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Do fundo do baú

As Inocentes



- Bette, temos de conseguir um autografo do Ruff. Ele só fica na cidade até semana que vem. Depois nunca mais. – Isso não será possível Helena, lá na frente do hotel tem um montão de meninas tentando conseguir o mesmo.
– Tem uma maneira da gente conseguir o autógrafo do Ruff. Mas vocês amigas, tem de ter peito para isso.
– Para conseguir o autógrafo dele, topamos tudo, Aninha.
- É o seguinte, minha tia e madrinha é arrumadeira no hotel e as vezes quando eu quero alguma grana, vou até lá para pedir, logicamente pela porta dos fundos, a entrada dos empregados.
-Tua tia dá dinheiro para você? Dá sim, eu a peguei aos beijos e abraços com o meu pai e ela me dá dinheiro para não contar nada para o marido dela e para a minha mãe, sua irmã.
- Nossa! Aninha... isto é chantagem!
– Eu sei que é, mas quem mandou ela trair o marido e ainda mais com o meu pai e cunhado dela Toda vez que vou falar com ela, madrinha me recebe num reservado. Ela caga de medo de mim.
- E daí, como isso vai nos ajudar conseguir os autógrafos?
- E o seguinte, eu peço para ela nos esconder lá dentro e depois, quando Ruff sair com o seu pessoal para o show, a gente fala com ele.
Ela me disse que Ruff sempre sai escondido pelas portas dos fundos, para não ter de passar pelas peruas lá na frente e nem pelos fotógrafos, que sempre ficam de tocaia.
Bette, Helena e Aninha são três garotinhas levadas demais. Amigas íntima estudam no mesmo colégio. Apesar de moleques, são estudiosas e não tão obedientes aos seus pais como deviam. Mas suas travessuras são sempre de cunho inocente, como cabular aula para passearem no shopping ou irem ao cinema. As três são muito novinhas e namorar ainda não estar está na agenda delas, só uns ficantes sem maiores implicações.
Sãos fãs fanáticas de Ruff, o cantor que faz sucesso com a meninada. Ele está visitando à cidade para apenas algumas apresentações. Elas não conseguem assistir aos shows, que acontece numa boate. Pela pouca idade delas isso seria impossível, pois as meninas ainda não fizeram quinze anos.
Aninha telefonou para Clara, sua madrinha e amante de seu pai e lhe disse o que queria, ficar escondida, ela e duas amigas, para poderem ver Ruff sair para o show.

Aquela pestinha metida a besta, vou dar uma lição nela. Vou escondê-las, e avisarei ao Ruff, que há três garotas, o estão esperando na porta “F” do hotel e que é para ele usar a porta “L”. Elas vão quebrar a cara.

Ruff, alguém da portaria, ligou e avisou que é para a gente usar a saída lateral, hoje à noite. Nas dos fundos tem três doidinhas o esperando.
-Besteira... provavelmente elas só querem o meu autógrafo. Se forem gostosinhas e não uns maranhas, posso lhes dar até o meu caralho para elas chuparem.
- Tome cuidado Ruff... você não pode ver um rabo de saia que logo se mete em confusão. Acho que você não aprendeu com o ocorrido com aquelas duas garotas lá no sul.
- Pode deixar Bell. Se for necessário, aqui nesta cidade eu já tenho todo um esquema pronto. Não vou cair novamente em armadilhas destas putinhas deslumbradas.

- Puta merda, está muito quente aqui dentro Aninha. Tem certeza que a tua tia está certa que é por aqui que eles vão sair? É claro que sim... fique quieta Helena. Estou escutando vozes, acho que é ele chegando.

Ruff e Bell, o baterista, ao lado de Tonho, o quebra-galhos do garoto famoso, estão quase chegando ao portão que costumavam usar para sair do hotel, quando de súbito, três garotas saem de um pequeno compartimento embutido na parede do pequeno corredor.

Ruff, acostumado que está, de um relance as analisa. São bem novinhas. Uma loirinha espevitada, com olhos arregalados, que o fita como se ele fosse um deus. Uma ruiva, com uma boquinha linda de morrer e uma super morena, com olhos cinza claro. As três têm em comum a beleza e o frescor da juventude e Ruff logo sabe que as garotinhas serão comida dele e de seus amigos, ainda nesta noite.
Os rapazes se entreolham e Tonho faz um leve aceno com a cabeça, como se numa afirmativa. Bell aperta o braço de Ruff e sopra em seu ouvido, de modo que só ele pudesse ouvir. – A sorte grande amigo... estou nessa.
Estavam diante do cara que tanto idolatravam. Motivo dos sonhos delas e de milhares de outras garotas que o consideravam como o mais bonito homem do mundo. Toda a inocência das três meninotas, podemos dizer, a idiotice delas, estava em jogo a partir daquele momento. Um príncipe encantado, motivo dos desejos ocultos de muitas meninas, estava ali na frente delas. Isto era por demais incríveis. Tão “abobalhadas” estavam, que ficaram sem conseguir falar nada.

Ruff sabia bem como algumas de suas fãs ficavam quando o viam cara a cara. Então usou de toda sua experiência para as “seduzir” ainda mais. Pegou no braço de Aninha e falando bem juntinho do seu rosto.
- Vocês querem o meu autógrafo, meninas?
Aninha quase com o coração saindo pela boa, apenas balançou a cabeça, confirmando.
- Meninas, eu gostei muito de vocês, mas estou super atrasado para assinar um contrato com a minha agente aqui na cidade. Estou indo agora para o escritório dela. Minha apresentação na boate será só daqui a cinco horas.
- Ainda é cedo, se vocês me derem a honra de irem comigo, terei um prazer em lhes dar o que querem.
Aninha parecia estar encantada, com a mão dele segurando seu braço. Sem esperar resposta da garota, ele a foi puxando para a saída, onde sua camionete, com bancos reversos, o esperava.
Aninha apenas olhou para Helena e para Bette, que não desgrudavam os olhos de Ruff. Tonho segurou levemente Helena pelo ombro. – Venha, bonequinha, o convite de Ruff é também para vocês duas.
Na camionete deles, depois de trinta minutos rodando, finalmente, Bette conseguiu falar alguma coisa.
- Para onde estamos indo? Saímos de casa, dizendo aos nosso pais que iriamos dormir uma na casa da outra. Mas para não sermos descobertas na mentira, não podemos ficar muito tempo fora.
- Bonitinhas e mentirosas! Mas eu entendo vocês. Não iremos longe, o escritório de Marlene, fica na casa dela, poucos quilômetros saindo do centro.
- Bette vou lhe brindar com minha assinatura na tua pele... você quer isso? - Minha nossa...é lógico que sim Ruff.
Tremendo de excitação, Bette foi logo estendendo o braço, quando o viu segurar uma espécie de caneta e se inclinar para ela.
- Não meu amorzinho, não é no braço... é no ventre.
No banco reverso, sob as vistas de Aninha e Helena, no banco frontal ao delas, viam tudo e ficaram deslumbradas quando Ruff levantou a blusa de Bette e escreveu com letras grandes, RUFF e abaixo do umbigo, pouco acima da bainha da calcinha rosa: - COM MUITO AMOR.
Bette parecia uma estátua e ficou vermelha como um camarão, quando sem a maior cerimônia, ele inclinou e beijou seu ventre, não uma mais três vezes.
- Ficou lindo, não acham? Este foi o comentário dele, olhando para as outras garotas. – Passou fazer o mesmo com as duas?
Aninha e Helena, mudas estavam e mudas continuaram. Ruff se inclinou entre as pernas de Helena, que separou suavemente com as duas mãos espalmadas, levantar a blusa e escrever o mesmo que fez com Bette. Ela apenas riu nervosa, quando ele beijou sua barriga.
Fez o mesmo com Aninha. Mas com a loirinha ele foi mais além. Quando a beijou no ventre desnudo, desceu um pouco mais a barrinha da saia azul e beijou e lambeu, bem abaixo do umbigo, pouco acima do monte de vênus da menina, por cima da calcinha rosa. Ela estremeceu o corpo todo e deu um longo suspiro, quando ele completou a “brincadeira” com um forte chupão, baixando um pouco mais a calcinha. O “abuso” dele, que as outras não viram, foi que desceu um pouco mais os lábios e só ela, sentiu os seus loiros pelos, serem aspirados pela boca faminta, bem pertinho de sua grutinha, que estavam, pela primeira vez na vida, “babando”.
Aninha, completamente desarmada com o fato, se inclinou ainda mais no banco e fechou os olhos, mordendo os lábios. Ruff percebeu naquele momento, que se quisesse, poderia descer um pouco mais a boca e chupar a xoxotinha dela, que Aninha não teria forças para o impedir.
Só não o fez para não assustar as suas amigas, que a tudo olhavam com olhos arregalados, não tendo noção de até onde ele descera com os lábios.
Estavam tão ‘”louquinhas” com o atrevimento dele que nem baixaram suas blusas. Pior foi com a Aninha, pois notou a marca da boca de Ruff em vermelho vivo, na sua pele muito branca, menos de meio centímetro acima de seus grandes lábios. Rapidamente, subiu a barra de sua calcinha e escondeu a marca do ele fizera.
Com o coração aos pulos e quase retendo a respiração, olhou para Ruff, que a segurando pelos ombros, a olhou fundo e com a boca quase tocando na dela, falou:
- Você gostou do meu carinho, lindinha?
- Com os olhos semicerrados, Aninha apenas sussurrou: sim...sim, com lábios trêmulos. Naquele momento Aninha estava noutro mundo, vendo um milhão de luzes acendendo e se apagando.
As meninas não esperavam que aquilo pudesse acontecer com elas. Nunca foram beijadas por nenhum dos seus poucos ficantes e agora, ali no carro do famoso e deslumbrante cantor, o sonho de todas elas, foram beijadas, não na boca ou no rosto, mas na barriga, no ventre; de uma forma bem sensual, que o diga a loirinha apalermada com o que estava sentindo.
Elas estavam ali, dentro do carro dele, ao lado dele, parecendo enfeitiçadas pelo charme do garotão e tudo lhes parecia um sonho.
- Meninas, acordem... parecem que viram fantasma! O que há com vocês?
Estas foram as palavras zombeteiras dele, que sabiam muito bem o que se passava com as três bobocas.
Tonho, ao lado de Bell, no banco do carona. Rindo, comentou com ele: - Estas aí estão no papo... vamos nos divertir muito esta noite, ante de irmos para a boate.
As três “enfeitiçadas” nem atinaram que estavam trafegando a bastante tempo, saindo velozmente da cidade pela estrada, mergulhando na escura noite.
- Ruff, estamos chegando na casa de Marlene. O que vamos fazer? Não temos muito tempo de sobra!
- Se acalmem rapaziada. Marlene está no meu esquema. Ela sabe o que fazer.
As garotas ouviram o estranho diálogo entre eles, mas não entenderam nada do que falavam.

A senhora que os esperava na porta da casa, cercada de altos muros de alvenaria, ficou deslumbrada com a beleza e juventude das garotas. Porém no meio de tantas cordialidades para com as três, chamou Ruff à parte e lhe confidenciou:
- Você está louco, cara? São pouco mais que garotinhas! Isto vai dar merda!
- Não vai não, Marlene. Ser você trabalhar direitinho tudo será dentro do esquema que quero. Não há necessidade de tirar o cabaço delas. Só na bundinha e nos peitinhos, isso já me basta.
- E quanto a Tonho e Bell?
- Eles só fazem o que eu mando e depois você pode ficar de olho, para eles não abusarem de minha confiança.

- Eu vou ficar com a loirinha, a tal de Aninha. Mas não temos muito tempo, trate de preparar tudo conforme o de costume.

Helena, Bette e Aninha, estavam deslumbradas com o que estava lhes acontecendo. Na companhia de Ruff e ainda por cima com o autografo dele, num lugar que iria deixar suas colegas da escola, mortas de invejava. Todas conheciam a letra de Ruff e não haveria como duvida da autenticidade da assinatura.
A simpática e atenciosa senhora, a “agente” dele, as recebeu com muito carinho e atenção e as conduziu até uma enorme sala, com muitos sofás e piso coberto por lindíssimos tapetes.
Tão logo sentaram, ela lhes ofereceu algo para beber, em belas e decoradas taças.
- Nos desculpe, senhora..., mas nós não bebemos nada que tenha álcool, somos menores de idade.
– Não sejam bobinhas meninas. Este é um preparado meu, muito especial para receber tão lindas visitas. É muito gostoso e não tem quase álcool nenhum. Podem provar sem susto.
- Realmente... é delicioso, como a senhora falou. Foi o comentário de Bette.
Marlene, sem esperar um “de acordo” das garotas, foi logo colocando mais do preparado nas tacas delas.
A inocentes garotas, tão novinhas e deslumbradas se sentiam, ao estarem Ruff e seus dois amigos, ali bem pertinho delas, que nem se deram conta que já tinham ingeridos todo o conteúdo da jarra.
Tanto Ruff, como Tonho e Bell, não paravam de elogiar a belezas das três, que se sentiam extremamente vaidosas com isso.

Nem trinta minutos depois, Aninha sentia todo o seu corpo arder em brasa. Ruff a beijava sem cessar. Queria o impedir de continuar, mas estava tudo tão gostoso e tudo na sua cabeça estava muito confuso. Não tinha forças para tal. Não tinha noção de onde estava e de como veio parar ali, numa larga cama bem macia. Mas nada na vida tinha importância a não ser sentir os lábios dele a beijando e beijando. Deu um gritinho, quase histérico, quando ele mordeu seus mamilos. Aninha nem percebeu que estava nua, envolta numa forma de prazer que nunca imaginou poder sentir, totalmente desconhecido para ela.
Abraçou a cabeça dele e a puxou mais para ela. Aquele era o melhor dos mundos. Nunca sentiu coisa mais gostosa, com Ruff chupando os seus mamilos e apertando o bojo dos seios com as mãos espalmadas.
Se contorceu como uma cobrinha, na macia cama, quando Ruff lhe deu um molhado e demorado beijo, bem no meio de sua xoxota. Demorados e longos gemidos saiam de sua garganta.
Alucinada de desejos, Aninha separou ainda mais as coxas e chorando como um bebezinho, implorou: - Mais... mais...mais, me chupe mais, meu querido, meu amor.
Quando ele colocou entre os lábios o pequeno e rígido clitóris e começou a chupa-lo como se fosse uma chupeta na boca de um bebezinho, Aninha cruzou as pernas sobre a cintura dele e se sentiu morrer, num orgasmo tão louco, que todo o seu corpo parecia estar em choque.
-Aaaaaiiiiii.... Aaaaaiiiiii.... Aaaaaiiiiii...uiuiui... Aaaaaiiiiii... uuuuiiiiii.
Marlene escutou os gemidos da menina e logo depois, forte respiração, como se alguém tivesse em dificuldade de respirar. Assustada entrou no quarto que reservou para os dois, ainda a tempo de ver Ruff com a cabeça entre as coxas da jovenzinha.
- Minha nossa! O que foi isso? Você tirou o cabaço dela?
- Nada, disso, mulher... ela ficou assim só com a minha boca a chupando... parecia que ia morrer, a bichinha.
- Marlene, por favor, traga mais um pouco daquele teu negócio. Quero deixar ela bem mais doidona. – Cuidado cara... ela já bebeu bastante e a droga pode lhe causar consequências, que durarão muito tempo até serem completamente dissipadas.
- Mas é isso que eu quero. Essa garota é muito especial. Um vulcão em pessoa, só necessita de um empurrão para explodir.
- Marlene, me diga... e as outras duas?
- Tonho e Bell até já comeram o cu delas. Elas estão tão chapadas como esta aí.
- Então vá até eles e lhes digas, que está tudo liberado. Podem fazer o que bem entenderam com elas.
- Cuidado Ruff, você pode me trazer sérios aborrecimentos.
- Que nada Marlene. Vou lhe pagar uma boa grana. Ficas com as meninas aqui na tua casa. As mantém em perfeito controle com as drogas e até pode fazer uso delas com os teus clientes.
- Sei muito bem que as três poderão ser reconhecidas por alguns dos clientes teus que moram na cidade. Mas tudo se resolve, com um corte e tintura de cabelos, muita maquiagem e drogas. Em pouco tempo, nem elas saberão seus próprios nomes.
- Você é maquiavélico cara. Não sei como um cara como você, cheio de grana e fama, pode fazer isso com meninas como estas três.
- Até parece que você Marlene, não é igual a mim. Sei muito bem que a maioria das tuas garotas, são mantidas aqui à força e que foram sequestradas pelo teu pessoal, nas cidades deste e de outros estados. Está lembrada daquelas duas, a tal de Márcia e Clara, do ano passado. Eram tão garotinhas como estas três e você as transformou como num passe de mágica em suas putinhas.
- Está certo, eu fiz isso, mas foi você que veio com elas até aqui e já estavam completamente drogadas quando chegaram.
- Fui obrigado a fazer isso. As putinhas depois de dormirem comigo, queriam me dedurar à polícia. Eu não podia deixar que isso acontecesse.
- Quanto você está disposto a desembolsar para eu fazer isso, cara?
- Muito dinheiro, mulher... muito dinheiro.
Aninham naquelas poucas horas, perdeu sua virgindade, tanto da buceta como no ânus e sob efeito de drogas, até na sua boca, Ruff penetrou.

As semanas foram passando e Aninha, Bette e Helena, sumiram misteriosamente do mapa e ninguém nunca mais soube do paradeiro delas.

A mais de duzentos quilômetros, noutra cidade, nas terras de uma grande fazenda, de propriedade da respeitável senhora Marlene C. S. arpem, o prostíbulo mantido por ela, prosperava a olhos vistos.
Nele, três novas meninas, bem novinhas e bastantes bonitas, eram o novo centro de atração da casa. Elas aceitavam numa boa, qualquer tipo de taras dos clientes, ricos fazendeiros da região e até das cidades vizinhas, que não se importavam em pagar muito para ter algumas horas com as novas meninas que Marlene mantinha cativas, submissas a base de muitas drogas e bebidas. Eram bem novinhas e não tinham como impedir que fossem submetidas a nenhuma das perversidades. E isso se repetia por muitas vezes numa mesma noite.

Aninha chorava de dor. Com o enorme e velho fazendeiro, pesando mais de 120 quilos, deitado por cima dela, grunhindo como um porco, com o pênis todo enterrado na bunda da jovem. O sofrimento não era tanto pelo tamanho do pau nojento, mas pelo peso dele que a esmagava contra o colchão.
Aquele monstro, já era o sexto homem que Marlene a obrigou a receber naquela noite. Toda dolorida e cambaleando foi levada ao dormitório que dividia com mais quatro garotas. Bette, Helena, Clara e Márcia, todas tão jovens como ela própria.
As meninas já tinham atingido a cota de clientes na noite, que Marlene lhes impunha e agora descansavam, pois sabiam que na noite seguinte teriam de satisfazer nova e numerosa clientela. Aninha, sentindo seu corpo exigir uma picada, saiu do quarto em direção ao salão do lupanar, praticamente vazio, onde só a megera, Marlene, fazia a contabilidade dos lucros da noite.
- O que tu queres aqui garota? Está procurando por mais homens? – Não é isso, senhora, o que eu quero é algo para eu poder dormir.
- Hoje eu não tenho nada injetável. Leve isso aqui, dá para você e as meninas do teu dormitório cheirarem muito. Agora suba e me deixe em paz, antes que eu lhe meta a porrada.
- Obrigada, senhora, muito obrigada... estou indo. Não necessita ficar nervosa.
Aninha, com medo da “madame” que por qualquer motivo bobo batia nelas, retornou ao dormitório e distribuiu entre suas amigas as muitas trouxinhas de maconha que recebeu de Marlene.
Bette, furiosa, gritou com Aninha:
- Merda, puta que pariu! Eu estou necessitando de uma boa picada, não desta merda aí! Vou enlouquecer, não aguento mais.
Helena, que a tudo assistiam, logo retrucou: - Bette, se você não quer a maconha, dê a tua parte para mim.
- Vá se foder, piranha... não vou lhe dar merda nenhuma! - Piranha é tu, vaca de merda.
Os ânimos se exaltaram de tal forma que, as mentes doentias das jovens, outrora grandes amigas, as fizeram se agredirem, com tapas, unhadas e gritos histéricos.
Clara a mais jovem de todas, que a tudo observava, com o olhar fixo e totalmente dopada, se levantou de sua cama, foi até a porta do dormitório e a fechou a chave. Parecendo um zumbi, a jovenzinha retornou para sua cama. Com o seu isqueiro ateou fogo num pano e depois no próprio colchão dela.
O crepitar das chamas logo se fez presente. Só então, as outras garotas que rolavam no chão em furiosa e sem sentido luta, viram o colchão em chamas.
- Que tu estás fazendo Polaca burra? Foi a exclamando furiosa de Márcia.
- Nada... nada mesmo. Estou apenas nos libertando desta vida de merda.

Correram para tentar apagar o fogo, mas já era tarde. A fumaça negra já estava invadindo o local. Correram para a porta, em busca de ajuda, mas a encontraram trancada.
Em desespero, abriram a pequena janela e a muito custo sair para o pequeno parapeito. Com a fumaça negra saindo pela janelinha e o furioso crepitar do fogo, lambeado, elas se jogaram lá de cima, pois o fogo já as estava lambendo
Não sabem como conseguiram, mas as cinco meninas, mesmo machucadas pela queda, corriam como desesperadas, não sabem se do fogo ou se de medo da madame, pois seriam severamente punidas por tocarem fogo no casarão, que ardia atrás delas.
Arfando cansadas, caindo a todo momento, continuaram em sua fuga, aparentemente sem sentido, até que alcançaram uma autoestrada.

O Homem lá cima, finalmente se apiedou das cinco garotinhas, todas com pouco mais de quinze anos. Elas quase foram atropeladas por uma viatura do corpo de bombeiros, que da cidade vizinha, fora chamada para ajudar no combate ao incêndio que consumia a casa grande de uma fazenda.
Os homens desceram da viatura, e foram acudir as cinco mocinhas, que caídas no asfalto, pareciam estarem machucadas. Realmente elas apresentavam algumas queimaduras e outros ferimentos pelo corpo, mas todas pareciam estarem dopadas e vestindo apenas curtas camisolinhas.
O tenente Ricardo, ao ver Helena, deu um grito, entre chocado e de júbilo.... Helena minha sobrinha querida!... Como pode ser isso? Reconheceu Bette e Aninha, como as grandes amigas da sobrinha.
- Minha nossa! Estas meninas estão sumidas há mais de três meses...tem um mundo de gente à procura delas! O tio não pode obter nenhuma reposta de Helena, que além dos ferimentos aparentava estar delirando.

Bette, Helena e Aninha, permaneceram internadas por quatro dias, para se recuperarem da queimaduras, assim como Clara e Márcia. Todas elas tiveram de ficar longo tempo em uma clínica para se livrarem das drogas que circulavam em seus sangue e cérebros. Além destas cinco, outras oito jovens foram libertadas da escravidão sexual a que estavam submetidas.
Marlene e mais oito pessoas, estão presas, respondendo por inúmeros crimes, assim como Ruff, Tonho e Bell. Estes três foram responsabilizados pelo rapto, estupro e de prostituir cinco das menores, escravizadas por Marlene.
Recuperadas, as três amigas retornaram ao lar. Tinham plena consciência do que se passou com elas, no bordel de Marlene, que hoje não existe mais, destruído pelo fogo.
Os médicos e psicológicos que as examinaram, informaram às suas famílias que as jovens sequestradas superaram muito bem o trauma sofrido; porem eles não foram capazes de detectar as sequelas que modificaram as personalidades de Ana, Bette e Helena. Elas deixaram de ser meninotas e ingressaram no mundo adulto, bem antes de completarem dezesseis anos.
- Aninha, vamos dar uma volta no shopping? Hoje é sábado e eu quero faturar uma grana.
- Minha nossa, Bette! Você é insaciável, só pensa em dinheiro! Ontem mesmo, aquele coroa lhe deu 300 paus só para você fazer uma chupeta nele.
- Não sei porque você me recrimina Aninha; você e Helena dão o rabo e a buceta a todo momento e eu não digo nada.
- Mas no nosso caso, não é por dinheiro, é porque gostamos de sexo... é só por isso, amiga.

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:25 de maio de 2017 13:18

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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