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Do fundo do baú

A noite de terror de Marcela e Marly

  A noite de terror de  Marcela e Marly
A noite de terror de Marcela e Marly

Meu nome é Marcela, na época destes acontecimentos, eu tinha vinte e quatro anos, cabelos louros compridos até quase a cintura, olhos azuis claros, cintura fina, bunda empinada, Coxas grossas, seios, firmes de tamanho médio, uma baixinha gostosa como Marly afirmava. Ela é a minha namorada e sócia no nosso salão de beleza.

Marly, também é bastante enxuta e formamos uma dupla de "fechar o comércio". Ao contrário de mim, ela é bastante alta, uma morena linda de morrer. Moramos no mesmo apartamento e na mesma cama e confesso, ela me leva a loucura. Desde que a conheci, há três anos atrás fiquei totalmente gamada por sua simpatia e beleza e o sexo com ela é sempre maravilhoso.

Marly já era dona do salão de beleza e quando eu fiz uma depilação íntima, ela foi muito além disso e com mãos grandes e macias passou a acariciar minha bichinha. Surpresa e um pouco assustada com aquele "abuso", pensei em protestar. Já era tarde, a danadinha experta e conhecedora das fraquezas femininas, soube despertar o meu tesão e cheia de desejos deixei rolar.

Retornei ao seu salão algumas vezes, não mais para me depilar, mas para sentir novamente suas caricias. Isto mudou minha vida totalmente, pois com a língua, Marly me fez ficar louca, Deixei meu namorado, quase noiva, e fui morar com ela. Hoje somos sócias e vivemos felizes, nos bastando uma à outra. Ela como meu "namorado"é o máximo. Sexo muito mais gostoso do que eu fazia com o meu ex.

Hoje, fechamos o salão bem tarde, pois tínhamos muitas clientes para atender. Véspera de feriado prolongado é sempre assim. Liberamos todas as funcionárias, fechamos o caixa e levamos toda a movimentação do dia conosco, para depositarmos no próximo dia útil. Nosso carro fica num estacionamento à um quarteirão do salão e para lá seguimos com passos largos. Já passava das vinte horas e a noite estava muto chuvosa.

Para nossa surpresa, seu João, o guardador não estava na guarita, mas sim um outro homem. Um crioulo muito feio e que apesar de tentar apresentar gentileza, nos assustou um pouco. - João teve de sair mais cedo, assunto de família e me pediu para ficar no lugar dele. O sujeito liberou o nosso acesso ao estacionamento e quando já estávamos nos dirigindo para o nosso carro, fomos surpreendidas por mais três homens, um sarará , um negro enorme e um branco gordo como um porco. Marly me puxou pelo braço e gritou para corrermos para o portão do estacionamento, porém lá estava o crioulo, que sorrindo, nos apontou um revolver.

- As duas putinhas vão ficar bem quietinhas e nada de escândalos, senão vão levar chumbo. Queremos todo o dinheiro que levam aí na sacola. Em instantes nos vimos amarradas e amordaçadas no sujo chão do estacionamento.

Imobilizadas, vimos os bandidos, examinarem nossas bolsas e pegarem todo o dinheiro do dia, os celulares e os cartões bancários, meu e de Marly. Apavoradas, vimos num canto, o seu João todo preso por cordas e com um saco de lona na cabeça e ao seu lado, uma mulher, morena clara, bem jovem, igualmente amarrada e amordaçada. Ela nos olhava com terror no olhos.

Depois de muito minutos, podemos ouvir os ladrões conversarem. - Vamos levar os carros e a grana do estacionamento Hoje demos sorte, vamos faturar alto. Um outro, pude ver que era o gordo, que parecia ser o chefão dos safados, sugeriu: - Vamos levar as três mulheres com a gente. Elas são bem gostosas e podemos fechar a noite nos divertimos, as comendo de tudo que é jeito.

Eu, Marly e a outra moça, que parecia ter menos de vinte anos, fomos jogadas no baú de um utilitário. Rodamos por estradas que nos parecia ser bem irregulares. Sabíamos muito bem o nos esperava, na mãos dos quatros maginais, mas só o que podíamos fazer, era pedir ao Nosso Senhor que nos socorresse, nada mais do que isso.

Estamos no meio de um matagal, com muitas árvores. Eles deixaram o utilitário escondido no meio daquilo tudo e com as pernas liberadas, mas com as mãos presas às costas, nos fizeram caminhar mato a dentro, por uma estreita trilha. Depois de muito caminharmos, chegamos aonde eles queriam nos levar. Minha nossa! Não era nenhuma cabana ou coisa do gênero! Simplesmente uma clareira no meio do nada.

O negro gigantesco e o Crioulo foram os escolhidos para nos levar até ali, enquanto os outros dois, O Sarará e o Gordo tratavam de levar o nosso carro e o carro da outra garota, acho que para algum desmanche ou coisa parecida.

Lá, Marly eu e a garota, que soube se chamar Beatriz, fomos presas a galhos de árvores e ficamos suspensas pelos pulsos, com os pés quase não tocando o chão. O Negro, ficou nos olhando com olhos de tarado e logo sugeriu ao Crioulo. - Porque esperarmos pelos outros dois? Vamos logo nos divertimos com estas três, aí tem carne branca para todo mundo!

Com a concordância do outro, para nosso horror, eles trataram de rasgar nossas roupas e agora, como carne num açougue, penduradas, estávamos nuas, totalmente expostas a eles. O Crioulo, com um afiado punhal, com a ponta na garganta da jovem Beatriz, sentenciou. - Garota você é a mais novinha das três e será a nossa primeira comida da noite. Vamos deixar as outras duas para quando Sarará e o Gordo voltarem.

Aos berros, a probrezinha, foi solta e ali na nossa frente, sobre o chão coberto de folhas e matos, os dois monstros fizeram coisas horríveis na bichinha, pouco mais que uma menina. Eles fizeram sexo de todo jeito. Beatriz não parava de gritar e pedir por nossa ajuda, enquanto tinha os caralhos deles em sua vagina e no ânus, numa dupla penetração tenebrosa. Eles se revezavam sobre a garota e não satisfeitos fizeram sexo oral e a obrigaram a engolir toda a porra do seus gozos.

Somente muito tempo depois, acho que quase duas horas, eles a deixaram caída no chão úmido e sentados num tronco, passaram a beber cachaça, na boca de uma garrafa. Beatriz continuou deitada, quase sem se mexer, gemendo e soluçando baixinho, com o corpinho todo marcado pelas mordidas dos dois monstros. Eu não podia tirar os olhos dela, totalmente apavorada pelo que ví e sabendo que iria sofrer os mesmos horrores da coitadinha.

Agora, quase ao raiar do dia estamos as três caídas sobre a grama com os quatros estupradores se revezando sobre os nossos corpos. Tempo depois, pude ver, entre folhas, os corpos inertes de Marly e Beatriz, que não suportando a crueldade deles, acho que estavam desmaiadas ou o mais triste, possivelmente mortas, com os seus corpos em petição de miséria.

Os céus não me ajudaram e somente eu, neste momento, ainda estava sofrendo as sevícias dos quatros, que se divertiam se revezando em dupla penetração e em determinado momento, pude sentir que até dois paus estavam dentro de minha bunda, ao mesmo tempo que um terceiro era enterrado em minha garganta.

Não pude explicar, o porque eu também não desmaiar e acordada, por horas intermináveis, senti meu corpo ser literalmente estraçalhado pelo quarteto, que ouvindo os meus gemidos se excitavam ainda mais. Com os quatro covardes, disputando cada pedacinho de mim, sentia dores horríveis e pedia a morte, pois tudo era melhor do que ser praticamente esquartejada pelos monstros

Engoli muita porra e e não havia um só pedacinho do meu corpo livre das dentadas dos sádicos e das unhadas, que deixavam fundas feridas. Eles pareciam que estavam sobre o efeito de drogas e alucinados não paravam de me massacrar. Eu queria morrer, mas em vez disso, só sabia berrar sentindo dores terríveis.

- Vamos dar fim nestas vadias, pois já está na hora de nos mandarmos. Marly e Beatriz, ainda inconscientes, foram penduradas de ponta cabeça, ao meu lado ,igualmente de cabeça para baixo. - Vamos praticar tiro ao alvo nestas belezinhas. Ouvi o som do primeiro tiro e no mesmo momento a dor do projetil em meu peito. Muitos outros tiros e outra bala, perfurou minha coxa direita. Continuei a ouvir mais alguns tiros e a sentir que era atingida outras vezes. mas já não sentia mais dores.

Sabia que nós três estávamos servindo de alvo para os canalhas. Depois tudo escureceu e percebi que estava morrendo, finalmente liberta da sanha assassina deles.
com muito ruido em minha volta. Podia ver meu corpo ferido, coberto da sangue e uma multidão de gente vestida de branco ao meu redor. Eu me afastando deles, queria retornar, mais flutuava no meio de uma névoa branca e não conseguia.

Marly e Beatriz, depois de dois meses internadas, tiveram alta hospitalar. Elas ficaram muito machucadas pelos homens, quando sofreram os estupros, mas os seus ferimentos mais graves foram ocasionadas pelos tiros disparados pelos facínoras. Dois em Beatriz e três em Marly. Todas servimos de alvos para eles, mas eu, infelizmente, recebi cinco tiros e fiquei entre a vida e a morte por quase nove meses, em estado profundo de coma, com poucas esperanças de escapar com vida.

Deus me ajudou e quase um ano depois pude voltar a viver com Marly e agora, alem de continuar sendo o meu amor, ela tem outra namoradinha, a Beatriz, que vive e dorme com a gente, num sexo muito gostoso. E ela ajuda Marly a cuidar de mim e até a me dar banho

Quando saimos as três para passear, ela ajuda a empurrar minha cadeira de rodas, pois não tenho mais os movimentos de minhas pernas. Mas não me lamento por isso, saí da nossa noite de terro, com vida e agora tenho dois amores que me fazem muito feliz e posso escrever os meus contos para o HE.
Beijos para todos da contista Marcela.

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:15 de dezembro de 2015 04:29

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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