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FATOS DA VIDA

FATOS DA VIDA

- Minha nossa, não posso acreditar! Como você cresceu Ana, nem parece aquela garotinha que vivia agarrada na saia da mãe.
- Desculpe, mas não estou reconhecendo o senhor.
- Eu sou o Agenor, amigo de longa data de seus pais. É natural que não me reconheça, pois quando fui morar fora do país, você era bem pequena. Vim à cidade fechar um negócio e em dois dias retornarei. Logo que a vi saindo da escola a reconheci. Estou indo dá um abraço em sua mãe e em seu pai. Se você vai para casa, podes vir comigo.

- Coloque o cinto Ana. Você está muito bonita, qual a sua idade.
- Tenho quatorze anos, senhor Agenor. Pode dobrar à direita e seguir em frente, logo estaremos em casa.
- Porque parou aqui? - Eu não quero chegar na tua casa de mãos vazias. Está vendo aquela loja do outro lado da avenida? Vou até lá comprar uma lembrança para tua mãe. Venha comigo e me ajude a escolher.
- Está bem, mas não devemos demorar muito... mamãe fica preocupada quando não chego no horário.
- Porque ela não vem te buscar na escola, Ana.
- Me buscar na escola! Ela não pode... a cadeira de roda a impede.
- Que coisa! Como aconteceu isso? Eu não sabia de nada.

- Senhor Agenor... eu me lembrei que marquei encontro com uma amiga... e ela mora logo naquele prédio da esquina. Pode me deixar aqui, que mais tarde eu vou para casa sozinha.
- Nada disso Ana, você virá comigo. Acho que pisei na bola.
- Foi sim... deixe eu sair...você não conhece minha mãe e me enganou. Mamãe, desde que nasci, perdeu os movimentos das pernas, num acidente e você não sabia disso.
- Tens razão bonequinha... não conheço tua mamãe, mas você, conheço muito bem. Há dez dia que a vejo ir e vir da escola e tirei muitas fotografias tua.
=X=

Ana presente que caiu numa cilada armada pelo homem. Acreditou nele e entrou no carro do homem, apesar dos conselhos de sua mãe. Nunca entrar no carro de estranhos. Ainda bem que descobriu o ardil a tempo. Sentada no banco do carona, se vira para abrir a porta, quando sente uma picada em seu ombro. Dá um gritinho de dor e assustada olha e vê uma agulha ainda fincada em sua carne.
- O que é isso? O que o senhor fez?
- Só lhe injetei uma coisinha para ficares bem mansinha. Quero que venhas comigo, lindinha. O velhote pediu para eu encontrar uma garotinha vem novinha, bonita e com um corpinho como o teu. Ele paga muito bem para descabaçar uma bucentinha virgem.
Ana sente que seu corpo está ficando todo mole e a vista turva. Quer gritar por ajuda, mas a língua parece estar crescendo dentro de sua boca e não consegue imitir nenhum som.
O homem a empurra e a deita no piso do carro, sob o assento do carona e a cobre com uma espécie de lona ou algo parecido. Ana esta toda dobrada, mas nada sente, pois, a droga que ele injetou a faz ficar com o corpo dormente.
Ana não consegue que seu corpo a obedeça e imobilizada pela tal droga, sente o veículo trafegar por muito tempo e o terror de saber que está sendo sequestrada a pedido de um sujeito que pretende a estuprar. Como pode ser tão burra e acreditar que o homem realmente conhecia sua mãe!
=X=
Percebe quando é levada no colo para algum lugar. Ainda coberta com a lona não tem noção para onde o miserável a levou.
- Boa tarde, doutor... aqui está tua encomenda, tal qual pode pediu. É uma garotinha de apenas quatorze anos e ainda virgem, disso eu tenho certeza. Agora me dê o meu dinheiro e quando quiser outra é só me ligar.
- Tudo bem Agenor... vou ficar com esta, mas peço que me faça um outro favor. Lá no porão, ainda tenho a garotinha do mês passado. Ela está bem ruim. Não aceitou muito bem as drogas. Quero que a tire daqui.
- Cara eu não mato ninguém, só as capturo para você.
- Não e nada disso, não estou pedindo que dê fim na garota. Só a leve daqui e a liberte bem longe, mas de modo que possa voltar para casa por conta própria, para continuar a viver sua vidinha com a família. Como sempre, minhas meninas não sabem quem sou e nem onde estão, portanto não ligo que batam com a língua nos dentes.
- Sendo assim, eu a levo... mas quero mais dinheiro por isso.
=X=
Ana escuta tudo o que falam e o terror a invade por completo. Quer gritar, sair correndo daquele lugar... pedir ajuda à sua mãe, mas nada disso pode fazer, o corpo não a obedece, ainda sob ação da droga.
Alguém a pega no colo e a leva para algum lugar. Percebe que estão subindo por uma escada e depois é jogada com violência sobre uma cama e finalmente se vê livre da lona que a cobre.
Um homem e uma mulher a olham sem nenhuma expressão em seus rostos de pedra.
- Lina, o padrão que que você a prepare para ele. – Eu sei disso, podes sair que eu sei o que fazer.
O homem sai e Lina, empregada do velhote, se volta para a jovem na cama.
- Minha nossa! Ele só quer foder meninas cada vez mais novinhas. Ela começa a tirar o uniforme escolar de Ana e em pouco tempo a deixa nua.
- Que corpinho lindo você tem! O patrão desta fez pediu comida de primeira. Não tenha medo, dentro de poucas horas o efeito desta droga some e você poderá movimentar seu corpo a vontade.
- Você tem uma mata enorme aí embaixo! E vou te depilar todinha... ele gosta de buceta sem nenhum pelo.
=X=
Nas horas seguintes a mulher prepara Ana para o padrão. A depila e a leva para o banheiro, anexo do quarto e a coloca dentro se uma enorme banheira com água morta. É colocada de volta na cama e por muito tempo Lina passa por todo corpo da garota, uma espécie de óleo ou coisa parecido, bastante perfumado.
Lina a vira de bunda e fica admirada olhando as nádegas de Ana. – Que bunda mais linda tens menina! O velhote adora um cuzinho como o teu, ele vai adora comer o teu rabinho.
Com efeito, ela ainda está passando o óleo nas costas e na bunda de Ana, quando o homem entra no quarto.
- Como é mulher? Vai terminar aí ou vais ficar alisando a garota?
- Já terminei patrão... ela está prontinha para o senhor.
- Então suma e me deixe ver o que Agenor me trouxe desta vez
Ele olha para Ana estirada na cama com a bunda para cima e o que vê faz com que solte uma exclamação se júbilo.
- Puta que pariu! Que bunda mais linda!
Vou comer este rabinho agora mesmo. Em questão de minutos, fica totalmente nu, apenas com uma mascará que lhe cobre o rosto por inteiro. Nenhuma de suas garotas deve ver o seu rosto.
Com o pau duro como pedra, senta na cama e apalpa as polpas da bunda de Ana. Separa as coxas dela e mete o dedo no seu apertado orifício.
Ana sente tudo isso e quer berrar, tal o seu pavor. Seu corpo começa a dissipar a droga de seu organismo e ela sente que já pode mover um pouco sua cabeça e seus braços.
- Puta merda! Vou arrombar este rabinho agora mesmo. Com a mão espalmada, passa no ânus de Ana, uma espécie de creme e apressado se deita por cima.
Ana, agora consegue gritar, com a dor que sente ao ser invadida pelo enorme pau do velho. Parece que seu cuzinho está sendo rasgado. O homem empurra com força e agora ele está todo dentro dela, como um louco, entrando e saindo do cu da menina com movimentos rápidos, enquanto beija, lambe e morde os ombros e pescoço de Ana.
Ela geme, não de prazer, mas de dor, tanto pelo estupro anal como pelas violentas mordidas em suas carnes. Em poucos minutos ele explode e derrama todo o seu gozo dentro de Ana. Ela sente o sangue escorrer das violentas mordidas em seu pescoço e ombro.
- Nossa! Que rabinho gostoso você tem, garota. Ele sai dentro e vê muito sangue manchando a coxas da jovem e o lençol.
- É.… pelo que vejo estuprei um cuzinho virgem, mas não ligue. Lina vai limpar você e mais tarde vamos provar tua bucetinha.
Ele vira Ana para olhar o rostinho dono de uma bundinha tão saborosa.
Ana, apavorada, olha para o mascarado que a estuprou, sabendo que ele irá tirar sua virgindade, tal como fez com na sua bunda. A pobrezinha entra em choque e perde a consciência, tal o horror que a domina.
=X=
O velho não consegue desviar os olhos do rosto sofrido da linda menina loira deitada em sua cama. Leva as mãos a cabeça e sai rápido do quarto e somente aí consegue murmurar... minha filha... minha filha!

Ana acorda num quarto e vê sua mãe ao seu lado, na sua cadeira de rodas e sabe que está salva. - Minha menina queridinha, finalmente você acordou! – Mamãe, foi horrível, o homem abusou de mim…não sou mais virgem!
- Ana, meu amor, você ainda é virgem... ele só fez anal em você.
- Papai...onde ele está, mãe?
Judith engoliu em seco e nada respondeu a filha. Não sabia como contar à Ana, que o pai, inexplicavelmente, se suicidou com um tiro na cabeça.

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:20 de fevereiro de 2017 03:28

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Pulando a Cerca

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 20/02/2017.

Comentários

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  • Marcela
    Postado porMarcelaem26 de maio de 2017 12:08

    Não é nada disso, meu caro "Dotado Safado". Tudo que escrevo é pura fantasia. Eu apenas gosto de escrever.
    Marcela

  • luiz
    Postado porluizem20 de março de 2017 23:54

    o marcela vc topa um sexo muito louco

  • Francisco
    Postado porFranciscoem20 de março de 2017 01:43

    Um conto do jeito que a vida é. A gente pode fantasiar mas a vida real é bem diferente. Isso pode acontecer.

  • Dotado Safado
    Postado porDotado Safadoem20 de fevereiro de 2017 15:22

    ótimo conto..sempre que leio fico puto de tesão e com vontade de conhecer esse tipo de mulher safada, as vezes sendo uma evangélica, mãe, dona de casa..crente..comprometida enfim mulher que gosta de ser bem fodida, ou tenha fantasias e desejos mesmo que as vezes não tenha coragem pra falar mais morre de desejo,quero até mesmo ajuda-la a perder a timidez e mostrar todo desejo e vontade reprimida. quem sabe ajudando a conhecer esses desejos e vontades...
    Wts47.99212.6411

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