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Dias de Terror - segunda parte

Dias de Terror - segunda parte

Pronto, mamãe, a coroa está comendo na minha mão. Acho que ela há muitos anos, não via um pau, pois ficou doidona com o meu. - Também, meu filho, com essa coisa deliciosa que tens entre as pernas, qualquer mulher fica taradona, até eu, que já o tive por muitas vezes.

Isso era verdade, o incesto entre eles já vinha de longa data, e os três não tinham limites para expandir suas taras monstruosas, destituídas de qualquer censo de moralidade e compaixão. Comandados apenas pelo desejo mórbido de sentir prazer torturando e massacrando suas vítimas,
E era isso o que aguardava Lena e Esther, sua mãe, quando aceitaram o convite de Estela e de seus dois filhos, Margarete e Marcelo, para passarem um fim de semana na casa de campos deles.

Mãe e filha seguiam faceiras para o local, de onde provavelmente nunca mais voltariam. Lena no carro de Estela, ao lado de Margarete e sua mãe, no carro de Marcelo. Esther, apesar de estar totalmente louca de paixão pelo "seu garotão", estava muito nervosa, sabia que teria de confessar para a filha o seu relacionamento com Marcelo. Lena também estava ansiosa, pois tinha medo que sua mãe descobrisse que ela tinha se tornado uma lésbica.

Tanto Esther, como Lena, não gostaram nem um pouco da casa de campo de Estela. A começar pelo local onde estava situada. Muitos quilômetros depois de saírem da rodovia, seguindo por estradinhas de terra estreitas e depois por caminhos que não passavam de trilhas abertas na mata que circulava toda a região.

A casa, dois andares, não apresentava nenhum conforto e acima de tudo estava muito suja. Apenas uma velha geladeira, um fogão à lenha e alguns poucos móveis e pouca coisa mais. No piso da cozinha, Estela apontou para as duas convidadas, um tapete, bem sujo e lhes informou: - Embaixo deste tapete fica o cômodo mais importância de toda a casa. Um belo porão, que logo vocês vão conhecer.

Apesar se se decepcionarem com tudo o que viram, por educação ficaram quietas e fingiram que estava tudo bem. Estela, parecendo está muito inquieta, foi logo preparar um lanche, justificando que foram muitas horas de viagem e que todos deveriam estar com fome. Numa acanhada mesa, os cinco se serviram dos sucos e sanduíches que ela preparou.
Nem cinco minutos depois, Lena e Esther estavam com as cabeças tombadas sobre o tampão da mesa, sob o efeito do poderoso sonífero que lhes foram ministrados junto com os sucos.

- Mãe, a senhora não poderia esperar mais um pouco antes de as drogar? - Lógico que não meu filho! Nós as atraímos até aqui, foi com uma única razão, e eu estou louca para experimentar nelas os novos brinquedos que instalei lá no porão. É isso mesmo, meu irmão, há muito tempo que eu queria ver a minha "namoradinha" aqui no nosso porão e ver como ela vai reagir.

Muitas horas depois Esther estava nua, pendurara pelos pulsos num travessão, a quase um metro do chão. Dos seus pés, pendiam cordas onde estavam fixados dois pesados pesos de vinte quilos cada um. A dor que sentia nos ombros, nos braços e nas pernas era enorme, sob a tração dos pesos. Nem gemer ou protestar podia, pois, uma enorme bola de silicone, enfiada em sua boca, a impedia de emitir qualquer som.

Bem a sua frente, podia ver sua filhinha, amarrada numa espécie de mesa, igualmente nua. Ela, gritava de dor, a cada agulhada que recebia no corpinho. Ao lado dela, sentadas em bancos de madeira, Estela e Margarete se divertiam a cada grito de dor de Lena. A pobrezinha já tinha transpassados em seus lábios, algumas finas agulhas, nos seios muitas outras e agora as duas sádicas, transpassavam muitas agulhas na pele do ventre e das coxas.

Lena berrava de dor sob as gargalhadas de mãe e filha. Até que não superando mais, a garotinha desfaleceu. O comentário de Margarete, assombrou Esther. - Que pena, a putinha não aguentou nem o início da diversão! Vamos esperar ela acordar para depois continuarmos. - Certo, filha, vamos nos divertir com a mãe dela aí atrás, enquanto a filha não acorda.

Esther não podia acreditar no que estava acontecendo. Ela e sua filha, estavam aprisionadas por uma família de sádicos loucos. Tanto a mãe, Estela, como seus dois filhos, Margarete e Marcelo, deviam ser psicopatas, possuidores de alguma forma de tara monstruosa.

Vendo a forma terrível como as duas maníacas assassinas se divertiam em torturar sua pobre filhinha, seu coração se encheu de horror, com os alucinantes gritos de Lena. Ao olhar o corpinho de sua menina, todo crivada de longas e finas agulhas, seu peito se encheu de ódio, com vontade de matar as duas miseráveis. Mas ela mesma estava em situação angustiante, pendurada pelos pulsos e com aqueles pesos nos tornozelos, tudo lhe doía.
Esther, em pânico, viu Estela e Margarete, se aproximarem de onde estava pendurada e a jovem, de forma zombeteira, lhe perguntar: - Como é dona Esther, está gostando da estadia em nossa casa de campo? É melhor que sim... pois tanto a senhora como Lena, serão hospedes permanentes daqui.
- Que pena, mamãe! Ela não pode nos responder. É lógico que não, filha, eu coloquei a mordaça em Esther, pois detesto ouvir choro de mãe, enquanto a gente se diverte com a filha.

Foi com pavor que viu Estela, com o rosto transfigurado, se aproximar ainda mais dela: - Esther, meu filho Marcelo disse que já a comeu e que você é uma foda gostosa. As nossas filhas dormem juntas a muito tempo, uma lambendo a buceta da outra. Então eu cheguei à conclusão que vocês duas são duas putinhas bem safadas e que eu também mereço das duas um pouco de prazer.

-Já que você deu enorme prazer ao meu filho eu também quero gozar com você. Vou mamar nesta bucetona até enjoar. Foi com alívio quer viu Estela tiras os pesos de chumbo dos seus tornozelos, mas Esther tremeu de medo e dor quando suas pernas foram presas com cordas as paredes opostas do recinto, as forçando num ângulo de abertura absurdo.

Estela se posicionou entre suas coxas, sentada num banco de madeira e aproximando sua boca da vagina de Esther, começou a chupá-la, parecendo mais uma loba faminta, pois com crueldade lhe aplicava fortes mordidas nos lábios vaginas e em torno de.
Esther, berrava de dor, tudo abafado pela mordaça e a louca sádica só se deu por satisfeita, quando viu o sangue jorrar abundante entre as coxas e Esther perder os sentidos.

Quando acordou, não estava mais pendurada ao teto, mas numa espécie de mesa, amarrada de tal maneira que não podia mover um único músculo se quer. Ao seu lado, igualmente presa, estava sua Lena, mas virada de bunda para cima e sobre ela, Marcelo, bufando como um animal, com o caralho todo enterrado no cu da pobrezinha, que gritava como um animal ferido.

Quando a noite chegou, tanto Lena como Esther, foram levadas para uma espécie de jaula, com dois colchonete e somente isso. Estela e sua filha Margarete, junto às grades, informaram que aquele local seria a "acomodações" das duas, enquanto estivesse com eles.

Esther bastante dolorida, procurava consolar Lena, que muito machucada, chorava cheia de dor e totalmente apavorada com o que estava acontecendo com elas. Nos dias seguintes, tanto mãe como filha, continuaram a ser barbaramente torturadas. Não havia limites para a crueldade dos três.
Esther e Lena, presas pelos pulsos por meio de tiras de couro ao teto do porão, não tocavam o chão com os pés e tinham enterrados nas bucetas e no ânus enormes membros de silicone, que se movimentavam dentro delas por meio de uma estranha engenhoca, criada e montada por Marcelo. As duas não sentiam nenhum tipo de prazer, com aquelas coisas disformes entrando bem fundo dentro delas, fazendo o sangue jorrar abundante por suas coxas, tudo arrebentado dentro delas.

Esther berrava alucinada pela dor e Lena já há algum tempo, não suportando o sofrimento, perdeu os sentidos. Dezenas de agulhas enterradas em cada pedacinho de seus corpos, ajudava a montar a cena monstruosa. Antes disso, foram chicoteadas, e suas costas e nádegas ficarem quase em carne viva.
depois de quase dez dias, Estela e seus filhos, Marcelo e Margarete, saqueados de suas taras no corpos de suas vítimas, resolveram que já era hora de as liberar dos castigos e dar fim ao sofrimento delas.

Desmaiadas, com o corpo em petição de miséria, foram colocadas dentro de sacos de lona preto e levadas para a carroceria de um utilitário. Estela ordenou aos filhos que levassem os sacos e os jogassem no rio, com pesos atados a eles, para que afundassem nas águas turbulentas. Esther e Lena sumiriam da face da terra e ninguém saberia o destino delas.

Mas o destino não quis que assim fosse e intercedeu de forma a salvar a vida das duas. Apesar de ter sua alma distorcida pela maldade, Marcelo estava muito nervoso, em ter de assassinar Esther e Lena, mãe e filha; principalmente a mãe com quem tinha tido intenso relacionamento sexual.
A estradinha de barro, muito escorregadia, dificultava a condução do utilitário e ao cruzar com um caminhão, que vinha rápido em sentido contrário, se afobou e o carro deslizou na lama e bateu de frente no cargueiro.

Com o choque, Marcelo bateu com a cabeça no para-brisa com muita violência. O sangue jorrou de um profundo ferimento na testa. Os homens que estavam no caminhão da empreiteira, imediatamente foram socorrer o ocupante da camionete. Mas logo viram que o motorista estava morto.

Foi com assombro que ouviram gemidos saindo do bau do carro acidentado. Admirados viram que os gemidos saiam de dois sacos de lonas, com as bocas amarradas com cordas. Duas mulheres nuas, com múltiplos ferimentos, agonizavam.

Dois meses depois, ainda hospitalizadas, tiveram a notícia que Estela e Margarete, foram presas e que Marcelo tinha morrido no acidente. Infelizmente os ferimentos de Lena foram graves demais e a garota, custou muito a se recuperar. O trauma sofrido a abalou profundamente e ela teve de ter assistência psicológica por meses. Mas agora, com o amor de Esther, está totalmente recuperada.

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:27 de março de 2016 23:45

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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