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ASSIM É A VIDA – PARTE 2 VERSÃO COMPLETA E REVISADA





A rapaziada numa tremenda agitação saía da escola. Hoje foi ó último dia de aula. Finalmente as férias de fim de ano chegaram. Agora era só aproveitar o tempo livre da melhor maneira possível. Para Luiza, a Lu, que ficaria na cidade, a coisa não seria tão divertida assim. De família pobre, não tinha condições de aproveitar muito a folga escolar, a não ser passear pelos shoppings da cidade e ir à praia com a turminha de amigos e vez que outra, uma reuniãozinha na casa de uma das meninas, suas amigas.
Em casa era só ela e sua mãe, Maria Helena. Mulher ainda jovem, que dizia à filha trabalhar como recepcionista numa casa noturna nas redondezas da cidade. Não era bem assim, Lu sabia que sua mamãe vendia seu belo corpo naquele prostíbulo, mas nada dizia, pois era assim que ela a sustentava e acima de tudo porque a ama profundamente.
Nesta tarde de sábado, Lu estava na casa de Lurdinha, uma garota bem mais velha do que ela, com vinte e três anos. Não era da turma da escola, pois a conheceu numa loja de sapatos no shopping, quase que por casualidade. A simpatia foi mútua e daí nem duas semanas depois, Lurdinha a convidou para passar uma tarde em sua casa, junto com alguns amigos dela. Lá estava Norminha, uma negra lindíssima, devendo ter mais de trinta anos e uma loira espalhafatosa no modo de se vestir, a Lurdes e três rapazes, conhecidos de Lurdinha, todos bem mais velhos do que Lu e mais o irmão dela, um cara que devia beirar os vinte e poucos anos, o Carlinhos. Lu, com apenas quinze anos, era a fedelha no meio deles e até ficou um pouco arrependida em ter aceito o convite de Lurdinha, pois era uma estranha no ninho.
Não atinava o porquê Lurdinha a ter convidado para a sua casa, pois lá só tinha gente velha e não jovens como ela mesma. Estava achando muito estranho o ambiente na casa de sua nova amiga. Uma sala à meia-luz, com alguns sofás e um bar. Tinha vontade de dar meia-volta, mas agora era tarde para recuar. Lurdinha foi logo a apresentando a todos os presentes, que se mostram muito simpáticos De todos, o único que Lu simpatizou foi o Carlinhos, um cara boa pinta e bastante falante, que foi logo lhe oferecendo uma bebida, que Lu não recusou, apesar de não está acostumada ao álcool. Ela não estava nada à vontade na casa de Lurdinha. Uma música lenta tocava ao fundo e na penumbra do ambiente, todos dançavam bem agarradinhos, menos ela e Carlinhos, que estavam sentados num sofá.
Por insistência de Carlinhos e de Lurdinha, já tinha bebido umas que outras. Como não era esta a sua praia, estava meia tonta e a todo momento tinha de empurrar as mãos de Carlinhos, que teimava em subir por suas coxas. Luiza o achava muito abusado, mas na penumbra do salão e com a cara cheia, foi deixando ele avançar. A bebida a estava deixando um pouca atordoada.
Viu Lurdinha, sentada em um sofá, ao seu lado e cambaleando foi até ela.

- Lu, teu irmão é muito safado e descarado. A toda hora quer meter a mão em minhas coxas.
– Lu, miga, não está vendo, o mano ficou taradão por você. Não seja boba, deixe ele te tocar, não vai tirar pedaço de você. Se ficar envergonhada, por estar aqui no salão, ... vá para a varanda lá dos fundos e se divirta com ele.

- Está louca, Lurdinha? Ele vai meter a mão nas minhas pernas! - O que tem isso demais? Veja a Norminha e a Lurdes, estão no sofá, no maior aperto com o Beto e o Pedro.
– Vá, deixe o mano brincar um pouco com você. Ele é um boboca, não vai passar disso!

- Cruz credo! Lurdinha, não podes dizer uma coisa destas, amiga?
- Posso sim, minha queridinha... pensas que sou boba? Eu vi a mão do mano alisar a tua bucetinha e você deixou. - Não deixei não... foi apenas um descuido meu e foi apenas por cima do vestido e o safadinho sabe que estou um pouco baleada com a bebida e se aproveitou disso.

- Lu, não seja bobinha. Eu arrumei esta festinha aqui e convidei os meus amigos, mas você é a convidada de honra. Está vendo o Ricardinho, com olho grande em mim?
- Ele está louco para se divertir comigo. Vou levá-lo lá para o meu quarto, tão logo você e o meu mano se enturmem.

- Puta merda! Lurdinha, você vai deixar ele te foder? - É logico que sim, bobinha! Eu e minhas amigas, adoramos caralhos na buceta. É a coisa mais deliciosa neste mundo! Fico maluquinha e ainda dou o rabo bem gostoso, a rapaziada adora um cuzinho.

- Alivie o mano, amiga... você vai gostar. Ele pediu que eu a trouxesse aqui, somente para isso.

– Tenho medo Lurdinha, não sei se você sabe, mais eu ainda sou virgem. - Por favor, eu quero ir embora e deixar vocês mais à vontade. Eu bebi muito e estou embriagada, tudo está muito confuso na minha cabeça.

- Está bem, amiga, peço desculpas por a trazer para a minha reunião. Você está muito tontinha. Vou lhe dar algo para limpar o efeito do álcool e depois a levarei para tua casa.

- Que pó é este Lurdinha?

- É para tirar o efeito da bebida, meu amorzinho. É inofensivo e você está um pouco tonta, com os aperitivos que bebestes. É melhor chegar em casa, com a cuca limpa. Senão tua mãe vai te aporrinhar.

-Tudo certo, amiga. Realmente eu estou um pouco tonta.

– Nossa! Que gosto ruim, Lurdinha! - É assim mesmo, Lu, beba tudo.

Lu, depois que aceitou a mistura que Lurdinha lhe ofertou, não ficou nem um pouco melhor, ao contrário, parece que estava mais tonta e foi se sentar
.
- Como é Lu, todo mundo está num canto se divertindo. Só eu e você estamos aqui de bobeira. Vamos lá para o meu quarto. Prometo ser bem bonzinho com você.

- Carlinhos, mas só vou se você prometer comportar-se e não passar dos limites, está bem?

- Tudo bem, Lurdinha. Só uns beijinhos e uns carinhos nas tuas coxas, nada mais do que isso, prometo.

Luiza, não sabia muito bem a razão, mas se sentia bastante excitada, tal como se masturbada, quando estava tomando banho ou na sua cama. com o coração na mão, acompanhou Carlinhos até o quarto, no segundo pavimento da casa, com ele a segurando, pois quase não conseguia se manter em pé A porta do quarto de Lurdinha, ao lado do quarto dele, estava só encostada e Lu pode ouvir os gemidos dela, fazendo sem-sem-vergonhice com o Ricardinho.
Estava com muito receio, mas ao mesmo tempo, ansiosa e excitada. Desejava os carinhos do mano da amiga. Mas ao mesmo tempo, tinha medo, pois ele poderia querer passar dos limites e ela não queria isso. Ela se sentia muito mole, mal podia ficar em pé. Tinha noção que não devia ir para o quarto dele, mas ele, ainda no corredor, a beijava e segurava seus seios, mesmo por cima da blusa e aquilo estava muito gostoso. Não tinha como resistir. Inclinada sobre a poltrona do quarto dele, estava no mundo da lua com os beijos dele.
Carlinhos chupava sua língua e seus lábios. Luiza nunca tinha sido beijada neste modo e louca de desejo, correspondia com igual vigor aos beijos de Carlinhos.

- Carlinhos, você disse que não faria isso... tire as mãos das minhas coxas, por favor!

– Lu você me enlouquece... estou louco de desejos por você!
– Deixe eu mamar os teus peitos, meu amor? Juro que será só isso, queridinha.

- Aaaaaiiiiii! Está doendo, não necessita morder meus mamilos, cara! – Não, não, tire os dedos daí Carlinhos... você vai me machucar! Você disse que só seria nos seios. Eu não quero cara... eu sou virgem e não gosto destes abusos. Você vai me machucar!
- Não vou não, Lu...vou só fazer carinhos na portinha da tua grutinha... assim... com os meus dedos está sentindo? Mesmo sob protestos, ele continuou, com dois dedos, a friccionar o clitóris de Luiza, que aos poucos foi relaxando, dominada por um prazer avassalador que não pode controlar e se entregou por completo, abrindo as coxas para melhor ser masturbada.

- Aaaaaiiiiii…. Aaaaaiiiiii... aaaaaaaaiiiiii, que coisa mais louca! Mais rápido Carlinhos, mais rápido. Pode enfiar um pouco mais os dedos, meu amor, um pouuuucoooo maaaaaiiiiiis…. assssssiiiiiiii.

Pela primeira vez na vida, Lurdinha experimentou um orgasmo. Uma coisa tão violenta que quase a fez explodir de tanto prazer.
Não tem noção de como foi parar na cama de Carlinhos, totalmente nua, com ele, também nu, lhe fazendo carícias por todo o corpo. Carlinhos sabia que Luiza não tinha como lhe resistir. A bebida e o pozinho branco que ele e a mana prepararam especialmente para a bobinha estava fazendo seus efeitos e junto com as lambidas dele, a garotinha estava em ponto de bala.
Extremamente excitada, quando a língua voraz começou a invadir a xoxotinha, ela abriu mais as coxas e o quarto se encheu com gemidos da menina, totalmente submissa aos prazeres da carne, até então desconhecidos para ela.
Lu, só voltou a razão, quando sentiu Carlinhos se deitar por cima dela e o membro duro como um cajado, procurar a entrada de sua buceta.
Ao sentir seu hímen ser pressionado, apavorada, reuniu forças, não sabe de onde e o empurrou de cima dela. Mas Carlinhos, bem mais forte, a segurou com força e a puxou de volta à cama. Novamente montou por cima de Lu, que apavorada, começou a berrar como uma louca. Mas a boca de Carlinhos, na sua, a fez calar e novamente no meio de suas coxas, com a cabeça do membro roçando suas carnes macias e molhadas. Lu, não teve mais como o impedir e se deixou vencer pela força do prazer que ele estava lhe proporcionando.
Bem lentamente, foi sentindo sua bucetinha até então intocável, ir se alargando para dar lugar ao grosso músculo que a invadia. Carlinhos beijava e lambia o rosto de Lu, como um possesso, enquanto fazia seu membro se movimentar dentro da grutinha apertada da menina, num entra e sai incessante. Lu o sentia bem fundo dentro dela, fazendo aquela coisa se movimentar. Foi se acostumando com o invasor e uma sensação gostosa foi tomando conta dela novamente, e todo se medo foi embora. O roçar do membro nas paredes de sua buceta a fazia gemer de prazer, a enlouquecia.
Luiza soltou um grito enorme, abafado pela boca de Carlinhos, quando algo explodiu dentro dela. O seu primeiro orgasmo sendo fodida foi simultâneo com o dele, que despejou toda o seu gozo bem fundo na vagina da garota. Carlinhos, mesmo depois do ápice, não saiu de dentro de Lu, que mergulhada num turbilhão de pensamentos, não ativava direito com o que lhe tinha acontecido.

ASSIM é A VIDA, a jovenzinha, inocente e pura, que acabou de fazer quinze aninhos, perdeu a virgindade para um homem bem mais velho, que mal conhecia e que nem seu namorado era. E pior de tudo, foi que ela gostou de fazer sexo com ele. O prazer que sentiu foi enorme, um frenesi que a dominou por completa. Não pode resistir. Luiza, não tinha como saber, mas Lurdinha e o irmão, a negra Norminha, Lurdes a loira espalhafatosa e os três homens, estavam todos mancomunados para trazer a jovenzinha para a cama deles e para isso, de comum acordo, a tornaram presa fácil, com bebidas e drogas.

Era isso que mais gostavam de fazer, trazer para o mundo de devassidão deles, garotas adolescentes. Quanto mais jovens e inocentes fossem, maior era o prazer deles em a corromper usando para isso, bebidas, drogas e sexo. Eram os lobos à caça de ovelhinhas.
Tudo foi feito conforme o acordado, e Luiza desde que colocou o primeiro gole de bebida na boca, estava presa na teia de aranha, armada para a trazer para o grupo de perversos. Estava sendo drogada, de uma forma discreta, tudo para solapar sua vontade e a tornar presa fácil para o grupinho. O combinado, era que, Luiza não seria estuprada só por Carlinhos, mas também por todos o bando de canalhas.

Luiza percebeu quando Carlinhos, voltou a enterrar o pau em sua buceta, O pau dele continuava duro e em poucos minutos, ele a fez ter outro orgasmo, tão forte como o anterior. Nunca pensou que pudesse sentir prazer tão louco como aquele. Agora ele a posicionou por cima dele e ela, cheia de tesão, podia mexer sua cintura, sem o peso dele sobre ela. Sem mesmo saber a razão, se entregava por completo aquele prazer avassalador que a dominava.
Mas o que veio a seguir, apagou todo o fogo que sentia e o pânico a dominou por completo.

Percebeu alguém se deitar por cima dela, levou um tremendo susto, gritou e tentou sair, mas com o peso de outro homem em suas costas, não conseguiu. Apavorada percebeu que o seu bumbum estava sendo invadido por um outro membro. A dor que sentiu ao ser penetrada por trás, só não foi maior que o seu terror.
Luiza estava no meio deles, numa dupla penetração. Eles se movimentavam num perfeito sincronismo, um entrando e outro saindo de seus buraquinhos. Se sentia sufocar. Não tinha prazer nenhum, apenas muito horror, respirava forte com a boca aberta, com Carlinhos prendendo seus lábios entre os dentes dele e o outro cara, fungando em seu ombro e pescoço.

Em meio a tudo isso, entreabriu os olhos e duvidou do que estava vendo. Lurdinha, Norminha, Lurdes e o outros sujeitos, Beto e Pedro, estavam ali, ao seu redor, olhando o duplo estupro de Luiza. Pareciam apreciar o que viam, pois em seus olhos, pode ver escárnio e sacarmos. Lurdinha se aproximou o máximo que pode do rosto de Lu e quase a tocando, falou:
- Então meu amorzinho, está gostando de dar a bunda e a buceta para os meus rapazes? Fique calminha, pois ainda tem muito mais. O Beto quer que você chupe o pau dele... é só o mano e o Ricardinho gozarem em você, que vais conhecer a foda oral. Juro que vais gostar do gostinho da porra dele. Ela delirava de prazer ao ver o horror nos olhos da inocente garota.

Nem bem Luiza se viu livre da dupla penetração, a negra Norminha, com crueldade extrema, lhe injetou na nádega, todo o conteúdo de uma seringa.
Parecia que Luiza não tinha mais vontade própria. Era o grupo que a manipulava ordenando que ela o obedecesse às suas ordens. Os quatro rapazes, ordenaram à drogada menina, que engolisse tudo o que saia de seus caralhos. Parecia que estava num deserto e escutava alguém lhe soprar ao ouvido. Lu, engula tudo, senão vais ficar com muita sede. Ela gostou do gosto e do cheiro do líquido espesso que descia por sua garganta. Até quando Lurdinha de cócoras sobre seu rosto, gozou em sua boca, ela não se rebelou, pois estava ouvindo alguém lhe dizer que era para manter a boca bem aberta. Antes de apagar por completo, sentiu outra picada, desta vez na coxa direita.

xxxxxxxxxx

- Dona Maria Helena... aqui é a Berta, a mãe de Lurdinha, amiga de sua filha Luiza. Ela me informou o número do seu celular e é por isso que estou lhe ligando. Sua menina está indo passar o fim de semana com a Lurdinha e o irmão dela, na nossa casa de campo. Foi tudo arrumado de última hora. Lu ficou com medo que a senhora não a deixasse ir e pediu para eu falar com você.
É bem o jeito de Lu, até parece que sou uma jararaca. É lógico que vou deixar ela ir com vocês. Já que é assim, diga a ela que vou aproveitar que não está em casa e sair com uns amigos. Domingo à noite estarei de volta. Quem chegar primeiro, sabe onde a chave da porta está.

- Pronto pessoal.... Tudo limpo. Podemos ficar com a gostosinha todo este fim de semana. A mãe dela é tão idiota como a filha e acreditou piamente que estivesse falando com Berta, a minha mãe. Que Deus a tenha lá em cima.

- E Luiza, como ela está?

- Ainda está sobre efeito das drogas. Acho que somente daqui umas horas, ela irá acordar.
- Muito bem, Pedro, vamos preparar todo o equipamento de filmagem e tão logo ela acorde, vamos encher os cornos desta putinha de alucinógenos e outras coisinhas mais, eu a quero bem eufórica e que não possa reagir quando das filmagens.

- Pode deixar, Lurdinha, estas drogas são muito poderosas e Lu vai entrar num estado de alucinação de onde que tão cedo não voltará.
– Depois, como se comportará quando tomar conhecimento de tudo que fizemos com ela?

- Não tenha receios, Lurdes. Ela não terá outra saída a não ser se comportar como queremos. Terá de nos obedecer e ficar bem quietinha. Mas para não dar sorte ao azar, vamos torná-la dependente de drogas, assim será mais fácil a gente a manipular.

- Não temam pessoal, Luiza será a nossa escrava e isca perfeita que nos servirá para trazer ao nosso covil, menininhas como ela. Se agirmos bem direitinho, em pouco tempo teremos muitas garotinhas ao nosso inteiro dispor, tal como Luiza está. Será ela que nos trará suas amiguinhas.

Sexta, sábado e domingo, durante estes três dias e noite, Luiza, sob o efeito de alucinógenos, foi filmada nas mais explicitas cenas de sexo. No pornô a garotinha, no meio de uma orgia tremenda, aparecia em close-up, toda aberta, sendo penetrada tanto na buceta como no ânus por quatro homens, em dupla penetração ou um por vez, todos mascarados. Seu rostinho juvenil aparecia, com toda sua beleza, chupando os paus dos caras, que esporavam em sua cara. Uma negra, igualmente mascarada, sentava no rosto da menina e a cena era por demais revoltante, ela urinado na boca da jovem.
Foram mais de doze horas de filmagens, editadas para pouco mais de 2 horas, distribuídos em cinco filminhos.
A quadrilha, especializada em pornografia, tinha decidido que em seus curtas futuros, não usariam mais profissionais e sim garotinhas que seriam capturadas pelo bando para serem usadas nos seus vídeos. Luiza foi a primeira a cair na rede e fizeram miséria com a jovem.

As cenas filmadas com esta linda menina, seriam vendidas para os quatro cantos do mundo, trazendo para Lurdinha e seus comparsas, uma quantidade enorme de dólares.

Por sugestão de Pedro, a primeira garotinha que Luiza seria obrigada a trazer para eles, seria filmada, ao natural, sem bebida ou drogas em seu corpo.
- Pessoal, ordenaremos que Luiza nos traga a Ellen, aquela menina do primeiro ano escolar, muito amiga dela. Imaginam, uma moreninha de apenas treze aninhos, nua e pendurada pelos pulsos, gritando de dor enquanto é chicoteada por uma negra mascarada. Vai vender horrores, não acham?

Na manhã de segunda-feira, Luiza acordou com todo o corpo parecendo que tinha estado dentro de uma máquina de lavar. Cada pedacinho dele doía enormemente. Não conseguia pensar direito. Mas aos poucos foi se lembrando que beberá muito e que fora estuprada, provavelmente pelo irmão de Lurdinha. Tinha marcas roxas por todo corpo e parecia que tinha comido comida estragada, pois o mal-estar em seu estomago, a fazia ter cólicas.
Conforme foi se lembrando, o horror e o pânico se apoderam dela.
– Minha nossa o que fizeram comigo? Banhada em lágrimas, percebe que está nua, deitada numa cama que não é a sua. Tenta se levantar, mas logo caí de volta sobre a cama, com a vista turva e sente tudo rodar em sua volta. Os três dias que passou sob efeito de drogas, ainda se fazem sentir em seu corpinho.

Chora baixinho, agora sabendo que foi violentada, penetrada em sua buceta e bunda. Seu corpo está todo marcado por manchas vermelhas e por mordidas. Seus seios estão bastante machucados. Minha nossa! O que eles fizeram comigo?
Deitada, toda envolta no lençol, incapaz de compreender a razão deles fazerem esta maldade com ela, chora a sua desgraça.

Escuta voz de Lurdinha a chamando.
- Luiza, acorde querida. Temos muito que conversar com você.

Todos estão ali, no quarto. Lurdinha, Carlinhos, Norminha, Lurdes, Pedro Beto e Ricardinho.
Lu, os vê ao seu redor e sente enorme raiva, pois sabe que eles a drogaram e a submeteram as suas taras:

- Você, Lurdinha que se dizia minha amiga, me atraiu aqui, somente para ser estuprada. Mas isso não vai ficar assim. Eu só tenho 15 anos e quando sair daqui vou direto dar parte de vocês. Todos pagarão bem caro o que fizeram comigo, cretinos, canalhas! A revolta de Luiza a fazia gaguejar de tanta raiva que sentia deles.

Para de falar, surpreendida por um violento tapa é desferido por Carlinhos a faz gritar de dor.

- Cale a boca, Lu.... todos nós te fodemos e você chupou o pau de todo muito e você será a nossa putinha daqui em diante. Esta bucetinha e este rabinho, será nosso, queira você ou não. Luiza ia abrir a boca, espumando de raiva, para mandar todos eles iram a merda, quando outro tapa, desta vez desferido por Lurdinha, a fez calar.

- Minha amiga, se você não se calar, vai continuar levando porrada da gente, feche esta boquinha chupadeira e nos ouça.

Beto se adianta e com a sua linda carinha, fala com toda a calma:
- Lu, minha queridinha, você não fara nada disso. Vais ficar bem quietinha. Vais sair daqui e ir para a tua casa e falar para a idiota da tua mãe que aconteceu um imprevisto e que você só pode voltar hoje. O carro sofreu um acidente ou coisa parecida.
- Está maluco, cara! Vou dar parte de todos vocês, é isso que farei.

Sem prévio aviso, a negra Norminha e Pedro a descobrem e a obrigam a ficar em pé. Lu, assustada resisti, mas Lurdinha lhe dá um forte soco no estomago e lhe diz, que é melhor não resistir. Aterrorizada, se vê sento arrastada para outro cômodo e colocada com violência sentada sobre uma poltrona
. Revoltada, quer se levantar, mas Carlinhos a empurra de volta, com um tapa em sua cabeça.
– Fique quietinha garota, terás de aprender que quem manda em você somos nós e tu não terá opção e vamos te mostrar o porquê disso. Olhe para telinha aí na tua frente, vadia de merda.
Luiza está apavorada com a atitude deles, mas rebelde, ainda tenta se insurgir a eles, numa tentativa de se levantar da poltrona. Mas o que não esperava o veio a seguir. Carlinhos, segurou seus braços por trás e a negra Norma começou a lhe dar tapas violentos nos seios desnudos. Apesar dos gritos de dor de Lu, ela não parava de lhe bater. Então Carlinhos, sem a soltar, se inclinou e com a boca colada ao seu ouvido, lhe disse:
- Você vai apanhar até nos dizer que vai ficar quieta e ver o que queremos lhe mostrar. Dos seios, Lurdes, passou para o rosto, com os tapas se alternando nas faces de Lu, que num mar de dor, implorou que parasse. Mas assim mesmo, Lurdes um requinte de sadismo, lhe aplicou, com o punho fechado, um violento soco um pouco acima do umbigo. Lu abriu a boca e tombou a cabeça, lhe faltando o ar, e tudo ficou escuro.

Então Luiza compreendeu que estava nas mãos deles e se concordasse com o que eles queriam, iria sofreu muito e se resignou.

– Agora garota idiota, fique olhando o filminho que nós fizemos de você.

Não pode acreditar no que via na pequena telinha. Ela dançando com Carlinhos, num salão, com a mão dele espalmada em sua bunda e depois no sofá com ele chupando seus seios e com uma mão entre suas coxas, parecendo estar a masturbando. Em seguida está numa cama de casal, sendo penetrada por dois mascarados, também nus, enquanto chupavas o pau de um terceiro ao mesmo tempo que seguravas com uma das mãos o pau de um outro. Em seu rostinho em close, pode-se ver que fazia sucção bom as maças do rosto, gemendo com o sexo oral.

O terror que sente ao ver aquelas cenas a faz dar um tremendo grito e seu corpo ser sacudido por incontrolável tremor, que não consegue controlar.

- Eu não fiz isso... é tudo armação de vocês!!!!

- Fez sim, querida. Basta examinar teu corpo para veres que tua buceta e teu cuzinho já receberam muitos caralhos e você tem muitas marcas de chupões e mordidas por toda parte.

- Quem diria... uma garotinha tão novinha que se faz de santa, na verdade é uma tremenda putinha, que participa de orgias e adora se drogar!

- Imagina a surpresa e a tristeza de tua mãe, quando receber uma cópia deste vídeo? Logo mais iremos colocar na internet algumas destas cenas. Teus amigos e colegas ficarão assobradas e creio que serás motivo de zombaria e serás expulsa da escola e todos te chamarão de vadia, atriz de filmes pornôs.


- Não...não... pelo amor de Deus não façam isso. Estava embriagada e drogada, não sabia o que acontecia em minha volta. Mas acho que vocês fizeram alteração, isto não deve ter acontecido desta maneira.

- Minha querida é claro que fizemos algumas edições, mas temos tudo prontinho para ser vendidos no mercado internacional de pornografia, quatro filminhos teus com nossos amigos, na maior suruba deste mundo e estamos em vias de editar um outro, pois temos muito material teu.
Em pouco tempo, serás uma das maiores estrelas pornôs. Serás famosa, garota!

- Para evitar que estas cópias de você não sejam distribuídas pela cidade, você, terá de concordar com algumas exigências nossas:

- Não abrir a boca para ninguém do que aconteceu nestes três dias com você. Toda vez que a chamarmos, você virá ao nosso apartamento, logicamente sem o conhecimento da vadia de tua mãe e de mais ninguém.
Você é bem novinha e tem um corpo muito lindo, então você irá participar de muito outros pornôs com a nossa equipe e por último, queremos que você nos traga a Ellen, tua amiguinha, para a gente. Porém a pegue de surpresa e não diga para onde a esta levado...não queremos correr o risco dela dizer que você a convidou para a minha casa.

- Por todos os santos...Ellem só tem treze anos! O querem com ela?

- Não sejas burra Lu, faremos com Ellen o mesmo que fizemos com você.
- Agora você vai se vestir e ir para tua casa. Dê uma desculpa para a mãe. Leve este celular e fique atenta aos nossos chamados. Se fizer tudo como queremos, teu vídeo não será visto por ninguém, exceto o pessoal do velho mundo, onde negociaremos os nossos filminhos.
Você terá trinta dias para nos trazer Ellen, não mais do que isso. Estamos entendidos.

XXXXXXXXXXXXXXX


Quando Luiza, na segunda-feira, deixou o apartamento de Lurdinha estava completamente desorientada. Eles deixaram tudo bem claro, ela não teria saída a não ser se submeter a eles. Seu desespero era tanto, que não foi para sua casa, como pediram. Ficou perambulando sem rumo pela cidade.
Que se submetesse à vontade deles, estaria escravizada pelo resto de sua vida e arruinaria a vida de sua amiguinha Ellem e de muitas outras. Então decidiu que não cederia, mesmo que isso a arruinasse sua vida.
Foi aí que, mesmo transtornada como se encontrava, um anjo lhe soprou ao ouvido o que ela deveria fazer. Lhe veio a lembrança uma palestra promovida pela diretora de sua escola, com ela informando as suas alunas que deveriam prestar bem atenção na fala do palestrante, pois era de suma importância para meninas na idade elas.
A senhora que ocupou o microfone, com sua simpatia e fala simples e objetiva, soube incutir nas garotas, como agir no caso de se encontrarem em “n” situações em poderiam encontrar pela vida afora. A oradora era a represente da DPCA- Delegacia de Proteção à Criança e Adolescente. A doutora Cynthia de Azevedo Bastiam, a delegada titular desta jurisdição.
Luiza, num arroubo de coragem e desprendimento, resolver ir até ela, porém não tinha o telefone e nem o endereço da tal delegacia e resolveu ligar para a diretora da sua escola, pois sabia que ela lhe daria estas informações.

- Senhora Marta, aqui é a Luiza da turma P34, necessito que a senhora me ajude.
- Luiza! Porque não veio para a escolar hoje? Tua turma tem prova hoje!
- Me ajude, pelo amor de Deus!
- Você está chorando, minha filha? O que aconteceu? Podes contar comigo, querida.
- A senhora pode me dar o telefone e o endereço da dra. Cynthia, aquela senhora que esteve falando com a gente no mês retrasado?

Marta, a veterana diretora, pelo choro e nervosismo da garota, solicitando o endereço da DPCA...devia ser coisa muito grave.

- Meu anjinho, fique calma, que eu vou lhe fornecer o que pediste, mas eu quero que faça uma coisa por mim. Pegue um taxi e venha até aqui, eu pago a corrida. Estou a sua espera Luiza.

Vinte minutos depois, Luiza chegou à escola, e a diretora já a estava esperando no pátio. Depois de trinta minuto, entre lágrimas e muito nervosa, conseguiu contar, ainda que emitindo alguns detalhes tudo o que lhe aconteceu neste fim de semana.

Marta a abraçou e pediu para a enfermaria lhe trazer um calmante e pergunto se sua mãe tinha conhecimento. Luiza disse que não e que seria melhor ir primeiro à delegacia. A diretora então decide acompanhar sua aluna até a delegacia.

XXXXXXXXXXXXXXX

doutora Cynthia de Azevedo Bastiam, por quase três horas, ouviu de Luiza, tudo que aconteceu com ela. Pediu que lhe contasse a história toda deste o início. Luiza, assim confortada, até onde tinha ciência, pois passou boa parte sob ação de bebida e das drogas. Contou das chantagens deles em divulgar os vídeos, no caso dela abrir a boca sobre eles e da exigência de trazer sua amiguinha Ellem para eles. Cynthia pediu para ficar com o celular.
- Meus parabéns Luiza. Você teve a coragem de vir até aqui, apesar de tudo que sofreu e das ameaças. Fique sossegada, que ainda hoje, vamos desbaratar esta quadrilha, antes que eles tenham tempo de distribuir o material que fizeram de você e eu lhe prometo, que tudo será destruído e que todos serão presos.
- Pelo que percebo, pelo estado, os safados a machucaram, então você será levada para fazer exames e terás de depor contra eles. Você está disposta, meu bem?
- Faço tudo que a senhora pedir.
- Muito bem, então vou entrar em contato com a sua mãe para que ela a acompanhe, visto que isso é necessário, por você ser menor de idade.

Assim foi feito. Luiza depois dos exames no DML, por pedido dos médicos, ela foi internada, devido aos danos em seus órgãos genitais e principalmente pelo seu estado mental, muito abalado e confuso, em grande parte pela grande quantidade das drogas que ainda circulavam em seu sangue.

Graça a ação corajosa e heroica de Luiza, toda a quadrilha foi desbaratada e colhido farto material de prova contra eles. Como promessa da dra. Cynthia, todo os vídeos onde parecia Luiza foram dispensados como elementos de prova.
Ela e mais três outras jovens, foram testemunhas e hoje todos estão respondendo pelos seus crimes.

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:22 de outubro de 2017 01:03

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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