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A SAGA DE CHRISTINA


Christina, é uma linda garota, com cabelos loiros, rostinho de anjo e corpo que chama atenção, principalmente pelos seios e pelas nádegas. Apesar de ter comemorado quinze primaveras há pouco dias, aparenta ser mais velha, pois é alta e tem um corpinho de fechar o comércio. Tudo fruto de uma vida saudável bastante ativa. Faz parte da equipe de vôlei de sua escola e adora fazer caminhadas. É uma jovenzinha simpática e educada e que sabe se enturmar com os amigos e colegas.
Apesar de sua pouca idade conseguiu uma vaga para participar de uma excursão a ser realizada proximamente por um grupo de sua escola. As professoras de ciências, as coordenadoras, pretendem demonstrar para seus alunos, o quão útil pode ser a flora da nossa natureza. O propósito do grupo é colher espécimes que fazem parte da medicina moderna.
Christina é a estranha deste grupo de pesquisadores, mas graças ao seu empenho e dedicação, recebeu o aval da professora Matilde. O mais difícil, convencer seus pais, mas ela conseguiu.
OOOOOOOOOO

Dez dias depois, estão todos a caminho da Reserva de Palo Alto, na região montanhosa da cidade vizinha. São cinco professores, três mulheres e dois homens, todos habilitados para coordenar os jovens pesquisadores, formado por doze alunos, entre moças e rapazes. Viajam em um ônibus fretado, levantando todo o material para dez dias de acampamento, no local previamente selecionado e autorizado pelos guardas da reserva.
Depois de sete horas chegam à administração da Palo Alto. Lá recebem as instruções dos agentes e cada um dos dezessetes membros do grupo, levando pesadas mochilas, partem pela trilha, em direção ao local em que montarão o acampamento.
O caminho é estreito, sinuoso e sempre em subida, os obrigando a seguir em fila indiana. Chris, no meio deles, vai faceira, parecendo não sentir o peso que leva às costas. Ela é a caçula do grupo de alunos, com idade média de dezoito anos. Sua cordialidade já tinha conseguido a simpatia de todos.
Depois de oito horas de subida, com algumas paradas para descanso, chegam ao local onde será montado o acampamento. Neste primeiro dia, só dá tempo para erguer as barracas individuais, cavar as fossas e preparar a primeira refeição, isso com a noite já caindo.
Ao redor da fogueira, no centro das barracas erguidas em círculo, é levado ao grupo a estratégia a ser seguida por todos, principiante no que tange à segurança individual e coletiva. Ficou decidido que serão formados grupos com três alunos e um professor, para fazerem pesquisas regiões vizinhas ao acampamento. Sempre um grupo ficaria na base, isso em rodízio, como guarda. Ninguém deverá se afastar do seu grupo, pois a região a ser visitada é formada por mata fechada e apesar de não existir nenhum animal de porte, todos devem vestir calças grossas e botas de cano alto, para proteção contra cobras e insetos.
O grupo de Chris é formado pela professora Adélia, por Norma e Arthur, alunos de Adélia e que já tinham realizado, no ano passado, outra excursão com ela, numa outra região. Sabem que a jovem Chris, pela sua pouca idade e inexperiência, foi ser designada para um grupo de “veteranos”

OOOOOOOOOO

Nos primeiros três dias tudo corre conforme o planejado, já coletados diversas amostras pelos grupos. Chris, com sua atitude e incansável labor, passou a ser a queridinha de todos. Ela parecia nunca se cansar e Adélia ficou bastante impressionada com a garota.
Tudo aconteceu no início da tarde do quarto dia. O seu grupo estava a pouco mais de quarenta minutos do acampamento, quando o clima começou a mudar. Nuvens escuras se deixavam divisar através das copas das árvores. Decidiram então retornar em macha acelerada para a base. A tempestade os pegou no retorno a meio caminho, a água e o vento dificultavam a caminhada, árvores se curvavam ao sabor da tempestade que caía com fúria.
O vendaval encobriu a trilha de retorno e depois de alguns minutos Adélia percebeu que estavam impossibilitados de retornar a salvo ao acampamento. Decidiram de comum acordo, buscar um local para se abrigarem da fúria da natureza.
A enxurrada, com muita lama e detritos de toda natureza, os pegou de surpresa. Arthur, segurou Adélia pelo braço a levando para trás do tronco de uma árvore. Chris e Norma, fizeram o mesmo. Entretanto, um galho, voando pela ação do vento, atingiu Norma na testa e desfalecida, ela foi envolvida pelo turbilhão que descia raivoso.
Adélia, tentou se soltar e ir em socorro de sua aluna, mas Arthur a segurou com força e não permitiu, sabia que seria morte certa para as duas. Chris, gritou para eles informando que iria em socorro da colega. A viu rolando a pouco metros e então, como uma atleta que era, pulou e conseguiu segurar Norma pelas pernas e depois de ferrenha luta pode colocar, a desmaiada colega, sobre o abrigo de outro tronco, no lado oposto onde estavam Arthur e Adélia.
Estes, apavorados, viram a exausta jovenzinha se soltar do tronco e ser arrastada correnteza abaixo, rolando sem controle ao sabor do mar de lama, sumir ao longe.
Christina deu a vida para salvar a companheira de infortúnio. Adélia e Arthur, em desespero total, nada puderam fazer para ajudar Norma, que ainda desmaiada, jazia de bruços, sob a proteção em que Chris a colocou.
Só muitos minutos depois, quando cessou a fúria da natureza, Arthur e Adélia puderam ir até Norma, que apresentava um ferimento feio na testa e continuava sem sentidos. Com a concordância da professora, ele saiu como um doido em busca de Chris.
Quase duas horas, depois, um grupo formado por professores e alunos, conseguiu encontrar Adélia e Norma. Sabedores do ocorrido, levaram as duas para o acampamento, enquanto dois professores e dois alunos foram em busca de Chris e Arthur.
Depois de intensa busca, o jovem foi encontrado, totalmente exausto, olhando para a correnteza do rio logo abaixo, que descia furioso as encostas de Palo Alto. Ele chorava e não parava de dizer que ela foi levada pelo rio.
Dado o alarme do infeliz incidente, os guardas da reserva, com a colaboração dos excursionistas e Voluntários, fizeram intensa busca no rio e em suas margens. Os pais de Christina ficaram na sede da administração da reserva, ansiosos por noticia de sua filhinha querida, ao lado da direção da escola da menina.
Depois de uma semana, apesar do verdadeiro exército em busca da garota acidentada, ela não foi encontrada. Nesta altura, a equipe já tinha certeza de sua morte. A violenta correnteza do rio, abastecida pelas águas que desciam das encostas de Palo Alto, não permitia outra opção.
Suspensas as buscas oficiais, um pequeno grupo, contratado pela escola e pelos pais de Chris, continuou a vasculhar o rio, em botes infláveis.
Na quadra de esportes, todos os professores e alunos, com a presença dos pais de Christina, se reuniram para rezar pela garota e louvar pelo gesto heroico dela, que para salvar uma colega, desprezou o perigo.
Norma, que sofreu fratura no crânio, continuava internada. Ela foi operada e com a cabeça toda enfaixada, soube pelos seus pais, pela professora Adélia e por Arthur, como a garotinha Chris, a salvou de morte certa e pagou caro pelo seu gesto heroico.

OOOOOOOOOO

Chris, totalmente exausta, conseguiu colocar Norma sob proteção do tronco, que desfalecida sangrava por um ferimento feio na testa. Porém ela mesma, não teve força para se segurar e foi arrastada pela enxurrada de lama e detritos que desciam com força das áreas mais altas. Assustada, sabia que teria de unir suas últimas forças para sair do lamaçal, senão estaria perdida. Viu sua oportunidade, quando um galho, ainda preso à árvore, surgiu a sua frente, como um braço salvador. Se agarrou a ele e com força dos braços de atleta que era, conseguiu puxar seu corpo para fora da enxurrada.
Mas não saiu ilesa. Sentia dores por todo o corpo, com alguns cortes nas pernas e no dorso. Suas roupas rasgadas pelos galhos estavam em péssimo estado. Deitada de bruços, procurava recuperar as forças, para poder voltar ao seu grupo, que devia estar preocupado com ela.
Ainda um pouco tonta, conseguiu ficar em pé e pode ver que não tinha nada quebrado e ainda que seus ferimentos não passavam de alguns cortes e nada mais. Deu meia dúzia de passos e o mundo sumiu aos seus pés.
Sem controle, Chris rolava pela encosta muito incline, junto com galhos, folhas e muita água. Depois de cair por aproximadamente trezentos metros, ela parou, agora bastante machucada, no fundo do vale, totalmente encoberta por folhas e galhos. Desmaiada, só recuperou a consciência vinte e oito horas depois, com as formigas devorando seu corpo e o sol a pino, fazendo a cobertura de folhas, um forno para ela.
Sem conseguir se livrar e com muito medo, começou a gritar por ajuda. Seus pedidos de socorro, escoando na região selvagem, dificilmente seria escutado por alguém, mas a garota foi ouvida por um homem, um velho ermitão que vivia isolado do mundo naquelas regiões e isso foi a desgraça para Chris, não a sua salvação.

Se sentia sendo carregada pelo ermitão, que a levava nos ombros, como se fosse um saco de farinha. Ele a retirou dos escombros e agradecida Chris pediu que ele a ajudasse. Sem nada falar, ficou a olhando por muito tempo e só depois perguntou como ela veio parar ali, naquele fim de mundo.
Chris o informou do seu acidente, durante a tempestade que varreu a região e de tudo o mais.
Ele a ouviu em silêncio e depois lhe disse que, pelas circunstâncias, todos lá no topo da Palo Alto, deveriam achar que ela estava morta, pois o temporal foi há dois dias atrás. Ela concordou com ele.
Então foi surpreendida quando foi colocada no ombro por ele. Tremeu apavorada quando o ouviu murmurar que ela era uma garotinha muito linda e que iria providenciar para que continuasse morta para o mundo, pois não deveria ter ludibriado a morte por duas vezes.
O homem caminhava a passos largos, parecendo ser profundo conhecer do terreno que pisava. Chris via tudo de cabeça para baixo e muito assustada não esperava nada de bom do estranho sujeito.
Depois de quase uma hora de caminhada, se viu jogada sobre a grama. Olhou ao redor e viu uma tosca e minúscula cabana, quase caindo aos pedaços, que ele informou ser onde morava. O local, erguido no meio da mata fechada, mas parecia ser o covil de um animal; coisa que ela descobriu ser quase a verdade, minutos depois.
Acocorado ao lado de Chris, ele ordenou que ela tirasse toda a roupa. Como a jovem pareceu não entender o que pediu, ele mesmo tratou de fazê-lo. Em instantes estava sem as botas e tudo o mais. Então pode ver o sangue sêco que manchava seu corpo, oriundo de muitos cortes e as manchas roxas do encontro dela com os troncos e pedras quando rolou pela encosta.
Chris nada pode fazer para impedi-lo e pela primeira vez em sua vida, se viu nua na frente de um homem; isso se aquele ser pudesse ser classificado como tal.
Usando algumas folhas, que esmagou sobre um tronco caído, o ermitão friccionou as folhas sobre seu corpo, principalmente nas regiões mais machucadas. Por estranho que pareça, o sumo daquelas folhas, aliviou suas dores. Ele a deixou ali e se embreou novamente na mata.
Com muita fome e estressada, Chris foi aos poucos caindo numa espécie de sono, cheio de pesadelos. Despertou sobressaltada, pelo barulho que ele fazia ao cravar no solo, dois compridos e lisos troncos. Estremecendo de receio que a dominava por inteiro, se viu sendo arrastada para o centro dos troncos. Só então percebeu o que ele estava fazendo. Usando cipós como cordas, ele prendeu seus pulsos nos troncos erguidos, a obrigando a ficar com os braços abertos na horizontal e gritou apavorada quando ele fez o mesmo com os tornozelos.
A jovenzinha, assim exposta em sua nudez, com as coxas separadas ao máximo, com horror, viu ele se acocorar à sua frente e ficar olhando para o vão entre suas coxas e murmurar, mais para ele mesmo do que para ela, que há muitos anos não via uma buceta e que agora tinha uma a sua inteira disposição. Uma vagina com lábios gordinhos e totalmente sem pelos.
Chorando e pedindo que ele não a machucasse, tentava em uma inútil tentava se safar das amarras.
Ele não tinha nenhuma pressa em a tocar e entrou em sua “toca”, sabendo que tinha sua presa bem segura.
Agora, com os primeiros raios do sol, ultrapassando as copas das árvores, o ermitão saiu de sua “cabana” e veio olhar para a jovem. Ela, de cabeça tombada entre os ombros, parecia estar ausente. Passara toda a noite atada aos troncos, com os membros esticados ao máximo. A sede e a fome a castigavam bastante e quando pressentiu sua presença, lhe pediu entre os lábios rachados um pouco de água.
Usando uma lata como copo, ele lhe deu um pouco de água e algo, parecendo um fruto silvestre, para comer. Apesar do sabor amargo e do suco escorrer entre seus seios, esfomeada, Chris devorou o pouco que ele lhe oferecia.
Em pânico, se sentiu segura pela cintura pelos braços dele e a boca faminta lamber o suco em seus seios. Imobilizada como estava, chorava em desespero o viu beijar e lamber os mamilos enquanto passeava com as rudes e sujas mãos pelo seu corpo e horror dos horrores, se ajoelhar a sua frente e com a cabeça entre suas coxas escancaradas, enfiar a boca entre seus lábios vaginais.
A língua áspera se enfiava dentro dela, passeando entre as paredes virgens da garota, que gritava em pânico, se vendo tão estupidamente invadida em suas intimidades.
Por uma eternidade, ele ficou lambendo a vagina de Chris e com o clitóris entre seus lábios, o chupava com força. Exausta de tanto gritar, agora apenas soluçava. Nem quando um dedo entrou cruelmente no ânus, ela teve mais forças para se rebelar.
Ele só a deixou, quase duas horas depois, não parando nem por um instante de lamber, beijar e morder cada cantinho do jovem corpinho, com preferência aos seios, buceta e ânus. A coitadinha se sentia toda ardida no interior de suas intimidades e no corpo todo as profundas marcas dos dentes, a deixaram quase em choque. Continuou amarrada desta maneira tão aviltante por muitas horas. Só na metade do dia, ele retornou de suas caminhadas pela mata e Chris implorou que ele a soltasse, pois estava com os braços e pernas dormentes.
Ele riu dela e lhe disse que ela criaria raízes naquele lugar, pois nunca seria solta dali. O sentiu tirar as calças e encostar seu membro em suas roliças nádegas. Berrou em desespero e de dor, quando o sentiu invadir seu ânus, enquanto esmagava com as mãos os seios. Lhe parecia que um ferro em brasas estava em seu bumbum, entrando e saindo, numa sequencia muita rápida.
Mais pelo horror de seu estupido e cruel estupro, do que pela dor, Chris perdeu os sentidos. Despertou com ele ainda dentro de sua bunda, lambendo e mordendo seus ombros e esmagando os seios, com inaudita violência. O animal, com um tremendo berro, ejaculou e só então, tirou sua imundície de dentro da bunda de Chris.
Ela não mais se rebelou contra seu triste destino... ser estuprada, aos quinze anos por um selvagem, cruel e sem alma, no meio do nada. Sabia que estava condenada a morrer ali e então pediu aos céus que sua morte fosse rápida.
Mas não foi assim que ocorreu e agora, algum tempo depois, naquela mesma noite, ele tirou sua virgindade. Chris gritou, chorou e implorou, mas ele impassível, bem lentamente foi entrando dentro de suas macias carnes. Sentiu quando as paredes foram se separando, sendo rasgadas pelo enorme membro e então, não suportando tanta crueldade, Christina tombou a cabeça, em choque, e assim permaneceu.
Mesmo assim, ele despejou todo o seu prazer dentro dela e a manteve presa, como uma escrava, aos troncos.
Um dia depois e de outras penetrações, anal e vaginal, percebendo que ela não voltava, decidiu se descartar dela. Para não ser relacionado com seu sumiço, decidiu levá-la para bem longe se sua área.
Nua e desfalecida, Chris nos ombros do monstro foi levada para uma região ainda mais selvagem e desértica das altas montanhas. Jogada como um bicho morto no meio do nada, ficou somente sob a proteção da mãe natureza, destinada à morte certa.
Em choque, dois dias se passaram, até que...

OOOOOOOOOO

O grupo se preparava para retornar à sua cidade, depois de cinco dias explorando a região. Os seis homens não eram caçadores e nem pescadores, mais apreciavam se reunir nas matas da região. Regados a muita aguardente e carne assada na brasa, fugiam de suas entediantes atividades em suas empresas e famílias.
Fernando foi o primeiro a ver o corpo e alarmado, chamou atenção dos amigos. O cadáver de uma mulher branca se sobressaía do verde das folhagens. O grupo se aproximou e logo descobriu que era uma mulher loira, na verdade não passava de uma menina, nua e apresentando diversos ferimentos pelo corpo, jazia no meio das folhas.
Com surpresa, perceberam que ela ainda respirava e então a levaram para a camionete, estacionada poucos metros a frente. Gabriel, médico, percebeu que a menina estava em choque e que fora barbaramente estuprada. O sangramento pela ânus e vagina indicava a violência sofrida. Pelo celular, entrou em contato com o hospital em que clinicava e pediu uma ambulância e avisou a polícia do ocorrido.
A meio caminho, o encontro deles com a ambulância aconteceu. Chris foi transferida para ela e Gabriel foi junto, enquanto seus amigos se encontravam com as viaturas policiais para indicar onde encontraram a pequena vítima.
Socorrida no hospital, devido aos seus ferimentos, continuou em choque e sua identidade permaneceu ignorada.
Mas Adélia, a professora viu pela televisão o noticiário das vinte horas e pulou da poltrona reconhecendo o rostinho de sua menina, a Christina na cama de um hospital da cidade vizinha. Não só ela, mas Arthur e outros colegas da escola também viram e logo a notícia correu célere entre os alunos e professores e mesmo sendo noite, houve uma correria à casa dos pais de Chris, para dar a alvissareira notícia.
doze dias depois do sumiço e quase certeza de sua morte, ela foi encontrada. Ainda não sabendo de todos os detalhes do acontecido com ela, uma enorme caravana foi formada e partiu para a cidade vizinha, indo ao encontro da heroína da escola.

Mesmo não tendo mais razões físicas, Chris continuava em coma e os médicos informaram que o choque do animalesco estupro sofrida pela jovem, era a causa dela permaneceu em choque, uma maneira da mente a proteger da agressão sofrida.
Chris permaneceu em coma por três longos meses, tendo neste período, sofrido intervenções para reparar os danos em seus órgãos genitais e suportou um aborto, autorizado pela justiça e pelos seus pais.

Quando saiu do coma, só se lembrou da excursão escolar e mais nada. Todo o restante sumiu de sua mente. Os médicos disseram aos seus pais que a mente dela achou uma maneira de a proteger do sofrimento sofrido e que assim seria melhor para sua saúde mental.
Quando retornou à escola, foi surpreendida por uma barulhenta e festiva recepção e levada nos braços pelos colegas, que a consideravam uma autêntica heroína, que ariscou a vida para salvar uma colega, apesar dela mesma não ter nenhuma lembrança do ocorrido.
Norma, aos prantos a abraçou e agradeceu o seu gesto, ainda que ela mesmo, como Chris, não tivesse lembrança do ocorrido, pois estava desmaiada na ocasião. Mas Adélia e Arthur a informaram do fato.
Meses mais tarde, Chris e Arthur namoram firme e felizes, eles têm o apoio de seus pais.

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:7 de fevereiro de 2018 01:58

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 07/02/2018.

Comentários

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  • Clara morena
    Postado porClara morenaem15 de fevereiro de 2018 12:42

    Adoro os seus contos. Escreva com mais frequência. Adoraria conversar com você

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