, o que você vai dizer para ela? - Não vou dizer nada. Ela pouco se interessa por mim, só quer saber do seu namorado e do seu trabalho na boate.
- É muito estranho, querida, você só vem aqui em casa, quando quer alguma coisa de mim! O que é agora? - Titio querido, é que amanhã é sábado... e eu queria ir ao cinema com a Suely, minha amiga lá do colégio.... E não tenho nem um tostão!
- Da última vez, o senhor me deu dez reais e eu lhe dei um beijo. Pensei que podemos fazer o mesmo hoje. - Você quer dez reais novamente? - Não titio, queria trinta. - Tudo isso por um simples beijo! Está maluca, querida!
- Tio, não seja malvado comigo... sei que o senhor gosta de me beijar! Queria tanto ver este filme e depois fazer um lanche, com a Suely.
- Luiza, minha querida, vamos fazer o seguinte... eu lhe dou não trinta, mas cinquenta reais, mas quero mais do que um simples selinho.
- O que o senhor quer, titio? - Eu quero um beijo de língua bem demorado. - Cruz! Credo! Que nojo, tio... meter a língua na minha boca! É muita porcaria.
- Meu anjinho, é isso ou nada. Eu lhe dou o dinheiro em troca de um beijo de língua bem gostoso.
- Mas tio, eu nunca beijei ninguém na minha vida.... Só tenho quinze anos e nem namorado tenho! Vamos fazer o seguinte, um beijo na boca, sem língua.
- Nada disso, é com língua ou nada feito. - Está certo, tio safado, eu lhe dou o tal beijo de língua..., mas lhe aviso, não sei muito bem como fazer essa coisa.
- Não se preocupe, sobrinha querida, eu lhe ensino como é. Venha aqui, sente no colo do titio, para a lhe ensinar como é o beijo de língua. - Assim querida, agora feche os olhos e separa os lábios e deixe que eu faço o resto.
A pequena Luiza, a garotinha linda e inocente sobrinha de Marcelo, sentada no colo do tio, com ele a abraçando pela cintura e a beijando com ardor, com a boca quase engolindo a língua da pequena. Depois, passeando, com a língua, por todo o rosto da bela menina. Ela quase que sufoca e se assusta com a força com que ele a segura pela cintura.
- Tio, pare, deixe eu respirar um pouco, o senhor está chupando a minha saliva... não tem nojo? - Não, minha adorada, é assim que deve ser um beijo de língua. - Mas esse negócio de lamber o meu rosto, orelhas e pescoço, não estava combinado! E o teu negócio está pressionando meinha bundinha lá embaixo. Não estou gostando do seu modo saliente tio! O senhor está me segurando muito forte!
- Eu sei, mas é que é muito gostoso fazer isso! Você não está gastando? – Mais ou menos, tio safadinho…. Mas eu quero mais uns trocados por isso, porque sei muito bem quer o senhor está me bolinando, como os garotos fazem com suas namoradas.
- Que danadinha! Concordo, vou lhe dar mais vinte reais, mas quero a lamber, sem que você fique reclamando! - Ok, pode lamber, mas vá com mais calma!
Marcelo, louco de tesão, com a concordância da sobrinha, beijava, lambia e chupava o pescoço, os ombros e o rosto de Luiza. - Você está gostando, querida?
- Estou sim, tio... esta uma delícia, sinto um arrepio por todo o corpo. Pode continuar... tiiiittioooo!!! Gossstosoooo! - Meu Deus! Como é bom!!!! Deliiiicciiiiaaaa!
Marcelo, deixa marca dos chapões no pescoço e nos ombros da sobrinha, que toda mole nos braços dele, respira forte e rápido, possuída por uma espécie de choque que lhe percorre o corpo todo.
Marcelo, sabe perfeitamente, que suas carícias estão deixando Luiza, excitada ao máximo, então resolveu ousar ainda mais. Ele a cobre de beijos e chupões, desde os ombros, pescoço e em todo o seu rostinho de anjo. Não está mais reclinava sobre o sofá, mas sim deitada sobre ele.
Respira com dificuldades, com o tio a sufocando de carícias. Medrosa com o ímpeto dele, não sabe como reagir a apaixonada investida do tio.
- Você quer que eu pare, sobrinha querida? - Nãaaao, titio, pode continuar... estou adorando! - Então, fique deitada no sofá. O titio vai lhe fazer mais alguns carinhos.
Luiza, envolvida por aquela coisa gostosa que estava sentindo, obedeceu e estendida sobre o sofá, com o tio, ajoelhado ao seu lado, a lhe dar um "milhão" de beijos e chupões, pelo rosto, pescoço e principalmente nos ombros desnudos.
Nem soube como, mas como que num passe de mágica, a boca do tio, agora, estava sobre os belos seios, chupando os salientes mamilos da sobrinha. Sem a blusa e sutiã, jogados no chão. Queria impedir o tio de continuar, com as mãozinhas tentando afastar a cabeça dos seus seios.
- Pare titio... não faça isso, por favor, pareeee tiiioooo. Marcelo não a escutava e com voracidade continuava a chupar os mamilos. As mãos que faziam força para o afastar, iam perdendo força e agora repousavam sobre a cabeça dele, sem nenhuma resistência.
A pobrezinha, vencida pela forte excitação que a dominava, não tinha mais forças para resistir aos avanços do tio, e dos protestos, passou a gemer bem baixinho, envolta numa forma de prazer totalmente desconhecida para ela.
Subjugada, percebeu quando o tio tirou sua saia e a calcinha, mas nesta altura, não tinha mais como controlar o que sentia, um prazer avassalador, que lhe tirava toda a vontade, escravizada pelo prazer da carne, até então totalmente desconhecido para ela.
-Tiiiiiooooo.... Deeellliiiiciiiaiiaaa! Aaaiiiiiiii! Não morda tio, só chupe.... Meusss maaaammilloossssss! Tiiiiiooooo…estou me derretrendooo toooddaaaa! Aaaiiiiiiii! Não morda tio, está doeenddooo! Estáaaa doeendo Tiiiiiooooo…. Querrriiiidoooo!
Por mais de cinquenta minutos, quase desfaleceu de tanto gozo, com a boca e a língua do tio, "devorando" sua virgem bucetinha. Sacudida por múltiplos orgasmos, gemia e "miava" com o tio mamando seu clitóris e lhe sugando todo os fluídos que inundavam sua vagina, gordinha e quase se nenhum pelo. E o mais estranho para ela, um dedo indicador dele, com a ponta dentro de seu rabinho, lhe dava uma sensação ainda mais gostosa.
Agora, toda encolhida sobre o sofá, ainda nua, e livre da paixão que a dominou, chorava copiosamente. - Titio, porque o senhor foi fazer uma coisa desta comigo? Estou morrendo de vergonha! Como o senhor teve a coragem de meter a língua dentro da minha xoxotinha? E o dedo no meu bumbum? Agora o que vou fazer?
- Luiza, meu anjinho, o que nós fizemos é a coisa mais natural deste mundo. Todos os homens e mulheres que se amam, fazem isso. - Mas nós somos tio e sobrinha e eu só tenho quinze anos e o senhor é um velho de trinta e nove. Tenho vergonha de o encarar novamente.
- Você tem quinze anos, mas tem um lindíssimo corpinho de mulher eu estou louco por ele. Não sou nenhum velho, como você diz; sou apenas um homem que está perdidamente apaixonado por você, minha sobrinha querida.
- O senhor apaixonado por mim! Como pode? Sou apenas uma criança! - Criança coisa nenhuma! Criança não morre de tesão como você, quando eu chupava tua bucetinha. Você é uma linda mulherzinha e eu a quero para mim.
- Isso não pode ser, titio! - Pode sim sobrinha. Eu a desejo. Tome, aqui tem cem reais, eles são seus, você mereceu. Toda vez que você necessitar de dinheiro, venha aqui em casa, e eu darei o que necessitares.
- Terei de fazer o mesmo que fizemos hoje? É lógico, sobrinha, eu adorei e sei perfeitamente que você gostou bastante, pois gemeu, louca de prazer.
- Titio o senhor é um safado, mas está certo; fiquei malucona. Eu também gosto muito do senhor. Mas neste momento, estou muito nervosa, nem sei como o ver apenas como meu tio. Vou embora, pensar um pouco em tudo isso. Vá, querida, mas não se esqueça do que lhe falei. Mas fique de bico fechado, não fale para ninguém o que fizemos. - Combinado titio, será o nosso segredo.
x.x.x.x.x.x.x.x.x
Luiza, ficou dez dias voltar à casa do tio Marcelo. Sentimentos contraditórios enchiam a sua cabecinha. Sabia que foi errado o que fizeram, por outro lado foi muito gostoso e o dinheiro que recebeu foi bem-vindo. Gastou tudo naquele fim de semana, indo ao cinema com Suely e fazendo um farto lanche, como nunca fez antes. Luiza se exibiu para a amiga, pagando todas as despesas.
Luiza, como sempre fazia, não escondeu nada da amiga e lhe contou o que, ela e o tio fizeram. Suely ficou de boca aberta e olhos arregalados. - Nossa! Lu... não doeu? - Doeu coisa nenhuma, bobinha... e a coisa mais maluca do mundo. Quase morri de tanto gozar! Só o dedinho no meu rabo, doeu um pouco, mas dava um prazer danado de bom.
- Que coisa mais suja, ele beijar a tua bichinha! - Miga, isso é a coisa mais gostosa do mundo…você vai gostar, se experimentar um dia. - Está maluca, Luiza! Jamais farei uma coisa destas!
Minha amiga, o melhor de tudo é que titio não tirou a minha virgindade e disse que não o fará, gozei como uma doida e ainda por cima, ele me deu uma grana das boas, que como você viu, gastamos em coisas deliciosas.
Estava com muita vontade de fazer tudo novamente. Só em se lembrar da boca do tio em sua xoxotinha, ficava toda arrepiada, mas estava com muito medo de fazer aquelas coisas novamente. Mas alguns dias mais tarde, com o desejo aumentando dentro dela e o gostinho de ter grana no bolso, a fizeram decidir, iria a casa do tio, pronta para unir o útil ao agradável, gozar com a língua do tio em sua xoxotinha e embolsar uma boa grana.
- Bom dia tio! Demorei um bocado para me decidir a vir, mas agora estou aqui. - Que bom, sobrinha querida, eu estava morrendo de saudades de você. Até pensei que não voltarias. - Você está necessitando de dinheiro? - Estou sim, titio. Aquela proposta ainda está de pé? É lógico, meu amorzinho, terás os teus cem reais e eu a terei em meus braços, uma troca muito justa e vantajosa para os dois.
- Hoje nada de sofá, querida. Vamos lá para a minha cama, que é bem mais confortável. Trêmula e nervosa, Luiza seguiu o tio até o quarto dele. Ficou acanhada quando ele começou a tirar sua roupa, a deixando nua; mas já com o bichinho do desejo a corroendo por dentro.
- Minha nossa, que corpo lindo você tem, sobrinha! - Não fale assim, tio, estou com vergonha de ficar pelada na sua frente. - Não seja boba querida, vá se deitar na cama, que eu já estou indo. Luiza ficou muito assustada ao ver o tio ficar nu na sua frente. Nunca tinha visto o membro de um homem, ao vivo e a cores e ficou olhando, fascinada, aquela monstruosidade.
- Tio, não foi isso que combinamos, nada de ficar peladão, essa coisa aí devia ficar dentro das calcas. - Pode deixar, Luiza, não tenhas medo do titio. Hoje eu vou te levar a lua. Como você está sendo boazinha com o titio, vou te dar o dobro do dinheiro prometido. - Nossa! Duzentos reais? Com tudo isso vou deixar o senhor me mostrar essa sua coisa feia!
- Você não me engana, querida. Está olhando para o meu pau, com um olhar esfomeado. Está adorando ver ele, diga a verdade? - Tio bobão, estou olhando sim, mas é porque nunca vi o pênis de um homem, assim tão pertinho de mim. Eu e Suely, vimos as escondidas uns filmes de sacanagem, mas os paus dos caras não eram tão grossos e compridos como o seu! Nem sei como essa coisa tão enorme, pode entrar numa mulher!
- Você não sabe agora, minha garotinha..., mas a buceta vai se abrindo conforme o bichão vai entrando. - Nossa! Deve doer muito, tio! - Só na primeira vez doí um pouco e depois é só prazer. Luiza, logo, logo, você vai sentir este prazer! - Está maluco, tio! De maneira nenhuma! Este monstrengo não cabe dentro da minha pequenina. - Cabe sim, querida, você vai ver! - Tio, nem pense nisso, senão eu vou embora agora mesmo!
Quando ele se deitou ao lado dela, Luiza com medo de se encostar no pênis do tio, se afastou um pouco para o lado. Mas Marcelo, logo a puxou para si, e ela sentiu toda a quentura do caralho, no lado direito da coxa e ela gostou de sentir o contato do membro do tio em sua coxa, mas com medo, lembrou ao tio. - Encostar pode, mas por favor, não passe disso, está bem titio?
Nem teve tempo de se esquivar novamente, pois o tio, iniciou a lhe dar o um banho de língua. Não ficou nem um pedacinho do delicioso corpinho da garota, que não fosse tocado pela boca esfomeada do tio.
Todos os buraquinhos, foram beijados, lambidos, chupados e mordidos, pela boca devoradora dele. O corpinho de Luiza era virado e revirado, em busca das partes mais sensíveis da menina. Ela com os olhos fechados, toda mole, se deixava manusear pelo tio, se deliciando com a boca voraz em sua xoxotinha e no seu ânus, completamente dominada por um prazer avassalador, sem forças para lhe resistir.
Já tinha explodido em inúmeros orgasmos e agora, com ele a abraçando por trás, dando leves beijinhos em seu pescoço e com as duas mãos envolvendo seus seios, nem se importava em sentir o pênis meio adormecido do tio, no meio de suas coxas, lhe comprimindo o vão das nádegas.
Os dois, exaustos, descansavam, das horas de loucuras vívidas a pouco. - O tio lhe sussurrava ao ouvido: - Luiza querida, que coisa de louco é o teu corpo, tesão pura! Você gostou querida? É lógico tio, quase morri de tanto gozar. Não tinha noção que seria tão gostoso ter a xoxota chupada. Você é muito nojento titio, meteu a língua até no meu rabinho. - Mas eu senti que você berrou como uma louca, com a pontinha da língua dentro do teu cuzinho. - Foi gostoso demais, tio, parece que eu ia fazer cocô.
Aos poucos, ela sentiu o pau do tio ficando enrijecido, no meio de suas coxas, com a cabeça tocando as bordas dos grandes lábios vaginais. - Tio, tire essa coisa daí, não combinamos isso! Deixe querida; ele só quer passear um pouco na entradinha da tua bichinha. Não vai passar disso, mentiu Marcelo. Luiza, com os mamilos sendo "amassados" entre os dedos do tio e com a ponta do pênis, passeando na entrada da rósea e úmida caverna, foi ficando extasiada com a enormidade do prazer que isso lhe estava causando. A coisa foi tão forte, que nem se importou quando o tio a virou de costas e se deitou sobre ela e Luiza sentia as bolas e os pelos do tio a lhe tocar as delicadas carnes de suas nádegas.
Entre gemidos, pedia, já sem poder resistir ao seu desejo: - Não coloca tudo tio, só um pedacinho! - Um pouco Mais tio! - Meu Deus! Como é bom! - Tio querido...um pouco maaaaiiisssss! Tiooo! Aaaaaiiiiii.... Uuuuuuiiiii, está doendo! - Pareeeeee, tire tio... está doendo muitoooo!
Com leves movimentos da cintura, Marcelo fazia a cabeça do seu bilau, se movimentar no meio das paredes da vagina, entrava bem pouco e logo saia. Aquilo foi "enlouquecendo" a sobrinha de tal maneira, que ela, mesmo sem querer, foi separando as coxas, para melhor sentir o tio. Totalmente entregue, ainda pode pedir, entre longos gemidinhos e suspiros. - Só assim tio, só na portinha...que gostoso! Pode colocar mais um pouco, só um pouco... delícia tio, Deeeeliiiciaaa Tiiiiiooooo! Aaaaaaaaaiiiii.... Uuuuuuiiiii, esta doeeeendoooooo! Está doeenddooo! Estáaaa doeeeendoooooo Tiiiiiooooo…. Querrriiiidoooo! Meeeeeuuuuu Deuuusss! Doooii muiiiitttooo! Tiiiiiooooo estáaaa me maaaatandooooo!
Apesar de Luiza, apavorada com a dor que estava sentindo, berrar como um animal ferido, o tio a segurando com força, foi lentamente enterrando o enorme pênis caverna a dentro, facilitado pela lubrificação das paredes da buceta de Luiza.
Quando ela sentiu o toque no guardião de sua virgindade, já era tarde, com um grito de dor, o "portão" foi arrombado, para dar passagem ao invasor. A garotinha, sentiu ele tocar bem fundo, dentro dela e ficar imóvel, como que indeciso, esperando ser melhor recepcionado pela sua ousada e não solicitada chegada.
- Titio, o senhor... disse que não iria fazer isso.... Está doendo muito! - Fique quietinha, querida, daqui a pouco não vai doer mais!
Luiza de boca aberta e olhos arregalados, respirava com dificuldades, com o tio deitado em suas costas, envolvendo seus seios e todo enterrado dentro dela. A dor do cabacinho perdido, foi se atenuando, com o pênis de Marcelo parado, tocado o fundo da vagina. Bem lentamente ele começou a fazer os movimentos de entra e sai. - Tio nojento, eu pedi para não fazer isso! - Querida, eu queria lhe mostrar que o meu pau cabia na tua bucetinha! – Mas doeu muito e o senhor não teve nenhuma pena.
A valente vagina da garotinha, recebeu muito bem o pau de Marcelo e dentro em pouco, ele estava numa loucura só, bufando e se movimentando como um louco sobre ela, que gemia, não de dor, mas de puro prazer. Quando ele atingiu o ápice e ejaculou dentro dela, Luiza o acompanhou no mesmo momento, dando um tremendo "uivo", sentindo a porra do tio a invadir, lá no fundo de sua bucetinha.
Depois ela ficou quietinha, quase desfalecida, com a enormidade do orgasmo e o sentindo ir diminuindo dentro dela. Exaustos os dois adormeceram. Quando acordou, com o tio ainda por cima, com o pênis meio que adormecido, quase saindo de sua xoxotinha, Luiza sentiu um enorme prazer com tudo aquilo.
O enorme peso do tio, dormindo em suas costas, com os braços a envolvendo e o membro flácido, ainda com um "pedacinho" dentro dela, lhe trazia uma gostosa sensação. Tinha noção que o tio a tinha deflorado, mas isso agora, não tinha a menor importância. Ela adorou ser descabaçada pelo tio querido. Nunca lhe tinha passado ela cabecinha, que foder fosse tão gostoso, ainda mais com o tio que tanto gostava.
O que interessava era a sensação de estar imobilizada sob o peso dele, com o corpo dolorido e sem poder respirar direito. A sensação de estar submissa ao tio era muito deliciosa. Percebeu que podia contrair a musculatura da vagina, para melhor sentir o "morto" parcialmente dentro dela.
Vibrou, quando sentiu que as contrações estavam despertando o membro. Sentiu o monstro ir crescendo dentro dela, gostou tanto disso, que teve forças para movimentar um pouco a musculatura das coxas que combinada com as contrações da buceta, fez o pênis despertar de vez, mesmo com o tio dormindo.
Foi incrível, Luiza gozando, agora calmamente, contraindo a musculatura vaginal, até chegar a um calmo e demorado orgasmo.
Sua vontade era chamar o tio. - Tio acorde, saia de cima de mim! Mas a dormência que sentia com o peso dele, era tão gostosa, que resolver ficar ali, sofrendo sob ele. Adormeceu novamente e só acordou quando sentiu o tio, bem desperto, se movimentando furiosamente sobre ela, com o pau, duro como pedra, entrando e saindo de sua grutinha. Quando ele explodiu, Luiza, mesmo querendo, foi incapaz de ter novo orgasmo. O peso do tio, tantas horas sobre ela, lhe estava causando enorme sofrimento e, só teve forças para pedir debilmente, que o tio saísse de cima dela.
Horas depois, fazendo um lanche com o tio, Luiza fazia fita com Marcelo: - Tio o senhor tem noção do que fez comigo? O senhor me estuprou e isso foi incesto e ainda por cima com a sobrinha de apenas quinze anos. Como e que vai ficar isso?
- Meu anjo, agora você, além de ser minha sobrinha, é minha amante. Eu a comi e isso não tem retorno, nada pode ser feito. A única coisa que tenho certeza e que eu a quero foder muitas e muitas vezes, mesmo você sendo uma garotinha tão novinha.
Eu esporrei dentro de você algumas vezes, sem camisinha, portanto quero saber se está naqueles dias? -Fique sossegado tio, eu não estou em período fértil, eu li a respeito disso, e sei como é o negócio.
- Ainda bem querida, agora quero saber de você; está disposta a ser minha mulher? Mesmo sabendo que teremos de manter tudo em segredo? - Quero sim, titio, gostei da coisa toda. Não sabia como é gostoso ser fodida e agora que provei, quero dar para o senhor sempre que for possível além disso vou ganhar um bom dinheiro, não é verdade?
- Vai sim, meu amorzinho, tome aqui, querida, duzentos reais e, para cada foda que dermos receberás o mesmo valor, agora se for algo especial, a quantia vai ser bem maior.
- Algo especial, titio! O que o senhor quer dizer com isso? - Nada não, querida. Quando chegar o momento, você vai saber. Agora vá para casa, já estais há muitas horas aqui em casa e tua mãe deve estar preocupada.
- Tio, já lhe falei que com mamãe, não tem nenhum problema. O difícil de se lidar é com o namorado dela atual. O cara trabalha também a noite, na mesma boate de mamãe e os dois dormem quase o dia inteiro. O diabo é que o sujeito, dorme muito pouco e fica pela casa, me enchendo o saco. Ele acha que é o meu pai e fica perguntando onde eu fui, com quem fui... o cara é um chato de galocha. - Não dê importância a ele, meu amor; é sinal que ele se preocupa com você.
Luiza só não disse ao tio, que o fulaninho tentou a agarrar por três vezes e se ela não fosse esperta e rápida, ele já a teria papado.
- Até mais, meu "homem", estou indo para casa, mas posso voltar amanhã, ganhar mais duzentos reais? - Amanhã não, querida. Venha daqui a três dias, eu não vivo só de fodas, tenho de trabalhar também. Mas você está se mostrando uma insaciável por foda e por dinheiro!
- Isso mesmo, tio, adorei foder com o senhor e se for por dinheiro, melhor ainda. - Santo Cristo! Será que fabriquei uma putinha... que se vende por dinheiro! - Não fale essas coisas tio, Senão vou ficar brava com o senhor. - Estou brincando querida... estou brincando!!!
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Alguns dias mais tarde, Luiza chegou em sua casa, no início da tarde e alegre foi logo conferir o esconderijo do seu dinheiro, embaixo do colchão. Estava pensando em juntar bastante para poder comprar uma televisão, para instalar no seu quarto. Tinha certeza que fazendo novas visitas ao tio, ele lhe daria o necessário. Com fome, foi até a cozinha, fazer um lanche e teve a desagradável visão de encontrar o namorado da mãe, que também fazia uma boquinha.
Ela não gostava nem um pouco do cara. Pedro era um moreno grandão, a antipatia em pessoa, que se julgava irresistível às mulheres. Mas Luiza o considerava um sujeito vulgar, grosseiro e querendo se intrometer em sua vida.
- Onde você andou por toda esta manhã? Só porque não teve aula, não se justifica você sumir, sem nos dizer onde está. - Onde eu fui ou o que fiz, não é de tua conta. Você não é meu pai! - Onde está mamãe? - Tua mãe está dormindo e roncando como uma porca. Agora que estamos aqui, sozinhos...bem que você podia me dar uns beijinhos! - Sai para lá, cara... você não se enxerga, seu merda!
- Mais respeito comigo, garota! Senão vou lhe dar umas bolachas, para você aprender a respeitar os mais velhos. - Não se atreva, nojento! - Você é muita atrevida, moleca...venha cá, vou te amansar num instante.
Luiza com medo de Pedro, tratou de ir saindo da cozinha e ir para o seu quarto, pegar a mochila, pretendendo ir até a casa de Suely. Nem percebeu quando Pedro entrou no quarto e fechou a porta. Só teve noção disso quando ele a agarrou pela cintura por trás. Quis gritar por socorro, mas a enorme mão do homem lhe tapou a boca.
Esperneou como uma doida, tentando se soltar, mas com enorme facilidade foi suspensa no ar, com braços e pernas tentando o atingir. Rindo com o inútil esforço dela, Pedro a mantinha bem segura pela cintura, sentindo o volume da bunda macia sobre o pau, enquanto com a mão, quase a sufocava.
Não adianta se debater, gostosinha. Hoje eu vou te foder de qualquer maneira, não tens escapatória, como das outra vezes. Tua mamãe não vai acordar tão cedo, com o pozinho que coloquei na bebida dela, teremos toda a tarde a nossa disposição.
Apavorada, conseguiu se soltar e correu para sair do quarto. Sentiu quando ele a agarrou pelos cabelos e em seguida a dor do soco, recebido na barriga. Sem ar e com muita dor, se dobrou sobre si mesma, foi quando um fortíssimo tapa, em pleno nariz, a derrubou sobre a cama. Em pânico, berrou por socorro e tentou se levantar. Uma saraivada de socos e tapas, a deixou quase a nocaute.
Gemendo de dor e totalmente aturdida, percebeu quando Pedro, como um animal enraivecido, rindo maldosamente, amarrou seus braços e pernas às extremidades da cama, para que ficassem abertos, separados ao máximo. Sob sua bunda ele colocou duas almofadas, deste modo Luiza ficou toda arreganhada, com a bela e depilada buceta e o cu, prontos para ele.
Depois, com uma tesoura cortou as roupas do corpo da aterrorizada Luiza, a deixando nua, sobre a cama. Derrotada, sem possibilidade de reação, aterrorizada viu Pedro ficar nu e tremeu vendo a enormidade do membro dele, bem maior do que o do tio Marcelo. Com os lábios e nariz sangrando, ainda teve forças para implorar. - Não faça isso, Pedro...vou contar para a mamãe e para a polícia.
Rindo em escárnio, ele retrucou: - Vou te arrombar toda, garotinha... nuca fodi uma virgem. Você será a primeira e se abrir o bico, vou te moer de pancada. Para saberes que não estou brincando, vou te surrar agora mesmo, até você dizer que vai ficar de boca fechada.
Sentado sobre os quadris de Luiza, Pedro iniciou uma seção de pancadaria sem nenhuma piedade da pobrezinha. Ele a estapeava, da cintura para cima, em qualquer lugar. Barriga, ombros, pescoço, rosto e cabeça, nada escapava dos tapas. Em pouco tempo, não resistindo à surra, Luiza perdeu os sentidos.
Louco de tesão, com a linda e desfalecida menina a sua disposição, ele a estuprou, usando de incontida violência. Com a penetração, a bucetinha, literalmente foi arrombada, com sangue se misturando aos fluidos dele.
Quando despertou, dentro de um mar de dor, não conseguia parar de gemer. Tudo lhe doía enormemente. No seu ânus, tinha a impressão que um ferro em brasa, estava dentro dele. Era o pênis de Pedro, todo enterrado no seu cuzinho que entrava e saia como se fosse um êmbolo de motor. Com a boca chupando e lambendo seu ombro e pescoço bufava como um animal enraivecido. Com as mãos, em volta do corpo, esmagavas os seios. Com a enormidade do castigo recebido e se esvaindo em sangue, ela perdeu novamente os sentidos.
Em instantes voltou a si, gemendo de dor, implorou por misericórdia, quando o viu ficar sentado sobre seu peito, com a enorme cabeça do pau forçando seus lábios. Sem poder mover o rosto, cerrava o mais que podia a boca, mais de nada adiantou, ele rindo diabolicamente, enterrou todo o membro lábios a dentro. Luiza se sentia sufocar, com aquela coisa a penetrando, se movimentando, tocando sua garganta e sufocou de vez, quando ele ejaculou em sua boca, a obrigando a engolir toda a enorme quantidade de porra.
Durante o resto do dia, Pedro, continuou a estuprar Luiza. Possuído por um sadismo sem limite, continuou a praticar sexo anal e oral e a lhe dar fortes dentadas por todo o corpo.
Seis ou sete horas depois, a pobrezinha, não chorava nem gemia mais, em estado de choque, apenas olhava para o monstro, com o terror a dominando por inteiro, tendo a impressão que estava sendo morta.
Pedro, já livre da sua fúria animalesca, parecendo sair de um "transe", olhou, assustado para Luiza, que muito machucada, apenas olhava, sem expressão para o teto.
- Meu Deus! O que foi que eu fiz! Acho que machuquei muito a putinha. Ela é menor de idade, vai precisar de cuidados médicos e aí vai me dedurar. To fodido! Tenho duas opções, apago ela de vez e a mãe também ou dou o fora da cidade.
Desnorteado, zanzou pela casa toda, foi até o quarto onde a mãe de Luiza, dormia sob o efeito das drogas. Voltou ao quarto da menina. Arrumou suas coisas, esvaziou a bolsa de sua amante de todo o dinheiro e foi embora. Achou que seria melhor assim. Nunca mais se teve notícia de Pedro, que saiu da cidade e talvez do estado.
Muitas horas depois, noite alta, Berta, a mãe de Luiza, acordou ainda sonolenta. Olhou o relógio e tomou um enorme susto, duas horas da madrugada, ela devia estar na boate as 22 horas. Não vendo Pedro no quarto, chamou por ele. Devia estar no banheiro ou na cozinha. Não o encontrou em nenhum lugar. Foi somente quando retornou ao seu quarto, que notou que toda a roupa de Pedro tinha sumido do guarda-roupas, junto com as duas malas dele.
O filho da puta deu no pé! Não faz mal, logo eu arrumo outro, para dormir comigo. Luiza não estava gostando dele mesmo, acho que foi melhor assim. Eu acho que o cretino me drogou! Porque ele fez isso! Foi então que um pressentimento lhe veio à cabeça e correu assustada para o quarto da filha.
Gritou desesperada, quando a viu estirada na cama, toda amarrada e muito machucada, coberta de sangue e gemendo sem parar - Meu Deus! O canalha estuprou a minha filha!
Arrependimento, dor, sentimentos que fizeram Berta chorar pela perda da sua filha Luiza, que foi tão negligenciada por ela. E por isso a coitadinha sofreu abuso doméstico, por um homem que ela mesmo colocou dentro de sua cada. Berta perdeu o amor de sua filha, que depois de um mês internada numa clínica particular, bancada pelo tio, foi morar com ele, não querendo mais saber da mãe.
- Titio, eu estou morando com o senhor, faço todo o serviço de casa, mas vou lhe pedir uma coisa muito importante. Quero que esqueças esse negócio de trepar comigo e que a gente durma em quartos separados. Tenho de tirar da cabeça, o que aquele sádico doente fez comigo. Tenha paciência titio.
- Pode deixar, querida, entendo tudo o que se passa com você. Seremos somente tio e sobrinha, nada mais do que isso.
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Desde que foi morar com o tio Marcelo, muito perturbada com o que lhe aconteceu, Luiza mudou o seu modo de ser. Com exceção do tio, tratava a todos com muita rispidez e quem mais sofria era a sua amiga Suely. Não era mais a mesma, sua personalidade mudou muito, depois do terrível trauma sofrido, mas infelizmente isso não foi notado pela equipe médica que a tratou.
- Luiza, porque você está me tratando tão mal? Eu gosto tanto de você...é como se fosse a minha irmãzinha de coração! - Você não gosta mais de mim?
- Não seja estupida, garota! É lógico que eu gosto de você...tenha um pouco de paciência comigo, está bem? -
- Vamos ao cinema, amiga? Tem um filme que estou louca para assistir e você necessita se distrair um pouco, está muita tensa. - Suely, Eu não estou com vontade de ver merda de filme nenhum, vamos para casa. - Mas amiga, ainda é muito cedo, eu não quero passar o resto do sábado, junto com o meu irmão. Eu tenho medo dele!
- Porque você tem medo dele? Ele quer te comer, por acaso? - Acho que não, amiga..., mas ele fica me olhando de um modo meio estranho. - Pois eu acho que ele quer te foder... dê logo a buceta para ele. Aposto que teu irmão vai te tratar bem melhor, depois de te papar de jeito.
- Oh! Amiga... não seja tão boca suja. Só porque você foi fodida pelo teu tio e estuprada namorado de tua mãe, não quer dizer que eu tenha de dar para o meu irmão.
- Feche esta merda de boca, Suely... se não queres eu lhe dê uns tapas. Está decidido vamos embora... eu vou te levar até tua casa. - Vamos logo garota...mexa esta bunda da cadeira.
Suely, profundamente sentida com a maneira como sua amiga a estava tratando, apenas baixou a cabeça e obediente à amiga, a seguiu. A personalidade submissa por natureza de Suely, a fazia se submeter a vontade da amiga. A garotinha foi criada desta maneira, sob o julgo do pai e dos irmãos, achava que não podia contrariar os que a cercavam. Uma pena, moça tão jovem e bonita e com mente tão frágil.
Na casa de Suely, encontram o irmão dela, Felipe, que extremamente inquieto, as recebeu, demonstrando estar muito nervoso. - Puta que pariu! Até que enfim você chegou Luiza! Onde as duas vadias estavam? Dando a bunda por aí? - Eu vou ter de sair da cidade e você terá de ficar aqui em casa. Se alguém me procurar, fique de boca calada. Não diga nada a respeito dos meus negócios.
- Mas mano... eu não sei nada das tuas atividades! Para onde você vai e quando voltarás? Tenho medo de ficar aqui em casa sozinha. - Suely, você é muito idiota ...é melhor que não saibas de nada mesmo. Para onde vou.... não é da tua conta e só voltarei quando a coisa esfriar. Tome aqui. Pegue estes cem reais, sei que é pouco, mas eu necessito do resto para sair da cidade o mais rápido possível. Se necessitares de mais, peça para a tua amiga aí. Esta putinha parece que está montada em dinheiro.
Luiza, espantada com a extrema grosseria do irmão de Suely, ia lhe dar uma resposta malcriada, mas nem teve tempo, pois suando em bicas, o grosseirão saiu porta afora.
Suely chocada e pega de surpresa com o ocorrido, olhava para Luiza, já saindo no choro. - O que vou fazer amiga? Não sei ficar sozinha!
- Suely, o teu irmão tem razão...não passas de uma idiotazinha. Será melhor ficar sem o brutamonte. Mas não tenhas medo... você vai ficar lá em casa, morando comigo.
- Mas Luiza, e o teu tio? Ele vai concordar com isso? - Não se preocupes, meu tio faz o que eu quero... e depois ter mais uma linda garotinha morando lá em casa...vai encher os olhos dele.
-Não brinque com essas coisas, Luiza. Sei que você e o teu tio, andam fazendo amor. Mas eu não quero saber destas sujeiras. - Amiga bobinha, você nem sabe como é gostoso fazer sexo. Tio Marcelo é o homem mais gentil do mundo, bem diferente do animal do teu irmão.
Luiza, realmente apreciava a gentiliza do tio, que mesmo a desejando, respeitava o seu estado emocional de momento. O choque de ser estuprada e quase morta por um monstro, a abalou por demais e ele sabia disso, por este motivo, mesmo louco para a ter em seus braços novamente, se controlava.
Em casa, Luiza se sentia mais senhora se si, protegida pelo tio Marcelo, abrandava o seu modo ríspido de ser. Mesmo com o tio fora de casa, viajando a serviço, ela se sentia assim.
- O meu tio não vai estar em casa neste fim de semana, porquanto, seremos as donas da casa. Podes ficar bem à vontade amiga.
Suely não se continha de alegria, ria sozinha e por estar na luxuosa casa da amiga, que desde que chegaram, passou a tratar com um pouco mais de carinho. Botaram papo fora, comeram e beberam muito refri.
À noite, depois do jantar foram assistir televisão. Suely, abraçadinha com Luiza, no sofá da sala, exultava de felicidade. - Você sabe de uma coisa, Luiza! Eu a amo do fundo do meu coração. És a irmãzinha que eu gostaria de ter, e não os grosseiros dos meus irmãos.
- Oh! Suely... eu também a quero muito... depois do meu tio, você é a pessoa que mais amo no mundo. - Venha aqui, querida...deixe que eu lhe de uns beijinhos.
Luiza, abraçada à Suely, enchia seu rosto de selinhos. Nos olhos, nas orelhas e pescoço e depois nos lábios da amiga, que apreciando os afagos, apenas se deixava beijar. - Como é gostoso, Luiza, sentir que alguém gosta da gente! Eu nunca, em toda a minha vida, tive alguém que me desse um abraço e você agora, está sendo tão carinhosa comigo... que coisa gostosa.
- Coitadinha da minha amiguinha! Vou te encher de beijinhos, até você enjoar. Os selinhos nos lábios de Suely, passaram a ser beijos de verdade. Beijos com ardor e bem, demorados.
A inocente garotinha, ficou surpresa, ao ser beijada pela amiga, ainda mais quando ela colocou a língua entre os seus lábios. Nunca tinha sido beijada e agora com a boca sendo invadida pela língua de Luiza, não sabia como agir. Mas, aos poucos foi gostando e timidamente, passou a corresponder ao beijo da amiga. - Está gostando, Suely? - Estou sim... delicia.... Podes me beijar mais.
Uma coisa muito estranha estava acontecendo com Luiza. Nunca se imaginou beijando uma outra garota, ainda mais, uma amiga de infância como Suely. Mas quanto mais a beijava, flash lhe vinham à memória, com os momentos de prazer com o tio, intercalados com os momentos de dor e sofrimento com o namorado da mãe. Ela estava com a mente muita confusa... queria fazer carinhos na amiga e ao mesmo tempo ser violenta com ela.
Por mais absurdo que possa parecer, os momentos passados de sexo carinhoso com o tio e os do cruel estupro do canalha, lhe estavam fazendo ficar extremamente estimulada. Sua excitação estava a tal ponto que, esquecida de quem estava em seus braços, passou a beijar, lamber e chupar a amiga. Do pescoço para cima, Suely se viu toda lambuzada e marcada pela boca da amiga.
A princípio, assustada com a voracidade com que Luiza a beijava, em pouco tempo, passou a ter um estranho prazer ao ter ombros, pescoço e lábios marcados com as chupadas e leves mordidas. Fechou os olhos e amoleceu o corpo, nos braços de sua amiga.
- Querida, fique quietinha sobrinha... titio vai fazer amor bem gostoso com você! Não era mais Luiza que estava ali, sim Marcelo. Suely no meio de toda sua nascente excitação, ficou espantada com o que a amiga murmurava enquanto a beijava e lambia; mas logo em seguida, quando passou a morder com força seu ombro e pescoço, deixando marcas dos dentes, ficou com muito medo: Vou te foder e te machucar muito, Luiza.... Não adianta chamar pela mamãe, eu a dopei. Agora quem estava ali era Pedro, o homem quem a estuprou e feriu muito.
- Luiza! Luiza.... O que está acontecendo com você? Pare, amiga .......LUIIIIZAAA!!!!
Com o grito de Suely, exclamando o seu nome, levantou o rosto do corpo da amiga, desperta dos momentos insanos, olhava para a assustada garota, inclinada sobre o sofá: - Me desculpe…mil perdões, Suely. Eu não queria fazer isso, mas é que você é tão linda, tão inocente e eu abusei da tua amizade. Me perdoe...me perdoe! Não era eu, não era eu!
- Luiza, minha amiga, não necessita ficar tão chateada com isso. Eu adorei o que você fez comigo…Meu Deus do Céu... que coisa mais gostosa! Sabe de uma coisa...eu adorei. - Verdade!!! Você não ficou com raiva de mim? - Que raiva, que nada...eu queria era mais. Não era bem esses os sentimentos de Suely, mas pressentiu que a amiga não estava em seu juízo perfeito e resolveu a acalmar.
Mas Luiza já não tinha o controle de sua mente. Bem mais tarde, já na suíte, excitada ao máximo, apreciava o belíssimo corpo de Suely, que nua, saindo do banho, vinha em sua direção. Sentada na beirada da cama, também nua, a devorava com os olhos. Luiza tinha nos lábios, um estranho e sinistro sorriso.
- Suely, já que você gostou dos meus carinhos lá no sofá da sala, deixe que eu faça umas coisinhas ainda mais deliciosas em você?
Não querendo contrariar Luiza, concordou com ela. - Deixo sim, amiga..., mas o que é que vais fazer? Há, querida, isso vai ser surpresa, apenas se deite no meio da cama e feche os olhos. Relaxe e deixe o resto comigo.
- Não se assuste, querida... vou colocar um pano nos teus olhos, para a vendar.
- Para que isso?
- Quietinha, Suely…você vai gostar.
- Agora, os bracinhos, para cima e abertos…assim mesmo. Vou amarrar os pulsos nos cantos da cabeceira da cama.
- Luiza, eu não quero que você me amarre... não é necessário isso!
- Calada Suely... para o que tenho em mente... é necessário sim.
- Aaaaaiiiiii! Está doendo, você amarrou meus pulsos, esticando muito os meus braços. Aflouxe um pouco a corda, por favor.
- Não mesmo, quanto mais apertada melhor.
- Agora, minha amiga, fique firme... pois eu vou amarra os teus tornozelos nos cantos dos pês da cama. Aaaiiiii! Não faça isso, dói muito...você está abrindo em demasia minhas pernas!
- Luiza, lhe peço como amiga…me desamarre. Porque você quer fazer assim comigo? - Estou muito esticada, muito aberta…me solte...! Me solte...! Estou com muito medo de você!
- Fique calada, Suely, eu já lhe pedi muitas vezes para se calar e você continua a falar, a reclamar. Por favor feche a merda desta boca e não reclame mais. Eu ainda nem comecei a brincar com você. Não sei porque este medo todo! - Hoje, não tens escapatória, Luiza... vou te ensinar a não me desprezar. - Eu fodo a puta da tua mãe, mas minha vontade sempre foi te foder, garota gostosa!
- Amiga.... Você está me assustando.... Eu sou a Suely e você a Luiza.... Pelo amor de Deus! Você não é o Pedro!
Suely compreendeu que a amiga estava totalmente transtornada, agindo, agora, como se fosse Pedro. Apavorada com a insanidade da amiga, vendada e amarrada à cama, caiu no choro, sem outra opção, tentava chamar a amiga à razão.
- Que merda... pare de chorar... pare de chorar.... Por favor, Luiza.... Pare de chorar, senão eu vou ser obrigada a te castigar. Não quero fazer isso, mas você está me obrigando.
Mas, aterrorizada com o que ela falava e com o tom de sua voz, que estava tremula e chorosa, Suely não conseguia parar de chorar. - Amiga…o que está acontecendo com você? Porque está agindo assim?
Suely deu um tremendo grito de dor quando a primeira chicotada a atingiu bem no meio da vagina, depois mais outra e mais outra. Luiza não escolhia lugar para bater. Nos seios, na barriga, nas coxas e principalmente na testa da buceta. A dor e principalmente o desespero, a faziam berrar alucinada.
Foram dez chicotadas e enquanto surrava a amiga, Luiza, totalmente fora de si, murmurava palavras desconexas, rindo e chorando ao mesmo tempo.
Suely, no meio de sua agonia, pode perceber que Luiza deixou cair o chicote sobre suas pernas e a mão dela, lhe tocar, titubeante, a coxa direita. Depois a mão foi escorregando e Suely escutou o barulho do corpo da amiga tombar, fazendo o som característico.
Muito assustada, pode perceber que Luiza, se debatia, estirada no chão. Mas o que a amiga falava foi o que a assustou. Luiza chorava e gritava por socorro. "Por favor não faça isso comigo.... Eu não aguento tanta dor...... Aaaiiiii! Pelo amor Deus, pare.... Pare.... Você está me matando Pedro... Socooooorrroo, alguém me ajude".
- Nossa! Luiza está delirando.... Pensa que está sendo atacado pelo Pedro! - Endoidou de vez e eu toda amarrada, não posso nem ajudar. - Foi por isso que ela me prendeu assim e bateu em mim…. Está "lelé da cuca".
Durante toda a madrugada, Suely, ficou escutando a respiração pesada e descontrolada de Luiza, entremeada por crises de choro. Sabe que Luiza, está necessitando de ajuda urgente, mas ela nada pode fazer pela amiga. E o pior de tudo é que Marcelo só volta na segunda...seriam dois dias de espera angustiante.
O domingo já ia alto, acreditava que já passava do meio dia. Suely prestava muita atenção, mas só conseguia escutar os sons da rua e de sua amiga, caída no chão, silencio absoluto. - Amiga... acorde... Luiza... acorde. Queira Deus que não tenha acontecido o pior.
O desespero da garota era enorme, não tanto por sua situação, mas pela saúde da amiga. Quando escutou ruídos, vindos do piso inferior e subindo a escada, tremeu de medo.
- Luiza...você está aí no quarto? Veja o que o titio trouxe de presente para você! Estou louco de saudades, meu amor.
Quando Marcelo, abriu a porta do quarto da sobrinha, ficou assombrado com o que viu. Caída, de lado no chão, totalmente nua, jazia sua sobrinha. Na cama, também nua, a amiga da sobrinha, Suely, amarrada e vendada.
Correu para a sobrinha, assustado, imaginando que bandidos tenham invadido a casa é atacada as duas garotas. Examinou sua queridinha e surpresa, viu que ela não tinha nenhum ferimento aparente, mas inerte, apenas o olhava, com olhar sem expressão. Meu Deus! O que aconteceu com você, minha querida?
Luiza não lhe respondeu nada, parecia estar em estado de choque ou coisa parecida, então escutou Suely o chamar. Tirou a venda dela e ela alarmada. - Por favor, senhor Marcelo! Luiza está necessitando de socorro... acho que a cabeça dela não está funcionando direito. Foi ela que me amarrou e depois passou a agir e falar como se fosse o Pedro, o cara que a estuprou.
- Porque as duas estão nuas?
- Senhor Marcelo, isto é outra história...a gente ia dormir nua... foi por isso! Esta história está mal contada... depois quero saber mais, mas agora vou levar Luiza para clínica da doutora Helena.
Muito nervoso, Marcelo vestiu qualquer coisa na sobrinha e a levando no colo, ia saindo do quarto. Suely que ainda estava amarrada à cama, chamou por ele. - Senhor Marcelo, não me deixe aqui amarrada, me solte, por favor. Afobado, soltou os braços da garota. - Suely, eu estou com muita presa, quero levar meu amorzinho para a doutora Helena Você, fique aqui em casa. Faça qualquer coisa para comer e eu ligo informando sobre Luiza.
Trinta minutos depois, Marcelo, com o coração na mão, na sala de espera da clínica, esperava ansioso o resultado dos exames que a doutora Helena e equipe, faziam em Luiza. Somente muitas horas depois, a médica pode conversar com ele.
- Me desculpe, Marcelo, pôr o fazer esperar tanto tempo, mas o quadro de Luiza, me surpreendeu bastante. Quando eu dei alta a ela, depois de quase trinta dias de internação, julguei que a tinha curada por completo. Erro meu, a curei dos ferimentos do corpo, mas os ferimentos da alma, não. Eles estavam lá, bem escondidos em sua mente. Agora por um motivo qualquer eles vieram à tona. Sua garotinha, Marcelo, está vivendo os fantasmas dos terríveis momentos de torturas física e mental que passou nas mãos daquele monstro.
- E agora, doutora, qual o seu diagnóstico? Eu chamei minha colega, Marcela, para examinar Luiza. Ela teve uma longa entrevista com a menina e aconselha que fique em tratamento. O quadro dela exige cuidados especais. Sua jovem mente, não resistiu e está apresentando grave distúrbio emocional e de personalidade
- Quanto tempo esperam para a sua recuperação? - Muito difícil estipular um prazo... pode ser semanas ou meses. O tratamento e reabilitação das doenças mentais, são imprevisíveis, mas no caso de Luiza, achamos que sejam plenamente reversíveis. O senhor autoriza que a doutora Marcela seja a sua psiquiatra?
- É lógico que sim! Quero ver minha sobrinha curada! - Então, amanhã mesmo, ela será transferida para a clínica de Marcela. - Doutora, eu posso ver minha sobrinha agora? - Pode sim, mas ela está sedada e ficara assim por muito tempo. - Não tem importância, eu a quero ver assim mesmo.
Marcelo passou a noite ao lado da cama de Luiza. Sua preocupação com a saúde mental da sobrinha era imensa. Ele queria acompanhar a transferência da garota, para a nova clínica. Ver as instalações, conversar com a equipe de profissionais que a teriam como paciente e tratar de tudo que fosse necessário para o seu bem-estar.
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Tão logo, Marcelo saiu, levando Luiza no colo, Suely tratou de desamarrar os seus tornozelos, presos nos pés da cama, pois ele só tinha desatado os pulsos. Mas aí, o imponderável aconteceu, por mais que se esforçasse não conseguia alcançar os nós que a prendia à cama. Luiza, tinha dado alguns laços com a corda nos tornozelos e a amarração terminava em fortes nós, por baixo do estrado, impossíveis de serem alcançados.
Suely, bastante flexível, conseguia curvar o corpo e com a mão direita tocar o tornozelo esquerdo e vice-versa, mas era só isso. Depois de inúmeras tentativas, já com a musculatura abdominal dolorida, pelo esforço, desistiu de se soltar.
- Meu Deus! E agora...vou ter de esperar a volta de Luiza e Marcelo, para me libertarem! Que vergonha…. Eu estou nua, com minha xoxotinha exposta. Se ele entrar primeiro, vai me ver assim. Tomara que seja minha amiga, a primeira a entrar no quarto.
Mas as horas foram passando e ninguém retornava. Luiza, totalmente angustiada, por se encontrar nesta situação, sentia os músculos das coxas doloridos, por estarem suas pernas em abertura máximo, presas cada uma nos pés da cama de casal de Luiza.
Noite de segunda-feira, com mais de 48 horas presa à cama, com bastante sede, ela agora só sabia chorar, como sempre fazia, em situações de angustia.
Marcelo, ficou junto a querida sobrinha, até o anoitecer de segunda, depois de providenciar tudo o que foi necessário para o bem-estar de sua queridinha. Cansado, mas já mais calmo com a boas notícias recebidas, estava voltando para casa. Doutora Marcela, tinha lhe afiançado que o estado mental da sobrinha, não era de difícil recuperação e que em sua opinião, não seriam necessários meses para a sua cura, mas apenas semanas.
Só quando entrou em casa, foi que se lembrou de Suely, a amiga da sobrinha. - Nossa! Fiquei tão envolvido com tudo, que até me esqueci de ligar para a garotinha! Tenho de me desculpar com ela. Procurou Suely por todo canto e não a encontrando, achou que ela já devia estar dormindo, pois já é muito tarde. - Amanhã eu falo com ela.
Fez um pequeno lanche e depois subiu para o seu quarto. Tomou um banho demorado, vestiu um pijama e foi dormir. Mas algo o incomodava e resolveu ir até o quarto da sobrinha, ver se Suely estava bem. Mas quando entrou e viu a garota, ainda amarrada pelas pernas à cama, se surpreendeu. Ela estava dormindo. Arregalou os olhos a vendo nua, toda aberta, expondo sua bucetinha.
- Acho que ela não conseguiu se soltar, os nós estão por baixo do estrado. Que corpo mais lindo esta garotinha tem! Bucetinha gordinha, sem nenhum pelinho.... Que espetáculo! E os seios com estes mamilos rosadinhos...que delícia.
Atraído como mosca no mel, ele se sentou na cama e ficou devorando a nudez de Suely. Puta que pariu! É muita tentação para um pobre mortal! Mas eu tenho de resistir...será que vou conseguir?
Fazia muito tempo que ele não fazia sexo com a sobrinha e vendo Suely toda exposta, ficou excitado ao máximo e agindo por impulso irresistível, foi aproximando sua cabeça para o meio das coxas da amiga de sua sobrinha.
A menos de um palmo da bucetinha, sentindo o cheiro acre que dela emanava, foi aproximando os lábios e depositou bem no meio da xoxotinha um leve beijo.
Naquele instante, Marcelo perdeu todo o sendo de honra e esquecido de tudo, dominado por tesão enorme, passou a chupar a virgem vagina de Suely, dando fortes chupadas.
Ela acordou com a boca de Marcelo a "devorando". De imediato, sonada, não atinou com o que estava acontecendo. Incomodada, tentou fechas as coxas, foi quando percebeu que o tio de Luiza, o senhor Marcelo, estava com a boca em sua bichinha. Gritou em pânico, tentando ficar sentada sobre a cama, apoiando os cotovelos no colchão.
- Pelo amor de Deus, senhor Marcelo! O que está fazendo? Pare... pare... me solte. Onde está Luiza?
Tentou com uma mão afastar a cabeça dele do meio de suas coxas. Coisa muito difícil, pois com os dois tornozelos presos pelos fios de nylon às laterais da cama e com ele apoiando as mãos em sua cintura, lhe dificultava os movimentos.
- Pare... não faça isso! Vou contar para a Luiza! O senhor não pode fazer isso!
Marcelo nem estava escutando os protestos de Suely, dominado um tesão que o enlouquecia de tanto prazer. Com a língua a invadindo, percebeu que a garotinha era virgem e isso só fez aumentar sua excitação.
Suely, sem poder o afastar e impedir que continuasse a chupar sua bucetinha; como sempre fazia em situações de estresse, começou a chorar e implorar que parasse.
Marcelo se deu conta do choro e dos rogos de Suely, afastou a boca da bucetinha e pela primeira falou com ela:
- Suely, minha queridinha.... Não tenha medo de mim. Eu não vou machucar você... juro. Só vou beijar e fazer uns carinhos na tua periquita, nada mais.
Ele voltou à carga, desta vez sendo mais calmo, lambendo com suavidade toda a extensão da vagina; indo desde o clitóris até o buraquinho do ânus, onde circulava com a língua. Continuou a fazer estes passeios, tentando fazer com que a garota ficasse, também excitada.
Foi o que aconteceu, Suely parou de protestar e seu choro foi cessando, até parar por completo. Marcelo sentiu toda a umidade nas paredes da bucetinha e soube que a menina estava ficando excitada. Ele tinha certeza que seria assim e então passou a caprichar, ainda mais, nas linguadas, prendendo entre os lábios e "botãozinho" dela e o chupando como se um sorvete fosse.
Pela primeira vez na vida, Suely começou a gemer, sem controle, sentindo um prazer irresistível com Marcelo mamando a sua vagina. Não pode se conter, quando o seu primeiro orgasmo tomou conta de todo o seu ser e soltou um "berro" que mais parecia uma cabritinha sendo esmolada.
Marcelo percebeu o orgasmo que provocou em Suely, mas continuou a lambendo, agora com mais vigor. Experiente, sabia que a garotinha estava "domada" e assim como fez com a sobrinha, aquele cabacinho seria dele.
A boca de Marcelo continuava a provocar em Suely verdadeiros espasmos, em múltiplos orgasmos. A inocente menina, não parava de soltar gemidos, não podendo se conter, pois aquela coisa estava a enlouquecendo de tanto gozo.
Veio à sua lembrança o que Luiza lhe disse, pouco depois do tio ter feito sexo oral nela: "Nossa! Lu... não doeu? - Doeu coisa nenhuma, bobinha... e a coisa mais maluca do mundo. Quase morri de tanto gozar. - Miga, isso é a coisa mais gostosa do mundo…você vai gostar, se experimentar um dia. - Está maluca, Luiza! Jamais farei uma coisa destas"
Suely, totalmente dominada por um prazer espantoso, repete para si mesma: - Lu tinha razão... Lu tinha razão, estou "morrendo" de tanto gozar!
Ela não sabia o que estava acontecendo com os seus sentidos, mas queria que ele não parasse mais. Marcelo não parou, até que não suportando mais e exausta, Suely pareceu que estava quase sem sentidos.
Quando tudo se acalmou e o seu coração voltou a bater num ritmo normal, percebeu que não estava mais amarrada pelos tornozelos à cama e que o tio de Luiza a olhava, com o rosto quase colado ao seu. E sentia o membro dele colado ao seu quadril.
O olhar dele era dominador e ela não sabia o que fazer e então fechou os olhos, numa inocente tentativa de fugir ao magnetismo dele.
- Suely, minha garotinha querida, não fique tão encabulada pelo que eu fiz em você. Não a machuquei e sei que você adorou. Quero que abra os olhos e me diga, cara a cara, que não gostou.
A tímida e inocente garota continuou com os olhos fechados e continuou muda, mas quando ele repetiu a pergunta, em tom mais incisivo, condicionada a obedecer, abriu os olhos e chorosa, balbuciou:
- Eu gostei sim, senhor Marcelo.... Me desculpe, eu não queria, mas foi mais forte do que eu! Estou muito envergonhada.
Marcelo logo percebeu que Suely, apesar de ter um corpinho maravilhoso de uma adolescente, não passava de uma criancinha imatura e que podia ser manipulada à vontade; bem ao contrário de Luiza, sua sobrinha, que apesar dele a ter feito sua amante, tinha uma personalidade forte.
- Meu anjinho não tenha vergonha do que fizemos, isto é muito natural entre um homem e uma mulher. - Luiza me contou que é sua amante, que dormem juntos eu gosto muito dela e não devíamos ter feito isso.
- Suely, preste muita atenção ao que eu vou lhe falar; Luiza não está nada bem e vai ser obrigada a ficar internada por algum tempo, não sei quanto. Eu quero que você fique morando aqui em casa e que não tenha medo de mim. Vou ser bem carinhoso e lhe dar tudo que pedires, assim como faço com minha sobrinha. Só quero que sejas boazinha e obediente comigo. Você aceita estas condições?
- Aceito sim, senhor Marcelo... eu não tenho para onde ir. Quero saber o que aconteceu com minha amiga?
- Minha queridinha sofreu um trauma muito forte, ao ser estuprada e torturada pelo amante da mãe e isso abalou muito a sua cabecinha, mas agora ela está sendo bem tratada e as doutoras me afirmaram que ela voltará a ser o que era. Podes ficar sossegada.
- Senhor Marcelo, me desculpe..., mas é que eu estou com muita sede e fome…fiquei presa à cama por mais de dois dias.
- Deus! Como eu sou desastrado! Nem me lembrei disso! Vamos até lá embaixo, que eu vou lhe preparar um bom lanche.
Quinze minutos depois, Suely vestindo uma camisolinha, comia tudo que Marcelo colocava em sua frente. Satisfeita, subiu até a suíte e por mais de meia hora, tomou um delicioso banho; coisa que não fazia desde sexta-feira, quando ficou amarrada à cama.
Marcelo a chamou de volta e ela desceu um pouco a contragosto. Sentados num amplo sofá, ele quis saber de todos os pormenores da vida da menina. Confiante na forma carinhosa e simpática dele, Suely abriu o seu coração.
- Você é uma jovem muito linda e eu estou orgulhoso de a ter morando aqui em casa. Vamos fazer um brinde por isso.
- Que bebida é essa? Eu não bebo nada com álcool! - Não tenha receio, é guaraná com um pouco de uísque e muito gelo. Você vai gostar.
- O senhor tinha razão é muito gostoso! Suely gostou tanto, que repetiu por mais duas vezes e agora bem tontinha, ria por qualquer coisa.
- Vamos dormir, meu docinho, já está muito tarde. Suely teve dificuldades em subir a escada e Marcelo a levou no colo, não para o quarto dela, mas para o seu. Ele estava novamente com tesão pela garotinha e sua única intenção em a embebedar, visava somente a amaciar, pois nesta noite ele estava planejando tirar o cabacinho da jovem e a fazer sua mulher, mesmo sendo ela uma inocente garotinha.
- Porque o senhor está me levando par o seu quarto?
-Você vai dormir comigo esta noite, garotinha... quero lhe dar mais alguns momentos de prazer, igual ao que a sentistes lá no quarto de Luiza.
- Eu não quero, senhor Marcelo.... Estou com muita vergonha do senhor. Por favor, me leve para o outro quarto.
- Fique quieta Suely. Você vai dormir comigo e está decidido.
Trêmula, mas como sempre, incapaz de resistir, quando recebia uma incisiva como que Marcelo lhe estava dando, se deixou ser levada para a cama dele.
Não sabe que foi por medo dele ou se pelo efeito da bebida, mas o certo é que ficou olhando o tio de Luiza, lhe tirar a roupa e ele mesmo ficar nu. Arregalou os olhos ao ver o pênis dele, que fez questão de se exibir a inocente menina.
Tomou coragem e perguntou a Marcelo: - Porque o senhor ficou nu?
- Garota, hoje você vai perder a sua virgindade. Eu vou lhe ensinar tudo a respeito de sexo. A pobrezinha ao escutar o que ele lhe disse, entrou numa crise de choro e fez menção de sair da cama, mas intimidada não opôs resistência quando Marcelo se deitou por cima e começou a lhe dar beijos e lambidas.
Naquela noite, Suely, a pequena e tímida garotinha, se entregou de corpo e alma ao tio de Luiza, que tirou a sua virgindade e que incapaz de lhe resistir, aos berros, teve seu ânus, igualmente invadido.
Nas semanas seguintes passou a dormir no quarto dele, sendo sua "mulher" em tempo integral, totalmente apaixonada, submissa não lhe negava nada, nem quando ele esporava em sua boca. O prazer do sexo a enlouquecia e a jovenzinha queria fazer todas as noites, numa espécie de novo brinquedo.
Marcelo, estava numa felicidade enorme. Tinha em sua cama, uma formosa jovem que acabara de completar 16 aninhos e que ainda por cima, estava loucamente apaixonada por ele.
Estavam radiantes, pois Luiza iria receber alta nos próximos dias, totalmente curada. Suely estava contente com a volta da amiga, mas com muito medo da reação dela, ao saber que ela tinha se tornado mulher do tio.
Marcelo também estava receoso, pois tinha paixão por Suely, mas também tinha muito amor por sua sobrinha. Não sabia como seria a reação dela, ao tomar conhecimento que Suely fodia com o seu tio.
Luiza pulou de alegria ao voltar para a casa de seu querido tio e, muito mais ainda ao saber que sua amiga Suely, continuava morando lá.
Esperta, vendo a maneira como a amiga e o tio se tratavam, logo desconfiou que alguma coisa tinha acontecido entre eles. Conhecia muito bem seu tio e tinha certeza que morando tanto tempo com Suely, ele não deixaria passar a oportunidade de a "comer".
Quando Marcelo estava trabalhando, Luiza imprensou Suely. - Amiga, você ficou todo este tempo morando com o meu tio. Sei muito bem que ele não ia dispensar uma coisinha deliciosa e bobinha como você. Quero que me diga o aconteceu entre vocês dois, enquanto eu estava internada.
Suely caiu no choro e tremula, com muito medo de Luiza, lhe confessou tudo, esperando que ela brigasse e lhe desse uns tapas. Ficou surpresa ao ver a reação dela.
- Não fique assim amiga, tio Marcelo é um cara que sabe levar a gente na conversa, assim como fez comigo, fez com você. Eu não estou brava com você nem com ele. Só quero saber o que você sente por ele.
- Amiga, me desculpe, pode até me bater, mas eu estou loucamente apaixonada por ele e antes de você chegar, dormíamos juntos, como marido e mulher todos os dias. - Eu também o amo muito, então seremos duas, as mulheres do safado do meu tio, seremos duas a dividir a cama com ele.
Foi assim que passou a ser, Marcelo tendo em sua cama, duas lindas e insaciáveis garotinhas de apenas 16 anos, que além de o amarem loucamente, se amavam entre si, numa inacreditável "Ménage à trois".
Marcelo, beirando os 40 anos, se orgulhava de sua forma física, mas se sente exausto, tendo de satisfazer as duas jovens, que exigiam sexo todas as noites e ele tendo de atender uma depois da outra.
Até que ele impôs limites, lhes dizendo que sexo só com uma de cada vez e assim mesmo somente quando ele estivesse disposto. Elas, a contragosto, aceitaram as novas regras e só uma ia para a sua cama, quando ele a chamava.
Tudo corria as mil maravilhas, até que algo assustador aconteceu; Suely ficou gravida. Marcelo ficou apavorado. Ele, um homem de 40 anos, engravidou uma menor de idade, que morava em sua casa, de forma irregular! Tudo viria à tona e ele iria se foder! E agora o que fazer?
Ele e Luiza, ficaram como baratas tontas. Sabiam que a situação era grave e que uma tomada de decisão teria de ser tomada, mas Suely, a garotinha com mente tão imatura, pulou de alegria. Ter um bebê, ainda mais sendo filho do homem que idolatrava, seria o máximo para ela.
Cortar a gravidez, nem pensar numa coisa destas e foi o que disse para Marcelo: - Imaginou um filho meu e teu, meu querido, que coisa mais linda!
Porém era o que Marcelo e Luiza, decidiram. Iriam tomar as medidas necessárias para que a gravidez de Suely não prosperasse.
Nos dias seguintes, a jovem começou a se sentir bastante enjoada e com muitas dores no estomago. Reclamava com Luiza, mas a amiga lhe dizia que eram assim mesmo, apenas os efeitos dela estar gravida.
Marcelo, que pouco entendia destes assuntos, ficou muito preocupado com a piora do estado de saúde de Suely.
Na verdade, Luiza era a responsável por tudo. Estava disposta a fazer com que Suely abortasse e sem o conhecimento de Marcelo tomou medidas para que isso ocorresse.
Lendo alguns livros, resolveu por conta própria, preparar algumas ervas e diariamente fazia com que Suely tomasse o chá, dizendo que era para ela ter uma boa gravidez.
Luiza não iria permitir que o seu "homem" sofresse as consequências pela cabeça dura de Suely e estava disposta a fazer tudo para evitar isso. A menina abortou e sofreu muito por isso, mas logo se recuperou e esqueceu o caso.
Ela e Luiza, cada vez mais apaixonadas por Marcelo, agora vivem, sem nenhum embaraço maior, como as pequenas amantes dele, dormindo os três na mesma cama de casal. Ele tomando o máximo cuidado para não engravidar nenhuma de suas jovens "esposas"

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:11 de julho de 2018 00:57

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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