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A VIRGEM E O SÁTIRO

A VIRGEM E O SÁTIRO
Marly, a linda adolescente de 16 anos, está louquinha para ir à festinha na casa de Eduarda. O problema é que sua mãe não está dando permissão, ainda mais que ela terá de dormir na casa da amiga, pois ela reside no município vizinho e não terá como voltar para casa ao término do evento. Dona Esther sabe que haverá muita rapaziada e quando gente desta idade se reuni, muita besteira acontece.
Mas Marly não saí de cima de Esther, quase que implorando que a deixe ir e tanto insiste que a mãe permite, mas com uma condição: Ela terá de falar com a mãe de Eduarda, para confirmar se ela estará presente no desenrolar da festinha, como afirmou a menina.
Sexta à noite, Esther consegue falar com a senhora Marcela, a mãe de Eduarda. Ela não a conhece, porem pelo telefone a achou bem simpática e comutativa e lhe disse que ela e o marido estarão em casa, no sábado e domingo, de olho nos meninos, que ela não necessitaria se preocupar com Marly.
Sábado, antes das oito horas, o carro contratado por Eduarda, estacionou em frente à casa de Marly para buscá-la. Esther fez questão de levar a filha até a porta do veículo. Na realidade ela queria ver quem estava dentro do carro. Ficou satisfeita, pois viu duas meninas e um garoto, todos colegas da escola da filha e a quem já conhecia de vista. O motorista, um senhor de cabelos brancos, que inspirou confiança.

No caminho, Marly não parava de tagarelar com seus amigos, todos ansiosos para chegarem logo na casa de Eduarda. O encontro naquele final de semana, programado a muito tempo, seria pura doideira, com muita música, bebidas e farra, sem o incomodo dos pais dela, que estavam a bordo do iate, curtindo um cruzeiro pela costa. Quem falou com Esther, foi uma empregada da casa, que fazia tudo o que Eduarda mandava, pois recebia dela uma bolada para se sujeitar aos caprichos da garota.
Sábado à noite, foi pura adrenalina, doze garotas e quinze rapazes, dançando todo mundo com todo mundo, rolando muita bebida e até alguns cheirando baseados. Entorno da piscina e até dentro dela, rolava de tudo. Casais em roupas intimas, se agarrando por todo lado.
Marly, não acostumada a este tipo de festa e nem a beber, estimulada pelas amigas, estava dentro da piscina, vestida só com a calcinha e o sutiã e já bastante alta, tendo ao seu lado, três rapazes, que na brincadeira, não paravam de passar as mãos em seu corpo e ela tentando evita-los. Mesmo um pouco chapada, achou que eles estavam passando dos limites quando um dedo atrevido, por baixo da calcinha, alisou sua bucetinha e decidiu terminar com a brincadeira e ligeira saiu da água, pegou suas roupas na borda e foi rápida para o vestiário.
Sabia que tudo estava saindo dos limites, com muita bebida, drogas e gente se agarrando por todo lado. Isso não era para ela. Com banho tomado, e vestida, decidiu ver os belos jardins que rodeavam a mansão. Na noite, fora da barulheira que vinha lá de dentro, estava tudo calmo e Marly, embalada por esta quietude reconfortante, foi se afastando.
Não viu o vulto vindo por trás e só quando foi agarrada pelo pescoço numa forte gravata, foi que tentou gritar por socorro, mas uma mão com um grande pano branco, lhe tapou a boca e o nariz e o forte cheiro de clorofórmio a sufocou. Se debateu, numa tentativa de se livrar do agressor. Antes de perder os sentidos, percebeu que estava sendo arrastada para dentro de um veículo.
Marly acordou se sentindo muito enjoada, com o nariz ardendo, parecendo em fogo pela ação do produto que a fez dormir. Só muito lentamente, foi percebendo que estava deitada numa espécie de colchonete e o mais espantoso, vestia apenas sua calcinha e sutiã. Tremendo de medo, ainda um pouco enjoada, ficou sentada e pode observar o ambiente em sua volta.
Um cômodo bem grande, devendo ter uns 4 metros de lado e fora o colchonete, não tinha mais nenhum móvel. Duas portas e na parede oposta a elas, uma janela quase junto ao teto, de onde se podia ver a luz do sol. Janela estreita na altura, mas ocupando quase toda a parede, em sua largura.
Sabia que fora sequestrada e levada para aquele lugar. Em desespero começou a gritar por socorro; gritou e gritou até perder a voz. Examinou as portas, mas estavam trancadas, então voltou a ficar sentada sobre o colchonete, se derretendo em lagrimas, tentando adivinhar qual a razão de a terem raptado. Pela luz do sol que filtrava pela janela lá no alto, sabia que era dia, indicando que ficara apagada durante o resto da noite.
Não tinha como saber o passar das horas, mas pela pouca luz que vinha das janelas, o dia devia estar findando, provavelmente o entardecer de domingo.
Já estava mergulhada em escuridão quase total, não fosse a luz da noite visto pela janela.
Com muito medo, encolhido como um feto, não parava de soluçar em pânico, quando escutou passos e o local se iluminou por meio de luminárias embutidas no teto.
Ao ver o homem entrar, Marly se encolheu ainda mais e o medo a invadiu por completo, pois a sinistra figura era impressionante. Alto, muito alto e magro, com longa barba ruiva e feio como o diabo.
Ele se aproximou da apavorada garota e ficou a olhando por muito tempo, sem falar nada. Marly por sua vez, não conseguia desviar os olhos dele, como que impelida pelo medo que a dominava e isso se acentuou quando ele perguntou, com voz baixa e grave:
- Eu quero saber seu nome, a tua idade e se ainda é virgem.
Sem conseguir falar, a garota parece que não entendeu as perguntas e ficou apenas o olhando.
Quando ele levantou o braço, pode ver que segurava uma espécie de chibata comprida com a extremidade chata. Ainda deu para ouvir o zumbido do ar sendo cortado e a dor do impacto em suas costas. Perplexa ante a violenta e estupida agressão, levantou os braços e a segunda chibatada a atingiu no antebraço. Uma terceira e mais outra e Marly, gritando de dor, procurava se defender, porém praticamente desnuda, recebeu em seu corpinho miúdo a ignóbil e injustificável agressão.
- Quando eu perguntar e pedir qualquer coisa a você, quero ser obedecido imediatamente, se não a castigarei como agora. Responda as perguntas.... nome, idade e se é virgem.
Marly, aturdida e apavorada, ficou ciente que o homem era um louco um sádico e o vendo com a chibata na mão, pronto para a machucar ainda mais, gaguejou para ele:
- Marly, tenho 16 anos e sou virgem... por todos os santos não me bata mais.
Mais uma chibata a atingiu nas pernas e Marly gritou e olhou medrosa para ele. Ela respondeu às perguntas... porque foi açoitada novamente?
- Garota...Marly, preste muita atenção ao que eu vou lhe falar. Você me pertence por inteiro e deste lugar, você só sairá quando eu quiser. Serás a minha escrava particular e exijo obediência cega as minhas ordens. Ninguém sabe onde você está e não há possibilidade de fuga. Você me obedecerá em tudo ou serás surrada a cada tentativa de rebeldia .... estamos entendidos?
Marly, está terrificada, não entende direito as razões do louco em agir desta maneira, mas sente na carne açoitada a loucura do homem e então acena com a cabeça balbuciando um...sim.
Fica sozinha naquele maldito lugar, seu cativeiro e, confusa física e mentalmente, sabe que está totalmente nas mãos do louco sádico e que sofrerá muito caso não faça o que ele exigir.
Uma noite inteira transcorre. Presa a quase quarenta e oito horas, tem muita sede e fome. Somente com o entardecer do novo dia, ele volta ao cativeiro e Marly tem a coragem de lhe pedir um pouco de água.
- Você só irá receber um pouco de água e comida no dia de amanhã. Hoje eu quero que você tire a calcinha e o sutiã. Eu a quero ver totalmente nua.
Marly fica sem saber o que fazer... ficar pelada na frente de um homem! Isso nunca lhe passou pela cabeça e então, num arrojo de rebeldia, cruzou os braços em torno dos seios e disse que jamais faria isso.
Foram longos cinco minutos em que foi surrada sem piedade. Agora, caída aos pés do homem, gemia com o corpo todo avermelhado das inúmeros chibatadas.
Ele, ainda segurando a maldirá chibata, voltou a ordenar.
- Tire as roupinhas, garota... ou vou te moer de pancada.
Lentamente, tira o sutiã e depois a calcinha e se encolhe toda, como que querendo esconder sua nudez total.
- Preste atenção, você nunca deverá esconder seu corpo do meu olhar... eu a quero ver totalmente exposta a mim. Nada de tapar com as mãos os seios ou a buceta. Fique de pé e de frente para mim... ande logo com isso mulher.
Amedrontada e sem ânimo para se rebelar, a menina faz o que ele exige e se mostra a ele, em toda sua plenitude.
Messias, o psicopata sádico a vê assim exposta e com um esgar de sarcasmo e desejo louco, se joga sobre a pobre e indefesa garota. Com o impacto Marly cai contra o piso, fora do colchonete, com ele por cima. Luta com todas as suas forças. Desmoronando de costas sobre o chão e com o peso dele combinado, sente que alguma coisa se partiu lá dentro, nas suas costelas. Em pouco tempo se vê subjugada pelo transloucado.
Ele abre suas coxas e coloca a cabeça entre elas e com ferocidade enterra a boca na virgem vagina de Marly. Ele morde as tenras carnes, lambendo e chupando toda sua umidade. Com sua ignorância, Ele machuca os grandes e pequenos lábios vaginais, deixando as marcas dos dentes. Está vencida, sem condições de se opor a esta violação de sua virgindade.
Sente entre os dentes do tarado, seu clitóris, ser “sorvido”, mas só tem dor, muita dor e horror. Isso dura por intermináveis minutos. Quando ele a deixa e vai embora, Marly, chorando e gemendo, se arrasta até o colchonete e lá fica, desejando estar morta.
Tudo nela está dolorido e o que mais a atinge é saber que nada pode fazer para se proteger da sanha do louco sádico. Já está há muito tempo trancada naquele lugar e a sede e a fome a afligem junto com sua derrota física e mental.
Não sente o tempo passar e entra numa espécie de sonolência, apesar de tentar ficar desperta. As luzes se acendem e Messias se aproxima dela.
- Garota, antes de te dar de beber e comer, eu quero provar o teu cu. Vire este rabo para cima e separe as coxas.
Marly custa a compreender o que ele quer dela, mas quando toma ciência, é acometida de um pavor como nunca sentiu antes. Não sabe de onde conseguiu tanta força, gritando, dá um salto do colchonete e corre para a porta, que ele tinha deixado apenas encostada. Antes de alcança-la se vê segura pelos cabelos e uma chuva de tapas atinge seu corpo nu.
Em pouco tempo, sob gemidos, é colocada deitada com ele por cima, entre suas coxas. Tenta rolar de lado ao sentir o pau encostar na sua bunda. Contrai a musculatura para impedir que ele a invada com aquela coisa enorme.
Messias, realmente não consegue abrir o anelzinho da garota, apesar de forçar ao máximo. Sai de cima dela e em instantes está de volta, trazendo um pote de vaselina ou algo semelhante. Usando de força, lambuza o ânus da apavorada garota, com uma porção grande do lubrificante e consegue enterrar um dedo bem fundo dentro da menina.
Ela sente dor, com ele movimentado dois dedos num entra e saí bem rápido. Marly se sente subjugada, quando ele monta em suas costas e bem lentamente vai enterrando o pau no apertado canal anal. Doí muito e sente suas carnes indo se afastando para acomodar o enorme invasor.
Respira com a boca aperta buscando ar. Tinha imaginado que morreria, pois é muito pequena e ele enorme, mas não, percebia seu canal ir se abrindo e ele entrando fundo dentro dela. O roçar dos pelos nas polpas de sua bunda, indicou que já estava todo enterrado nela.
Por muito tempo ficou se movimentando sobre Marly, com o caralho se movimentando como um êmbolo de motor no seu rabo. Quando gritou e arriou todo peso sobre ela, Marly sentiu suas entranhas se encherem com a porra o homem. Aquela gosma dele, por incrível que pareça, aliviou um pouco a dor da violação do virgem ânus. Mesmo depois de gozar, ele ficou muito tempo com o pau indo amolecendo aos poucos.
Marly, aos 16 anos, nunca pensou que seu primeiro ato sexual, seria anal e ainda por cima com um sádico tarado. Em sua cabecinha já passava a ideia de que nunca sairia viva daquele inferno.
Muitas horas depois, a sede e a fome eram seus piores inimigos, até a violação de seu corpo foi relegada a segundo plano. Este seria o modo de a matar?
Com dificuldades abriu os olhos e ao lado do imundo colchonete, pode ver uma jarra grande de vidro cheia de água e uma bandeja repleta de sanduiches. Sôfrega, segurou a jarra com as duas mãos e bebeu até se sentir saciada. Os sanduiches foram “devorados” com tanta gula que logo depois o estomago reclamou com grande mal-estar.
Há noite, ele voltou e a advertiu:
- Você só terá água e comida depois de ser minha por inteiro, sem a palhaçada de bancar a menininha recatada. Se deite com a bunda para cima que eu quero comer o teu rabo novamente.
Mais uma vez, a revolta e a raiva que tinha dele, suplantou seu medo e Marly se encolheu em seu cantinho.
Foram intermináveis minutos com uma saraivada de tapas, socos e chutes e moída de pancadas sentiu ele a penetrar pelo ânus com crueldade redobrada. Ficou quase dois dias, deitada de bruços, gemendo de dor, tanto dentro como fora de seu corpo.
O medo a dominou por completo, quando algum tempo depois o viu entrar no cativeiro e lhe falar.
-Você é uma tremenda porca... cagou e mijou por todo canto! Sei que a culpo é minha, por a deixar tantos dias sem uma privada. Mas vamos consertar isso agora mesmo. Vou te levar para outras acomodações. Lá você terá uma cama e até um banheiro só para o teu uso.
Muito enfraquecida e sem possibilidade de ficar em pé com firmeza, se viu sendo levada no colo por Messias. Percebeu que subiram um lance de escada e depois mais outro e ele a levou para um pequeno quarto onde só existia uma cama de ferro com um colchão nu e mais nada. Uma porta na parede oposta à cama, acessava o banheiro, um pequeno cubículo, com um vaso sanitário e um cano saindo da parede, servindo de chuveiro.
Messias abriu a torneira e o jato de água fria, caiu sobre o sofrido corpinho da adolescente.
– Você está fedendo mais que porca no chiqueiro. Se limpe e só vá para a cama, quando estiver limpa.
Marly, com a água caindo farta, sentiu pela primeira vez em muitos dias, um certo conforto. Mesmo sem ter sabonete, se esfregou com as mãos. Por muito tempo viu a água fria escorrer sobre seu corpo, parecendo com isso, levar todo o seu sofrimento.
Sem toalhas para se enxugar, sem roupas para vestir, cambaleou até a cama e sobre o áspero colchão, dormiu por muitas horas, coisa que não fazia desde que fora sequestrada.
Acordou assustada, sentindo o peso dele em suas costas e novamente o pau do sinistro homem, sendo enterrado em sua bunda. Marly sabia que nada podia fazer para o evitar, sua capacidade de resistência tinha chegado ao limite, então se deixou ficar quietinha, com ele murmurando palavras desconexas, se movendo como um touro dentro dela. Não gritou e nem chorou, nem quando as mordidas em seu pescoço e ombros marcava suas carnes. Com lábios serrados, suportava tudo, esperando que ejaculasse e fosse embora.
Satisfeito, saiu dela e ainda se vestindo, falou: - Você está sendo muito boazinha e eu vou lhe recompensar, lhe trazendo uma boa refeição e umas coisinhas a mais, como brinde.
Quando voltou, trazia um carrinho com bandejas, onde pode observar, tinha comida pré-pronta, jarra com água e uma garrafa com bebida alcoólica. Pelo rótulo soube que era conhaque. Marly, usando o colchão como cadeira, se fartou de tudo, sempre sob o olhar atento do seu carrasco.
- Você está satisfeita, minha queridinha? Viu como posso ser bonzinho se você cooperar comigo! Para comemorarmos esta nova fase do nosso relacionamento, quero que bebas um copo deste conhaque.
Marly, que de bebida alcoólica, só tinha provado cerveja, quando na companhia de amigos e em festinhas, pensou em recusar o conhaque, que sabia ser de alto teor alcoólico, entretanto, o vendo encher um copo com a bebida e o levar em sua direção, ficou com medo. Sabia que a recusa importância em novas seções de surras e que no final seria obrigada a bebe. Acovardada e sob o olhar atento do homem, lentamente começou a ingerir a bebida. O copo era grade e já na metade, Marly se sentia um pouco bêbada e com ele insistindo, bebeu todo o conteúdo.
Só acordou na manhã seguinte e pela pequena janela gradeada pode ver a luz do sol. Sua cabeça latejava tinha vontade de vomitar. Trôpega foi até o banheiro e botou tudo para fora. Foi o primeiro porre da garota.
Logo depois Messias chegou, trazendo uma badeja com comida e água. Ela bebeu muita água e pouca comida, de tão enjoada estava.
Marly, olhava para ele, receosa estranhando a mudança de comportamento. Até que tudo mudou e voltou a ser o animal de sempre.
- Tome, engula este comprimido e se deite de bunda para cima que estou com vontade de comer o teu rabo.
Sem mesmo questionar o que era o tal comprimido, o engoliu como ordenado e deitou com as coxas separadas esperando ser mais uma vez ser sodomizada. Ele ficou uma eternidade e Marly o sentia dentro dela e aquilo tudo passou a ser normal para ela. Inexplicavelmente se sentiu excitada. Então, Messias lhe falou:
- Tu estás pronta para ser descabaçada, garota... venha, abra as pernas que está tua pequena florzinha vai conhecer o meu pau.
Marly, sob efeito das drogas, já esperava que ele, mais dia menos dia, fizesse sexo vaginal e então, sem nada reclamar se posicionou para ele.
Foi bastante dolorido, mas em pouco tempo, se agarrou ao mostro, cruzando as pernas sobre ele e gemeu, não de dor, mas de um louco e enorme prazer. Quando ele ejaculou, ela berrou no seu ápice, o acompanhando.

Nos dias seguintes a mesma rotina, ele lhe a alimentava, a obrigada a beber conhaque, uísque e até cachaça e a engolir os tais comprimidos, que não passava de drogas sintéticas.

Desta forma, Marly se entregava ao seu carrasco e recebeu em seu útero, toda a tara do animal e até explodia de prazer. A pobre garota, tinha perdido toda a sua dignidade e personalidade e só pensava que a única maneira de viver feliz, era sentir o prazer do sexo que ele lhe proporcionava.

Quatro semanas depois, totalmente dependente das drogas e das bebidas, Marly se tornou a escrava sexual perfeita para Messias, que usava o corpo da bela adolescente como bem queria.
Há muito ele já tinha tirado a virgindade dela e a obrigado a fazer sexo oral e a surrava constantemente, mas até isso, dava prazer a coitadinha.

Nestas condições, a mente da pobre garota se deteriorou, acompanhando sua decadência física e três meses mais tarde, Marly não era nem sombra da bela jovem cheia de vida, com um futuro promissor a sua frente. O diabólico sátiro a destruí por completo. Não passava de um monte de carne, sem personalidade, que ele usava a seu bel prazer.

Porém, parece que o destino, ou seja, o que for, resolveu intervir para libertar a inocente das garras do diabólico ser. Foi um ato muito simples, banal mesmo. O malvado, depois de horas possuindo Marly pela frente, por trás e pela boca, descia as escadas para buscar mais bebidas e drogas e subitamente tropeçou e rolou e só parou no chão da sala, com o pescoço quebrado.

Marly o esperou no quarto por muito tempo e como tinha ordens de não sair, ficou esperando pelo retorno do seu “senhor” e como isso não aconteceu, sofrendo pela falta das drogas e bebidas, decidiu ir em buscas de ambas.
O viu caído no chão, sem se importar com isso, foi par a cozinha e lá encontrou apenas um litro de bebida e nada de droga, que tanto necessitava.

Desnorteada ficou zanzando pela cozinha e copa bebendo pelo gargalho o que restava do uísque e quando bebeu o último gole, saiu da casa, seu cativeiro por muitos meses, e saiu em busca, não sabe do que.

Esquecida do próprio nome, não tendo noção de nada do seu passado, de sua família, vestindo suas próprias roupas, que encontrou jogadas na casa, enveredou pelas trilhas, descendo as montanhas da região e assim encontrou pequenas vilas e cidadezinhas, pedindo esmolas e matando a fome com o que encontrava.

Com a ajuda do homem lá de cima, sempre encontrou almas caridosas que se apiedavam da magríssima, cabeluda e suja garota e lhe davam uns trocados e um pouco do que comer.

Assim, perambulando de lugar em lugar, chegou a uma cidade e algo em sua mente se acendeu e guiada por mãos invisíveis, foi indo em direção a um bairro, uma rua, uma casa.

XXXXXXXXXX

Dona Esther, ao lado do marido e dos dois filhos, Afonso e Paulo, estavam à mesa para o jantar. Esta seria uma ceia muito especial, pois hoje, a filha caçula, misteriosamente desaparecida, há dois anos, estaria fazendo 18 anos.
A família reunida, rezava pela caçulinha levada do seio deles, quando se fez ouvir a estridente sineta.
Paulo, contrariado pela interrupção de momento familiar tão íntimo, foi atender a quem a porta batia.
- Pelo amor de Deus, senhor... me dê um pouco de comida, pois estou com muita fome.

O rapaz ficou sem fala, ao ouvir tão comovente pedido de ajuda, da esfarrapada garota a sua frente. Movido não sabe qual razão, ele abriu ainda mais a porta e a convidou a entrar.

- Venha, garota, venha cear com a minha família.

Todos à mesa ficaram de pé, ao verem a garota chegar na sala, trazida pelas mãos de Paulo.

Esther, se apoiou no marido para não cair e de sua garganta partiu o grito:

Marly.... minha filha querida!

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:6 de abril de 2018 03:37

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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