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Do fundo do baú

DOUTOR EDUARDO



Eu gosto muito de ler os contos do HE e fico muito excitado ao ler algumas das suas histórias, não todas é verdade. Meu nome é Eduardo... doutor Eduardo. Tenho 54 anos e sou viúvo, há quase vinte anos. Me casei uma segunda vez, mas minha nova esposa não gostou nem um pouco dos meus hábitos sexuais, digamos poucos estranhos e pediu divórcio.

Presto serviços em 2 clínicas particulares e tenho o meu consultório, onde recebo meus pacientes, 2 vezes por semana. Lógico que mantenho uma secretária em tempo integral, para atender as ligações telefônicas, manter o fichário dos pacientes e tudo o mais de consultório medico particular.

Dona Estela, a minha secretária, escolhida a dedo, é uma viúva super gostosa, com 35 anos. Apesar de querer bancar a virtuosa, ela não resistiu à minha lábia e é costume irmos para um motel, onde enlouqueço a mulherzinha de tanto a fazer gozar. Ela até que gosta das minhas “esquisitices”

Como é natural, ela sabendo que sou viúvo e rico, facilitou as coisas para mim e até deu a entender que nada nos impediria de vivermos como marido e mulher. Mas eu, macaco velho, lhe disse que não tinha mais intenções de me casar, que preferia que continuássemos assim, indo vez que outra para um motel. Mais aí, aconteceu algo que mudou meu modo de pensar.

Aqui começa a história que quero lhes contar. Juro que é a pura realidade, que tudo aconteceu como vou lhes narrar. Certo que em algumas passagens fantasio um pouco, mas só para tornar mais erótico minha narrativa.

Estela levou suas duas filhas ao meu consultório e pediu para eu as consultar. As meninas, gêmeas, com 16 anos, estavam com problemas na pele e como sou dermatologista, achou natural que eu consultasse suas garotas.

Minha nossa! Quando vi Mary e Nery, quase tive um treco. Duas ninfetinhas super deliciosas, com rostinhos de anjos e corpinhos de fechar o comércio. O que tinham de beleza, tinham de inocência.

No meu consultório, logo vi que o que tinham não passava de uma leve irritação de pele, mas eu exagerei e lhes disse que tinham uma dermatite e que necessitavam de um tratamento mais demorado. Eu transformei uma simples irritação numa dermatite aguda. Receitei os medicamentos necessários e pedi que voltassem outras vezes ao consultório e me deliciava passando cremes nas coxas grossas e macias das gostosinhas.

Bem, para encurtar a conversa, nem dois meses depois eu estava morando com Estela, não como marido, mas como companheiro. As filhas dela me aceitaram muito bem como “padrasto”, pois sempre as tratei com muito respeito e carinho e as enchia de presentes.

Eu estava louco de desejos pelas duas beldades e as tendo morando sobre o mesmo teto, tudo para mim, seria bem mais fácil. Logo fiquei sabendo que eram virgens e que nem namorados tinham. O que tinham de inocentes e puras, tinham de bobinhas.

Sendo virgens, complicou um pouco para o meu lado, mas não o meu desejo de as ter, nem que fosse de maneira não usual. Mas tudo veio a se perder quando a filha da puta da mãe das gêmeas, resolveu as mandar para morar com a avó, noutra cidade. Não houve jeito de a demover disso, nem os choros das meninas e nem os meus pedidos. Acho que Estela ficou com ciúmes que suas belas filhas ficassem convivendo no mesmo teto que eu.

Eu me uni com Estela, somente para ter por perto as gêmeas e agora estava tudo indo para o brejo.

Dois dias antes de Mary e Nery irem para a casa da avó, aconteceu uma infelicidade, que nos deixou todos arrasados. As gêmeas inconformadas por serem obrigados a irem morar noutra cidade e nos deixar, fugiram de casa.

Estela e eu ficamos muito preocupados, pois as garotas não tinham outros parentes e nem para onde irem. A polícia foi notificada e saiu a procuras das meninas, eu até coloquei um detetive particular para tentar achas as nossas garotas.

Para falar a verdade para vocês, eu era a única pessoa deste mundo que sabia onde Mary e Nery estavam.

Aprisionadas numa casa nas adjacências de nossa cidade, num discreto bairro. Uma casa de centro de terreno, cercada por altos muros, longe de vizinhanças abelhudas. Já a algum tempo tinha adquirido esta residência, onde vez que outra, costumava levar minhas conquistas, aquelas dispostas a aceitarem minhas brincadeiras poucos usuais.

É lógico que as jovenzinhas não iriam aceitar estes meus jogos e muito menos era essa a minha intenção, mas a atitude intransigente da mãe dela me obrigou a agir desta maneira.

Foi tudo muito improvisado e agi sem muito pensar, mas eu não poderia deixar que fossem para longe de mim e agora estavam no quarto, no 2º pavimento, deitadas, cada qual em uma cama, sob a ação de um poderoso entorpecente, que eu mesmo coloquei nos sucos delas, na hora do jantar. Estela também, dormiu o sono dos justos, enquanto eu providenciava o translado das minhas preciosas cargas.

Na noite seguinte, com Estela muito nervosa com a “fuga” das filhas, teve de tomar um “calmante” para conseguir dormir. Eu sabia que ela dormiria por muitas horas, até a metade da manhã seguinte e então, no meu carro segui rapidamente até onde as gêmeas estavam trancadas.


Estava um pouco ansioso, pois minhas garotas, a quase 48 horas, sem comer ou beber nada, deviam necessitar de ajuda. Amarradas, amordaças e vendadas sobre suas camas, se mexeram tentando se soltar dos fios que as prendiam, quando perceberam a minha entrada.

Fiquei sentado na cama onde estava Nery. Ela tentava falar qualquer coisa, mas a bola de silicone em sua boca a impedia. Me virei para Mary e fiquei admirando a beleza das gêmeas e só em saber que as duas me pertenciam, fiquei excitado. Fiquei até com penas delas, mas agora não havia outro jeito, teria de ir adiante.

Com os leves baby-doll que vestiam, meu desejo por elas aflorou e desejei as ver nuas. Com uma tesoura, sem nenhuma pressa, cortei suas roupinhas e arregalei os olhos quando as vi totalmente nuas.

Elas eram muito mais do que tinha imaginado nos meus sonhos eróticos que tinha com as duas. Seios firmes e macios, com mamilos róseos empinados, coxas grosas e roliças. Mas o que mais me encantou foi as vaginas. Gordinhas, com lábios bem fechadinhos e sem nenhum pelinho.

Não resisti e soltei os fios que prendiam os tornozelos de Mary e apesar dela espernear muito, eu os prendi novamente nas laterais cama, abrindo o mais que pude suas coxas e então pude apreciar toda a beleza da sua rachinha, agora com os lábios levemente separados. Fiz o mesmo com Nery e até na buceta, as duas eram idênticas.

Eu sabia que elas deviam estar com muita sede e então resolvi tirar suas mordaças para lhes dar um pouco de água. Quase fiquei surdo com a gritaria que as meninas faziam. Era choro, pedido de socorro e muito xingamento. Sabia que não adiantaria nada, pois elas nunca poderiam ser ouvidas

Fiquei sentado calmamente na cama de Mary, por quase meia hora, até a gritaria delas ir diminuindo, rocas de tanto berrar e foi só aí que eu lhes falei. Logicamente que eu falava num sotaque da Catalunha e num ritmo bem lento, para elas não reconhecerem a minha voz.

- Meninas, agora sabem que é inútil pedir por socorro, pois onde estão, absolutamente ninguém as pode ouvir. Portanto eu as aconselho a pouparem o fôlego. Apesarem de serem bem inocentes, acho que sabem o porquê de estarem aqui, amarradas nas camas e nuas. Eu quero comer as duas... e nada neste mundo poderá impedir que eu faça isso.

Nova sessão de choro e pedidos de socorros. Quando novamente se cansaram e viram da nulidade de tanto berreiro, começaram a apenas chorar, eu as deixei com suas lamurias e desci até a copa, para lhes trazer algo para bebe e comer.

Quarenta minutos depois, quando não mais escutei os seus lamentos, subi e falei com elas.

-Já está na hora das duas se conformarem com o que está acontecendo com vocês. Nada deste mundo impedirá que eu as estupre e quero que saibam disso e se conformem. Eu lhes digo que serei bem carinhoso e que não as farei sofrer. Agora terei de ir embora, tratar da minha vida e só poderei voltar à noite.

Sei que devem estar com muita sede e fome e antes de sair quero lhes dar algo para beber, matar a sede. Elas demasiadamente chocadas, apesar de estarem com sede e fome, não quiserem beber nem comer. Mas eu, com copo de plástico as obriguei a engolir um pouco de água. Amarradas como estavam, não puderam impedir.


Quanto à comida, eu deixei para lá. Mais algumas horas de fome, não iria matar ninguém. Fui embora, para a cama de Estela, para a consolar do sumiço das filhas. As deixei novamente amordaçadas, não que isso fosse necessário, mas somente para evitar que se consolassem mutuamente. Isto fazia parte da minha estratégia para minar a vontade delas.

Minhas obrigações nas clínicas não me permitiram retornar ao meu futuro ninho de amor durante o dia e, à noite, para não dar bandeira, fiquei em casa para “consolar” Estela. Só na tarde do outro dia pude retornar e até fiquei com penas das minhas lindinhas, pois quando lhes tirei as mordaças, elas imploraram por água e comida.

Eu, plenamente satisfeito as atendi, sabia que tinha vencido a primeira batalha, para as tornar submissas e então dei início ao meu jogo de sedução. Com ambas amordaçadas e vendadas, não tinham noção do que acontecia com a outra e então, comecei a “brincar” com Nery.

Ela estremeceu quando sentiu eu tocar de leve seus lábios vaginais, mas foi só isso que pode fazer, pois estava firmemente imobilizada pelos fios. Fiquei passeando com os dedos na sua rachinha, em toda sua extensão. Não forçava nada, com os dedos lambuzados em creme, somente para não “assar” a delicada carne da menina, que estava muito seca. Lambuzei o buraquinho do cu com o creme e fiquei fazendo leve pressão com os dedos, sem, contudo, ir adiante. Separei, sempre usando de muita delicadeza, os lábios da vagina e acariciei a parede interna da garota, sempre com a preocupação de a manter bem lubrificada com o creme.

Percebi ela contrair os músculos da vagina e das coxas, forçando os fios que a prendiam ao leito. Por muitos minutos fiquei acariciando o seu botãozinho, o friccionando entre os meus dedos. Aí falei bem baixinho, junto ao seu ouvido, de modo que sua irmã não escutasse. – Tenha calma, querida... como eu disse antes, serei bem carinhoso e não a machucarei. Continuei a bolinar a garotinha, até que a senti toda úmida.

Vitoria... eu tinha conseguido fazer Nery, ficar excitada. Era a hora de partir para outro tipo de investida. Me posicionei entre suas coxas e por quase uma hora, fiquei lambendo de leve a rachinha dela e com a ponta da língua, tocando de leve o himen. Mas quando coloquei o clitóris entre os meus lábios e dei início a leves suções, foi que senti todo o corpo da pequena virgem, estremecer por inteiro. Meu pau também deu um salto, quando ejaculei entre as minhas roupas.

Acelerei as chupadas no seu clitóris e a senti explodir num tremendo orgasmo, o primeiro em sua vida. Mas eu não a deixei, e somente para a enlouquecer, continuei a chupar a garotinha por mais de meia hora. A senti estremecer sobre minha boca, por mais algumas vezes.

Foi então que eu tirei sua mordaça e a minha bonequinha começou a chorar baixinho, acho que assustada com o que tinha sentido. Tirei a mordaça, também de Mary e simulei que ia embora, mas fiquei do ado de fora do quarto, somente para ouvir que elas iriam conversar.

Nery não parava de chorar e sua irmã, demonstrando preocupação, perguntou: - Mana o que ele fez com você? - Ele... ele, fez coisas em mim. – Mana, ele a estuprou? – Não ele ficou só me lambendo lá embaixo. – Meus Deus! Nery... foi só isso? Eu podia ouvir ele fazendo uns sons estranhos, por muito tempo! – Foi, sim, o nojento ficou colocando a língua dentro da minha xoxotinha, me chupando toda... minha nossa! O cara é um tarado doido!

Fiz que retornei ao quarto e disse para as minhas pequenas prisioneiras. – Mary, ainda a pouco eu chupei a buceta de Nery e logo mais voltarei a chupá-la novamente... eu não vou colocar o pau dentro da buceta dela... só a minha língua.

Minha intenção era chocá-las de modo que tomassem pleno conhecimento do que as esperava e pudessem assimilar tudo, em suas cabecinhas.

Pouco mais de uma hora mais tarde, voltei e disse para Nery. – Nery, vou chupar mais um pouco a tua bucetinha e depois irei embora. Só voltarei amanhã e aí será a vez de você, Mary, de ser chupada.

Eu as deixei sem a mordaça, pois queria escutar o que elas teriam a comentar, principalmente Nery, que eu a obriguei a ter alguns orgasmos.

Ela chorou muito quando eu voltei a beijá-la na sua rachinha e implorou que eu não fizesse isso novamente. Mas eu a ignorei e agora minhas chupadas eram bem mais fortes e minha língua entrava bem fundo nela e um dedo, lambuzado de creme, entrou no seu apetado buraquinho anal.

Eu não a deixei, até que ela começou a se excitar novamente. Malvado, continuei a chupação até a pobrezinha, não conseguir se segurar e começar a soltar leves gemidos. Mary, imaginando que eu estivesse judiando de sua irmã, chorando implorou que eu parasse de machucá-la.

Estava tão envolvido com a língua dentro da buceta da menina, que nem dei importância aos rogos de Mary e continuei por muito tempo a fazer Nery enlouquecer de tanto gozar.

- Pare por favor... eu não aguento mais... você está me matando. - A minha bonequinha, entremeava estas frases, com gemidos de puro prazer: - Uuuuuiiiiii.... Ahaaaaaaaaaaa. Uuuuiiiiii.

Logico que não parei e a fiz gozar algumas vezes, até ela ficar respirando com extrema dificuldade. Só neste momento, eu a deixei e ela ficou soluçando bem baixinho e nem conseguia responder as indagações assustadas da irmã.

Mesmo presas à cama como estavam, as obriguei a beber e comer alguma coisa e fui para a minha casa e durante a noite, consolei a desesperada mãe, lhe fazendo sexo anal e oral.

Somente pude retornar para as minhas princesas, dois dias depois e as coitadinhas estavam com bastante sede e fome. Eu atendi as suas súplicas e lhes dei de beber e comer. Mas imobilizadas a tantos dias nas camas, as duas garotas estavam com a musculatura totalmente dormentes e necessitando de irem ao banheiro.

Soltei Mary dos fios que a prendiam e lhe disse que podia ir ao banheiro, anexo ao quarto. A bichinhas não conseguiu ficar em pé e então a levei no colo e a coloquei sentada sobre o vaso. Mesmo muito acabrunhada, ela se viu obrigada a urinar e defecar, com eu a olhando atentamente.

Fiquei tremendamente excitado ao enxugar a xoxotinha e o cuzinho dela, sobre os seus protestos. Fiz o mesmo com Nery.

Não me contive e mesmo Mary não estando atada à cama, me atirei sobre ela, com o desejo explodindo dentro de mim.

Foi uma loucura tremenda, lutou como uma leoa, tentando evitar o estupro. Eu bem maior e mais pesado, aos poucos a fui dominando e com ela exausta e respirando com dificuldades, não pode evitar que minha língua encontrasse os seus lábios vaginais.

Por muitos minutos, eu chupei todos os fluídos que saiam da vagina da pequena Mary e passeando com os dedos dentro do seu orifício anal. Depois de tanta lutar, ela agora estava passiva, apenas emitindo leves gemidos, não sei que de dor ou de prazer.

Mas eu estava possesso, cheio de desejos, e montei sobre ela, no meio de suas coxas abertas. Quando Mary sentiu a cabeça do pau, roçar na abertura de sua xoxotinha, levou um tremendo choque e tentou sair e me empurrando com seus bracinhos e em desespero implorou. – Não faça isso comigo, eu sou virgem!

- Fique calma querida...você vai gostar. Apesar dela se mexer bastante, eu não afastei o bichão de sua grutinha e fiquei esfregando a úmida cabecinha entre suas carnes, sem tudo forçar a entrada. Aquela esfregação em toda extensão de sua bucetinha, foi aos poucos diminuindo os protestos da pequena virgem, agora inerte sob meus braços.

Malvado eu não a penetrei e continuei com o roça-roça, a sentindo toda lubrificada, facilitando o passeio do pau entre suas carnes. O único choro que se ouvia, eram os de Nery, que amarrada à cama, sem a venda e mordaça, presenciava o estupro eminente da irmã, sem nada pode fazer.


Somente te quando percebi que Mary estava toda mole, com o corpo interne sobre o meu é que fui, muito lentamente entrando em suas carnes e quando rompi o seu selinho, ela deu apenas um gemidinho de dor e ficou respirando pesado. Fiquei imóvel dentro dela por um tempo e quando iniciei os movimentos de entra e sai, a percebi numa leve tentativa de me acompanhar e as contrações dos músculos de sua vagina.

Vitoria... vitória, eu estava fodendo a garotinha e ela sentindo prazer com isso. Quando acelerei os movimentos, ouvi os gemidos de prazer de Mary e quando sentiu o meu gozo invadir sua grutinha e explodiu num tremendo orgasmo simultâneo, dando um urro, não de dor mais de prazer.

Mary estava totalmente envolvida por um tesão que tomava conta de todo o seu corpo e não resistiu quando a virei de bunda para cima e enterrei o pau em seu cuzinho, agora com gemidos de dor e numa leve tentativa de evitar o anal. Mas logo depois, seus gemidos eram de prazer.

A entrega da Mary foi de tal monta, que voltei a fazer sexo vaginal e anal, com sua inteira concordância e ela tendo inúmeros orgasmos com as minhas penetrações.

Nery vendo a irmã agindo desta maneira, ficou quieta, presa à cama, vendo Mary ir, sozinha ao banheiro e lá ficar muito tempo, se limpando e até defecando, pois, depois levar pau no cu, isso era natural.

Quando fui para casa, não podia deixar as irmãs amarradas nas camas, sob pena de prejudicar em muito seus músculos, mas as deixei trancadas no quarto, com os braços amarrados nas costas, por meio de algemas metálicas, objetos que faziam parte, dentro outros, do meu acervo.

Desta maneira elas podiam se movimentar pelo quarto e até ir ao banheiro, exercitando seus músculos.

Dois dias depois, deflorei Nery e ela foi bem mais acessível do que Mary, pois sabia de antemão que isso aconteceria, tal como ocorreu com a irmã.

Elas continuaram sendo minhas prisioneiras, trancadas no quarto e me foi muito fácil, viciar as irmãs nos prazeres no sexo, pois com o passar das semanas, eram a única coisa que podiam fazer, trancadas no quarto suíte.

Certo que desde o início, estavam sob a influência de drogas que despertaram suas libidos, acordando o prazer sexual; desejo sexual, nas inocentes meninas.

Eu desejava continuar as mantendo sob meu julgo, mas ao mesmo tempo não podia as manter eternamente fechadas em um quarto,

Resolvi então liberar as gêmeas por toda a minha mansão, presas pelos tornozelos, com compridas correntes de aço. Elas podiam se movimentar por todo o andar térreo e até apanhar sol, no lado externo, na varanda da residência. Para isso eu retirei todos os telefones e aparelhos de tevê da casa. Eu as queria saudável, mas sem possibilidade de se comunicar com o mundo exterior.


As correntes presas nos seus tornozelos, tinham pouco mais de 12 metros e eram resistentes bastante para evitar qualquer tentativa de fuga. Porem para as ter sob o meu completo domínio, passei a lhes ministrar leves quantidades de drogas, apenas para as atordoar

Desde dia em diante, passei a fazer sexo com Estela, a mãe e com suas duas filhas. Estela nunca parou de chorar pelo sumiço de suas meninas e as gêmeas, implorando para serem libertadas. Eu não podia soltar as duas, pois nesta altura elas já tinham tomado conhecimento de quem as mantinham aprisionadas, era o padrasto delas.

Mas o tempo a tudo cura, ou quase tudo. Oito meses mais tarde, ainda chorando pela perda de suas filhas, Estela estava de certo modo mais conformada. Nery e Mary é que me davam mais aborrecimentos, pois não paravam de implorar que eu as soltasse.

- Guilherme juramos por Deus, que se você nos soltar, não vamos dizer a ninguém que foi você que nos sequestrou, vamos ficar de bico calado.

Lógico que era tudo mentira... eram menores de idade e eu as sequestrei e as estuprei, se fossem soltas seria a minha total ruína.

Para evitar maiores aborrecimentos, passei a drogar as minhas pequenas, com doses mais fortes. Mary e Nery, agora não mais me incomodavam para serem libertadas. Para receberem suas doses diárias, se entregavam a mim de corpo e alma.

Doze meses depois, não havia mais necessidade de as manter acorrentadas, mas apenas dentro dos altos muros da mansão. As garotas só viviam para fazer sexo comigo e serem, drogadas.

Que coisa mais deliciosa, ter a minha disposição, duas garotinhas, que não se incomodavam em fazer sexo, vaginal, anal e oral, toda vez que eu tenha vontade.

Como sou médico, sei muito bem como manter a saúde de minhas meninas e dosar as drogas que lhes aplico,

Quando Mary engravidou e logo depois Nery, até pensei em deixa-las serem mães, mas depois decidi que não, e as fiz abortar. Seria complicado manter seus filhos na nossa mansão.


Três anos se passaram e hoje me sinto o homem mais realizado deste mundo e acho que Mary e Nery também são felizes, mesmo vivendo em cativeiro. Continuo morando com Estela, agora como marido e mulher, o que ela mais queria neste mundo. Foi a maneira que achei de compensá-la, por ter sequestrado suas duas filhas.


FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:23 de maio de 2016 02:29

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Dia do Orgasmo

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