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Eu e meu sogro italiano

EU E O SOGRO ITALIANO

Meu nome e Helena, tenho 19 anos e estou casada com Genaro há 1 ano, Meu marido, filho de italianos é a coisa mais doce do mundo e eu o amo muitíssimo. Ele tem 25 anos e trabalha para a Petrobrás, em uma plataforma na Bacia de Santos, há quase 2 anos. São 21 dias em casa para 14 dias embarcados. Ele não reclama, pois adora o seu serviço. Moramos em Santos, e já me acostumei a ficar sozinha, em uma casa com um grande jardim e uma bela piscina. Minha família é toda do Rio Grande do Sul, da Serra Gaúcha e a família de Genaro, reside em Roma. Na verdade, ele só tem o pai viúvo, como único elo familiar. Fico muito sozinha e triste, quando meu amado está a muitas milhas do litoral, no meio do Atlântico. Mas isto é necessário, como ele diz, pois temos de formar nosso “pé-de-meia” enquanto ainda somos jovens. Mas sinto falta de Genaro, do sexo gostoso dele e me sinto muito carente, da falta de nossas noites de arrebatamento. Genaro adora o pai, pois foi ele quem o criou e sempre o cobriu de muito amor e carinho. Ele sempre conta muitas histórias de Paolo e de suas peripécias amorosas, pois ficando viúvo com apenas 30 anos, teve muitas aventuras amorosas, mas nenhuma de suas fugazes amantes o prendeu por muito tempo, pois o seu verdadeiro amor, sempre foi sua esposa. Hoje com 48 anos, Paolo viaja pelo mundo fotografando coisas exóticas, que vende para diversas publicações do mundo inteiro. Há dois meses, quando Paolo, telefonou para Genaro, informando que estava programando passar um tempo, aqui no Brasil, meu marido ficou maluco, não parava de falar do pai, de contar suas inúmeras aventuras pelo mundo. Radiante, avisou ao pai, que obrigatoriamente ele teria de ficar morando em nossa, enquanto estivesse no Brasil. Genaro preparou, empolgado, um quarto para o pai, no 2º pavimento de nossa casa, ao lado do nosso. Era quase uma suíte, pois tinha uma saleta e banheiro conjugados. As semanas transcorreram e meu marido, tentou de toda forma, alterar seu turno de serviço na plataforma, mas quando o diabo está no meio, tudo sai errado. Justamente no dia anterior à chegada de Paolo, Genaro teve de embarcar, para as suas duas semanas na plataforma. Muito irritado, ele me encarregou de ir até Campinas, aguardar a chegada de meu sogro. Como eu não o conhecia, a não ser por fotos, fiquei de portar um grande cartaz, com o nome Paolo, bem grande, à saída da sala de desembarque. Assim foi feito, no dia seguinte, subi a serra e lá estava eu, nervosa, esperando por meu sogro. Ouvi tantas histórias a seu respeito, de suas aventuras amorosas, que morria de curiosidade de o conhecer. Apreensiva fiquei, quando vi todo mundo sair e nada de Paolo, foi quando senti alguém me agarrar pela cintura, por trás e me levantar do chão. Fiquei em pânico, mas me acalmei, quando ele falou, com forte sotaque: - Helena, minha nora querida, fui um dos primeiros a sair e fiquei só te observando. Você com este papelão erguido no ar, com a carinha linda, me procurando, foi divertido! Quando me virei e encarei meu sogro, meu coração quase saiu pela boca. Na minha frente, estava um tremendo de um “homenzarrão”, belo como um deus grego, tostado pelo sol do mundo e com um sorriso zombeteiro no canto dos lábios. Seus olhos negros, me fitaram, interrogativamente: - O que foi, minha nora, desculpe pelo susto...mas estavas tão atenta à saída dos passageiros, que não resistir em lhe pegar uma peça. – Não é nada disso, seu Paolo, é que você é muito diferente do que eu tinha imaginado. – Diferente como? Será que eu a decepcionei tanto assim? – Não, pelo contrário...você é demasiadamente...gagueando, não sei como, tive a petulância de expressar o que estava sentindo e repeti: - você é demasiadamente bonito e charmoso. Corei de vergonha, arrependida de minha ousadia, mas ele caiu na risada, uma tão charmosa risada, que chamou a atenção de algumas moças que olhavam, encantadas para aquele Apolo. Minhas pernas fraquejaram e pensei comigo: - Deus do céu! que homem mais lindo e encantador! Com as malas já embarcadas, estávamos nos preparando para sair do estacionamento, quando ele se virou no banco e ficou me encarando: - Helena, agora é a minha fez de ficar aturdido com a tua beleza...tudo em você é prefeito, teu rosto, teus olhos e lábios. Realmente, meu filho soube escolher bem! Se afastando um pouco, me examinou toda, de cima abaixo e continuou: - Teu corpo também é belíssimo. Meu coração disparou, minha respiração idem e completamente encabulada, apenas abaixei o olhar, sem ao menos, saber como agradecer elogios tão ousados, ainda mais partindo do meu sogro. De tão nervosa, passei a dirigir como uma principiante, fazendo mil “barbeiragens. Paolo observou o meu nervosismo e homem experiente, vivendo pelo mundo, logo percebeu que era ele que estava me perturbado tanto. Preocupado, propôs: - Helena, vamos fazer o seguinte... encoste naquele posto de gasolina logo em frente e vamos trocar... eu dirijo e você me orienta quanto ao caminho a seguir. Sem nada comentar, lentamente parei o carro num recuo do posto de gasolina que ele estava a indicar e fiz menção de sair, para fazer a troca. Mas ele me segurou pelo braço: - Nada disso, menina...não há necessidade de sairmos, passe por cima de mim e eu escorrego para o teu lado. Ele com a maior facilidade, me colocou em seu colo, com as mãos em volta de minha cintura. Eu como que hipnotizada com aquele contato, não fiz nenhum esforço para escorregar meu corpo para o lado do carona e, senti por um breve instante, toda sua virilidade, sob meu bumbum. Meu sogro, percebeu tudo e com gentileza, forçou a troca de condutor. Depois, descendo a serra, tive muito tempo para analisar tudo o que estava acontecendo. Pude colocar minhas ideias nos devidos lugares. Ele era meu sogro, pai do meu querido Genaro, 29 anos mais velho do que eu e, apesar de todo o seu fascínio, eu tinha de me comportar. Em toda a minha curta vida, nada parecido me tinha acontecido, nunca tive contatos mais íntimos com os meus poucos namorados e casei virgem. Mesmo com as prolongadas ausências de Genaro, sentindo falta de sexo, sempre lhe fui fiel e jamais pensei em bobagens. Confesso que, agora, estava seriamente preocupada. Paolo, ficaria lá em casa, somente nos dois, por no mínimo duas semanas. Dormindo e comendo sob o mesmo teto. Tentei tirar de minha cabeça estes pensamentos, pois afinal de contas Paolo amava profundamente o filho e jamais tentaria qualquer coisa comigo...disso eu tinha certeza. Quem tinha imaginado merda fui eu. Tenho de agir naturalmente na sua presença, sendo amiga e educada. Já em casa ele desfez as malas e ficou encantado com a nossa residência e com o conforto do seu quarto. Imediatamente pediu para telefonar para o filho, avisando que já tinha chegado. Ligamos para Genaro e eu lhe contei que tinha ficado encantado com o seu pai. Ele ficou muito feliz e pediu para falar com o pai. – A conversa entre os dois, foi bem tipo à italiana, efusiva e acalorada. Paolo, disse ao filho que a sua nora era belíssima e que ele não deveria deixar uma jovenzinha tão encantadora, muito tempo sozinha, pois afinal os gaviões estão sempre a espreita. Mas que ele, por enquanto não deveria se preocupar, pois o papai ia ficar aqui por muito tempo e que iria tomar conta dela direitinho. Paolo, além de bonito e charmoso, se mostrou muito simpático e falante e isto cativou ainda mais a moça. Ele tem um espirito brincalhão e muito informal, parecendo não se importar muito com as regras estabelecidas. Naquela noite, Helena preparou um belo jantar para o sogro e os dois, à beira da piscina, ficaram até madrugada alta, comendo e botando conversa fora. Bebericando um bom vinho italiano. Helena vez mais atraída pela personalidade cativante do sogro, pediu que ele narrasse algumas de suas aventuras pelo mundo. Ele concordou, mas como já estava quase amanhecendo, retrucou: - Minha linda, vamos deixar para amanhã...está bem? Então, dado o adiantado da hora, resolveram ir dormir e subiram juntos para os seus quartos. Na porta de seu quarto, Helena lhe estendeu a mão, lhe desejando boa noite: -Mas ele exclamou: - Que é isso, menina...quanta formalidade com o teu sogro...nada disso! Eu quero um beijo e um abraço bem apertado. Helena, indecisa se aproximou de Paolo, colocou seus bracinhos em volta do ombro dele e lhe deu um beijinho na face, mas ele a puxou para si, a envolvendo com um forte abraço e a beijou, fortemente, nos lábios. Um beijo longo e molhado, e ela se deixou beijar...surpresa e assustada ao mesmo tempo. Com o corpo colado ao dele, fechou os olhos adorando o seu delicioso contato. Depois ele a soltou, e a beijando levemente na testa, falou: - Vá dormir com Deus, minha linda e sonhe com Genaro, fazendo amor com você. Minha nossa! Aquilo foi demais para a pobre garota, tremendo da cabeça aos pés, ela sob o chuveiro, se deliciando com a água, não conseguia esquecer o beijo do sogro. Nunca tinha sido beijada daquela maneira, nem por seu marido. Naquela noite, Helena sonhou muito, não com o marido, mas sim com o sogro a beijando sem parar.
Na manhã seguinte, cansada por ter ido dormir tão tarde e abalada com o beijo do sogro, não saiu da cama. Por volta das 10 horas, um cheirinho gostoso de café chegou até ela e de repente Paolo entra em seu quarto, trazendo uma enorme bandeja, com café, leite, sucos e um prato cheio de panquecas. – Levanta, preguiçosa, já está muito tarde e você ainda não comeu nada...veja o que eu preparei especialmente para você! Ele coloca a bandeja numa pequena mesa e se aproxima da cama. – Venha vamos tomar café juntos e a puxa pelos braços, brincalhão. De tão surpresa com aquilo e ainda meio com sono, ela se levanta e faz menção de ir até a mesinha...mas somente aí se dá conta que está completamente nua. Ele, também surpreso, com a inesperada e linda visão do corpo de Helena despido, continua a segurá-la pelo braço e vê sua intimidade, sem nenhum pelo e seios firmes com mamilos róseos e salientes. Tudo é tão espetacular e belo que Paolo só consegue dizer: - Que coisa mais bela! Magnifica! Helena, com o inesperado da situação, tenta soltar seu braço, mas ele continua a segurá-la, com mais pressão, enquanto a devora com os olhos. Tenta retornar para a cama para se cobrir, mas ele a puxa para a mesinha e lhe diz: - Não, minha bela, não tenhas vergonha da tua nudez... você tem um belíssimo corpo e, já que eu o vi, não necessitas mais o esconder de mim! A jovem, diante da atitude dele e ao mesmo tempo fascinada com tudo, se deixou conduzir. Ela tensa, sentada na beira da cadeira, tomou o café, junto com o sogro, completamente pelada. Depois ele a conduziu de volta para a cama, a fez sentar na beira do colchão e se ajoelhou em frente de sua nudez. Helena, desde o momento que ele entrou no quarto, durante o café e agora, com ele ajoelhado à sua frente, não falou nada...muda estava e muda continuou. Não sabia o que ele iria fazer, mas se sentia sem forças para nada. Ele examinou calmamente todo o belo corpo dela e depois, lhe disse: - Helena...Helena, você é a mulher mais bela que eu já vi, seu corpo nu é a coisinha mais bela que tive oportunidade de apreciar, mas podes ficar tranquila... você é a esposa de meu filho e como tal, e vou respeitá-la... mesmo com vontade de a pegar nos braços e fazer muito amor selvagem com você. – Vá tomar um banho e depois vou lhe contar as minhas aventuras...como prometi ontem à noite. Helena com lagrimas nos olhos, o abraçou e só então conseguiu falar alguma coisa: - Obrigado meu sogro, muito obrigado. Ele se levantou e saiu levando a bandeja de café. Ela completamente transtornada foi tomar o banho sugerido. Ficou longo tempo sob o chuveiro, tentando analisar o que estava acontecendo com ela; mentalmente pedindo perdão a Genaro, pois sabia perfeitamente, que se o sogro pedisse, ela não teria forças para resistir e se entregaria a ele, sem reservas. Ela ainda não tinha percebido, mas estava apaixonada loucamente pelo sogro. Não sabia qual o estranho magnetismo dele, pois afinal só o conhecia há 24 horas e acima de tudo era seu sogro e um velho, se comparado a ela e ao seu filho. Sabia que teria de ter forças para escapar desta armadilha do destino, senão seu feliz casamento estaria completamente arruinado. Vestiu um vestidinho bem leve, sem nada por baixo e desceu, a procura do sogro. Ele estava na piscina, nadando alegremente e quando a viu, se aproximou da borda: - Nossa meu amor, você está linda! Ela se sentou na beira da piscina, com os pés na água e ficou observando Paolo, se divertindo como um adolescente. Ele vestia um minúsculo calção preto, que realçava seu corpo atlético e bronzeado e que realçava o volume formado no meio de suas coxas. Extasiada, deslumbrada com a visão daquele deus, em sua piscina, escutou quando ele falou: - Venha amorzinho, venha para a piscina... está muito bom. Meu Deus, ele a chamava de amorzinho, de meu amor! Que coisa mais bacana! Nesta altura ela nem se lembrava de seus pensamentos a pouco e como um robô, entrou na água, com vestido e tudo. Paolo se aproximou de Helena. – Com vestido e tudo, vamos tirar esta coisa fora e, antes de qualquer reação dela, puxou seu vestidinho pela cabeça. A moça esquecida do mundo, só se lembrando do momento alegre, exclamou: - Vocês gostam de nos ver nuas, mas sempre estão vestidos. Brincalhão, como sempre, Paolo fala: - Não seja por isso e tirou o seu calção. Agora os dois, sogro e nora, estavam na piscina completamente despidos. Rindo muito os dois se aproximaram e Paolo a abraçou pela cintura e ela sentiu entre as suas coxas, tocando sua vagina, o enorme membro dele. Se sentiu desfalecer, de tanta tesão e o abraçou com força pelo pescoço e ali ficaram longo tempo. Helena, não aguentando mais, completamente excitada, apenas implorou: - Meu amor, meu querido...me foda, por favor me foda, eu não aguento mais, quero ser sua. Quero você todo dento de mim. Paolo, mas contigo e com vasta experiência, apenas sussurrou no ouvido da jovem: Querida, você é a esposa do meu filho e eu não quero estragar o casamento de vocês. - Não, Paolo se você não me comer agora, eu vou morrer de tanta vontade, eu quero o seu pau para mim. Não suporto, por favor...esqueça um pouco o seu filho e pense que eu sou outra mulher e me foda com vontade. Genaro, não precisa saber de nada. Helena se pendura no pescoço de Paolo e desesperada por sexo, cruza suas coxas em volta da cintura dele e, com as mãos procura o pênis e o encaixa em sua buceta e com movimentos das coxas, obriga o enorme membro ir fundo dentro de sua vagina. Dá um grito de satisfação e começa a cavalgar o sogro, como uma puta no cio gemendo e chorando de tanto prazer e após poucos minutos o orgasmo veio, avassalador e ela berra alucinadamente, querendo fundir o seu corpo ao dele. Quase que no mesmo momento, ele goza, depositando uma enorme quantidade de esperma bem lá no fundo, no seu útero. Deste dia em diante, Helena, queria Paolo, dentro dela todos os dias, alucinada pelo gozo que ele lhe proporcionava.
Quando Genaro, retornou, 14 dias depois, Helena tinha sido fodida pelo pai dele, bem mais que 23 vezes. Eles conseguiram esconder de rapaz, toda a paixão de sentiam um pelo outro. A moça para tentar saciar sua fome de sexo, queria que o marido a possuísse todas as noites. Nem sempre o rapaz conseguia aplacar a fome da esposa, mais fazia o que podia, com seu pequeno pênis. Quando Genaro estava para retornar ao serviço, o pai lhe informou, que ficaria morando em Santos por um bom tempo e que iria procurar uma casa ou apartamento para morar. Genaro, não concordou: - Não papai, o senhor vai é ficar morando aqui conosco, o quarto suíte vai ser seu e, eu não aceito recusa e, além de tudo o senhor fará companhia para Helena. Me sentirei mais tranquilo, com o senhor por perto, cuidando de minha esposa. Faremos o seguinte, meu filho, vamos falar com sua esposa, se ela concordar, eu fico. Foram até a cozinha, onde Helena preparava o almoço e Genaro perguntou se ela gostaria se o pai continuasse morando com eles. – Mas claro que aceito, meu querido...você sabe que passei a amar muito meu sogro e necessito da companhia dele. Me sinto protegida com ele por perto, me faz muito bem. Helena deu um beijo no marido e se voltando abraçou o sogro e o beijou, na testa, sentindo o volume dele entre sua coxas. Genaro, contente, abraçou os dois e falou: - Que bom que vocês se deram tão bem, estava torcendo para que isso acontecesse.
FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:10 de fevereiro de 2014 16:03

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Pulando a Cerca

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 10/02/2014.

Comentários

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  • Marcelo
    Postado porMarceloem25 de dezembro de 2015 14:39

    Me add gistaria de trocar email com vc aguardo sua resposta

  • j.chita67
    Postado porj.chita67em13 de outubro de 2015 20:12

    Marcela, sou um fã ardoroso de seus contos, adoro os de traições esadomasoquismo, continue nos brindando com seus contos deliciosos.

  • Verita
    Postado porVeritaem6 de fevereiro de 2015 21:37

    Quem me dera ter um sogro assim é vivendo comigo. Uuui Haveria de quer. Ser comida por ele todos os santos dias.

  • Waldir N Gomes
    Postado porMarcelaem22 de maio de 2014 15:40
    Marcela é uma autora no História Erótica

    Agradeço ao TONY e ao STRANIERO,fico vaidosa ao saber que gostaram do meu conto. Por favor,façam comentários sobre os outros contos que publiquei e remetam sugestões para que eu posa melhorar minhas histórias. Adoro escrever e tenho muito tempo para isso, mas sei, também, que preciso melhorar muito.Beijos para vocês meninos.

  • STRANIERO
    Postado porSTRANIEROem8 de abril de 2014 20:13

    Bella storia, meraviglioso.

  • TONY
    Postado porTONYem6 de março de 2014 05:45

    MUITO BOM mesmo!!!!!!!!

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