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AS GATINHAS ENJAULADAS – 2ª PARTE

AS GATINHAS ENJAULADAS – 2ª PARTE

Por mais incrível que possa parecer, Marcela ficou excitada. Com a os lábios da amiga, há muitas horas, colado em sua xoxotinha, a sentindo o calor de sua respiração e agora, urinando em sua boca e com Marlene, agindo de forma tão estranha, enfiando a língua dentro de sua bucetinha. Coisa praticamente impossível de ser entendida ou explicada. O prazer de Marcela foi aumentando de intensidade, conforme a língua da amiga se movimentava dentro de suas carnes e ela explodiu num orgasmo, o primeiro em sua vida e deixou escorrer na boca de Marlene, parte do seu gozo.

Marlene estava com as costas toda marcada pelas chicotadas e sentia sua pele "queimando" e agora presa daquela maneira, com os lábios, praticamente dentro do canal vaginal da amiga, a sentia tremer, tentando segurar a vontade de urinar. Aquele contato tão íntimo, a principio a fez ficar com muito nojo, mas depois de algum tempo, uma coisa bizarra começou a acontecer com ela, passou a gostar do cheirinho da vagina de Marcela. Sabia que não teria escapatória, e mais tarde ou mais cedo, a amiga seria obrigada a urinar e ela já pensava em fechar os lábios, para evitar beber a urina da amiga.

No início, pode suspender a respiração e o líquido quentinho de Marcela, apenas resvalou pelos lábios trincados e escorreu pelo seu rosto, pescoço e seios. Mas teve de abrir a boca, em busca de ar e então, não pode evitar, grande parte da "mijada" de Marcela, descer pela garganta abaixo. Com a língua em movimento, tentava "tapar" o orifício da amiga, mas isso só fez com que as paredes vaginais dela, se contraíssem e Marlene sentiu esta contração... E gostou.

Quase que automaticamente, passou a movimentar a ponta de sua língua dentro da xoxotinha de Marcela, e por mais que tentasse evitar, fixou excitada com isso e, sentiu que também a amiga estava gostando, tal como ela.

Marta, Deitada, na cama onde fora estuprada de forma tão selvagem pelos tarados sádicos, muito lentamente, estava saindo do estado de torpor e passou a chorar em desespero total. Tudo nela doía principalmente na região da vagina e do ânus, onde sofrera múltiplas e doloridas violações, na maioria das vezes com dois ao mesmo tempo. Sentia que sua boca e garganta ainda estavam com restos dos gozos deles. Parecia uma gosma, que se misturava com sua saliva e mesmo sem querer, aquela porcaria toda lhe descia pela garganta abaixo.

Com muita dificuldade, se arrastou até o banheiro, anexo ao quarto e lá com o rosto sobre o vaso sanitário, vomitou tudo que estava em seu estômago. Ficou muito tempo, dando golfadas e sem forças, ficou estirada no piso frio, toda suja do seu próprio vômito. Conseguiu entrar no box e sentada, deixou a água fria, limpar toda a sujeira de seu sofrido corpinho, principalmente de esperma seco e de tudo que saiu de seu estomago.

só então se deu conta que seus seios e mamilos estavam com profundas marcas de mordidas, assim como o restante de seu corpo. Martinha foi submetida ao mais cruel estupro coletivo, que se podia imaginar, pois além de a foderem pela buceta, pelo ânus e pela boca, a inundando de porra, pareciam uns vampiros, lhe dando dentadas e chupando o sangue que brotava das feridas.

Totalmente aniquilada, se deixou ficar sobre a água e aos poucos entrou numa espécie de letargia, imaginando que estava noutro lugar, livre e correndo por vastos campos.

Algumas horas depois, Marcela e Marlene, foram levadas para o mesmo quarto onde Marta foi estuprada e ficaram trancadas lá, sem serem mais molestadas. As duas estavam arrasadas pelo ocorrido lá no porão. Sabiam que não tinham culpa de nada. Mas o prazer que sentiram ao serem obrigadas a fazerem aquela nojeira toda, as faziam ficar profundamente envergonhadas e evitavam se olhar nos olhos.

Marlene, com profundos vincos vermelhos e roxos nas costas, sentia muita dores e Marcela, foi até o banheiro para ver se encontrava algo para minorar o sofrimento da amiga. Quando viu Martinha, caída dentro do box, deu um grito e Marlene assustada, veio ver o porque do susto dela.

Levaram a pobrezinha para a cama e ficaram horrorizadas com o estado lamentável dela. Perceberam logo que Martinha foi submetida a terríveis sofrimentos, pois não havia um só cantinho de seu corpo, que não apresentasse marcas da violência a que foi submetida. Trataram como puderam dos machucados dela e a deixaram dormir, um sono, perturbado por choros e lamentos, a todo o momento chamava por sua mãe. Dava pena ver a amiga naquele estado.

Por toda a noite e manhã do dia seguinte, ficaram trancadas, sem serem importunadas pelos sequestradores, sendo que um deles levou água e comida, isto pela metade da manhã. Quase ao anoitecer, puderam escutar o ruído de carros chegando e não deu nem vinte minutos os quatro entraram no quarto.

- Vamos trabalhar meninas... Chega de bobeira... Estamos tarados por uma boa foda! - Vamos dar um descanso aquela ali, que está bem baleada. Então a coisa será com vocês duas. Marlene e Marcela ficaram apavoradas e se encolheram num canto se abraçando, como que se protegendo mutuamente.

Sem muita gentileza, colocaram Marta deitada sobre um sofá, para deixar o leito livre para eles. Ficaram pelados e chamaram as duas apavoradas garotas, apontando para a grande cama de casal. - Venham meninas, vamos fazer uma boa orgia. Elas abraçadas, soluçavam, tremendo de medo e não se moveram de onde estavam. Aos tapas e empurrões foram levadas para a cama e lá, aos gritos e sob intenso pânico, foram agarradas pelos monstros em forma de gente.

Marcela esperneava como uma doida, tentando evitar o estupro. Tanto esperneou e lutou que caiu da cama, com dois deles, rindo da luta inútil da menina. Em pouco tempo a dominaram e ela berrou alucinada, quando sentiu que a cabeça de um pau, estava invadindo seu cuzinho. A dor foi terrível, pois ele empurrada com força e ela toda seca, parecia que um ferro em brasa estava dentro dela. Segura pelos dois, quase desmaiou quando o outro safado, se um só golpe empurrou todo o caralho em sua buceta.

Sobre a cama, Marlene também estava sendo estuprada com igual crueldade, com dupla penetração. Teve mais sorte que a amiga, pois eles a invadiram com um pouco mais de calma e até passaram uma espécie de creme em seu bumbum e na vagina. Ela trincava os dentes, deitada de lado, com os dois entrando e saindo de dentro dela. Sobre o tapete, Marcela, gemia e soluçava, com a crueldade dos dois monstros, que não satisfeitos em a invadirem, mordiam e arranhavam todo o seu corpo, tal qual fizeram com Martinha.

Somente quando o dia estava quase raiando, elas se viram livres deles, que se revezavam no duplo estupro. As meninas ficaram chorando em total desespero e nem saíram de onde estavam, Marlene na cama e Marcela sobre o tapete, ambas com muitas dores.

Muitos dias depois, trancadas no quarto cativeiro, as três não tinham nem ânimo para conversarem entre si, cada qual sofrendo a tremenda desgraça que se abateu sobre elas, sofrendo estupros e agressões quase que diariamente. Estavam fisica e mentalmente arrasadas. Ainda mais quando ficaram sabendo que eles não estavam dispostos a libertá-las, pois sabiam que elas os denunciariam as autoridades policiais, pois não tinham tomada nenhuma providência para ocultarem suas identidades.

Suas incipientes mentes, não conseguiam processar tanta maldade e, destruídas física e mentalmente, nada mais lhes importava. Tinham quase certeza que seriam mortas pelos quatro, mais nem isso as abalava mais.

Mas parece que o Homem lá de cima, ficou com penas das meninas e resolveu dar um basta no sofrimento delas. Miguel e seus comparsas, depois, passaram todo o sábado no clube náutico onde eram sócios, bebendo e dando em cima das jovens frequentadoras, que parece, apesar de toda a pinta deles, não lhes davam nenhuma oportunidade. O quarteto já era bem conhecido de todas elas, como elementos de péssimas reputações.

Frustrados. Resolveram voltar para a "Jaula das Gatinhas", onde tinham buceta e bunda de graça das três infelizes garotinhas. Já planejando, como vingança, sequestrarem algumas daquelas riquinhas metidas a besta para as submeterem aos seus "tratamentos", lá na jaula, tão logo dessem fim nas três que lá estavam.

Na estrada, dirigindo sem o maior cuidado, como se fossem donos do mundo, numa temerária e imprudente ultrapassagem, não tiveram tempo de se desviar do enorme caminhão que os atingiu de frente. O carro, totalmente destruído pela força do choque, pegou fogo e mandou os quatro desgraçados para o quinto dos infernos, livrando o mundo de gente com personalidade tão destruidora.

Marcela, Marlene e Marta, trancadas no seu cativeiro, presas com correntes à cama, há cinco dias, sem sofrerem novas agressões, davam graças ao Senhor, mas por outro lado, estavam sem se alimentar todo este tempo. Ainda bem que podiam beber água da torneira do banheiro. Famintas e enfraquecidas, em total desespero, uniram suas forças e usando um pé de cadeira como alavanca conseguiram arrebentar a corrente que prendia Marcela.

Livre, com muita dificuldade, ela desceu as escadarias da mansão em busca de um telefone. Depois de muito procurar, já quase desfalecendo, numa das salas, finalmente teve a felicidade de encontrar um aparelho. Com o coração aos pulos, conseguiu ligar para o primeiro número que lhe veio à cabeça, o de sua casa.

O desespero e a desesperança de encontrar suas filhas, pelo menos vivas, estavam sangrando os corações das três famílias. Vinte dias desde sumiço das meninas e nenhuma pista do paradeiro delas. Seu Agenor, de licença da empresa, estava em casa, sofrendo junto com Lucia, sua esposa. Alguns parentes e amigos estavam lá, numa tentativa de consolá-los. O telefone tocou e Lucia, trêmula, foi atender.

Pode ouvir uma voz fraca e chorosa. - Mamãe... Sou eu... Sua filha... Por favor, venha me buscar. Nada mais pode ouvir. Lucia deu um grito, que a todos assustou na sala. - Minha filha... Sou eu, sua mamãe! Diga onde você está... Marcela, Marcela, fale com a mamãe, alo, alo, pelo amor de deus... Diga alguma coisa.
A garota, caída, totalmente exaurida, jazia inconsciente no chão, com o telefone, fora do gancho, podendo se ouvir a voz de Lucia em desespero.

Dê um pulo, Agenor tirou o aparelho das mãos de Lucia e não ouviu ninguém do outro lado, mas o aparelho continuava conectado. - Agenor! Era a Marcela, ela pediu para gente ir buscá-la. Parecia que estava doente ou ferida e ela parou de falar.

Foi um reboliço tremendo entre todos os presentes. Finalmente depois de tanto tempo, sabiam que, pelo menos uma das meninas estava viva. Dado o alarme, foi possível à polícia, com o auxilio da cia. telefônica, saber de onde vinha a ligação de Marcela. Grande caravana de agentes, imediatamente se deslocou para a luxuosa mansão, nas redondezas da cidade, de propriedade do jovem Miguel, vitimado por um terrível acidente, na semana passada, junto com três de seus amigos.

A mansão estava fechada e em absoluto silêncio, mas os policias não tiveram dúvidas e forçaram a entrada. Encontraram Marcela, caída, com o aparelho telefônico, fora do gancho. A menina estava nua e apresentava muitos ferimentos pelo corpo e ainda tinha preso ao tornozelo, um pedaço de corrente, indicando que fora acorrentada.

No andar superior, num quarto, localizaram Marlene e Marta, ambas igualmente nuas, acorrentadas e com múltiplos ferimentos em seus corpos. Estavam vivas, mas igualmente desmaiadas. A noticia foi transmitida imediatamente às famílias, que deliraram de tanta alegria.

Marcela, Marlene e Marta, as três adolescentes tão queridas de todos e conhecidas na escola como o “MAR”, estava vivas e quando as ambulâncias que as traziam, chegaram ao hospital, uma enorme multidão se aglomerava, dando vivas e aplaudindo.

As garotas tiveram de ficar muito tempo hospitalizadas, tanto pelos danos físicos, e principalmente, pelo estado emocional delas, tão danificados pelos terríveis dias em que ficaram prisioneiras dos sádicos. Levadas para uma clínica de recuperação, bem afastada da cidade e da curiosidade de todos, aos poucos foram se recuperando, mesmo depois que ficou constatado que as jovenzinhas estavam grávidas, porém com autorização judicial, puderam abortar.
Emocionalmente, nunca mais se recuperaram na sua plenitude e abdicaram por completo de contatos com rapazes. A amizade entre as três se fortaleceu ainda mais e agora, doze anos depois destes acontecimentos, Marta, Marlene e Marcela, formadas em cursos superiores e exercendo suas respectivas profissões, vivem juntas num amplo apartamento, praticando, felizes o amor que as une, agora fisicamente.

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:1 de abril de 2016 01:07

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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