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AS TRAGÉDIAS DA VIDA REAL




Vou lhes contar a triste história de Stella. A conheci a pouco tempo, mas logo conquistei sua confiança. Ela me contou, com os mínimos detalhes toda sua odisseia. Me deu permissão para escrever o seu drama, lógico que mudando os nomes de todos os envolvidos na história. Confesso que romanciei um pouco tudo que me narrou, para tornar o conto mais compreensivo aos meus leitores.
vinte anos se passaram, mas Stella tem na memória cada detalhe da tragédia que alterou o rumo de sua vida para sempre. Era uma fedelha, com apenas quatorze anos, que ainda brincava com bonecas, quando tudo aconteceu. Foi a um estúdio fotográfico, ao lado de três amigas, todas mais novas do que ela. Lógico que escondidas de suas mães. Naquela tarde, cabularam o colégio e de ônibus, chegaram ao prédio onde Marcela trabalhava. Sendo a proprietária do tal estúdio, tinha convencido as quatro meninas a se deixarem fotografar, pois todas eram bonitas e fotogênicas e as fotos serviriam apenas para promoção do estúdio. Prometeu pagar as garotas R$ 200,00 por apenas algumas fotos.
Cada uma recebeu o dinheiro prometido, para as fotografias de apenas meio corpo. Tagarelando e bastante alegres pela grama, se preparavam para irem embora, mas Marcela chamou Stella à parte e lhe pediu para voltar no dia seguinte sozinha, pois ela era a mais fotogênica e bonita e que ganharia o dobro por mais algumas fotos, mas que não dissesse nada as suas amigas.
Stella respondeu que iria pensar, pois teria de faltar as aulas novamente. Marcela contra argumentou que com o dinheiro que iria embolsar, valeria apenas perder algumas aulas. Seria apenas duas horas no máximo. Um carro a buscaria em casa e a traria de volta, seria tudo bem rápido. Ela diria para sua mãe que iria estudar na casa de uma amiga ou visitar uma biblioteca, para fazer pesquisas escolares. O veículo a esperaria na esquina de sua casa e na volta faria o mesmo, para a deixar perto de casa.
Stella fez as contas, com seiscentos paus em dois dias, estaria rica e poderia gastar bastante nos shoppings, sem precisar mendigar por trocados para sua mãe. Não se ela fosse sovina, mas viúva e com duas filhas menores para sustentar, a vida não lhe era fácil, trabalhando como garçonete numa casa noturna das vinte e duas horas às cinco da manhã.
Assim pensando, aceitou a oferta tentadora da mulher. De manhã, quando sua mãe ainda estava dormindo, deixou um bilhete sobre a mesa da sala, informando que passaria a manhã na biblioteca, para fazer pesquisa escolar e que voltaria a tempo para o almoço.
Como combinado, o carro de Marcela a esperava na esquina, próxima à sua casa. Foi recebida por Marcela, que ainda tomava o café da manhã, no seu apartamento, anexo ao estúdio.
- Que linda.... menina! Você hoje está ainda mais bonita do que ontem. Você contou a alguém a respeito de tua vinda aqui?
- Não, dona Marcela, fiz conforme a senhora pediu, ninguém sabe, nem minhas amigas ou minha mãe.
- Muito bem, garotinha... vejo que és bem esperta. Se continuares assim, vou te encher de dinheiro... é só você ser boazinha e discreta. Venha, sente-se e tome um café comigo. Só irei para o estúdio daqui uns minutos, temos tempo. Os meus fotógrafos ainda não chegaram.
- Obrigada dona Marcela, mas eu não tomo café, apenas leite achocolatado.
- Então está resolvido... vou preparar um copo para você. Necessitas estares bem-disposta para a seção de fotos.
Mesmo com Stella dizendo que não havia necessidade, que já tinha se alimentado antes de sair de casa, Marcela não a ouviu e foi preparar o leite para ela. Para não lhe fazer desfeita, bebeu tudo, que por sinal estava gostoso e bem geladinho. Só que a inocente menina não sabia que estava sendo drogada. E assim estava selando seu destino para sempre.
Marcela, ainda na mesa, a encheu de perguntas. Qual a sua idade, se ainda era virgem e se tinha namorado. Supressa com este tipo de questionamento, Stella respondeu que faria quinze anos daqui a quatro meses, que não tinha namorado, pois ainda se considerava muito criança e que sim, era virgem.
- Que ótimo, meu bem…és perfeita e acho que vou ganhar muito dinheiro com você.
Stella não entendeu este comentário de Marcela e estava a ponto de indagar algo a respeito, quando foi convidada para irem ao estúdio. Se levantou para acompanhá-la, mas se sentiu um pouco atordoada, tudo lhe parecia rodar e suas pernas estavam ficando bambas. Marcela a amparou e com as mãos em sua cintura a foi levando para um local, que pode percebeu não era o mesmo do dia anterior, quando fez a fotos com suas amigas. Era um recinto amplo e bastante iluminado.
Stella, agora, estava bastante tonta, sem conseguir ficar em pé e sem forças nos braços. Disse isso para Marcela, que chamou uma outra pessoa, que ela não pode identificar, mas percebeu que era um homem, pois seus braços eram fortes quando a colocou deitada em algo macio. Uma cama ou um sofá.
Tentou se levantar, mas sentiu seus membros sem forças para a sustentar e além disse via tudo um pouco enevoado, mas pode ouvir Marcela lhe falando, bem junto ao seu rosto.
- Querida, está tudo bem, não se preocupes. Vamos fazer uma filmagem de você e tirar umas fotografias. Não tenhas medo.
Tentou impedir que ela lhe tirasse as roupas, mas seus braços e mãos lhe pareciam pesar toneladas e só conseguiu move-los com extrema dificuldade. Com facilidade Marcela a deixou nuazinha, estirada numa cama redonda com muitas almofadas em torno.
Escutou uma voz de masculino, em voz alta, exclamar: - Puta que pariu! Que menina mais gostosa... bucetinha gordinha e sem nenhum pelo! Abra as coxas dela, Ralf. Quero fazer close desta bichinha toda arreganhada.
Conseguir abrir um pouco os olhos e viu uns três ou quatro vultos a sua volta e forte iluminação incidindo sobre ela e um ruído leve, que pode ver, era de uma máquina a filmando. Com voz muito fraca, tentou protestar, mas só conseguiu dizer um “não” e mais nada.
Parecia que estava alcoolizada e mal conseguia falar, mas estava acordada e deu para perceber o que faziam com ela, mas se sentiu totalmente sem forças, parecia que seus músculos não obedeciam ao comando de seu cérebro.
Uma outra voz masculina, se fez ouvir: - Marcela, desta vez você acertou em cheio. Esta garotinha vai encher o nosso rabo de dinheiro. Olhem que corpinho delicioso, pronto para ser jantada!
- Eu sei disso, Eduard e foi por isso que a escolhi primeiro entre as outras suas amigas. Eu tenho bom olhos para estas coisas. Mas o mais importante é que Stella é nossa por completo. Ninguém vai procurá-la, ela nos ajudou escondendo de todos que viria aqui. Quanto as outras três, são bem mais novinhas que a nossa pequena estrela, mas também bem apetitosas, não tanto como Stella, mas também vão nos render uma grana preta... Eu não as convidarei para virem ao estúdio, pode ser perigoso, são bem moleques e eu não confio que fiquem de boca fechada e digam que foram convidadas por mim. Mas eu já providenciei o sequestro delas e isso acontecerá ainda esta semana.
A mente de Stella estava muito confusa, mas deu para entender quase tudo que Marcela falou e isso a encheu ainda mais de terror,
Uma outra mulher, senão Marcela, comentou: - Esta menina vai nos trazer ganhos com os vídeos pornôs, contracenando com Ralf nas cenas de sexo e depois quando a leiloarmos para os nossos clientes cadastrados.
- Gente, por favor, parem de falar e a virem de bunda para mim, quero umas tomadas do cu dela e com as coxas bem abertas.
Stella sentiu mãos a virando sobre uma cama e suas coxas sendo separadas, mas não tinha como evitar e com o pavor a dominando, teve noção do que Ralf estava tocando nela e que estava totalmente nãos mãos deles, sem possibilidades de se defender. Por muito tempo, foi filmada em todas as posições. Percebeu as lentes da filmadora, a dois palmas de seu rosto, fazendo close e depois ir descendo para seus seios, ventre até chegar entre suas coxas e então para seu horror, sentiu dedos se introduzindo em sua genitália e fazendo pressão para permitir à máquina filmar o interior de sua grutinha. Pode ouvir alguém falar alto, provavelmente para o áudio da tomada: - Aí está, pessoal, a prova que a menina é virgem.
Algum tempo depois, ouviu Marcela dar uma ordem que a arrasou por completo.
- Ralf, está tudo pronto para os nossos filminhos. Mas tome cuidado, podes fazer tudo o que quiseres com ela, só não penetre a vagina. Uma garotinha virgem vale uma fortuna no leilão. Esta liberado anal, oral, lambidas e chupões.
Pode perceber que seus músculos respondiam melhor ao seu cérebro e quando o sujeito veio se deitar ao seu lado e com ambas as mãos segurou com força os seus seios, o enorme terror, fez com que uma descarga de adrenalina a tirasse daquela dormência.
Stella gritou e em pânico, o empurrou e tentou sair da enorme cama, mas Ralf era mais pesado e mais forte e a segurou e mesmo com a garotinha esperneando e gritando por socorro, se viu segura por ele.
- Marcela, você disse que ela estaria passiva e ao contrário, está lutando como uma tigresa. Vamos parar a tomada e amansa-la com um sossega leão...eu não quero que a putinha me arranhe com as unhas.
-Não... não parem de filmar. Isto vai ser muito melhor do que eu tinha planejado. Um estupro real, ao vivo e a cores.
- Ralf... eu lhe pago o dobro do combinado, mas eu quero que vá com tudo para cima dela. Tire o cabaço, a penetre pela buceta, cu e boca. Podes usar de violência e lhe dar umas porradas. Quero que use todo o seu sadismo e a machuque bastante. Quero ver ele berrar e tentar evitar que a estupre.
- Mas Marcela, isso será crime e eu estou de cara limpa e quem vai se foder serei eu.
- Não seja idiota.... na edição a gente borra o teu rosto, não serás reconhecido.
- Já que é assim.... se prepare garota, eu e você vamos deixar os caras que compram pornôs, alucinados de prazer.
Stella estava imobilizada com o homem deitado por cima dela e pode ouvir todo o diálogo entre eles e o leve zumbindo da filmadora bem perto.
Deu um grito de dor, quando uma violenta bofetada a atingiu na altura do ombro direito e em seguida uma dolorida mordida no seu seio direito. Em pânico, tentou se defender da covarde e cruel agressão a que estava sendo submetida.
Por muitas horas, Stella pode sentir o tal de Ralf a estuprar de uma forma horrenda, que nunca julgou pudesse a acontecer. Stella percebeu ele manusear suas intimidades e que ele estava nu, tal como ela, roçando o membro rígido em suas coxas. Percebeu a língua dele dentro de sua vagina, a chupando e lambendo e fazendo o mesmo com ânus. Era virada e revirada sobre o colchão, com ele lambendo cada cantinho de seu corpo e lhe dava mordidas, nos mamilos e nos lábios e em toda parte. Porém o único sentimento que a dominava era o de terror, pânico, que lhe permitiram esboçar uma débil tentativa de o afastar. Enquanto gritava e pedia ajuda.
Mas o mais nojento de tudo, foi quando percebeu o pênis em sua boca, em movimentos ritmados entrando e saindo e ela nem podia mover a cabeça para fugir daquela nojeira, pois parecia estar anestesiada. A dor quando ele a penetrou pelo ânus foi enorme e ela desmaiou, não pela dor do estupro, mas pelo choque da violação a que estava sendo submetida, sua mente não conseguia processar coisa tão tenebrosa e entrou em parafuso. Acordou logo depois, sem conseguir controlar os gemidos de dor com ele subindo e descendo com o membro todo dentro de sua buceta.
Percebia muitos vultos a sua volta, luzes e o ruído da filmadora. Toda vez que quase perdia os sentidos, não suportando os tapas e socos do mostro sádico, escutava Marcela falar alto...STOP. Alguém levava um frasco ao seu nariz e o forte cheiro a fazia espirrar e tossir e era obrigada a beber um pouco de água. O vulto de Marcela, a examinando bem de perto a lhe falar:
- Você está bem, querida... ainda vai aguentar umas tomadas. Fique calma Stella, já estamos quase terminando.
- AÇÃO...berrava Marcela.
Esta maldita palavra trazia para Stella, minutos de violência, com ela sendo melhor posicionada para que o estupro animalesco pudesse ser melhor “enquadrado” pelas lentes. Agora, quase sem poder respirar, era segura pelos cabelos, enquanto Ralf, com o pênis dentro de sua boca, o fazia se movimentar rápido, indo até sua garganta. Com um berro, ele retirou o pau e ejaculou no rosto de Stella, que pode sentir aquela gosma em seu nariz e nos olhos e até nos cabelos.
-Close, close... Stop, gritou Marcela, pode ouvir Stella, antes de desmaiar, sob o efeito de uma droga que alguém lhe aplicou via intravenosa.
Quando acordou, muito tempos depois, os efeitos da droga já estavam bastante atenuados, mas agora sentia em seu jovem corpo, as dores dos machucados que Ralf lhe causou. Tudo lhe doía, principalmente a buceta, o ânus e os seios e ela tinha marcas vermelhas arroxeadas por todo corpo, proveniente dos chupões, mordidas, bofetadas e socos. Não se conteve e começou a chorar desesperadamente, chamando por sua mãe. Não podia entender a razão de ser submetida a tamanha maldade, a tanta crueldade sem sentido e a razão de ser levada a sofrer tamanha vilania.
Ficou neste estado por muito tempo. Levou a mão e tateou o vão entre suas coxas e se assustou, pois observou que tudo estava demasiadamente dolorido.
Ela não se conformava em saber que fora estuprada com requinte de crueldade e que até no seu bumbum o cara entrou. Tinha vontade de vomitar só em se lembrar que ele gozou em sua boca.
O pânico tomou conta dela por completo, com vontade de morrer. Como poderia encarar novamente sua mãe e suas amigas. Ela mentiu para elas e ninguém sabia onde estava aprisionada. Fora tudo sua culpa.
Estava nua, deitada numa cama de solteiro, em um quarto grande, sem janelas e apenas uma porta. Gritou por socorro e tentou se levantar e ir até porta, foi quando viu que estava presa a cama por uma corrente de metal, fixada no seu tornozelo esquerdo e à barra de ferro do pé da cama; com menos de dois palmos de extensão, nem lhe permitia ficar em pé.
Observou que aquele recinto era a sua prisão e que ficaria aprisionada até que Marcela e os outros resolvessem abusar dela novamente. Pensamentos tenebrosos passavam por sua cabecinha e Stella, soluçava, toda encolhida sobre o colchão, enrolada no lençol, como que querendo encobrir sua nudez e foi assim, que depois de muito tempo, dormiu, um sono cheio de pesadelos e sobressaltos.
Foi acordada por uma mulher, com cabelos ruivo e muita sardas no rosto. Ela trazia uma bandeja encoberta por guardanapos que colocou sobre uma mesinha, que empurrou até que ficasse bem junto da cama.
Ela apenas lhe disse, num forte sotaque, que não pode identificar, que se sentasse e fosse fazer o desjejum e depois saiu, trancando aporta a chave.
Não sabia a quanto tempo estava sem se alimentar, mas devia ser por mais de dois dias, pois tinha muita fome. Mas estava tão deprimida e com tanto medo, que quase não comeu nada, apesar da bandeja estar repleta de pães, biscoitos, frutas e sucos.
Não tinha como saber o tempo decorrido, mais foram muitas horas. Comeu algumas frutas da bandeja e num abatimento total, se encolheu como um feto, pedindo aos céus, que tivesse pena dela e a libertasse.
Sua atenção foi despertada por muitos passos que se aproximavam e ficou na expectativa. Tremeu de medo, quando a porta se abriu e Marcela entrou e atrás dela, três homens, trazendo sacos em seus ombros, eram volumes de um certo tamanho e então Marcela lhe falou;
-Stella, minha garotinha, sei que você está muito sozinha, isolada neste quarto. Como eu sou muito compreensível, lhe trouxe três garotas para lhe fazer companhia. Veja, ali estão elas.
Stella deu um grito de horror, quando viu Rita, Ana e Magda, sendo retiradas dos sacos de plástico. Estavam inconscientes e foram colocadas sobre o chão. Vestiam ainda as blusas da escola.
- Pelo amor de Deus, o que vocês fizeram com minhas amigas? Gritou Stella para Marcela e tentou ir até onde elas estavam, mas a corrente em seu tornozelo a impediu.
-Tenha calma menina. Elas estão apenas sob ação de drogas. Não demorarão a acordar. Meus associados, depois que viram as fotografias das três, pediram que também fossem capturadas. Eles sabem que garotinhas como estas, são muito apreciadas no velho mundo e que serão vendidas por muita grana. Quanto mais jovem, melhor a venda.
- Eu tenho encomenda para levar dez meninotas, todas em torno de quinze anos no máximo e o mais importante, que sejam virgens. Sabemos que você não é mais virgem nem no olho da cara, pois meus rapazes já trataram disso, mas para você reservamos algo diferente, não serás vendida como estas meninas, serás a nossa estrelinha nos próximos pornôs que rodaremos. Para o futuro ainda não sei o que faremos com você, mas o certo é que vou lucrar muito te usando.
- Eu estou lhe dizendo tudo isso Stella, para que tenhas noção do que a espera e que não tenhas falsas esperanças de voltar para casa. Isto nunca acontecerá. Quando a tua cara ficar viciada nos vídeos, ainda teremos algum lucro a vendendo para algum velhote tarado ou então para algum bordel do leste europeu, ainda não me decidi.
- Pelo amor de Deus, tenha pena da gente, nos liberte... nem eu e nem minhas amigas fizemos quinze anos.
- Garota idiota, será que você não ouviu nada do que falei.... quanto mais novinha, melhor para o meu negócio. Minha especialidade é caçar garotinhas, quase meninas e as vender para o mundo ... como escravas sexuais.
-Por favor, tirem esta corrente. Eu quero ajudar minhas amigas.
Marcela apenas a olhou e com uma risada foi embora, levando os três sujeitos com ela.
Stella, desesperada apenas podia olhar suas amiguinhas e as chamar pelos nomes, numa tentativa de as despertar.
- Minha nossa! Que gente mais canalha! Como podem viver fazendo estas maldades.
Sabia que suas amigas eram pouco mais que crianças e Ana e Rita ainda tinham os peitinhos em crescimento. Magda os tinham um pouco mais desenvolvidos, mas ainda era uma pirralha.
Os canalhas, deram a Rita, Ana e Magda o mesmo tratamento de Stella, foram acorrentadas as camas por correntes metálicas. O quarto era bem grande, o suficiente para acomodar mais algumas camas de solteiro. Stella percebeu que ali seria o dormitório das demais meninas, conforme Marcela informou, que sequestraria para serem vendidas como escravas sexuais.
Alguns dias depois, mas duas garotas foram capturadas. Agora eram seis, que nuas e acorrentadas estavam à espera de mais algumas para serem então, transportadas em grupo para o outro lado do mundo, como meras mercadorias. Tudo aquilo era demasiado horrível e Stella não conseguia se conformar, apesar de nada poder fazer para fugir do triste destino que eles programaram para ela e para as outras.
Todas sabiam a razão de serem sequestradas, pois Marcela fazia questão de as manter informadas do destino que as esperava. A sádica mulher gosta de ver o pavor nos rostos das garotinhas.
Durante este tempo, Stella fora conduzida para o “estúdio” para ser submetida a mais duas sessões de horror, sendo novamente filmadas em cenas de sexo explícito, não só com Ralf, mas com outros dois caras. Sendo que na última ocasião, Marcela, sádica como sempre, lhe disse todo o script das tomadas.
- Stella, minha linda. Você está em sua cama, toda coberta, se preparado para dormir, quando três bandidos mascarados invadem o seu quarto e a estupram. Você luta, grita e pede socorro, mas eles a dominam e fazem barbaridades.
O horror da garota, a fez se rebelar contra isso e gritar para Marcela que não vai fazer nada disso... não vai lutar, gritar e pedir por socorro, pois tudo não passa de uma farsa e ela sabe que não tem como impedir que eles a violentem... então vai se manter passiva e estragar o que eles queriam dela, cenas impregnadas de violência e crueldade.
Sem opção, Stella, fica deitada, aguardando os três “atores” chegarem. Os vê se aproximarem da cama e sob a luz forte dos holofotes, tiram o lençol e as roupas de Stella, que fica deixadinha, de olhos abertos, vendo eles se despirem. Não dá um pio e nem os evita, quando eles dão início a “palhaçada” do falso estupro.
Tem de fazer esforço para não gritar de dor, quando sofre dupla penetração e tem Ralf fazendo sexo oral. Nem quando ele esporra em seu rosto, ela manifesta qualquer inconformismo.
Depois de alguns “stops” a cena seguinte é Ralf fazendo sexo vaginal e os outros dois em voltas, esperando a vez deles.
Ele está entre suas coxas, todo dentro dela, fazendo movimentos com os quadris, enquanto a segura pelos cabelos e beija seus lábios. Stella sente entre suas carnes o roçar do pau de Ralf. Ele é bem mais avantajado do que os outros dois e vai e vem, com cadência, sem a afobação dos outros. Na sua passividade, ela não pode deixar de fazer estas comparações.
E pela primeira vez, sente que está “molhada” e sente um arrepio em todo seu corpo quando a ponta do pênis toca o fundo de sua vagina.
Não sabe como aconteceu, mas mesmo contra sua vontade, seus braços, até então inertes, abraçam o dorso nu de Ralf e ela mergulha num orgasmo ao mesmo tempo que ele despeja todo o seu gozo dentro dela.
As lentes captam a explosão de Stella, o profundo gemido de prazer e o arranhão que suas unhas fazem nas costas de Ralf.
Stop... grita Marcela, que vem até a cama sorridente.
- Que maravilha, garota! Era assim mesmo que eu queria. Vou editar este vídeo com bastante capricho. Ele vai vender horrores para a gente, meus parabéns Stella.
Ela não sabia, mas estava agindo assim, impulsionada por uma droga que atuando em seu cérebro a tornava sucessível a este tipo de estímulo.
Mais tarde, quando a levaram para o quarto prisão, não foi algemada à cama. Assim como suas colegas de calvário a janta desta noite, para todas, foi farta e variada e pela primeira vez lhes serviram refrigerantes.
Nos dias seguintes, mais uma garota foi sequestrada, faltavam somente três para completar a cota estabelecida por Marcela. Stella voltou a fazer cenas de sexo explícito, mas somente com Ralf como coadjuvante e ela, mesmo tentando evitar, passou a gozar quando ele a penetrava, pela frente ou por trás. Sua mente sob efeito das drogas de origem indiana, suprimiu da coitadinha toda a inibição que ainda pudesse ter.
O mesmo estava acontecendo com todas as outras meninas, que a alguns dias estavam recebendo o maldito produto, diluído nas suas refeições. Agora não estavam mais acorrentadas às camas, podendo circular livremente pelo espaçoso quarto. Mas se portavam de maneira estranha, pois não choravam, e nem se lamentavam de estarem ali aprisionadas, apesar de saberem o destino que a quadrilha lhes reservava, numa espécie de submissão anormal.
Stella, já totalmente com a mente tomada, aceitava a abominável violação a que era quase que diariamente submetida, com naturalidade. O filho da puta, experimente, sabia como a excitar e ela com sua pouca idade e mente doente, não sabia como lutar contra esta coisa que a tomava de assalto quando era acariciada em suas intimidades. Aquilo era mais forte do que ela.
As drogas servidas para ela e para as outras, diluídas nos sucos servidos, as estavam tornando “passivas” e fácil de serem manipuladas pela experta quadrilha de negociantes de escravas brancas, chefiada por Marcela.
Com a “colaboração” de Stella, Marcela se entusiasmou tanto com os filminhos pornôs, que decidiu usar mais algumas de suas meninas. Que se foda o lucro que poderia obter vendendo as virgens, tinha absoluta certeza que lucraria muito mais com a venda dos curtas, com outros estupros reais de algumas meninas.
Ela foi pessoalmente escolher as garotas, sua nova estrelinha para o próximo pornô. Ela escolheu Rita, a mais novinha de todas e a levou para a locação onde Stella já estava, nua e deitada, esperando Ralf se deitar para contracenar com ela.
Quando viu sua amiga chegar, trazida por Marcela, Stella deu um grito apavorada e tentou se levantar e ir ao encontro de sua pequena amiga, mais foi segura por Ralf, que lhe disse para ficar deitada, pois nada poderia fazer pela garota, pois Marcela já tinha decidido usá-la.
Marcela se aproximo da cama e com a maior calma deste mundo, falou para Ralf e Stella.
- O script de hoje está sendo alterado, vocês dois, mais Henry e Eduard vão participar de uma cena que bolei para ser inserida num futuro filminho. Vocês três vão estuprar a “irmã” de Stella, que tentará evitar que sua irmãzinha seja violentada por vocês.
- Está de acordo Ralf?
- Lógico que sim, chefe. Não é toda hora que posso tirar um cabacinho tão novinho.
Quando Rita é jogada sobre a cama, muito assustada se agarra a Stella, como se ela fosse a sua tábua de salvação.
- Amiga... o que está acontecendo? O que eles vão fazer com a gente?
Stella se sente impotente para proteger Rita, mas assim mesmo a segura junto a si, mas fica desesperada ao escutar a factícia palavra: AÇÃO.
O que ocorre a seguir é uma autentica barbárie, com os três nojentos usando de extrema violência contra as garotas, principalmente com Rita. Ela parece uma alucinada, esperneando e gritando em desespero enquanto suas roupas vão sendo rasgadas. Stella intervém e auxilia a menina, mas Ralf e um outro, a afastam com bofetadas que a atinge no ventre e no rosto.
Stella atordoada com as pancadas e com um dos rapazes montado nela, fazendo sexo anal, pode ver e ouvir Ritinha berrando de dor, com Ralf e o outro em dupla penetração na garotinha. Aquela cena diabólica durou uma eternidade, com eles se revezando sobre Rita e Stella. Até que Marcela, notou que algo não estava como o “programado”. A pequena Rita, não mais reagia as investidas dos seus estupradores, estática e de olhos abertos, se deixava manipular, sem mesmo emitir um som, quando Ralf iniciou o sexo oral.
- Stop... parem tudo! Acho que a garota está em choque. A fizeram beber um pouco de água e cheirar algo, na tentativa de a reanimar, mas Rita continuou na mesma. A mente da pobrezinha não resistiu ao abominável estupro coletivo a que foi submetida e apagou.
No dormitório, Ritinha continuou em choque e seu estado apavorou as outras garotas e Stella, chorando e bastante machucada pelas agressões sofridas, contou para elas tudo o que aconteceu e que ela já estava a muito tempo sofrendo as mesmas agressões sexuais.
Mesmo com o ocorrido com Ritinha, Marcela ordenou que outra menina a substituísse. A escolhida foi Ana e acho que ele fez isso só por saber que Aninha era amiga íntima de Stella.
Naquela mesma tarde Marcela veio até elas e com a sordidez de sempre, se dirigiu à Ana:
- Garota, você e Stella, vão contracenar juntas no vídeo que estamos finalizando e eu quero que estes pentelhos que tens aí sejam depilados. Não é legal filmar aranha cabeluda. Quero tua buceta lisinha como bunda de bebê.
Ana se agarrou a Stella, como o coração batendo a mil, chorando em desespero, como se pedindo sua proteção. Tão logo ela saiu, uma mulher pesadona, falando com sotaque russo pediu para Stella e Ana a seguissem.
Por experiência própria, sabia que não adiantaria nada em recusar em ir com a gorducha, mas Aninha, se agarrou a cama, se recusando a segui-la. Recebeu uma bofetada tão forte da mulher, que rolou pelo chão gritando de dor.
- Eu não pedir... eu mandar... vocês vir comigo. Resmungou a matrona, que aos empurrões as foi levando escadaria abaixo.
No set de filmagem, Marcela apresentou Ana aos todo os outros presentes.
- Pessoal esta pequena vai ser a nossa protagonista nas tomadas. Antes, entra Stella e depois Ana e depois as duas juntas com os meus rapazes. Helen, trate de depilar a buceta cabeluda dela, eu a quero bem lisinha.
De nada adiantou Aninha grita e espernear, foi imobilizada sobre uma bancada, com pernas e braços bem presos e com a maior calma do mundo, a tal de Helen, com destreza, foi depilando a jovenzinha, que choramingava e tremia de medo.

Nem meia hora depois, Ana com os olhos esbugalhada, sentadinha numa cadeira, via Stella sendo filmada, com Ralf montado sobre as costas dela, num sexo anal, com as mãos esmagando os seus seios e lambendo o ombro e o pescoço. A garota já estava domada e esta é a era posição que ele mais gostava. O filho de uma égua a fazia gemer de tanto tesão. Stella tentava se segurar, vendo a amiga a olhar muito assustada, mas não conseguia.
O prazer que o pau Ralf lhe proporciona é enlouquecedor. Ele a faz ter um violento orgasmo, com o pau enterrado em sua bunda e ela não resisti e dá um tremendo berro, se sentindo derreter por dentro.
Quando tudo terminou e Marcela se deu por satisfeita com a cena e ordenou que fosse até a toalete e se recompor. Quando passou por Ana, ela a olhou com uma cara demonstrando surpresa, pelo comportamento da amiga na cama com Ralf.
- Pessoal, vamos para a cena seguinte. Ana, agora é a tua vez. Pessoal, a menina é virgem e eu quero que usem de muita violência e que a façam berrar de dor e pavor. Fazer um pornô com cenas de estupros reais. Não é a todo momento que se pode fazer e isso vai gerar rios de dinheiro para a nossa produtora.

Oitenta e oito dias depois, uma a uma, todas a meninas foram estupradas frente as máquinas dirigidas por Marcela, que faziam seus “meninos” usarem de extremo sadismo e aquilo passou a render rios de dinheiro para o grupo.

Entusiasmado com os pornôs que recebia de Marcela, o principal distribuidor dos DVDs dela para a Ásia, solicitou um encontro pessoal com Marcela e ela viajou para o velho mundo, levando dois de seus principais colaboradores.
Duas semanas depois, a tal reunião aconteceu no casarão do alemão e depois de solicitar que ela fizesse absoluto segredo do que ele iria propor, abriu o jogo.

- É seguinte, Frau Marcela, sabemos que usas nos vídeos que nos vende, meninotas bem novinhas e que os estupro reais delas, vendem como nunca. Pois bem, alguns dos meus melhores clientes, pediram muito mais e estão dispostos a pagar verdadeiras fortunas para que sejam atendidos.
- Eles querem que os estupros destas bonequinhas continuem, mas que nas cenas finais.... elas sejam assassinadas em frente as câmeras, seja por enforcamento, penduras pelo pescoço ou afogamento. O que queremos é que seja tudo filmado com bastante close deste momento.
- O que é isso! Eu sequestro as jovenzinhas e as uso nos meus vídeos, mas nem eu e meu pessoal somos assassinos. Não podemos fazer isso, meu amigo.
- Eu acho que pode sim Frau Marcela... não estamos dispostos a aceitar um “não” de vocês como resposta. Terás de fazer o que queremos. Sabes que minha organização é muito poderosa e que num piscar de olhos pode destruir todo o teu grupo.
Para cada estupro com a morte da garota, vamos lhe pagar três vezes mais do que o nosso acordo atual.
- Para falar que estamos falando sério, aqui você tem o adiantamento dos dez primeiros vídeos. Esperamos, para o seu bem, que não nos decepcione.
- Minha nossa! Querem que eu elimine dez das minhas garotas? Neste ritmo vou ficar sem nenhuma para os meus vídeos!
- Não seja dramática.... o que não falta lá no Brasil é linda meninotas para serem sequestradas pela tua organização. Tens a tua disposição uma quantidade sem limites de pretendentes para os teus vídeos.
- Leve o teu dinheiro e dentro de quatro meses, espero receber os dez vídeos que já pagamos.

No voo de volta para casa, Marcela, com aquela quantia fabulosa na mala, ficou bastante quieta, pensando em como contar para seus funcionários o que teriam de filmar daqui para a frente. Tinha plena consciência que teriam de fazer os malditos vídeos. Ela entendeu muito bem a ameaça do alemão. Filmar o assassinato de dez suas meninas ou então, ela não viveria por muito tempo.
Dez dias depois, Marcela fez seus últimos pornôs. Empregou muito sadismo, entretanto ainda não usou o esquema encomendado pelos seus distribuidores da Ásia, nenhuma das garotas foi eliminada.
Ela, decidiu o que faria, não tinha outra opção. Chamou Ralf e Ernest ao seu gabinete e contou tudo para eles, seus principais colaboradores.
Os dois rapazes ficaram aterrados e mais ainda quando viram a fabulosa quantia que Marcel recebeu como adiantamento.
Ernest abestalhado com tudo aquilo, foi o primeiro a se manifestar.
- Marcela, seu muito bem que sou um safado.... que sequestra inocentes meninas para as usar nos nossos vídeos, mas assassinos não sou. Eu vou pular fora
Ralf também disse que por dinheiro nenhum nesse mundo o faria se tornar um serial killer.
- Meninos, era isso que eu esperava dos dois. Eu também, depois de muito matutar, decide que não iria caçar adolescentes para serem mortas. Então vamos fazer o seguinte........

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Dez dias mais tarde, um telefonema anônimo levou a polícia até um barracão abandonado nas cercanias da cidade e para surpresa de todos, encontraram lá, todas as dez adolescentes sequestradas misteriosamente nos últimos dez meses.
A Interpol, a policia internacional, recebeu em envelope lacrado, um enorme dossier, denunciando todo um enorme esquema mundial de prostituição e de sequestro de mulheres e de todos os lugares onde a “escravas brancas” se encontravam. Além disso, todo o esquema que usava garotas para o mundo da pornografia, estava ali denunciado nos mínimos detalhes.
A Interpol e muitas organizações nacionais de diversos países se mobilizaram e enorme parte deste submundo foi desbaratado, para jubilo dos homens de bem.
Num lugar qualquer deste nosso imenso mundo, uma senhora e seus dois primos, viviam muito bem, sabendo que seus pecados estavam em parte perdoados.

Stella, Magda, Rita e Ana, puderam voltar para suas casas, mas nunca mais foram as mesmas. O trauma que passaram nas mãos de Marcela e seu grupo, prejudicou em muito suas jovens mentes, principalmente Ritinha, que necessitou de muitos anos de tratamento para se recuperar e até hoje ainda não está totalmente recuperada.
Quanto a Stella, agora com trinta e quatro anos, nunca se casou e vive trocando de parceiros, nunca ânsia de buscar sua juventude perdida tão miseravelmente.

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:12 de maio de 2018 15:37

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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