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A Odisseia de Lucy


CAPITULO l – O Estupro de Lucy

Lucy, está entusiasmada preparando o jantar para o marido que deve chegar lá pelas 19:00 horas. O filho, Felipe de dois anos, já está dormindo em seu quarto, no andar superior. Cantarolando apronta a mesa com requinte e coloca o vinho para gelar. Hoje eles estão fazendo três anos de casados. Henrique, como fez nos dois anos anteriores, finge que esquece a data, porém quando chegava do trabalho sempre a surpreendia com um presente, coisa bem típica do seu queridão.

Porém sua decepção foi tremenda, quando as 18:30 h. Henrique telefona, dizendo para não o esperar para o jantar, pois está recebendo clientes importantes e irá jantar com eles, depois das negociações.

- Meu anjo, não me espere, pois devo chegar bastante tarde, um beijão para você querida e para o nosso garotão.

- Merda! Ele realmente tinha esquecido do aniversário deles. Como pode?
Triste, ligou a televisão, disposta a espera-lo e ver a cara dele ao se deparar com a mesa posta. Ligou a babá eletrônica e sentou no sofá, com a carinha triste.

Nem dez minutos depois, escutou o som da campainha e foi atender. Olhou pelo visor e pode ver um homem portando um pacote, ele usa um boné e está de cabeça baixa, não pode visualizar seu rosto.

- Quem é? Perguntou um pouco receosa.
- Presente para a senhora Lucy, ela está?

O coração de Lucy deu um pulo... Henrique não tinha esquecido coisa nenhuma e ali estava a prova, um presente. Ele deverá chegar logo depois. Agora, já confiante, com um sorriso no rosto abriu a porta.

O homem empunhando um punhal a empurrou e ela caiu de costas no chão. Com dor e surpreendida viu ele se inclinar, sentar em seu ventre e colocar no seu pescoço a ponta afiada de um punhal.

- Por favor, não grite e fique bem quietinha. Eu não quero te machucar, porém se você não se comportar eu a furo.

Lucy, treme apavorada, mas consegue gaguejar para o agressor:
- Por favor... não me mate... eu fico quieta.
Seu pensamento correu rápido para o quarto do seu neném, dormindo no seu bercinho.

- Está maluca mulher! Eu não quero matar ninguém!
- Olhe... leve tudo que quiser.... tenho dinheiro e joias em casa... leve tudo, mas vá embora por favor!
- Antes de tudo, fale rápido, você está sozinha em casa?
- Sim, não tem mais ninguém, mas meu marido deve chegar logo. Ele vem jantar com uns amigos.

O homem, ainda sobre ela, levantou o rosto e viu a mesa posta para dois. Sem prévio aviso, lhe deu um forte tapa e Lucy grita de dor.

- Mulher mentirosa, se ele vem jantar trazendo amigos, qual a razão da mesa estar arrumadinha para dois! Vou te furar, se não falar a verdade...quando chega o teu marido? Será que eu devo o surpreender, como fiz com tu?
- Não...não... eu menti. Ele não virá para casa tão cedo. Pode levar o que quiser e nos deixar em paz, por favor.
- Boa menina... é assim que gosto... obediente. Mas deixemos de conversa vazia. Onde está o dinheiro e as joias?
- No cofre, lá em cima.

Ele se levantou e com o punhal sempre ameaçador, ordenou que ela fosse com ele até o cofre.
Com as pernas trêmula subiu a escada, com ele a segurando pelo pescoço, com o punhal encostado em seu ombro esquerdo. Para chegar ao seu quarto, onde estava o cofre, teriam de passar pelo quarto de Felipe, que está com a porta aberta, como sempre fica. Com sorte, ele não veria seu filho dormindo no bercinho.
Suspirou aliviada, ele não viu o seu bebê. No seu quarto ela apontou para um quadro na parede oposta à cama, dizendo ao homem que o cofre está embutido na parede atrás do quadro.
O homem, um negro forte e alto, totalmente careça, ordenou que Lucy abrisse o cofre. Ela sabia que não tinha opção e obedeceu. Ele se apoderou de quase trinta mil em espécie e de todas as suas joias.
Ela se manteve firme, para não dar a entender que todas não passavam de réplicas das verdadeiras, que estavam bem guardadas num cofre forte de uma seguradora de valores.

Ele, apressado, colocou tudo numa bolsa de couro que levava a tiracolo e olhando para Lucy, indagou-se ela tinha mais alguma coisa de valor em casa. Prontamente, disse a ele que não, que fora uns trocados em sua bolsa, não havia nada mais para ele levar.
- Está totalmente enganada, ruiva. Ainda tem algo aqui que eu quero.... a tua buceta e o teu cu.
Lucy, totalmente surpreendida por esta afirmação absurda dele, entra em pânico e tenta correr, mas ele, rápido, a segura pelos cabelos e é jogada com força sobre a cama. Sem tempo para reagir, ele já está sentado sobre seu ventre, com a ponta do maldito punhal, entrando em seu ombro direito. Dá um grito de dor e de terror, julgando que ele a está apunhalando.
O negro tapa sua boca com as mãos espalmadas.

– Pare de berrar como uma vaca, mulher. Furei só tua pele e um pedacinho de nada de carne. Só para tu aprender que comigo não se brinca. Eu vou te foder e você vai ficar bem quieta, se não quiser morrer. Imobilizada pelo medo, o vê retirar de sua bolsa de couro, um rolo de cabinhos de algodão, destes de varal de roupas.
Com habilidade, passa pelo pescoço de Lucy, algumas voltas do fio, dando laçadas em cada volta e prende fortemente as duas pontas nas colunas da cabeceira da cama, com muitos nós entrelaçados.

- Pronto ruivinha, mulher que amarro desta maneira não consegue se soltar de jeito nenhum. Fique aí me esperando que eu vou lá no bar que vi na tua sala, beber algo forte... aceitas um drinque? Você vai necessitar depois de eu entrar em tu. Se gritar eu volto correndo e te furo.

Lucy está em pânico, sabe que o safado vai voltar e estuprá-la. Leva as mãos ao pescoço e tenta aflouxar o cabinho que está muito apertado, mas sente que não cede em nada. Não desiste e leva as mãos para as colunas roliças da cabeceira, mas a amarração que ele fez não permite que encontre as pontas dos fios

Ele volta e a vê na inútil tentativa de se soltar e debocha dela.
- Você vai machucar os dedos, mas não se livrará nem em um ano, mulher... é melhor desistir e se conformar. Nós vamos fazer um amorzinho bem gostoso e depois eu vou embora. Não necessita ficar me olhando deste jeito, como se eu fosse o bicho papão e você não é nenhuma virgem, só se for do rabo, mas dele eu cuido depois da tua buceta.
Faz tempo que eu não fodo uma branquela como tu. Mas uma coisa digo, vais gostar do meu pau. Lá na comunidade as minhas negras reclamam do tamanho dele, mas te olhando com este corpão gostoso pra caralho, acho que vais gostas de um negro te comendo.

Com a maior calma deste mundo, ele leva a ponta do punhal a altura do pescoço de Lucy, que se encolhe aterrorizada. Está com braços e pernas livres, mas com a cabeça presa, pouco pode fazer, porém o medo a fez espernear e levar as mãos, na tentativa de o afastar.
Fica tonta com a violenta bofetada e ele aproveita para, com o punhal, ir arrebentando, um a um os botões de sua blusa. Sai de cima dela e se senta no colchão.

- Ruiva, eu não vou te furar, não necessita ficar assim. A única coisa que vai entrar em você é o meu pau. Mas se você teimar em dificultar para mim, vou te dar umas porradas... você está entendendo o que falo ou gosta de apanhar?

Lucy, finalmente se deu por vencida. Presa à cama, sozinha em casa, com um homem armado querendo estuprá-la. O que poderia fazer? Gritar e implorar! Sabia que isso de nada adiantaria e só serviria para ele a espancar ou talvez até pior... a esfaquear. Foi assim pensando que virou o rosto para o lado e fechou os olhos. Ele teria seu corpo, mas não sua essência, ela seria fria como gelo.

O negro a viu vencida e não perdeu tempo. Usando o punhal, terminou de tirar a blusa e o sutiã. Quando viu os magníficos seios de Lucy, com mamilos salientes, deu um suspiro de admiração e depois os acariciou, prendendo entre os dedos e apertando com força.
A saía saiu inteira, pelos pés, mas a calcinha azul com rendas, que ela vestiu especialmente para ser retirada pelo marido, foi rasgada com um só puxão pelo excitado bandido.

Lucy nem se mexeu quando ele separou suas coxas e ficou olhando sua nudez com avidez.
- Puta que pariu! Você é muito gostosa ruiva... que buceta mais linda, nenhum pelinho e com lábios gordinhos! Hoje vou me fartar como há muito tempo não fazia.

Muda estava, muda ficou, mas fervia de raiva do desgraçado, com vontade de lhe dizer.... Me coma logo viado e vá embora, puto de merda. Mas o medo a fez ficar calada.

Sem mesmo olhar, pressentiu que ele estava se despindo e teve apenas um pequeno sobressalto, quando sentiu o peso dele se deitando sobre seu corpo. Percebeu a enormidade dele entre suas coxas e ficou receosa, pois entendeu que o pênis dele era colossal e seca como estava, iria sentir muita dor com a penetração.

Ela queria que ele a fodesse de uma vez e fosse para o inferno, de onde ele devia ter vindo. Só pensava em seu bebê, que a qualquer momento poderia acordar e chorar pelo carinho da mamãe e ela não poderia o atender e ainda pensava no marido, que poderia chegar a qualquer momento e ser surpreendido pelo bandido.
Lucy com a mente voltada para a segurança de sua família, para os seus dois queridos, procurava se abster do negro que grunhia como um porco em cima dela.
O sujeito lambia e beijava o rosto de Lucy, que mesmo procurando virar a cabeça no pouco que podia, não pode evitar que ele colocasse a língua dentro de sua boca. Não deu para continuar o ignorando, tinha de evitar que engolisse a saliva dele, que se misturava com a sua. Tinha ânsias de vômitos, com ele lambendo seus olhos, face e até as orelhas, a deixando toda molhada de saliva.

Estava com nojo e medo dele, pois agora descia com aquela bocarra para os ombros dela e como um doido, entre lambidas e violentos chupões, a mordia e ela estava sentindo dores com os dentes dele em sua carne, não chegava a furar, mas a estava deixando toda marcada, o miserável.

Quando levou a boca para os seios, Lucy tremeu. – Minha nossa!!! Este canalha vai me morder!!!!
Porem se surpreendeu, pois nos seios ele foi menos animal. Nada de mordidas, só beijava, lambia e sugava seus mamilos.
O “banho de gato” estava incomodando Lucy, mas agora não sentia tanto medo e não conseguia desviar sua atenção da boca e língua faminta que a lambuzada toda. Ela não esperava que fosse assim. Imaginava que entrasse nela, deste duas ou três bombadas e tudo terminaria bem rápido.

A boca e língua dele a estava perturbando bastante e cada lambida ou chupão a fazia ficar toda arrepiada.
Merda...merda...merda... o que ele está fazendo? A boca faminta agora está beijando bem no meio de sua buceta... e Lucy sabe que está toda molhada, pois isso sempre foi o seu fraco.

Ela não queria, mais com ele “passeando” com a língua toda extensão de sua grutinha, não deu para reter um gemido de prazer e seu corpo ficou todo arrepiado e ela abriu ainda mais as pernas para possibilitar que a cara dele, entrasse mais fácil no meio delas.
Quando prendeu ente os lábios o clitóris e começou a suga-lo, ela não se conteve e seus quadris se movimentavam ao encontro dele, enquanto revirava os olhos e de sua boca, saiam pequenos gritinhos.

Lucy explodiu num orgasmo tão violento que fechou a coxas, prendendo a cabeça do safado no meio delas e suas mãos voaram para a careca dele, o empurrando ainda mais para dentro de sua vagina.

Quem pensa que uma mulher sendo estuprada desta maneira, não pode ficar excitada está totalmente equivocado. Até momento, ele não a machucou e isso sim pode inibir o prazer de qualquer uma. Mas careca, somente a lambia e sugava os seus fluídos e prendia entre os lábios o clitóris, só o liberando para beijar e colocar a ponta da língua no orifício anal.

Ele compreendeu o gozo dela e se esmerou ainda mais com a boca e língua quase dentro da escancarada buceta, sugando seu fluídos e Lucy berrou com outro orgasmo, que parecia não terminar nunca e ela parecia uma gata, pois o som que saia da boca aberta, mais se semelhava a um miado.

Lucy o sentiu o bandido levar a boca ventre a cima e beijar e sugar seus mamilos e depois retornar para o meio se pernas e voltar a penetrá-la só com a língua e se sentiu aliviada, imaginando que o negócio do cara era somente sexo oral e ela voltou a gozar com isso.
Nem com seu marido, o sexo oral era tão diabolicamente excitante e Lucy mergulhou em orgasmos sucessivos como nunca sentiu em sua vida.

Mas estava enganada e ficou muito apreensiva, pois estava em período fértil e ele se posicionou por cima dela, com o mastro rígido como um tronco, a buceta lubrificada de Lucy estava pronta para o aninhar, isso apesar do receio dele a engravidar.

Mas agora não tinha mais volta. Lucy estava dominada por violenta excitação, que ela mesma não sabia explicar e abraçou o seu “estuprador” e correspondeu ao seu apaixonado beijo com duelos de língua.

- Vá com calma, safado, você é muito grande, mas imploro, não goze dentro de mim...tire fora antes.

Ela prendeu a respiração quando as paredes macias se abriam para acomodar o gigantesco invasor. Deu um gemidinho de alivio quando o sentiu todo enterrado nela. O pau do negro era bem maior do que o de seu marido, mais grosso e mais comprido e quando ele começou a se movimentar dentro dela, Lucy o abraça enlouquecida de tanto gozar, agora era ela quem mordia os lábios dele, totalmente fora de si.

Quando ele explodiu e deixou no fundo da gruta “trinta” litros de porra, Lucy veio junto e desta vez a intensidade foi tanta que ela meio que desfaleceu.
- Filho da puta! Eu pedi para não gozar dentro.
Este foi o quarto orgasmo dela e Lucy não podia acreditar que isso tenha acontecido e logo com um sujeito que a forçou, um ladrão miserável…. e com uma língua maravilha e um super pênis.

Uma hora depois, esgotada, passado o frenesi que a dominou, Lucy envergonhada, pediu ao ladrão que a soltasse e que fosse embora.
- Ainda não, ruiva. Você é super deliciosa e eu nunca vi uma mulher gozar tanto como você hoje. Mas agora eu quero foder o teu rabinho.

Foi aí que Lucy se apavorou e sentiu muito medo. Ela nunca tinha feito sexo anal, apesar de seu marido ter tentado algumas vezes. Era uma coisa dela, não achava legal esta pratica. Para ela, bastava a penetração vaginal e o que mais gostosa, sexo oral.

- Isso não... você é enorme e eu nunca fiz sexo anal, por favor, vá embora já tens tudo o que querias, até a mim…. por favor.

Agora o estupro era real, mesmo presa pelo pescoço, ele a virou de bunda para cima e se intrometeu no meio de suas coxas e o sexo anal foi muito dolorido e ela gritou de dor com o ânus sendo invadido pela primeira vez.

Ele gozou no cu dela, com Lucy o xingando de todos os palavrões que conhecia. Ele, abusado, riu e a virou com brutalidade e de um só empurrão penetrou em sua buceta novamente. Ela Fez tudo para o expulsar de dentro dela, revoltada, tentado o impedir, deu uma violenta mordida nos lábios que a beijavam.

Em troca recebeu duas fortes bofetadas na altura do nariz e com um grito de dor, ela apagou com o sangue escorrendo do nariz quebrado.

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Quando chegou em casa de madrugada, a primeira coisa que ouviu foi o choro do seu filho. Correu até ele e o viu se desmanchando em choro e nada de Lucy. A porta do quarto do casal estava aberta e a luz acessa. O coração de Henrique disparou, pois pressentiu que algo terrível tinha acontecido com a esposa. Ela nunca deixaria o seu filhinho, com a fralda transbordado de cocô.

Correu para o seu quarto e o que viu o apavorou. Lucy estava nua, de bruços, com o pescoço fortemente amarrado as varetas da cabeceira da cama e com as nádegas e coxas, sujas de sangue. Correu para ela, e num instante a soltou das cordas. Viu as marcas fundas em seu pescoço. A abraçou chorando, chamando pelo seu nome, vendo em seu rosto as marcas de socos, com filete de sangue seco do nariz e dos lábios cortados. O cofre aberto e a cama em total desalinho. Sua mulher fora estuprada por ladrões.
Henrique ligou pedindo assistência médica para a esposa, para a polícia e para a mãe, pedindo que viesse com urgência, pois eles foram assaltados.

Lucy acordou na tarde do dia seguinte na cama de um hospital, com Henrique e sua mãe aflitos ao seu lado. Não foi necessário contar a ele, tudo que aconteceu com ela e o bandido, eles sabiam que fora estuprada, pois seu corpo apresentada marcas das mordidas e chupões for o sangramento do ânus, nariz fraturado e cortes nos lábios.


Apesar do retrato falado que ela forneceu à polícia, o assaltante estuprador não foi encontrado, sumiu como por encanto.
Mas Lucy o tinha bem vivo em sua mente e no seu corpo. só em relembrar a língua dele dentro da sua buceta, ficava toda molhada e apavorada. Estes sentimentos conflitantes, desejo e medo a obrigaram a pedir auxílio de uma terapêutica.

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TRÊS MESES DEPOIS

Lucy deixou o seu pimpolho com a babá e foi ao salão de dona Estela, dar uma arrumada nos seus ruivos cabelos. No estacionamento do estabelecimento, retornando para casa, percebeu um carro que parou ao lado do seu, bem perto, intrigada se virou para reclamar com o motorista e então teve um choque. Saindo do veículo, o negro careca a cumprimentou. Ela ficou estática o vendo se aproximar.

- Como está passando ruivinha gostosa? Então você com toda esta beleza, me tapeou direitinho com joias baratas..., mas eu acho que tens as verdadeiras e eu as quero ou então alguma coisa tua em troca.

- Tu estás maluco, cara? De mim você já teve tudo que querias... não te devo mais nada... Suma daqui antes que eu chame a polícia.

O careca agiu muito rápido, Lucy viu ele levantar o roliço bastão de madeira, ainda tentou erguer os braços para se proteger, mas foi atingida com muita força na cabeça e tombou desmaiada. Com ela caída entre os dois carros, fora das vistas de possíveis curiosos, ele amarrou pernas e mãos de Lucy e a amordaçou e olhando para os lados, a colocou no porta malas de seu carro.

Voando baixo, se afastando cada vez mais da cidade seguiu por estradas tortuosas. O negro ria com a captura de Lucy, comentando para si mesmo.

- Tu, ruivinha... também e uma joia e pode me render um bom dinheiro, mas primeiro vamos relembrar o nosso primeiro encontro. Quero te chupar até você explodir de tanto gozar.

CAPITULO ll – Lucy, a escrava sexual

Lucy despertou, com uma forte dor na cabeça, que parecia estar partida em dois. Se lembrou da agressão do miserável e viu com horror que estava amarrada de pés e mãos e amordaçada, dentro do porta malas de um carro. Podia ver um pouco de claridade e muita poeira, que entrava pelas frescas. Estava muito dobrada ali dentro e se sentia muito dolorida.
Estavam rodando a muito tempo, o careça a estava levando para bem longe...o que aquele nojento queria com ela? Já não bastava que invadiu sua casa, a roubou e a estuprou! O que aquele miserável queria mais dela?

Quando o carro parou estava com o corpo todo dormente. Não era para menos, foram muitas horas trancada e amarrada. Ele a pegou no colo e a conduziu para um lugar que não pode divisar direito por já estar escurecendo e com o rosto voltado para o corpo dele.
Foi jogada sobre um sofá e então pode ver que estava numa sala acanhada, com poucos e rústicos moveis. Ele tirou a mordaça e Lucy, que com muito medo, indagou do careça porque ele a sequestrou.

- Você me fodeu quando me entregou joias sem nenhum valor e quando eu fui passar adiante, os caras riram da minha cara, me chamaram de otário, que se deixou enganar por uma vadia como você. Por esta razão resolvi que você vai me pagar com juros e correção... Você entendeu, putinha de merda?

- Seu nojento, não me chame de putinha de merda, sabes mito bem que sou casada, tenho filho e que você invadiu minha casa para me roubar e me estuprar. Se alguém aqui deva ser chamada de puto de merda, é você.

- Vou fazer você perder toda esta posse, ruiva. Vais comer na minha mão e eu farei que sejas uma puta de verdade, você verá isso muito em breve.

Estava sobre o sofá, ainda se sentindo um pouco dormente e revoltada com as palavras dele, as rebateu disse que puta era a mãe dele. O careca se aproximou de Lucy e a primeira bofetada atingiu o lado direito do rosto dela, a fazendo gritar de dor. Foram cinco outras bofetadas, com ela tentando se defender, mais o cara forte como um touro, continuou a surrá-la.
Caída no chão empoeirado, Lucy tinha o olho direito fechado e sangrava pelo nariz e boca e então ela apagou.

Quando acordou, estava deitada em um sofá velho, caindo aos pedaços. Seu rosto todo dolorido e sentia o olho esquerdo e os lábios bastantes inchados tudo proveniente da covarde agressão. Estava nua e pode ver que suas roupas, desde a calcinha até seus sapatos estavam num canto, tudo estraçalhado. Sua bolsa, aberta e vazia. Aquilo a assustou ainda mais. Além do rosto, tinha outros hematomas pelo corpo.

Tudo demonstrava que o bandido era extremamente violento e isso a fez temer por sua vida. A janela sem cortinas lhe permitia ver que já era noite. Pelo lado externo, ele tinha colocado ripas de madeira, lhe tirando a possibilidade de escapar por ali. Pela abertura em baixo da porta, podia ver que a luz do outro cômodo estava acessa e pode escutar que alguns homens conversavam e riam. Depois passos e batida de porta e tudo ficou em silêncio e então o careca entrou e ficou olhado para ela.

- Ruiva, eu lhe dei algumas porradas para que aprendas que aqui em casa quem manda sou eu. Você terá de aprender isso, se não vais aprender a base de muita surra.
Ele falava isso se aproximando e lhe mostrando os punhos fechados e Lucy se encolheu pensando que ele iria bater nela novamente.

- Porque você rasgou minhas roupas! Onde estão meus documentos...tudo que estava em minha bolsa?

- Você não vai necessitar de roupas, aqui na minha casa e quanto o que estava na tua bolsa, eu fiquei com o dinheiro e queimei o restante.

- Por Deus! Porque fez isso? Eu suplico, me deixe ir embora. Você sabe muito bem que tenho marido e filho.

- Ruiva acho melhor você esquecer deles.... tua casa agora é aqui e eu sou o teu homem. Fique boazinha e fique me esperando, vou passar a noite fora fazendo um ganho com meus camaradas. Ele saiu batendo a porta.

Lucy se viu agora na mais absoluta escuridão, chorando em desespero, pensando em seu filho e no marido. Ela não conseguia compreender a razão daquele negro está fazendo isso com ela.

Se ele era um ladrão, estuprador, tudo bem... a vida era dele... mas porque a manter presa em sua casa.... se não era para pedir resgate, qual o outro motivo para agir deste modo! Vingança... pelas joias falsas? Ela crê que não. Lucy incluiu que ele apenas queria a estuprar novamente, que depois a deixaria ir embora.... Tomara que seja apenas isso!

Ele voltou no dia seguinte, já na metade do dia. A luz do sol assim indicava. Lucy estava com muita sede e com vontade de fazer xixi. Ele abriu a porta do quartinho onde a mantinha prisioneira.

- Venha mulher, eu trouxe algo para comer e beber.
Mesmo com vergonha, por estar nua, ela o seguiu e quando viu num canto da sala sobre uma mesa de madeira, uma jarra com água, esqueceu a vergonha e foi rápida, saciar a sede e bebeu quase toda a jarra. Comeu pouco, pois seus lábios machucados dificultava a mastigação.
- Posso ir ao banheiro? ...necessito muito!
- É aquela porta ali... vá e tome um banho, que tu estás fedendo, ruiva.

Isso era tudo que ela queria. O banheiro nem merecia esse nome. O vaso sanitário sem tábua e encardido. Não havia box, apenas um chuveiro saindo da parede ao lado de uma pia minúscula. Lucy ficou com nojo de se sentar e fez xixi embaixo do chuveiro, mas para fazer o número dois, jogou água sobre o vaso para ter coragem para colocar seu bumbum sobre ele. Papel higiênico nem pensar, apenas uns pedaços de jornal pendurados num prego. A Toalha mais se parecia com um pano de chão e ela saiu do banheiro mesmo molhada.

- Você não usou a toalha? Está toda molhada!

- Eu não vi nenhuma toalha...apenas um pano de chão. Falta papel higiênico e sabonete...Você não usa estas coisas?

- Tu já bebeste e comeste... já se aliviou e tomou banho... agora vá para o quarto que to com vontade de foder.

- Não, por favor... estou em período fértil!

- Problema teu, mulher... estou com um tesão danado e não vou dispensar uma buceta branquela de jeito nenhum.

-Então pelo menos use uma camisinha, por favor.

-Mulher eu não vou usar nada disso... vou te comer e gozar dentro de tu. Se eu te fazer um filho.... como será que ele sairia? Um branquelo ruivo como tu ou um negrão como eu! Eu acho que o nosso filho seria mais parecido comigo.... meu sangue é mais forte do que o teu.

- Tu me deste uma ideia muito boa, ruiva.... tu vais ter de parir um filho.... quem sabe, dois ou três mestiços.

- Não.... pelo amor de Deus.... Se queres filhos, arrume uma mulher e faça com ela... não comigo. Eu tenho marido e filho, que eu amo muito. Não me force a fazer isso... tenha pena de mim?

- Ter pena de você ruiva é o caralho! Tenha nesta cabeça de merda, que o teu homem agora sou eu e mais ninguém. Agora vou te dar umas porradas para ficares mansinha, tens de aprender que você ficará comigo o tempo que eu quiser.
O tapa de mão aberta, acerta Lucy do lado direito do rosto, junto a sua orelha, ela dá um grito e tão repentino como o primeiro, outro tapa tão forte a acerta do outro lado.

Ela leva as duas mãos ao rosto, um pouco tonta e com a dor, com raiva e muito ódio, e o chama de covarde, animal e....

Com a mão fechada, ele acerta com violência o ventre dela, que se dobra, com a falta de ar e caí sobreo sofá, gemendo.

- É ruiva... estou vendo que vou ter de dar muitas porradas... até tu aprender que nunca deve me xingar ou me desobedecer. Aprenda uma vez por todas, puta de merda, aqui você não é gente.... é a minha cadela e faço o que quiser em você e se reclamar levas muitas porradas.

Ela sabe que o negro careca é um animal impiedoso, que usa de qualquer pretexto para a surrar. Ela já tem muitas marcas dos socos e dos tapas. Seu olho direito ainda está quase fechado e tem um corte no lábio inferior. Está com tanto ódio dele, que se pudesse o mataria. Sua vontade é morrer.

- Ruiva, fique no sofá, de joelho, com a bunda para cima e as coxas aberta. Hoje com entrar na tua buceta, por trás
e meter os dedos no teu cu

Ainda tonta com os tapas e o soco, Lucy não teve coragem de o contrariar, pois sabe que o homem a machucará se não fizer o que ele quer.
Lucy fica na posição que ele mandou, mas assim mesmo recebe um tapa nas coxas, com ele a chamando de burra.
- Nem ficar na posição que mandei tu sabes, ruiva burra.... dobre mais os joelhos e levante mais a bunda. Ele a fez ficar a sua feição, abrindo ainda mais as pernas.

O negro se mete entre suas coxas, já pelado. Olha para a genitália e lhe dá umas tapinhas nos lábios vaginais e no ânus.

- Puta merda! Ruiva, nos meus assaltos, já comi muita madame, mais você é de longe a mais gostosa de todas, tens uma buceta raspadinha e um cu delicioso.... Pode ser que você não se conforme em estar aqui comigo, mas a culpa é toda sua. As mulheres que eu fodo nos meus assaltos, faziam o maior estardalhaço, quando eu cravava o caralho no cu ou na buceta delas. Mas com você foi diferente. Gozastes como um louca e me deu uma chave de perna e nos teus orgasmos, gritavas que até parecia uma loba no cio.

- Foi esta a razão, que eu fui atrás de você. Fiquei te tocaiando por muito tempo. Só esperando uma oportunidade para te pegar, para que sejas minha mulher para sempre. Sei que no início você vai fazer cu doce, mas vai se acostumar comigo…é por isso que eu quero fazer filhos em você e te disse que você deve esquecer sua vidinha de madame, pois vais virar mulher do negro aqui.

Ele não parava de tagarelar, mas Lucy pouco pode ouvir o que ele falava, pois ele já estava todo dentro dela. O pau dele é enorme, grosso e comprimido, entrando e saindo, com a maior calma deste mundo. Lucy Não atinava como pode aguentar aquele monstro dentro dela. Se fosse possível avaliar com o do seu marido, o do careça devia ser mais do que o dobro.
Na faculdade ela esteve com três colegas, mas o único que a preenchia por completo era este filho da puta, ladrão e estuprador.

Para sua desgraça, o canalha sabia fazer a coisa. Ele se movimentava dentro dela, quase tirando o mostro fora e depois vinha lentamente e só acelerava quando sentia que ela estava querendo explodir e para a enlouquecer ainda mais, ficava tirando e botando os dedos no seu cu.

Ela sentia profundo ódio do negro cruel e violento, mas quando ele a fodia, mesmo tentando evitar, não podia, sempre ficava superexcitada e os orgasmos vinham um atrás do outro.
Só não gostava quando ele fazia anal, pois lhe doía muito, mas assim mesmo, já estava se acostumando om o tamanho dele, no seu ânus.

CAPITULO lll - Lucy a ruiva domada

Três meses se passaram e Lucy descobriu que ele não lhe dava a mínima chance de escapar das garras dele. Quando saia de casa para praticar os seus furtos, a deixava trancada no quarto, acorrentada ao pé do sofá. Isso depois de três tentativas de escapar, uma pela janelinha do banheiro e duas pela janela do quarto, aflouxando as ripas que a fechavam. O resultado foi que ele a surrou impiedosamente e passou a deixa-la acorrentada.

Quase todas as noites, o careca fazia sexo com ela, não usando nenhuma proteção. Dizia ele que queria botar barriga nela. Porém para sua felicidade, até o momento não engravidou, mesmo ele deixando o seu sêmen dentro dela.

- Ruiva, se eu fosse contar as vezes que gozei dentro de você, dava para encher um balde com o meu esperma, no entanto tu não fica grávida. Acho que depois que botou aquele teu menino no mundo, não produz mais filho. Mas assim mesmo não pensas que vai ficar livre de mim. Fiquei viciado na tua buceta e no teu rabo. O melhor de tudo é que faço você gozar sempre.

- Logico que eu gozo... você chupa até a minha alma e tens este teu monstrão, Eu não sou fria... gozo sim e muito. Mas não pense que eu gosto de você.... eu tenho ódio de você…. mas quando faz sexo comigo, fico excitada…. mas é somente coisa física. Você é dono do meu corpo, mas não de minha alma, do meu amor, que continua com o meu marido e do meu filho.

- Filha da puta! Eu lhe dei tudo que você pediu. Troquei o vaso do banheiro, instalei chuveiro. Comprei toalhas, sabonetes e até creme para o teu cabelo, comprei até roupas para tu vestir e você ainda tem coragem de dizer que tem ódio de mim. Mas quando eu chupo a tua buceta e o teu cu, você fica taradona e berra com o meu pau dentro de tu.

- Careca... eu já lhe disse que é somente físico... nada mais do que….

Lucy não consegue terminar a frase, cortada pelo violento tapa que a fez cair no chão. Ela se levanta imediatamente com a mão no rosto e as palavras saem de sua boca sem pensar nas consequências.

- Covarde, canalha... é assim que você quer eu goste de você? Me batendo? Você tem o poder, tem a força, mas tem também o meu ódio.

- Sua cadela, piranha... vou lhe dar mais motivos para me odiar... disso tenha certeza... vadia de merda.
Espumando de raiva, ele coloca a corrente no seu tornozelo e sai batendo a porta com força. Lucy ficou o dia inteiro trancada e acorrentada no seu quarto prisão e somente depois da meia noite escutou ele retornar e como sempre acompanhado de seus comparsas. Todos falando alto, se vangloriando da noite que lhes rendeu muito dinheiro.

Depois escutou careca dizer alguma coisa aos outros e que parece os alegrou, pois deram muitas risadas.

Ele abriu a porta e veio até onde ela estava encolhida no seu cantinho. Ele tira a corrente do tornozelo e rasga o vestidinho que a cobre. Sua única vestimenta.

Venha comigo, mulher... quero apresentar você aos meus amigos. Venha logo, ante que eu a espanque!

-Meu Deus! Era isso que eu mais temia e agora estava prestes a acontecer. Ele me ofereceu aos outros. Tinha plena certeza, que de nada adiantaria, gritar, resistir ou implorar a ele.

Foi com a cabeça baixa, tremendo de medo, que me vi no meio de um bando de homens, acho que uns oito ou nove. A maioria negro como o careca, mas uns dois morenos claros, feios como o diabo.

- Aqui está turma, esta é a minha mulher, mas hoje eu a estou oferecendo a vocês todos. Podem fazer o que bem entenderem com a branquela. A levem lá para acima, no barracão. Mas tenham em mente uma coisa, quando terminarem com a vadia, deem sumiço nela, de forma que nem os dentes delas possam ser encontrados.

Ele estava me condenando à morte, com a maior naturalidade deste mundo, mas para mim, este não era o pior e sim ser estuprada e torturada por um bando de desqualificados. Morrer neste caso, seria uma benção para mim.

Madrugada escura, rodeada pelos caras, saí nua como estava, tremendo de frio. Mas para mim, nada mais tinha importância. Esta minha passividade em os acompanhar, fez com que eles aflouxassem a vigilância. Andando em fila indiana, pela estreita passagem em direção ao cume do morro, eu caminhava no meio da fila.

Foi neste instante que o mundo veio abaixo. Era tiros ecoando por todo lado, sentindo as balas zunindo em minha volta. Alguns dos caras tombavam atingidos à minha frente e atrás. Uma gritaria louca dos sobreviventes. Escutei alguém gritar.
– Estamos sendo invadidos... é a turma do Zé Louco. No meio da confusão gerada, eles se esqueceram de mim, e voltavam em desabalada corrida, retornando para o abrigo do careça.

Me atirei junto a uma saliência da trilha e em desespero consegui colar algumas folhas sobre a minha pele muito branca e ali fiquei, escutando os tiros pipocando lá embaixo. Só então percebi o sangue que escorria do meu ombro... eu fora atingida e nem tinha percebi isso.

Não podia ficar escondida ali por muito tempo, pois estava perdendo muito sangue. Desorientada, não fui nem para cima e nem para baixo, mas sim desci pela incline encosta, me apoiando em árvores e matos e até rolando por alguns instantes assim fui descendo. Vi alguns casebres logo abaixo e sem conseguir pensar direito, para lá me dirigi. Bati de leve na primeira porta que encontrei. Lá dentro tudo escuro, mas escutei sussurros vindo da casa e bati novamente.

- Me ajudem, pelo amor de Deus... estou ferida.

Por uma fresta da janela, vi o rosto gordo de uma senhora. Ela me olhou com espanto e caí desfalecida em sua porta.

Quando acordei, já era dia claro. A primeira coisa que vi, foram os rostinhos de quatro crianças, que com olhos arregalados me olhavam. O ombro me doía horrivelmente e me senti muito fraca. Estava deitada sobre uma esteira e com um pequeno travesseiro sob a cabeça. Um pano cobria minha nudez e pude ver que alguém tinha feito um improvisado curativo em meu ombro que não mais sangrava. As crianças entre quatro a oito anos, chamaram alguém.
Mamãe... mamãe... a moça branca acordou!

Lucy vê uma moça e uma senhora gorda entrarem no cômodo onde ela está e a olham com muita atenção. Um senhor de cabelos brancos e um outro bem mais jovem também a observam.

Lucy respira aliviada, pois sabe que está no lar de uma família da comunidade que a acolheu, sem ao menos saber quem era. Todos morenos e muito simpáticos. O senhor de cabelos brancos se inclina e pergunta qual é o seu nome e o que aconteceu com ela.
-Nome é Lucy.... fui sequestrada e.... e.... e...

Ela não pode continuar a lhes dar as informações solicitadas, se sente tonta e mergulha na escuridão novamente.
Quando acorda, está ainda na casa daquela família e anda no mesmo quartinho de antes. Não está mais nua, um vestido curto cobre a sua nudez. Sente muito frio e o ferimento no ombro, apesar de terem trocado o curativo, lhe doía ainda mais. Sabe que tem outros ferimentos pelo corpo. Tem muita sede e pede um pouco de água. A mocinha morena lhe dar de beber e fica olhando para Lucy.

- Moça... Lucy, você está aqui em casa há três dias e levou um tiro no ombro, a bala ainda está aí dentro. Tu estás com muita febre e tem de ir para um hospital. Não dá para descer com você ainda. O morro está numa guerra tremenda. Ninguém saí de casa. O pessoal do Zé Louco, está tentando tomar as bocas de fumo e os donos daqui estão impedindo, e ainda tem a milícia que luta contra os dois lados. Está morrendo gente como nunca.

Mas tu tens sorte, mamãe conseguiu descer e avisou os homens que tem uma moca ruiva, de nome Lucy ferida aqui em casa. Que ela foi sequestrada pelo negro careca e seu bando e que levou um tiro quando o morro foi invadido.

- Como sabem que foi que ele que me sequestrou?
- Moça muita gente sabia que tu estavas no barraco dele, a mais de três meses. Ninguém teve coragem de fazer nada, pois parecia que tu estava lá porque querias. Quando falava na febre, foi que ficamos sabendo que tu eras prisioneira dele e que tua cidade fica noutro estado.

- Minha nossa! Então não estou numa comunidade de minha cidade?
- Não, moça, você não parava de falar no teu filho e no teu marido e então, Zezinho, meu marido, se lembrou no noticiário da televisão, que falou por algum tempo sobre o sequestro de uma mulher branca, ruiva como tu e que tinha marido e um filho e então ele foi até tua cidade que fica a oito horas de carro daqui e falou para os homens de lá, até teu marido sabe que tu está aqui na nossa casa e que estás ferida.. A polícia foi avisada e parece que estão vindo te buscar. Vai ser barra pesada, pois a disputa pelo morro ainda continua.

Três dias depois, uma grande força policial debelou o confronto das quadrilhas rivais e chegou até o casebre onde Lucy tinha recebido abrigo.
Até uma ambulância da polícia veio resgatá-la. O médico que a atendeu ainda na casa, ficou muito preocupado com o estado de Lucy. O ferimento no ombro pelo tiro, infeccionou, ainda mais que a bala ainda estava dentro. Lucy tinha fraturas em duas costelas e alguns cortes pelo corpo. O nariz quebrado e olho roxo e cortes nos lábios, porém o pior de tudo foi que ele verificou um grande hematoma no crânio, provavelmente ocasionado pelos seus sequestradores.

Levada às pressas para um hospital, foi prontamente medicada, a bala retirada, mas a infecção não queria ceder. Henrique ficou todo o tempo ao seu lado e vinte e oito dias depois, Lucy recebeu alta e então ficou sabendo que o homem que a sequestrou, o mesmo que tempos atrás tinha invadido sua casa, fora morto pela polícia. Ela respirou aliviada, pois sabia que estivesse vivo veria atrás dela novamente.

Quando chegou em casa, muita gente a esperava. Eram familiares e amigos, todos aliviados pelo seu retorno, pois depois de tanto tempo, já a julgavam morta. Tinha também muitos repórteres e curiosos. Só uma coisa incomodava profundamente Lucy, ela teve de fazer um aborto do filho do careça, que já estava com dois meses.

Agora ao lado do seu marido e do seu filho, tinha de esquecer todo o sofrimento passado e ela o fez, com a ajuda de uma psiquiatra.

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:9 de janeiro de 2018 00:02

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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