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Genny, diabólica atração



CAPÍTULO 1º: NAS GARRAS DE SATANÁS

Genny prepara a mamadeira de sua filhinha, sobe as escadas e satisfaz a fome de sua bonequinha. Blenda não é de acordar de madrugada com fome, mas esta noite escutou o choro e seu pedido para mamar. Antes de descer, foi até o quarto de Marcelo, seu filhote com cinco anos e o viu dormindo, com a coberta no chão, foi até ele e o cobriu. Eduardo dormia pesado e nem percebeu quando ela se levantou para ir “corujar” os filhos.

Foi sempre assim, seu marido caía na cama e só acordava na manhã seguinte bem cedo, se preparando para sair para o serviço.
Genny uma bela ruiva, com 25 anos, casada há 8, vivia num mar de rosas. Com dois filhos lindos e com um marido que a ama desde os tempos de faculdade. Vivem numa ótima situação financeira e o mais importante, com muito amor e harmonia.

Ela desce as escadas, e na cozinha trata de lavar a mamadeira de Blenda. Olha o relógio na parede, uma hora e tinta minutos. Ainda tem muito tempo para dormir, mas antes decide preparar um chá preto. Sentada numa banqueta na cozinha, fica matutando.
O que será que se passa com Eduardo nestes últimos dez dias? Ele não a procurou para o sexo neste tempo todo...será dificuldades lá na empresa? Ela sempre foi muito fogosa e ficar todos estes dias na seca, a estava deixando nervosa. Mas como é muito recatada e até um pouco tímida, ficou na dela esperando qualquer iniciativa de parte do marido.



Apagou as luzes da cozinha e na penumbra se preparava para subir e ir dormir. Escutou algo se mover atrás dela e quando ia se virar, um braço envolveu seu pescoço com muita força e o grito que ensaiou, foi impedido pela mão enluvada que tapou sua boca e nariz. Apavorada, esperneou para se livrar do atacante desconhecido, mas suspensa pelo pescoço e quase sufocando com a luva a impedindo de respirar, foi ficando inerte.

O homem só a soltou quando percebeu que ela ficou toda mole em seus braços. A mão enluvada portava um pano dobrado, embebido em clorofórmio e foi isso que a “nocauteou”.
Ele já estava na casa há muitos minutos, vasculhando a sala, a saleta e o escritório, em busca de algo para roubar.
Viu a mulher descer as escadas, preparar algo na cozinha e depois retornar para o andar superior. Se preparava para continuar a busca de valores quando a viu descer novamente. Escondido no vão da escada, ficou olhando a mulher, com toda calma deste mundo, ela ligar o fogão e colocar água para ferver.

Chamou sua atenção a beleza dela, que vestia apenas um curto tope de tecido transparente que deixava antever seu belo corpo.
A vendo bem à vontade, com as coxas expostas, o moreno ficou excitado e como estava muito “necessitado” resolveu mudar o foco de sua visita àquela casa... em vez de levar objetos, levaria aquela ruiva gostosa que estava dando mole.

Foi fácil a dominar, pois como bom intruso de casas alheias, sempre levava um frasco de clorofórmio, para eventuais necessidades.
Com Genny desacordada sobre os ombros, como um saco de batatas, saiu calmamente por onde entrou... pelas portas dos fundos, que dava acesso ao quintal da residência.

Madrugada alta, noite fria, nenhuma alma nas redondezas. Chico olhou para todo os lados e com sua preciosa carga, atravessou rapidamente a rua e se embreou no terreno baldio e logo depois no bosque que circundava toda a área. Lá estavas o seu velho calhambeque aguardando que seu proprietário trouxesse algo de valor para ser negociado.

Chico colocou Genny na pequena carroceria descoberta e para se garantir, colocou sobre o seu nariz o pano embebido em clorofórmio e o prendeu com barbante à sua nuca. Desta forma a mulher iria fiar respirando o produto e não acordaria tão cedo.
Ele a cobriu com um pedaço de lona, entrou na cabine do carrinho e se mandou. Menos de uma hora depois chegou ao seu destino, um rústico casebre com poucos cômodos, onde morava sozinho.

Por natureza, Chico nunca foi um estuprador, o seu negócio era invadir casas para roubar e nisso ele era mestre. Uma única vez, no ano passado, entrou em uma casa que jurava estar com os moradores ausentes e foi surpreendido ao ver uma jovem dormindo sossegadamente em sua cama. A garota vestia apenas uma camisolinha, que com o agitar no sono enrolou na cintura e Chico pode ver a belíssima a bunda sem calcinha.
Aí não teve como resistir... afinal de contas, ele é homem e partiu para a ignorância. Não levou nada da casa naquela noite, a não ser o cabaço da virgem, que deixou amarrada e amordaçada, que nesta altura não era mais virgem ne na boca.

Com esta ruiva a tentação foi demais para ele, que estava na seca a algumas semanas.

Genny acordou, com as narinas e os lábios ardendo bastante e com a mente muito confusa, tudo pela ação da droga volátil que ficou respirando por muito tempo. Aos poucos foi percebendo que estava deitada sobre um áspero colchão e ao tentar se mover, notou alarmada que estava nua e com os pulsos presos nas costas com cordas. Assustada abriu a boca para gritar por socorro, quando sentiu o frio de uma lâmina tocar seu pescoço.

- Moça, para seu bem é melhor ficar de boca fechada.

Genny gelou na hora; entendeu perfeitamente a ameaça do negro, que sentado na beira do colchão, empunhava o punhal. Tremendo de medo, ficou olhando o homem que deixou o punhal de lado e lhe falou.

- Fique calma, pois nada de mal vai lhe acontecer. Eu vou ficar com você por uns dias aqui na minha casa e depois poderás ir embora. Só espero que não sejas daquelas branquelas que não gosta de negro, pois eu e você iremos fazer sexo adoidado.

Genny, recuperando um pouco o sangue frio, tentou argumentar com o mulato.
- Senhor, eu sou casada, tenho dois filhos... por favor, me deixe ir embora. Meu marido tem dinheiro e ele lhe pagará o que pedir para me libertar.

- Moça, eu não a sequestrei para pedir resgate, este não é o meu negócio. Você está aqui porque eu estou com tesão em você.
Já lhe disse, uns dias de boa foda e poderás ir embora. Para não perdermos tempo com conversa mole, vamos iniciarmos o nosso relacionamento, que espero não seja necessário usar de violência.

Chico volta a empunhar o punhal e Genny, se encolhe toda, imaginando o pior. Mas suspira aliviada quando percebe que ele apenas está cortando as cordas que prendem seus pulsos.
Em pé, ao lado da cama ele fica nu. Genny ao ver o negro, num relance o avalia. O cara é um verdadeiro animal e ela não consegue desviar o olhar da monstruosidade que ele ostenta entre as pernas. Nunca pensou que um homem pudesse se parecer com um jumento, mas ali estava ele, se inclinando sobre ela.

Apavorada Genny se encolheu toda e suplicou que que a deixasse em paz. Se entrasse em suas carnes, tinha certeza que o negro a rasgaria ao meio e implorou que a poupasse.

Chico, surdo aos apelos dela, deu início, não a penetração pura e simples na mulher, que em pânico berrava como um animal ferido. Ele queria aproveitar ao máximo aquela coisinha gostosa e com a bocarra começou a lamber cada pedacinho da macia carne branca como leite.

Genny sentia a língua dele, áspera como lixa, percorrer cada cantinho de seu corpo. Era virada e revirada nas mãos do negro e com os olhos e lábios cerrados, mais se parecia com uma boneca sendo manipulada pelo gigante negro, uma boneca de carne é verdade.

A boca e a língua de Chico no rosto de Genny, lambuzavam de saliva os olhos, as orelhas e até o nariz e os lábios que ainda continuavam cerrados. Quando ele ordenou que abrisse a boca, ela não obedeceu. As mãos se fecharem torno de seu pescoço e o foram pressionando.

- Abra a boca, mulher... ou eu vou te estrangular até que me obedeça.
Sem opção, separa os lábios e sente quando a boca e a língua dele a invadem, misturando suas salivas.
Chico a segura pelos longos e ruivos cabelos enquanto a devora, chupando a língua dela.

O enorme peso do homem está por cima e sabe que está perdida, dominada pela força física dele. As pernas do negro, estão entre suas coxas e o colossal caralho passeia sobre os lábios de sua vagina.
Genny, aterrorizada, percebe que o momento de sua desgraça está ali, lambuzando o acesso de sua buceta.
Fica surpreendida, pois ele não a penetra, fica apenas esfregando a cabeça do pênis entre suas macias carnes, passeando por toda extensão do vale, indo até o ânus e retornando.

Quando ele força um pouco mais e os pequenos lábios se abrem, forçados pela cabeça do membro invasor, Genny treme, imaginando que chegou a hora dele a penetrar. Mas não... ele alivia a pressão e volta a se esfregar nas macias e deliciosas paredes, que nesta altura estão totalmente úmidas.

Chico continua com a boca dentro da boca de Genny, chupando a língua dela e sorvendo sua saliva.
Tudo isso continua por muito tempo e agora ela pensa com os seus botões:
“Porque este negro filho da puta não entra e mim de uma vez... fica só na ameaça?”

Dez minutos depois, a agonia continua e ela, não suportando mais tanto estimulo, explode num violento orgasmo, como nunca teve em toda sua vida.
Chico sente que domou a ruivinha gostosa e então decide brincar com ela ainda mais. Sai de cima e a olha toda largada na cama, com as coxas separadas e os lábios vaginais entreabertos, deixando entrever toda a umidade de seu prazer.

Ele arrasta rápido o corpo amolecido de Genny para a beira do colchão e coloca o rosto no meio das coxas dela. Por quase quarenta minutos, ele chupa a buceta e o ânus da ruivinha, prendendo entre os dentes o clitóris, que de tão ereto, mais se parece com um minúsculo pênis.
Genny se sente morrer de tanto gozar. O negro filho de uma cadela, a fez alucinar no meio de múltiplos orgasmos.

Agora, com o dia quase terminando, está nua deitada ao lado do negro e chora copiosamente, profundamente envergonhada pelo acontecido horas antes.
Sabe que sua conduta não tem perdão. Gozou como uma vadia, com o negro, um safado bandido que a sequestrou e a levou para longe de seu marido, de seus filhos e abusou dela por horas a fio. Não consegue imaginar como pode ser tão vulgar e sentir prazer com os abusos dele. Aquilo não poderia ter acontecido.

O negro dorme ao lado e ela pode ver o caralho dele, que mesmo adormecido se mostra enorme.
Sente que esta é a oportunidade de escapar dali. Se levanta com o maior cuidado, evitando fazer barulho e vai em busca de suas roupas. As encontra jogada num canto sua mini camisolinha de tecido transferente e a veste.

- Puta merda! Como vou aparecer na frente de terceiros, quase que nua?

Abre a porta do barraco e a luz forte do dia a ofusca. Dá alguns passos e confusa se vê no meio do nada, é floresta densa em torno da casa. Fica indecisa sem saber para onde seguir.
Então escuta a voz grossa do negro, que nu aparece na porta.

- Para onde você vai ruivinha gostosa?
Genny fica estática e se virá para o homenzarrão, que faz questão de mostrar toda sua pujança para ela.

O vê levar a mão direita e balançar a sua enorme arma para ela. Estende a mão esquerda para Genny e a chama.

- Venha querida, este meu negócio aqui, ainda não a penetrou e ele esta ansioso para fazer isso.

Genny fica parada vendo ele balançar o membro para ela e como que hipnotizada, aceita a mão estendida dele, que a leva de volta para a casa.

Ele ordena que tire a camisola e se deite com as pernas abertas. Sem conseguir desviar os olhos do enorme feixe de músculos, ela o obedece, já totalmente dominada por um poderoso e irresistível desejo sexual pelo negro. Chico se deita por cima da ruiva e se intromete entre suas coxas.

- Fique calma ruiva, sei que você é pequena para o meu tamanho, mas eu vou entrar em você bem lentamente, com muito cuidado. Vai doer um pouco, mas logo se acostuma com o meu tamanho, OK!

Genny tem muito medo, mas o quer dentro dela, não consegue mais resistir ao enorme desejo que tem por ele e se prepara para recebê-lo em toda sua pujança.
No esfrega-esfrega dele, ela ficou totalmente lubrificada e quando iniciou a penetração, Genny extasiada percebeu suas paredes irem se abrindo para recepcionar o monstro invasor. Nenhuma dor, só o diabólico prazer e ela soltando “miados” envolve chico com seus braços e mexe sua cintura procurando se enterrar ainda mais nele.

Por oito dias inteiros, dias e noites, Genny pertenceu de corpo e alma ao enorme negro. Sabia que mais cedo ou mais tarde retornaria aos braços de sua família. Chico lhe prometera isso. Genny lutava envolvida por dois fortes sentimentos, morria de saudades de seus filhos e do marido, mas o insano desejo sexual que sentia pelo bandido, era também muito forte.

Ela não teve condições de estabelecer nenhum limite para Chico, que a usava como bem queria, a penetrando pela vagina, bunda e boca, muitas vezes a amarrando a cama e a enchendo de porrada.
O sofrimento que o negro lhe causava, também se tornou motivo de prazer para Genny, uma desconhecida e insana forma sádica de sentir prazer, sentindo dor,

Pendurada pelos tornozelos ao batente da porta no vão de aceso ao banheiro, Genny sofria com ele usando sua boca como mijador. Isto durou quase um dia inteiro e neste tempo urinou por quatros vezes, fazendo a infeliz engolir até a última gota.

Ao entardecer do novo dia, quando a soltou, Genny não parava de vomitar, com febre alta e uma violenta infecção intestinal. Assim mesmo ele a reteve por mais dois dias, fazendo sexo em seus três acessos.

Chico tinha perdido toda noção do que era certo ou errado. O violento desejo sexual que inicialmente nutria pela ruiva, com a permissão dela, foi aos poucos se tornando em puro sadismo. Esta metamorfose, que ocorria ao mesmo tempo nos dois, foi bem mais forte nele. Quando Genny tentou corrigir o caminhar das coisas já era tarde.
Se tornou sua submissa, sofrendo horrores com as torturas improvisadas que Chico a brindava.

Muito debilitada, machucada e quase em coma, com febre passando dos 40 graus, Chico a colocou, desnuda no acostamento de uma rodovia, esperando que fosse encontrasse e socorrida. Apesar de tudo, ele não a queria morta.

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Um caminhoneiro, levando o seu pesado, viu o vulto caído à beira da estrada. Noite alta, diminuiu a marcha, mas ressabiado, resolveu não parar. Ultimamente este era um dos truques das quadrilhas de ladrões de cargas. Pronto para pisar no acelerador, passou ao lado da pessoa caída no acostamento e pode ver que era uma mulher branca e nua, que não se importava com a fina chuva caindo sobre ela.

Levado por um impulso resolveu arriscar e parou o seu caminhão a uns cinco metros a frente. Quando se aproximou foi que se deu conta que não se tratava de nenhum golpe. A Mulher caída inconsciente parecia estar bem mal.
Voltou correndo para a boleia e pelo radio avisou do ocorrido à polícia rodoviária. Teve de permanecer no local por solicitação dos homens e caridoso, a cobriu uma lona e apoio a cabeça da infeliz na almofada que usava para sentar sobre.
Em questão de quarenta minutos duas viaturas da rodoviária chegou, acompanhada de uma ambulância.

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Dezoito dias após o misterioso sumiço, Genny foi encontrada, mas teve de permanecer em rigoroso tratamento hospitalar por duas semanas. Quando se recuperou é que pode trazer luz do que aconteceu com ela.

Um homem invadiu sua casa e a surpreendeu na cozinha quando fazia a mamadeira de sua filha. Ele a sequestrou e a levou para um lugar desconhecido e a manteve em cativeiro este tempo todo, a estuprou durante este tempo todo. Muito doente, não sabe como foi parar jogada à beira da estrada.
A pedido dos peritos, pode fazer o retrato falado do bandido estuprador. Um homem alto, branco com cabelos cortados à escovinha e queixo quadrado, isto foi o que os jornais estamparam nos dias seguintes.

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Muitas semanas depois, já inteiramente recuperada de sua estadia no hospital, Genny retornou a sua rotina de dona de casa. cuidando de seus filhos com mais amor. Feliz e muito contente, pois Ricardo, voltou a fazer sexo com ela.

Mas o prazer que ele lhe dava não era o mesmo. Se sentia sempre insatisfeita, sempre querendo mais, mas isso o marido não lhe podia oferecer.
Sonhar com Chico, o devasso negro, era sua válvula de escape. Sonhar não era bem o termo, eram pesadelos em que sempre acordava, com enorme excitação e tinha de correr ao banheiro para se masturbar.

Cinco meses depois, retornando da escola onde deixou seus filhos, se deparou com Chico, o enorme negro, que a esperava à porta de sua garagem.
Já tinha estacionado o carro e se voltava para acionar o botão para fechar a cortina da garagem, e lá estava ele.

- O que está fazendo aqui, cara? De o fora senão vou chamar a polícia! Muito nervosa foi o que conseguiu falar para o homem.

-Calma ruivinha gostosa, muita calma. Eu só vim agradecer por você me tornar um branco com cabelos cortados bem baixinho. Quero saber porque você não disse a verdade sobre o homem que a sequestrou?
Genny balançou a cabeça, sem saber o que responder a ele. Não queria confessas que mentiu porque, apesar de tudo, não o queria ver preso.

Chico, então se antecipou e lhe disse que sabia porque ela mentiu para os homens.
- Ruiva, eu sei a tua razão... você ainda está tarada pelo meu pau... não é isso?
- Nojento, não é nada disso... eu tenho é raiva de você.

Sem prévio aviso, Chico a empurrou garagem a dentro e muito rápido para o seu tamanho, acionou o botão.
Genny tentou correr para fugir pela porta interna, mas no meio do caminho, foi segura pelos cabelos. Dois fortes socos em seu ventre a deixou sem folego e então chico a colocou sobre os ombros e, atrevidamente foi entrando na casa, na sala, subiu o lanche de escadas e quando Genny percebeu, estava jogada sobre a sua cama de casal, em seu quarto.

Rindo debochadamente, Chico foi se despindo e quando Genny pode se sentar e o olhar tremendamente assustada com a atitude maluca dele, falou furiosa para ele ir embora, senão iria se arrepender dela o ter poupado para a polícia.
Chico, sem dar atenção ao esbravejar de sua ruivinha, terminou de se despir e agora totalmente nu, ordenou com voz imperiosa.

- Cale esta boca de merda, mulher, fique nua e abra as coxas, pois hoje eu vou te foder até o olho da cara.
Genny se aquietou e fixou o olhar no enorme pau que se avantajava entre as pernas do negro.
Lentamente foi se despindo, sempre olhando para o membro dele e fez o que ele ordenou, se deitou com as pernas abertas.

Durante toda a tarde, Genny voltou a enlouquecer com o homem dentro dela. Chico a penetrou também pela bunda e ejaculou por duas vezes em sua boca, tudo a base de muita violência e tapas em seu belo corpo.
- Você está com sorte ruivinha, vou te surrar, poupando teu rosto, não quero que teu corno te veja com marcas na cara.

- Pode me surrar negro, sabes que eu gosto de sofrer em tuas mãos, só lhe peço que não tire sangue de mim.... está bem assim?

Como resposta, Chico lhe aplicou um violento soco na boca do estômago e Genny apagou se contorcendo em dores. Ele se vestiu e foi embora.

Naquele final de tarde, Genny não foi buscar seus filhos na escola e nem atendeu ao telefone da diretora, solicitando que viesse buscar os garotos.

Foi Ricardo, que alertado, passou e pegou Blenda e Marcelo, seus filhos que a muito aguardavam a chegada de alguém para os pegar.

Ricardo, super preocupado com a esposa, que nunca deixou de buscar os filhos na escola e que hoje, nem as ligações telefônicas atendeu; chegou em casa e viu o carro de Genny na garagem, menos mal.

Correu escada acima a procura da esposa. Não estava no quarto, foi até a suíte e então a encontrou, caída dentro da banheira, se contorcendo em dores. A segurou nos braços e consegue escutar ela murmurar.

- Meu bem, me desculpe, mas eu escorreguei na banheira e bati com a barriga na ponta da torneira, Veja... ficou um hematoma enorme. Realmente, ele pode ver uma grande mancha roxa na altura do umbigo de Genny.
Ele quer levá-la para receber assistência médica, mas Genny teima e diz que não é necessário. É só ele lhe dar um analgésico e colocar uma bolsa de água quente eu a nódoa vai logo desaparecer.

(Chico foi um idiota em bater nela com tanta força. Teve de criar toda esta novela para justificar a enorme mancha roxa em seu ventre.)

Genny não sabia mais o que o fazer. Tinha de se livrar da influência dele, pois estava em jogo a felicidade de sua família. O Negro não podia entrar em sua residência e fazer sexo com ela, como se estivesse numa casa de tolerância.
de um jeito ou de outro aquilo tinha de parar, só que não lhe sabia como agir, se sentia manietada por Chico.

Até que certo dia, tudo explodiu.
Genny colocou os filhos para dormir e ao lado do marido, ficou vendo televisão até tarde. Subiram para o quarto e Ricardo se deitou enquanto ela foi tomar uma ducha. Quando se deitou, ele já estava nos braços de Morfeu, ressonando suavemente.
Na penumbra do quarto, deitada de lado, olhando para o marido, Genny foi pegando no sono.

Algo a estava incomodando, remexendo em sua calcinha. Súbito sentiu uma mão tapar sua boca e uma voz grossa, sussurrar em seu ouvido.
- Fique quietinha ruiva vadia.... não queremos acordar o teu marido, não é mesmo.

Chico, deitado ao seu lado, já nu, a abraçava pelo tronco e apertava om força os seios, torcendo com os dedos os mamilos.
Genny apavorada, percebeu o membro enorme entre suas coxas e a úmida cabeça lamber o seu bumbum.

- Se controle, putinha, pois vou comer o teu rabo, com o corno do teu marido dormindo aí ao lado.

Genny tinha duas opções. Gritar e acordar Ricardo e aí seria aquela merda. O negro tinha o dobro do tamanho de seu marido e o dominaria com facilidade. A outra opção seria ficar imóvel na cama e deixar o filho da puta a sodomizar.

Chico ejaculou todo enterrado em Genny e ficou dentro dela, que sentia o membro ir amolecendo. Pela primeira vez, desde que o conheceu, ela não sentiu nenhum prazer, ao contrário, o que a dominava naqueles momentos era raiva, medo e muito ódio e principalmente preocupação. Ricardo ,poderia acordar a qualquer momento, então a tragédia estaria montada.

Chico sai dela e nu ao lado da cama, pegou suas roupas e foi saindo para o corredor, sem antes lhe dizer:
- Minha putinha, estou te esperando lá embaixo, na sala... quero que chupes o meu pau.

Parecendo um robô, ficou parada olhando o marido e depois, foi até o quarto dos filhos e depositou em suas testas alguns beijos carinhosos. Desceu a escada e na sala viu o negro sentado num sofá, bebendo pelo gargalho alguma bebida que encontrou no bar, provavelmente uísque. A calça e a cueca abaixo do joelho e o enorme caralho rijo como um pé de mesa, se sobressaindo soberano do meio de suas coxas. Genny e aproxima e fica olhando para aquela coisa descomunal. Lentamente de ajoelha entre suas pernas e com as duas mãos envolve aquele monte de músculos.

Como que hipnotizada, desliza as mãos sobre todo ele. Dar um leve beijo na pele lisa e úmida da cabeça do pau do negro e depois a engole por completo. Por alguns minutos fica fazendo forte sucção, sempre olhando para a cara do negro, que de olhos fechados, emiti gemidos contínuos.
Sente que está prestes a ejacular, então rápida tira o caralho de sua boca e monta sobre o negro, com as coxas envolvendo sua cintura. Louca de Tesão, o agarra pelos ombros e o cavalga, num ritmo alucinante, sentindo o pau deslizar dentro de sua faminta buceta. Sente o poderoso ejacular preencher suas entranhas e com um grito que ressoa por toda sala, explode junto.

Mesmo após o orgasmo, Genny continua montada no negro e envolta por paixão doentia, o beija com ferocidade, mordendo com força o lábio inferior dele. Percebe o caralho ir murchando lentamente dentro dela e passa a contrair a musculatura vaginal e o sente bem apertadinho entre suas paredes. .
Com a boca praticamente entre os grossos lábios sussurra implorando que continue dentro dela.
-Nego filho da puta, não saia agora...eu ainda estou com vontade Volta a cavalgá-lo com muito mais força, querendo que ele volte a ejacular dentro dela.
Ela só sai de cima do homem com a madrugada quase no fim .

- Va embora rápido, tenho de acordar meu marido e preparar o café dele. Toda lambuzada, Genny o empurra em direção a porta dos fundos, por onde ele entrou na casa.

- Eu vou, mas quero levar dois litros daquele uísque que teu marido tem ali no bar. Afobada, corre até o bar e lhe entrega o uísque importado e o companha até a porta da cozinha, para que saia logo. Quer trancar a porta e correr para o banheiro.

- Você é uma putinha muito tesuda, loira safada. Amanhã deixe esta porta destrancada. Eu quero voltar a foder este rabo branquelo, com o corno do teu marido dormindo como um porco, na mesma cama.

- Por todos os santos... isso não! Ele pode acordar e será uma desgracia tremenda.

- Vou te dar uma colher de chá... não virei. Quem ira se encontrar comigo será você. Depois que deixares os pirralhos na escola vá neste endereço aqui. De carro fica a menos de trinta minutos pela rodovia Sul. O mais importante, leve R$ 2.000,00.

- Eu não sei que poderei ir, negro! Marquei com uma amiga fazer compra no supermercado.

-Você irá sim... vou preparar uma bela surpresa para a receber. Para que não esqueças de ir, vou te dar este presente.

O violento tapa a atingiu em cheio no lado direito do rosto e ela caiu atordoada de quatro o fulminando com o olhar.

- Filho de uma puta! No rosto não! Como vou aparecer na frente de Eduardo com a cara marcada?

- Desculpe, esqueci deste pormenor....mas aqui pode, não?

Mal terminou a frase, desferiu dois fortes chutes nas coxas de Genny e com ela gemendo foi embora.

Depois que levou os filhos para a escola, ainda dentro do carro, ligou para Eduardo e o informou que iria passar o restante do dia, fazendo compras com a Clara.

No shopping encontrou Clarinha no lugar previamente combinado. Depois dos beijos e abraços, pediu para a amiga que lhe prestasse um enorme favor. Se Eduardo entrasse em contato com ela, que confirmasse que passaram o dia fazendo compras.

- Nossa, amiga! Você está tendo um caso? Quem é ele... eu o conheço?

- Você não o conhece. Por favor, não comente nada com ninguém.

- Deixa comigo...eu sou um túmulo.

Genny, antes de voltar ao estacionamento onde deixou seu carro, foi até um caixa eletrônico e sacou dois mil reais. Depois foi fazer algumas compras, não para sua casa, para levar para o negro. Gastou quase três mil reais, quase tudo em bebidas e algumas peças de carne. Sabia que ele gostava de beber e ela o queria agradar.

Seguindo o seu GPS , rumou para o endereço que ele indicou. Quase chegando no seu destino, ficou um pouco receosa, pois o local mais lhe parecia ser pouco menos que uma favela. Então teve quase certeza que aquele era o local onde ficou aprisionada.

Pensou em retornar para casa e depois dar uma desculpa qualquer para o negro. Mas ficou só no pensamento. O safado, com aquela piroca enorme a atraia como mosca no mel. O mais incrível de tudo isso era que nem o nome dele ela sabia. Se habituou a chamá-lo de negro e ele parece que gostava deste tratamento.

O Barraco dele era o maior de toda a redondeza e apesar de ser em madeira, tinha até uma grande varanda. Apreensiva estacionou na lateral da casa e desembaçou os pacotes e caixas com as compras que fez para o negro. Genny tinha plena consciência que estava traindo o marido de uma forma sórdida e justamente com o homem que a sequestrou e quase a matou; um negro enorme, violento e que nunca primou pela higiene pessoal.
Mesmo tendo tudo isso em mente, não conseguia se libertar da influência dele sobre ela. Se sentia escravizada de uma maneira irresistível. O negro, não sabe como, a viciou com o seu enorme pau e tinha de confessar, se sentia igualmente excitada, quando ele a surrava.
Mal segou á porta, ele a abriu com violência e a puxou para dentro, fazendo com que alguns pacotes caíssem no chão.

- Porque demorou tanto, mulher? Eu e meus amigos já estamos a um tempão te esperando.

Genny se surpreendeu ao ver alguns homens , que aparentemente estavam bebendo e jogando, pois viu garrafas e copos sobre a uma mesa e cartas de baralho espalhadas. Eles ficaram de pé quando ele a empurrou para a sala. Eram seis negros, tão grande como ele mesmo.

Ele a segurou pelos longos cabelos loiros e a “apresentou” ao outros.

- Camaradas, aqui está a minha puta branquela....ela é tarada por pau de negro e fica excitada quando leva porrada.

- Você é um negro de sorte, cara! Como conseguiu esta gostosa?

- É uma longa história, que no momento não interessa. O mais importante é que ela está aqui com a gente, como prometi.

Genny fica alarmada. O que ele queria dizer com isso? Os homens a rodeiam como se estivessem examinando uma novilha. Um deles observas caixas e pacotes e quando vê as bebidas e os cortes de carne, chama a atenção dos demais.

- Olhem o que a putinha trouxe de presente para o homem dela! Hoje vamos ter farra completa... muita bebida e carne para churrasco.

- Turma, não vamos perder tempo.... a vadia está aqui e vocês sabem o motivo de eu chamar para minha casa. Quem quer ser o primeiro a trepar com ela?

Genny ao ouvir as palavras do negro, fica apavorada e revoltada. O safado a estava oferecendo aos amigos. Ela desceu muito, fazendo coisas baixas e se comportando como uma meretriz e que até merecia castigo divino, mas participar desta canalhada que ele preparou para ela, nunca....isso era demais!

- Olhe aqui cara! Eu vim até aqui para ficar com você. Fiz compras para o presentear e até o dinheiro que você pediu está comigo. Fique com ele e eu vou embora agora mesmo.

- Nada disso, querida...daqui você não sai tão cedo. Não estou gostando nada deste teu modo querer bancar a santinha para o meu lado. Tire os paninhos e se mostre para os meus manos... eles estão loucos para te ver pelada.

- Você está maluco, cara? Eu nunca.......

Genny não terminou a frase, levou um tremendo tapa na face direita e desequilibrada, cairia no chão não fosse ser amparada por um dos negros, que a empurrou para o “seu negro” e outro tapa e mais outro, todos no seu rosto. Só não tombou porque os cinco negros em sua volta, impediam.

- Como é pessoal, não fiquem aí parados.... a puta branquela gosta de apanhar.... então se sirvam. Nada de socos, só com mão aberta.

A cena a seguir foi dantesca. Ela cercada por seis negros, recebendo uma chuva de tapas, no rosto, na cabeça, nas costas e sobre os seios. Totalmente atordoada foi perdendo a consciência e suas pernas dobraram e Genny desabou. Foi erguida por muitas mãos e a pancadaria reiniciou. Genny perdeu os sentidos por completo e para não tombar foi segura por muitas mãos, parecendo uma boneca de pano sem juntas.

Voltou a si, poucos minutos depois, deitada sobre um colchonete num canto da sala, com dois deles a despindo enquanto os outros quatro, ao redor os incitavam. Genny, em pânico gritou e esperneou tentando evirar que ficasse despida, mas a única coisa que conseguiu foi que seu vestido se rasgasse em dois, ela não tinha a mínima chance frente aos dois criolos. Seu sutiã e a calcinha saíram aos pedaços.
O bando de safados em meio a tremenda algazarra e palavras chulas ao verem o corpo nu da aterrorizada mulher, se jogaram sobre a coitada como um bando de lobos famintos, cada qual querendo tirar o melhor pedaço da presa.

Ela sente suas coxas serem erguidas do chão e fica praticamente de ponta-cabeça e dedos invadiram seus o ânus e a vagina e logo e outros bocas famintas mordem seus seios e mãos machucam suas carnes.
No meio da desordem geral, Genny pode ouvir a voz rouca do seu sequestrado.

- Parem, parem com esta doideira toda, caras! Vamos pôr ordem nisso. Somes em seis e ela é uma só. Decidam primeiro quem vai primeiro foder a minha vadia.

- Ela é uma só mas tem três buracos e a gente pode se revezar os entupindo,

- Está certo malandro, vamos de três por vez.

Daí em diante o sofrimento dela foi sem igual, estuprada por horas seguidas pelo seis homens, que a penetravam pela boca, ânus e buceta e meio a mordidas, tapas e obrigada a engolir a porra de todos eles. .

Já era tarde da noite, semi inconsciente e, quando eles a deixaram em paz. Caída sobre o colchonete, gemendo baixinho e sentindo dores em cada pedacinho de seu judiado corpo, podia escutar os canalhas em uma tremenda farra, comendo e bebendo na parte externa da casa, onde improvisaram um churrasco que durou toda a noite e metade do dia seguinte. De tempo em tempos, um vinha até onde estava e a estuprava novamente. Embriagados e extremamente violentos, ora a penetravam pelo ânus, vagina ou pela boca.

Na final da tarde. Pode perceber que na casa só estavam o negro sequestrador e um outro homem, um negro gordo com uma barriga enorme, com barba e cabelos esbranquiçadas. Eles ainda bebiam em torno da mesa, bebiam e conversavam sobre ela.

- Bento, vamos fazer o seguinte.... eu levo o carro da mulher e as joias dela, que sabemos é coisa boa e você me dá ela de brinde e podes ficar com a minha parte da carga do caminhão de cigarros.

- Por tudo bem, Pedrão. A vadia, no estado que está não vale mais nada e eu já estava a fim de me descartar dela.

- Não diga isso, Bento, depois de uma limpeza na carroceria ela ainda aguenta uns trancos. Eu gamei no cu desta branquela. Fico com ela por um tempo e depois a devolvo para o homem dela por um bom dinheiro.... sabes que sou bom neste negócio.

- Aceito o trato, Pedrão, mas quero vinte por cento do que conseguir do corno.

- Feito negócio...amigo. No fim todos ganhamos, eu, você e a puta, que voltará para corno do marido e dos filhos.

Mesmo em péssimas condições físicas Genny teve um lento ao saber que poderia retornar para casa, mesmo que ficasse um tempo em poder do tal Pedrão. Outro motivo era que sairia das garras do sádico negro que finalmente soube o nome.... Bento. O maquiavélico negro que destruía sua vida feliz ao lado do marido e dos seus filhinhos.

Na boca da noite, Pedrão, disse que já era hora de “picar a mula”, levando a branquela e o carro dela.

- Eu sei que ela já lhe pertence, mas me deixe dar uma última trepada... como despedida?

- Tudo bem Bento, pode se servir à vontade.

Bento foi até o colchonete e ficou olhando do que sobrou de Genny. Tirou a calça e demonstrando frieza e toda sua maldade, sentou sobre o seu ventre, segurou com os dedos os sofridos mamilos e os torceu com violência.

A coitada com a dor deu um gemido e o fulminou com o olhar.

- Minha putinha, você vai se livrar de mim.... a vendi para o meu camarada, mas antes quero que me deixe gozar nesta boquinha linda.

- Canalha, nojento... quero que morras.
- Foi o que conseguiu murmurar antes que ele forçasse a cabeça do pau em
sua boca. A segurando pelas cabelos, Bento se movia como um possesso, fazendo com que tivesse ânsias de vomito quando tocava a garganta. Quando finalmente esporrou e tirou o pau fora, Genny tentou cuspir o que ainda não tinha engolido, mas o negro lhe tapou a boca e dando risadas disse para não desperdiçar nenhuma gota de “sua essência” e com um forte tapa, se despediu dela.

Esta foi a derradeira vez que Genny viu o negro que a escravizou de forma diabólica por tanto tempo.



CAPÍTULO 2º: A NOVA VIDA DE GENNY


Genny trancada dentro do porta-malas do seu próprio carro , conduzido por Pedrão. Ainda estava nua, bastante dolorida e fragilizada, física e mentalmente. Menos de duas horas depois chegou ao seu destino, uma casa de alvenaria do cume de um morro, que mais se parecia com uma fortaleza. O QG de Pedrão, onde malocava, num enorme porão, o que não conduzia passar para os interceptadores, o material oriundo do furto de carga. Se fossemos inventaria, ele teria lá quase seis milhões em mercadorias.
No comando de seis comparsas, dos quais um eventual é justamente Bento, o sequestrador da mulher. É bem visito e respeitado na comunidade. Em seu reduto, tem três “funcionários”, que na verdade são seus segurança. Além deles, um cozinheira, Dona Bebé e uma faxineira, a Judith, uma bela mulata de apenas 19 anos, que ocasionalmente ele leva para a cama.
Foi justamente Judith que ele entregou a tarefa de cuidar de Genny, dos seus machucados. Todos na casa receberam recomendação expressa de nada comentarem a presença da ruiva em sua casa e o mais importante, não a deixarem sair dos limites da “fortaleza”.

- Patrão o que esta ruiva está fazendo aqui, e toda fodida deste jeito?
- É uma vadia que Bento estava comendo e que ele convidou uns camaradas para darem um trato nela, inclusive eu. Na verdade, é uma madame, casa da e com dois filhos, que Bento sequestrou e fez miséria com ela. Gamei na ruiva, pois é uma foda muito gostosa e quero ficar um tempo com ela.
- Duvido que seja melhor do que eu na cama, patrão.
- Isso não, Judith....você é um furação na cama. Eu só vou ficar um tempo com ela.
- O fará com a mulher depois?
- Ainda não sei, Judith. Talvez a dê de presente para os meus camaradas ou então a desove em um lixão qualquer. Disse para Bento que a negociaria com o marido dela, mas desisti disso, ela conhece a nossa caras e se libertada poderá nos dedurar para os homens.

Genny trancada num quarto, ao lado do quarto de Pedrão, estava se recuperando com os cuidados de Judith; que apesar de fazer um monte de perguntas à moça, não recebeu nenhuma resposta que a informasse onde estava e quem eram eles. Judith obedecia ordens de Pedrão.

- Patrão, a mulherzinha já está pronta para o senhor. Se estiver com vontade já podes dar um trato na coitada. Estou até com pena dela, só vive chorando pelos cantos.
- Deixe disso. É uma safada que não merece tua compaixão e hoje a noite quando chegar em casa, vou dar uma trepada na branquela.
- Se o senhor estiver com vontade, eu o ajudo a amansar a ruiva. Aposto que depois de umas chupadas ela ficará prontinha para o senhor.
- Gostei da ideia, Judith, quero ver você botar a boca na buceta da putinha e saber como ela se comportará.

Genny estava esperançosa. Tudo no mundo seria melhor do que continuar com Bento. Ele, em duas ocasiões quase a matou e ultimamente agia como um sádico que se divertir em a surrar.
Com o tal de Pedrão, o velhote amigo dele, tinha a esperança que seria libertada em breve, pois não sabendo que os escutava, ainda tinha bem vivo o que ele disse para Bento: “Eu gamei no cu desta branquela. Fico com ela por um tempo e depois a devolvo para o homem dela por um bom dinheiro.... sabes que sou bom neste negócio”.
Já estava há três dias naquele lugar e o coroa não abusou dela, ao contrario disso , foi bem tratada por uma mulher que pelo que pode entender era sua empregada. Uma mulata jovem e muito bonita que cuidou dos seus ferimentos e até permitiu que tomasse um delicioso banho, coisa que não fazia a muito tempo.
Só estranhou um pouco a atitude da mulata, pois quando estava na banheira, ela insistiu em a ensaboar, principalmente entre suas coxas, onde ficou muito tempo a tocando.
Na noite do quarto dia, Judith veio e lhe disse para ir jantar com Pedrão, no salão. Genny estranhou o convite, pois desde que chegou, nunca lhe foi permitido sair do quarto; mas gostou, pois, esta maneira indicava que o velhote a reconhecia como gente e isso renovou suas esperanças de ser brevemente libertada .
A mesa já estava pronta para três pessoas.... Pedrão, Genny e Judith. Os deliciosos pratos servidos, acompanhados de muito bebida, fez Genny se soltar, pois Pedrão nem parecia o safado que participou do estupro coletivo patrocinado por Bento. Tanto ele como Judith a trataram com amabilidade e ela gostou, apesar de um pouco ressabiada. Comeu e bem como a muito não fazia.

Ao termino da refeição, Pedrão abriu o jogo e Genny descobriu a verdade de tanta gentiliza.
- Mulher, eu a comprei de Bento e acho que você sabe qual a razão disso. Tenho uma tara por mulher branca como tu, apesar de ser preto como carvão. Eu não dispenso uma buceta de mulata e Judith sabe muito bem disso. Então está noite, eu você e Judith vamos nos divertir lá no meu quarto. Genny não ficou surpresa com isso, sabia que o homem a queria, só não esperava que a mulata Judith fizesse parte.

No quarto de Pedrão, ou melhor dizendo na luxuosa suíte que tinha até um barzinho repleto de bebidas. Pedrão, sentado num sofá, ordenou:
- Quero ver vocês duas peladas lado a lado.
Nem vem terminou da falar, Judith já estava se despindo e instante exibia a formosura de seu corpo. Genny a olhou e ficou admirada de ver a perfeição da pele negra de Judith, a incentivou:
- Ruiva tire logo as roupas....Pedrão está louco para te ver pelada.
Genny ficou indecisa e surpresa com toda a atitude dela... será que faria sexo com ela também! Bem.... para quem já sofreu estupro coletivo de seis homens, isso era café pequeno e então também se despiu. Se agradasse o negro Pedrão, talvez ele fosse um pouco bondoso e resolvesse pedir logo o resgate ao marido e assim pudesse voltar para casa, para os seus filhos.
Ficou de frente para ele, exibindo sua nudez, como pediu.
- Que coisa mais bela, uma negra e uma branca a minha disposição! Judith, leve a branquela para a cama e a esquente com uns carinhos. Quero ver vocês duas se agarrando.
Genny se deitou ao lado de Judith, que logo se virou e abocanhou um seio dela e levou uma mão à buceta, fazendo carinhos com os dedos atrevidos. Genny apesar de fogosa, nunca se interessou sexualmente por mulheres, mas agora, resolveu deixar as coisas rolar. Tinha de agradar Pedrão, para o seu bem futuramente.
Nem de leve imaginou que pudesse se estimular com uma mulher, mas Judith era mestre nesta arte. Ela Gosta de homens, mas também de mulheres. Ela montou sobre Genny e enterrou o rosto nas coxas brancas.
A boca da mulata a devorava e como mulher, sabia como a excitar e Genny logo ficou toda molhadinha e abriu mais as coxas, para facilitar o acesso à sua “garotinha”.
Tão envolta estava que nem percebeu que Pedrão nu, se posicionava sobre seu ventre e com as mão direcionava o pau para sua boca. Não teve como evitá-lo e logo estava dentro.

Com Judith a chupando com perícia, Genny não resistiu a tesão e chupou o pau de Pedrão com enorme gula e quando ele ejaculou, sugou com vontade até a última gota, ao mesmo tempo que a mulata a fez explodir num extraordinário orgasmo.
Durante o restante da noite, a dupla fez Genny enlouquecer de tanto gozo. Fazendo até 69 com Judith e com Pedrão. A partir deste dia, o sexo com eles se tornou rotina. Mas quando Pedrão estava ausente, eram só entre ela e Judith.
Três semanas mais tarde, depois de fazer sexo a três, Genny toda dengosa, lambendo a cabeça do pau de Pedrão, indagou a ele:

- Pedrão, estou a muito tempo em tua casa e acho que fui muito boazinha como vocês e com a Judith e acho que já está na hora de você entrar em contato com o meu marido e pedir o resgate por mim, tal como você disse que faria ao Bento. Será um jogada muito boa para nós dois... você embolsaria a grana e eu voltaria para a minha casa.

- Me desculpe ruiva..., mas eu mudei de ideia. Esqueça tua família. Agora você é minha mulher e eu a quero morando comigo e com Judith. Não posso ficar sem você. Tenho até vontade de fazer filhos. Que tal a isso?

Genny deu um berro de desespero e saiu correndo nua da cama e do quarto. Não podia acreditar no que estava ouvindo, ela se sujeitou passivamente as taras dele e da mulata tendo em mente que isso o cativaria e que permitiria que retornava para casa. Até parecia castigo divino por ela ter se portado de modo tão vil, traindo não só o marido como seus próprios filhos.
Mil vezes a morte do que continuar vivendo deste modo. No corredor, desorientada percebeu que Pedrão e Judith, ambos também nus, estavam atrás dela, ele gritando para que parasse. No topo da escada pisou em falso e foi rolando por todos os degraus.

No pé da escada, com um profundo corte na cabeça, que sangrava abundantemente, Genny jazia inconsciente. Pedrão e a mulata assustada, a viram toda torcida e ele, pela torção da cabeça, imaginou que Genny tivesse quebrado o pescoço. Ao examiná-la verificou que isso não aconteceu, mas um braço e uma perna pela estavam com fraturas.

- Que loucura! E agora Pedrão.... o que vamos fazer? Temos de a levar para um hospital!
- Eu sei disso mulher! Tenho de pensar a respeito, pois os homens estão à procura dela. Não esqueças que Bento a sequestrou. Não podemos simplesmente aparecer num hospital com ela. Seremos pegos.

- Eu sei como fazer isso, Pedrão! A gente a deixa na estrada de um hospital e dá no pé. Ela ser socorrida e nós não nos aparecemos pra filho da puta nenhum.
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Na CTI de um pronto-socorro estadual, a paciente desconhecida que foi encontrada na rampa de acesso das ambulâncias, lutava pela vida. Toda entubada, com grave fratura no crânio, no braço e na perna direita, permanecia em coma.
Quando acordou, um mês depois, Genny não mais existia. Quando interrogada pelo médicos e pela delegada Noêmia, não se lembrava de nada, nem de seu nome. Era uma mente em branco diagnosticada como portadora de amnésia retrógrada, incapaz de lembrar toda sua vida anterior ao dano cerebral e isso poderia durar alguns dias ou para sempre.

Dois meses depois foi possível a delegada Noêmia e sua equipe identificar a paciente como sendo Genny Aniston. Que ficou desaparecida por quatorze. Eduardo quando soube que sua esposa fora encontrada com vida, ficou profundamente emocionado e chorou como criança. Levando os filhos, Blenda e Marcelo, agora com cinco e oito anos respectivamente, foi visitar à esposa. Tinha sido avisado da amnésia dela, mas foi um choque enorme ao vê-la tão debilitada e sem reconhecer ele e os filhos.

Genny ficou infernada por mais dois meses, para se recuperar de múltiplas fraturas. Depois que retornou ao lar, a sua família e amigos, todos para ela eram ilustres desconhecidos , com o tempo ela aprendeu a amá-los

Finalmente, depois de tanto tempo, a paz estava retornando para ela.


FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:10 de julho de 2018 17:58

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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