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Do fundo do baú

Clube do Fetiche


No requintado escritório no 9º andar do imponente edifício comercial da Malcon & associados, em torno de uma mesa de reunião, os quatro homens tinham de tomar uma importante decisão. Malcon, um senhor de meia idade, vestido com elegância, tinha em sua frente uma pasta contendo todas as informações que seus colaboradores colheram., após minuciosa pesquisa. Ele defendia seu ponto de vista, em contrapartida ao parecer do seu sócio e amigo, Deloy, que tinha opinião divergente.
Após alguns poucos minutos, chegaram a um consenso. A garota escolhida era a que Malcon defendia com unhas e dentes. Satisfeito ele fechou a pasta. Mais uma vez a candidata escolhida por ele, foi a indicada por unanimidade pelos demais sócios.
Ele se alardeava como um cara que tinha boa perspicácia para escolha das candidatas com perfil para serem sócias do seleto clube deles.
A pasta continua todas as informações a respeito de Elizabeth Thiessen, uma jovem e promissória advogada, de apenas vinte e quatro anos, que fora contratada a pouco meses, pelo escritório de advocacia Malcon & associados. Além do currículo de Beth, outros dados estavam minuciosamente catalogados, tais como peso, altura, perfil psicológico, relacionamentos amorosos, parentes próximos e muitas informações.
A senhorita Thiessen, é noiva de Eduard, um arquiteto de vinte e seis anos, com casamento agendado para o próximo ano. Ruiva, com um 1,68m. cabelos curtos e o que mais despertou o interesse do senhor Malcon, ela irradia simpatia por todos os poros e é de uma beleza física extraordinária, com um rostinho lindo que emoldura um corpo de linhas perfeitas, que chama a atenção dos colegas homens e a inveja das outras funcionárias.
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Sexta-feira, Beth está irradiando alegria ao se preparar para deixar o escritório. Neste fim de semana prolongado, vai passar os três dias com Eduard, conforme combinou com ele pela manhã. Só em pensar em estar na cama com ele, fazendo amor, experimenta um arrepio em todo seu corpo. Como é seu hábito, prefere ficar um pouco mais em sua mesa, pondo em ordem a papelada e dar uma última olhada na telinha do NB, para ver o que tem agendado para a próxima terça-feira.
Prefere assim, deixar que os elevadores fiquem mais vazios do grande movimento do pessoal que deixam os escritórios ao mesmo tempo. Mas na realidade, ela não gosta de encontrar Charles, um advogado novato na empresa, que teima em cantar Beth, mesmo sabendo que ela é noiva e que não quer nada com ele.
Agora, com mais calma, usa o celular para avisar o noivo que em menos de quarenta minutos estará no apartamento dele.
O seu carro está na garagem G3, pois sempre procura estacionar na garagem onde o carro de Charles não está. Há alguns dias, teve a petulância de deixar seu carro ao lado do dela na G1, e na hora da saída, a esperar para a convidar para irem a um “local mais reservado”.
Beth não gosta muito da G3, pois ela é sombria e de teto baixo e isso a assusta, mas a prefere a ter de encontrar o galanteador teimoso.
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O elevador que vai até a última garagem, está vazio e lá, ela vê somente o seu carro e mais dois e mais nada. Beth caminha rápido, enquanto acionando sua chave eletrônica. Já está entrando no veículo, quando percebe uma leve respiração atrás dela, se vira assustada e vê uma pessoa mascarada encostar no seu ventre algo semelhante a uma arma, mas em vez de um tiro, ela estremece, como se tivesse levado uma descarga elétrica e tomba nos braços do desconhecido, inconsciente.
O desconhecido guarda o taser (a arma de choque), olha para todos os lados para se certificar que não há mais ninguém por perto. Um sedan preto, com vidros esfumaçados, se aproxima rápido e um outro homem, também mascarado, desce e ajuda o primeiro a colocá-la no banco traseiro e parte veloz, Um terceiro homem, entra no carro de Beth e segue atrás do sedan.
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Elizabeth se sente bem atordoada, todo sem corpo parece estar dormente, vê tudo esfumaçado e tem vontade de vomitar. Não sabe onde está e o que aconteceu com ela. Lentamente sua visão volta ao normal e a dormência vai desaparecendo e então, tem um choque ao se lembrar, foi atacada na garagem da empresa e sequestrada. Tudo ao seu redor é escuridão absoluta. Em pânico percebe que está nua deitada sobre um colchão macio.
Não entende a razão de ser sequestrada. Não deve ser por dinheiro, pois ela, de valor só tem o seu carro, que ainda está pagamento e o seu apartamento que está sob hipoteca. No banco, uma pequena economia para cobrir as despejas do seu enxoval. Por estar nua, desconfia que as intenções do seu sequestrador sejam outras e isso a faz tremer de medo. Mas se assim for, qual a razão de estar trancada num cômodo a prova de som e luz?
Beth não tem nenhuma noção de quanto temo está ali, a não ser a sede e a fome, indicando ter se passado mais de um dia. Aquilo está se transformando numa verdadeira tortura para ela.
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No amplo salão oval, muito bem iluminado, muitas pessoas reunidas, sentadas em confortáveis poltronas conversam descontraídas, a maioria bebericando enquanto esperam o início do espetáculo, minuciosamente preparado para satisfação delas, que poderão interagir com o desenrolar do show que ocorrerá na área central do salão oval.
São na maioria homens, mas também há mulheres, todos frequentadores assíduos do “Clube” e dos Shows que frequentemente são realizados naquele lugar.
Eles prestam atenção na fala do homem que se levanta e lhes fala.
- Senhoras e senhores, boa noite. Nesta noite vocês serão brindados com um belo espécime, que temos certeza lhes proporcionará muitos prazeres. Todos conhecem as nossas regras, brinquem e se divirtam, mas não violem nenhuma destas regras.
Todos, sem exceção, devem usar as máscaras que estão ao lado de suas poltronas e só se comunicarem com os seus apelidos de sócios, jamais pelos nomes verdadeiros.
Logo depois um canhão de lux ilumina o acesso ao círculo central, onde uma cortina vermelha se abre e uma linda jovem nua e trazida por dois homens, vestindo minúsculas sungas, é conduzida para o centro.
- Senhoras e senhores, eu vos apresento a jovem e admirável Elizabeth. Vinte e quatro aninhos, de pura beleza. Com esta beldade poderão extravasar todas as suas fantasias de perversão sexual, suas taras e sadismo, porém tenham em mente que a jovem, nossa convidada desta noite, não poderá sofrer nenhum dano que a incapacite permanentemente.
O senhor Malcon ao terminar sua fala, olhou satisfeito para seu sócio, senhor Deloy. – Amigo, olhe bem para Beth, para a perfeição de seu corpo e beleza de rosto... viu como eu tinha razão ao escolher a moça para o nosso show deste mês?
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Beth, depois de uma eternidade isolada naquela escuridão silenciosa, escutou passos e quase ficou cega quando a luz forte substituiu o negrume. Tapou os olhos com as mãos, mas se apavorou quando foi rudemente segura por mãos fortes, que a levantaram e como que num passo que mágico, viu seus pulsos serem presos nas costas com uma espécie de algemas de couro. Gritou em pânico, quando foi sendo empurrada através da porta para um corredor comprido, No meio dos dois brutamontes mascarados, O pavor de Beth era tanto que seus gritos calaram na garganta quando um deles lhe aplicou um forte tapa no rosto e com voz rouca falou. – Garota, você é nossa prisioneira, não adianta nada gritar ou pedir ajuda, Para cada grito que você dar, vou lhe dar um tapa igual a este e ele lhe deu outro tapa, ainda mais forte que o primeiro.
Beth apesar de todo seu medo, não tem nada de burra, e logo percebeu que de nada adiantaria gritar e lutar contra os dois, pois isso só a machucaria e então, sem opção, se deixou levar pelos homens.
Foi empurrada com força para o meio de amplo salão e caiu de joelhos, com os braços presos nas costas e quando levantou o olhar, o sangue gelou em suas veias. Estava numa espécie de um pequeno anfiteatro, nua e exposta aos olhos de diversas pessoas mascaradas, homens e mulheres. Logo intuiu que estava no meio de um antro de pervertidos e foi tomada por terror tão grande que a fez emudecer.
A jovem advogada fora sequestrada para servir aos interesses do “Clube do Fetiche”, criado pelos quatro distintos senhores, os principais sócios de Malcon & associados, com a finalidade cultivar a pratica de sexo e fetichismo sádicos. As reuniões deste infame clube eram semanais, entretanto algumas vezes ao ano eram organizadas estas reuniões especiais, onde Malcon, Deloy, Walt e Alfred, selecionavam jovens da cidade, que seriam sequestradas e levadas à sede do clube, na região montanhosa do estado, para serem seviciadas pelas taras de seus frequentadores.
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Se sentiu levantada por muitas mãos, as algemas de couro foram retiradas e substituídas por outras, muitas outras que a imobilizaram à uma espécie de bancada de acrílico transparente, num posicionamento absurdo, com as pernas separadas a quase 160º, ocasionando a estiramento da musculatura interna das coxas, obrigando Beth a urrar de dor. Sua cabeça ficou sem o apoio da bancada, caída em relação ao restante do corpo. As tiras de couros apertadas de tal maneira que quase lhe cortavam as carnes do pescoço, braços, cintura quadris, coxas e pernas, a mantendo totalmente imobilizada.
Beth tinha suas genitálias escancaradas e a abertura de seus dois orifícios, expostos aos sádicos sócios do clube, que de imediato, como urubus em uma carcaça se atiraram sobre a indefesa jovem. Alucinantes gritos de dor saíram de sua garganta, quando seus lábios genitais foram atravessados por agulhas e nelas penduradas enormes pesos e o mesmo acontecendo com os mamilos e por todo o seu ventre e coxas. Era tanta gente perfurando suas carnes que em questão de dez minutos, ela tinha cravado em seu corpo quase cento e vinte prendedores metálicos com pontas afiadas que lhe furavam a carne. Os gemidos de Beth eram motivos de alegria e mofa de alguns. Outros preferiram usar a boca da coitadinha como deposito de esperma.
Menos uma hora mais tarde, Beth estava sem sentidos e ainda tinha seu corpo submetido a sanha sádica de alguns.
Quando despertou, não estava mais presa à bancada e todas as parafernálias que colocaram em seu corpo foram retiradas, entretanto estava estendida sobre uma espécie de colchonete e dois mascarados estavam dentro dela, numa dolorosa dupla penetração e isso se repetiu muitas outras vezes, com a troca de parceiros e alguns até usando sua boca como terceira via.
Eles eram brutais quando a penetravam, lhe aplicando violentos tapas e mordidas e até com torções absurdas de seus membros. Beth desmaiava e acordava e eles não paravam de a violentar pelo ânus, vagina e boca e de a espancar.
Deitada de bruços, com a bunda e as costas marcadas pelas violências deles, Beth respirava com dificuldade e gemia baixinho. Há alguns minutos ninguém a tocava e ela se imaginava livre das taras que a machucavam, puro engano.
Estavam prendendo em seus pulsos tiras de couro e mesmo deitada como estava, foi sendo suspensa, pela tração das tiras. Pode observar que as correias de couro estavam transpassadas em argolas metálicas presas ao teto. Em questão de um minuto, estava pendurada pelos pulsos, com os pés pouco acima do piso.
Implorou aos céus que a livrasse de tanta dor, fazendo com que morresse, ao sentir que colocavam dentro dela, dois colossais consolos de borracha e os deixaram lá. Como que não bastasse isso, dois ou três dos homens iniciaram a lhe bater com chicotes tipo rabo de cavalo, com dezenas de finos fios. Não batiam com muita força, mas o suficiente para deixarem vincos na pele e enorme dor. Beth não tinha mais forças para gritar e apenas gemia a cada pancada recebida.
Paravam com as chicotadas mas penduravam em seus pés enormes pesos e foram, aos poucos se retirando, talvez cansados e satisfeitos com o verdadeiro massacre que ocasionaram à vítima daquela reunião extraordinário do clube.
Beth ficou pendurada pelos pulsos por uma eternidade, já não sentia mais os braços e os ombros, porém os dois consolos enterrados nela tinham distendidos de tal forma as musculas do reto e das paredes da vagina, que ela mergulhou num mar de dores e perdeu os sentidos.
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Ao amanhecer da terça-feira, depois de quatro dias desaparecida, que ocasionou perplexidades a toda comunidade, o carro de Beth foi localizado fora dos limites do condado, com ela dentro, inconsciente e gravemente ferida, tudo indicando que fora brutalmente torturada e estuprada.
Seus ferimentos foram de tal monta que foi obrigada a ficar internada por dois longos meses e sofrer intervenções reparadoras em seus órgãos genitais, ânus e vagina e de natureza estética para suprimir cicatrizes em muitas partes de seu belo corpo.
Apesar de rigorosa investigação, a polícia não conseguiu nenhuma pista dos sequestradores da jovem advogada. Toda a despesa hospitalar e do tratamento a que foi submetida, foi custeada pelo escritório de advocacia Malcon & associados, que se solidarizaram com o drama sofrido por sua funcionária e até lhe deram três meses de licença renumerada.
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No requintado escritório no 9º andar do imponente edifício comercial da Malcon & associados, em torno de uma mesa de reunião, os quatro advogados tinham tomado uma importante decisão. Mais uma vez a candidata do senhor Malcon prevaleceu. Ele afirmava com unhas e dentes que a moça por ele indicada deveria ser a premiada para a próxima reunião extraordinário do Clube do Fetiche, que estava agendada para o início do próximo anos. De comum acordo Walt, Alfred, Deloy e Malcon, decidiram que a senhorita Elizabeth Thiessen seria novamente a escolhida. Ela se saíra muito bem alguns meses antes e tinha impressionados a todos os frequentadores.
Beth voltou a ser a jovem simpática e alegre, que a todos cativava no escritório e como prémio sua eficiência recebeu seguidos aumentos salariais. Próximo ao seu casamento com Eduard, se surpreendeu com uma enorme quantia depositada em sua conta bancaria, que se fosse comparar equivalia a mais de um ano e meio do seu atual salário no escritório, que já era de considerável monta. O depósito vieira por um anônimo que exigiu não ser identificado.
Maior surpresa foi ter recebido em seu apartamento uma ligação telefônica onde um desconhecido, com voz rouca lhe dia: “Senhorita Elizabeth, depositei aquela quantia em sua conta, como forma adiantamento pelos seus futuros serviços. Quantia de igual valor será creditada em sua conta depois que retornares do Clube do Fetiche, pois serás “requisitada” brevemente. Nossos sócios ficaram entusiasmados com a tua primeira performance e a querem de novo no casarão.
Beth ficou muito apavorada com os com tudo isso, mas não disse nada a ninguém, nem ao seu noivo. Na verdade, ela pesava os contra e prós daquele inusitado convite. Ela ficaria independente financeiramente, que fosse novamente levada aquele lugar terrível, por outro lado poderia sair muito machucada, como da vez anterior. Beth ficou indecisa entre o medo e a ambição de embolsar tanto dinheiro.
Fazia alguns meses que prestava assessoria diretamente ao doutor Maicon e a doutor Deloy e como tinha obtido a amizade deles, resolveu contar ao Maicon, pedindo sigilo absoluto com o que lhes contaria. Então revelou tudo aos dois homens.
- Você, minha jovem, não desconfia de quem sejam este sujeito e o seu grupo?
- Não, não tenho a mínima ideia e o pior é que poderão me sequestrar novamente, se eu não tomar alguma providência para os impedir. O que faço Maicon?
- Vou lhe dar um conselho, minha cara. Você deve aceitar o dinheiro deles... é uma grana muito alta, mas peça a eles, que não a machuquem muito, como fizeram na primeira ocasião.
- Mas como farei isso, se não tenho contato, antes que me levem?
- Eu tenho meus contatos, deixe comigo, que tomarei providencias a respeito.
- Mas como, Maicon!!!!! - Deixe comigo, menina, eu sei o que faço.
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Quase dois anos depois, Beth continua trabalhando no escritório dos advogados, agora como uma sócia. Não se casou com Eduard, conforme estava programado, mas se mudou para um luxuoso apartamento de cobertura na zona nobre da cidade, comprado para ela por Maicon & Associados. Lá ela recebe Maicon, Deloy, Walt e Alfred, onde passa horas e horas, num cômodo, especialmente preparado para os receber, onde se submete ao sadomasoquismo do quarteto, agora com a participação dela.
A bela e jovem advogada Elizabeth Thiessen faz o que mais passou a gostar na vida, masoquismo...sexo com dor. Depois de ser sequestrada em duas ocasiões e ser submetida as taras do Clube do Fetiche, aceitou as proposta de ser a submissa particular do seus quatro chefes.

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:22 de outubro de 2017 01:10

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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