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COMO TUDO COMEÇOU – CAPITULO II


(A pequena messalina)

Thiago ficou muito sem jeito, com a irmãzinha, de costas, encostada nele, com as nádegas polpudas fazendo pressão sobre seu ainda adormecido pênis.
Aninha “dormindo” sentia o volume do irmão e se apertava ainda mais a ele. Tinha certeza que não demoraria muito para sentir a rigidez de Thiago.
Não deu outra. Mesmo contra sua vontade, ele a tocando dessa maneira tão íntima, foi ficando excitado e a piroca se avolumou por baixo do pijama, mesmo fazendo força para evitar.

Ele sabia que sua irmãzinha, quase uma criança, tinha sono pesado. Intendam bem como é.…rapaz na flor da idade, foi se deixando ficar imóvel na mesma posição.
Quando percebeu, já estava com rigidez total sob o fino tecido do pijama, fazendo volume entre as nádegas da mana e aí não teve mais condições de recuar. Mesmo sabendo que jamais deveria estar se aproveitando de sua irmãzinha, tão jovem e inocente.

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Mas Ana, como todos sabemos, não estava dormindo e de inocente não tinha nada. Ela apenas fingia que dormia. Fazia alguns dias que longe da casa dos tios, sentia uma imperiosa necessidade de sentir prazer; sua mente e a xoxota assim o exigiam.
Louca e cheia de desejo carnal, engendrou toda essa farsa para ir dormir com um de seus irmãos, coisa que usualmente fazia desde que se conhecia como gente.

Mas agora, Ana, a garotinha, com menos de quinze anos, tal qual Messalina tinha se tornado uma garotinha sensual e libertina, com a libido a flora da pele.

Em sua tenra idade estas coisas lhe foram incutidas, por seus tios Marcelo e Berenice, na temporada que ficou residindo com os dois. Eles a usaram para extravasar em cima da até então inocente sobrinha, suas taras e sadismo, praticamente a mantendo cativa durante aquele período.

Se bem que o tio Marcelo, na fazenda da família, usando de astúcias, já tinha deflorado sua jovem sobrinha.

Mas devemos reconhecer que mesmo, antes daqueles acontecimentos, Ana já tinha dentro de si, o gene que a condicionaria a se portar deste seu novo modo de sentir e agir.
Talvez caracteres hereditários do seu próprio tio, irmão de sua mãe, o responsável pela transformação da pequena.

Ela tinha conhecimento do que estava fazendo, mas não tinha forças para ir de encontro ao poderoso desejo que a dominava por completo. O pior de tudo é que tinha de esconder de seus pais e irmãos, toda esta sua nova personalidade, pelo menos até onde isso fosse possível.

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Ana sentia o volume do irmão no meio de suas coxas, mesmo sob os finos tecidos de suas roupas. “Dormindo” inclinou mais sua bunda em direção ao corpo de Thiago, entreabrindo um pouco as coxas.
Thiago sentia a irmã se agitar e o pênis ereto e com fome, se intrometer entre as macias carnes de Ana
.
O pobre rapaz, envolto pela artimanha da irmã, não teve como resistir e bem lentamente, para não a acordar, desceu seu pijama até a altura dos joelhos e permitiu ao membro se introduzir, agora livre, entre as coxas de Ana.
Ela sentiu o irmão, enorme e quente, vibrando no meio de suas carnes e quase gozando inclinou ainda mais sua bunda em sua direção
.
Envolto em avassalador desejo, Thiago parece que se esqueceu que quem estava ali, dormindo com ele, era sua própria mana.

Ele levou uma mão ao pinto, o retirou do meio das coxas dela, o conduzindo até a sua cintura e o fez descer, por dentro do cós da calcinha, em direção ao rego da mana, sem mesmo a despir da minúscula pecinha.

Apertado entre o fino tecido rosa, com bolinhas azuis e a carne macia da irmã, o pinto, acompanhando o nervosismo de Thiago, foi deslizando em direção ao vale entre as nádegas de Ana, e finalmente se acomodou ao encontrar o acesso do escuro e apertado túnel da irmã, solicitando passagem para o invadir
.
Na verdade, aquele “túnel” até que podia ser escuro, mas não era tão apertado assim, pois por muitas vezes Tio Marcelo já o tinha visitado.


Foi com relativa facilidade que a umidade de Thiago o fez ir penetrando naquela caverna que ia se alargando conforme o intruso avançava.

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Ana sentiu o pau do irmão todo dentro do seu rabinho e no auge do prazer, mandou tudo às favas, e com voz rouca, falou ao irmão:

-Thiago, meu amorzinho, se deite por cima de mim, será bem mais gostoso e confortável para a gente
.
Imaginem o susto e a surpresa do rapazote ao ouvir a irmã que julgava dormir. O pênis quase que perdeu sua rigidez e só não “morreu” de vez, porque Ana, se movendo de lado para ficar deitada, voltou a lhe pedir:
- Venha, mano, se deite por cima de mim e coma o meu cu, eu quero gozar com você dentro de mim.

Aí não teve mais volta. Thiago montou em Ana e por bons minutos ficou entrando e saindo da irmã, com ambos emitindo pequenos gemidos de puro êxtase. Gemidos do pecado, gemidos do incesto entre irmãos.

Ele despejou todo o seu prazer dentro de Ana, que depois do ato, se agarrou ao irmão e dormiu como se nada tivesse acontecido.
Mas Thiago não conseguiu fechar os olhos, ainda assombrado com o ocorrido. Ele enrabou a irmã e ela gostou e até insistiu que agisse assim. Como isso era possível?
Ana agiu como se estivesse acostumada a fazer sexo anal! Mas sua mana nem namorado tem e nunca teve liberdade para sair com um rapaz sozinha... como isso era possível!
Incomodado, foi ao banheiro no corredor ao lado do seu quarto e ficou um bom tempo embaixo do chuveiro.

Retornou ao quarto e viu a irmã dormindo como um anjinho, com a bunda para cima, com as coxas bastante separadas, sem a camisolinha e sem a calcinha. Ele a vestiu e foi se deitar ao seu lado e só então conseguiu dormir um pouco, se bem tendo em mente aquela visão altamente perturbadora.

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Na manhã seguinte, Ana Thiago e Antônio Carlos, saíram para suas escolas. O mano Thiago, com cara de quem não dormiu bem, pouco falou com os pais e com os irmãos. Já Ana era a figura da felicidade, abraçou todo mundo e antes de saírem, cochichou ao ouvido de Thiago.

- Foi uma noite maravilhosa, mano. Hoje à noite vamos repetir.

Na sua escola, a outrora quieta e recatada aluna, até parecia outra. Conversando desinibida com todos, principalmente com Pedrinho, um garoto com a mesma idade de Ana. Ele sempre demonstrou interesse em “ficar” com a coleguinha, mas ela sempre o esnobou. Mas hoje não, ela foi muito simpática com o menino e até o convidou para irem juntos para casa, já que moravam bem perto um do outro.

Na praça perto de suas casas, Ana o convidou para passearem pelas alamedas, pois lhe disse que estava gostando de estar lado dele. Lógico que o jovenzinho aceitou, eufórico, o inusitado convite, pois era tudo o quanto sonhou.

Na verdade, Ana queria tirar a prova até onde poderia ir, com um terceiro, que não fosse seu irmão ou seus tios. Nem por um momento sua libido a deixou e estava agindo assim por causa do que estava sentindo.

Sentados num recanto sossegado da calma pracinha, longe de olhares curiosos, Ana tirou de sua mochila o seu celular e na frente do garoto, ligou para a mãe:
- Mamãe, eu vou chegar atrasada para o almoço, vou passar na casa de Pedrinho, colega da escola para combinarmos a lição que deveremos fazer juntos, a pedido de nossa professora. Não tenho hora para chegar. Depois volto a ligar para a senhora.
Pedrinho ficou olhando surpreso para a garota. – Ana porque você mentiu para a mãe? Não temos lição nenhuma a fazer e não vais para a minha casa!

- Eu sei disso, bobalhão, mas é que quero ficar aqui com você, só nós juntinhos, sem ninguém para atrapalhar.

- Ligue para a sua mãe e diga o mesmo. Senão eu nunca mais falarei com você novamente.
O pequeno Pedro, aceitou a quase ordem da amiga e mentiu para sua mãe, como Ana mandou.
- Você é muito fofinho, Pedrinho, eu sempre achei isso.
- Mas Aninha você nunca deu atenção a mim?
- Passado é passado, agora eu quero ser tua namorada. Você quer?
- É tudo o que eu sempre quis, Aninha.
- Se é assim, podes me beijar, eu deixo. – No rosto não, bobinho, na boca, como namorados de verdade fazem.

Nem esperar ação ou reação do menino, Ana o segurou pelos ombros e lhe deu um longo beijo, entreabrindo seus lábios de encontro aos dele.
Pedrinho mal sabia beijar e ficou olhando surpreso para Ana o beijando daquele jeito. Ela, ainda o segurando pelos ombros, indagou dele: - está gostando? Fiques quieto que eu vou lhe ensinar como é beijar de verdade. Separe um pouco os lábios... assim mesmo, garoto.

Ela colocou a língua dentro da boca de Pedrinho, com a boca quase dentro da dele. Você aprende rápido Pedrinho!

- Eu já tinha visto num filme DVD de sacanagem do meu irmão e sei como é. Como você sabe destas coisas Aninha?

- Isto é segredo meu, Pedrinho e sei fazer muito mais... quer ver?
Sem esperar resposta do amigo, ela, mesmo por cima da calça dele, segurou a piroca de Pedrinho e ficou o “massageando” e olhando com aquele rostinho de sapeca para o rosto dele.

Surpreso, levou sua própria para a mão que o tocava. – Fique quieto, que eu vou lhe ensinar algumas coisas gostosas.

Pedrinho, que nunca tinha passado por esta experiência se deixou ficar imóvel, enquanto Ana o tocava. Quando ela o sentiu crescer em sua mão, rapidamente abriu o fecho da calca dele e o fez saltar para fora.
Pedrinho inclinado sobre o encosto de madeira do banco, fechou os olhos saboreando a punheta que Ana lhe proporcionava.

Arregalou os olhos quando a sentiu colocar na boca o seu pequeno pênis, que mesmo duro como estavas, não era lá estas coisas.
Ana, agachada, com os joelhos na terra, fazia movimentos rápidos com a boca, fazendo a rola dele entrar e sair, como se estivesse chupando um gostoso picolé.
Aquilo foi tão inusitado para ele, que ficou um tempão apenas olhando o rápido movimento da cabeça de Ana.

Em pouco tempo, pela primeira vez na vida, Pedrinho, ejaculou... ejaculou de verdade, sem o auxílio de suas próprias mãos.

Mas exclamou um sonoro palavrão, ao perceber que Aninha engoliu tudo o que saía dele. - Puta que pariu! Como você pode fazer uma coisa nojenta como essa?
- Cale esta boca Pedrinho... sei que você gostou e gozou. Mas vais me jurar que não irás contar para ninguém o que fizemos aqui. Se você falar com teus amigos, eu juro que foi tudo mentira tua e nunca mais farei isso com você novamente.
Lógico que o menino lhe jura que ficaria de boca fechada, desde que ela fizesse nele aquilo novamente.

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À noite, depois do jantar e de assistir alguns programas na televisão, chegou a hora de irem dormir. Ana, desde antes, já vinha cercando o irmão, mas Thiago se dava por desentendido.

Quando Ana, na frente de toda família, pediu toda dengosa que queria ir dormir com o irmão, não teve jeito de Thiago recusar, diante do quase “ultimato” dela.
- Se você não quiser mano, eu vou dormir com o Antônio Carlos.

Na cama, Thiago lhe disse: - Mana, hoje você vai ficar bem quietinha aí e não faremos nada do que fizemos ontem... aquilo foi um erro que eu não quero repetir.
Porem Ana não estava disposta a aceitar uma recusa do irmão. Esta noite estava disposta a presentear o irmão, com sexo vaginal, sem nem usar camisinha, pois sabia não estar em período fértil.

Depois do oral que fez no bobinho do Pedrinho, estava com a xoxota com uma vontade louca de receber o grandão do irmão
.
Ela esperou o irmão dormir e ficou totalmente nua. Bem lentamente e com muita paciência, foi tirando a calça do pijama de Thiago. Ele estava sem a camisa e ela ficou apreciando o belo corpo do irmão, com o objeto do seu desejo dormindo placidamente sobre a coxa dele.

Ana dominada por desejo pelo irmão, se posiciona sobre o corpo nu, colocando suas coxas entre as dele, pressionando sua xoxota sobre o seu dorminhoco.
Thiago acorda e tem um sobressalto ao sentir o corpo nu da irmã sobre ele. – Que merda é essa Ana? Tu esta maluca, menina?

- Mano, eu quero que você me foda. Estou com um tesão danado por você.
Ela se abraça ao irmão e beija o pescoço e ombros enquanto mexe o quadril e as coxas, de modo friccionar a genitália ao pênis dele
.
Thiago quer resistir a investida dela, mas o corpo quente e macio, sobre o dele, os seios contra seu peito e os beijos de Ana, o desarmam e o pênis dá sinais de vida.
Ela sente que subjugou o irmão e eufórica leva a mão ao falo já rígido e direciona a cabeça para sua faminta buceta.

Thiago, ainda num rasgo de consciência, quer evitar penetrar na irmã, a imaginando ainda virgem.

- Ana, minha maluquinha... vamos ficar só aí na portinha... eu não quero tirar teu cabaço.
Ela finge concordar e fica sentindo o pênis entre suas carnes e o beija na boca com paixão e vai arriando seu corpo sobre o dele. Esta todo dentro dela e para evitar que proteste mete a língua na boca do irmão e começa a se agitar sobre ele.
Thiago abraça a irmã com força e retribui os beijos apaixonados e vencido, a segura com força e gira seu corpo de modo que fique por cima de Ana.

Ele esquece que está fodendo sua própria irmã e se movimenta rápido sobre ela, fazendo o pau entrar e sair da buceta faminta. Em pouco tempo ele goza dentro dela, que ao senti-lo, explode junto.

Thiago fica dentro da irmã, mesmo depois de gozar e ela contrai os músculos vaginais de modo a fazê-lo sentir que ela o quer ainda mais.
Thiago, fique dentro... eu quero dormir o sentindo em mim... por favor mano.
Ele obedece e fica deitado sobre a mana. Ela sente o peso dele e está feliz. Fez de seu irmão seu amante.

Não consegue dormir, se sentindo esmagada sob aquele enorme corpanzil, mas por incrível que possa parecer, ele dorme, sobre a suavidade do corpo da irmã.
Ainda se sentindo com fome, recomeça a contrair a musculatura vaginal, ele acorda, duplamente, e ela sussurra ao ouvido dele: - Vamos de novo, mano?
A paixão os domina e novamente Thiago goza dentro da irmã, que explode em múltiplos orgasmos.

Quase amanhecendo, Ana se veste e vai para o seu quarto, tentar dormir, realmente, mais um pouco; mas antes dá um beijo no irmão e lhe diz, sem a menor vergonha:
- Mano querido... agora você é oficialmente meu amante e não adianta me evitar. O que fizemos não tem volta.

Thiago a vê sair e pensa com seus botões: Minha nossa! Eu comi minha irmã, ou melhor dizendo, ela me comeu e o espantoso é que não era virgem! Como e quando isso aconteceu? Ela vai ter de me dar algumas respostas.
Ana toma um demorado banho e vai se deitar. Neste dia ela não irá para a escola... está muito cansada. Mas ainda pensa em sexo e se lembra de seu outro irmão, o Antônio Carlos.

FIM

NB – Aguardem o terceiro capítulo de “Como Todo Começou”.

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:22 de dezembro de 2016 15:16

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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Comentários

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  • Pica gostosa
    Postado porPica gostosaem25 de dezembro de 2016 12:37

    Oi gatas safadas que gosta de uma pica gostosa está a fim de goza gostoso gosto de sexo pessoal e virtual me chama no zap 19995807854 bjs

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