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Do fundo do baú

Helena, a escrava branca

Helena é uma linda jovem de vinte e um anos, com cabelos loiros, com um rostinho de anjo e corpo que chama atenção, principalmente pelos seios e pelas nádegas. Por sua figura esbelta e comportamento expansivo, não aparenta ter mais de vinte. Casada com Leonardo, há pouco maios de um ano, residem em um apartamento pequeno, num bairro de classe média.

Leonardo é técnico em fisioterapia e para ter salário digno, exerce sua profissão em três clínicas e passa a maior parte do tempo fora de casa. O sonho deles é ter futuramente dinheiro suficiente para comprar um apartamento. Apesar de Helena querer trabalhar, ele não permite, diz que ganha o suficiente para os manter e até para guardar uma poupança. Ela sabe que não verdade, o que poupam mensalmente é tão pouco que tão cedo não poderão realizar o sonho de ter casa própria.

Ficar em casa, sem ter nada para fazer é bastante estressante e isso se soma a algo que não permiti que sua felicidade seja completa. Helena se sente sexualmente insatisfeita. O sexo com Leonardo não a satisfaz. Ele entra nela, dá duas bombadas, goza e sai. Ela nunca teve um orgasmo com ele, mas como é uma jovem com princípios, aguenta tudo com resignação.

Com Marta, sua amiga e confidente, ela conta suas frustações da vida de casada. Dela recebe um conselho:

– Se fosse você, Helena, iria trabalhar, se é essa a sua vontade, mesmo que Leonardo fosse contra.

Helena segue o conselho da amiga e decide sair em busca de emprego, mas não conta nada para o marido. Se conseguir uma colocação, somente aí contaria para ele.
Mas não é tão fácil conseguir um serviço. Quase todos os dias, quando Leonardo está trabalhando, ela sai de casa, com diversos recortes de jornais, mas invariavelmente recebe um não as suas pretensões e isso já dura quase dois meses.

Um pouco desanimada, sai de casa bem cedo com um recorte de jornal na mão, quer ser uma das primeiras a atender o anúncio. Um escritor pede uma moça que seja ótima datilógrafa, para transcrever seus manuscritos. Isso ela sabe que pode fazer pois antes de se casar, trabalhou um tempo como datilógrafa em um escritório e mesmo depois de casada, continuou a usar sua velha máquina.

Antes das oito horas ela já está no endereço indicado no anuncio, um casarão enorme, cercado por altos muros. Helena ao ver muitas outras pretendentes, em frente ao portão, fica desanimada. E outras estão chegando, formando uma longa fila.

Algum tempo depois, o portão é aberto e um sisudo e enorme mulato anuncia que o seu patrão, só vai entrevistar as dez primeiras pretendentes. Por sorte, Helena é uma delas e assim tem seu acesso autorizado pelo homem, que em seguida dispensa as outras.

Ele as conduz por um longo caminho cercado por belos jardins até a casa. Ficam sentadas num amplo salão ricamente mobilhado e homem as mandou esperar, que o patrão iria as entrevistar uma a uma.
Helena está muito nervosa, ainda mais que observou que estavam sendo observadas por meio de uma câmara instalada na parede, acima de uma estante enorme, abarrotada de livros.

Foi a quinta a ser chamada. O escritório do homem era impressionante, todo atapetado, com paredes revestidas de ripas de madeira envernizada e bastante iluminado por luz indireta. Ele a mandou sentar numa poltrona e saiu de sua escrivaninha e veio se sentar num sofá e ficou a olhando por um longo tempo sem nada falar.
Muito simpático e bonitão, com um leve sorriso emoldurando seu rosto quadrado, com cabelos embranquecidos e um olhar que parecia querer a hipnotizar.

- Como é moça, me mostre o teu currículo.

Helena entrega o envelope com as mãos tremendo e ele observou isso.

- Qual a razão de estares tremendo? Eu não sou nenhum monstro e não pretendo comer você.

– Me desculpe senhor, mas é que estou muito nervosa...tem muitas moças, que acredito possuírem mais habilidades para o cargo que eu.

- Isso quem decide sou eu, moça.

- Helena... Vinte e um anos... casada, sem filhos. – Teu marido trabalha, não é verdade? Então porque sendo só vocês dois, qual a razão de necessitar ter um emprego?

- Meu esposo é fisioterapeuta e exerce a função em três locais diferentes e eu fico a maior parte do tempo sozinha em casa e isso me faz sentir muito inútil. Quero me ocupar fazendo algo, mesmo com a oposição dele.
Ele nem sabe que eu estou procurando serviço, quando conseguir uma vaga, eu falo com ele, antes não.

- Quer dizer que teu marido nem sabe que você está aqui, hoje?

– Não, ele não sabe.

- Ótimo...então, vá até aquela escrivaninha. Vou lhe ditar um trecho do meu livro para você digitar naquela máquina ali.

Com Helena posicionada, o escritor começa a lhe ditar:

“Caramba, como você é apertadinha! – Murmurou ele, segurando meu quadril e mexendo seu corpo, de modo que cada centímetro de seu membro penetrasse em mim. Era isso que eu queria. Ficar repleta com aquele enorme membro de Marcelo.
Em poucos instantes o grito de prazer saiu de mim, quando explodi num orgasmo, quase junto com o dele. Ele saiu de mim e ficou me beijando e alisando, depois de algum tempo, Marcelo me agarrou pela cintura e se colocou em cima de mim e foi enfiando lentamente o pau dentro de meu cu. Gritei de dor e tentei sair, mas ele me segurou firme e ficou entrando e saindo rápido e demorou muito até explodir em minhas entranhas”.

Helena fica envergonhada ao transcrever o que ele ditava, mas o faz sem nenhum erro.
Entrega a folha datilografa, ele leu e sem mais nem menos, disse que ela estava contratada. Ela fica muito contente agradece entusiasmada. Ele chamou o mulato sisudo, seu mordomo e o mandou dispensar as outras moças, dizendo que a vaga já estava preenchida.

Ela fica de boca aberta quando ele disse o ordenado que pagaria... muito mais do que ela tinha pensado

- Você já vai começar hoje. Suba as escadas lá do salão e entre na segunda porta a direita... é lá que vamos trabalhar.

Helena não esperava ficar neste primeiro dia, queria primeiro avisar ao marido, mas pensando no que iria receber, fiz o que ele me pediu.


Xxxxxxxxxx

Encontrei a porta indicada, uma pesada porta de madeira, que abri com alguma dificuldade. Entrei e o local estava na penumbra. A direita vi o interruptor, na parede ao lado, fui até lá e o acionei e o ambiente se iluminou e então achei que tinha me enganado

Era uma saleta com uma porta, como se encontrava aberta, pude ver que dava acesso a um quarto. Me apressei a retornar ao corredor, mas foi com espanto que não consegui abrir a enorme e pesadona porta e fiquei muito nervosa. Estava trancada naquele ambiente que tinha entrado por engano.

Procurei achar um meio de chamar a atenção do meu empregador golpeando a madeira da porta com as palmas da mão aberta... tudo inútil. Depois chamando quase aos gritos.... Senhor... senhor...senhor. Não obtive nenhuma resposta. Que merda! Eu nem sabia o nome do sujeito. Estava trancada ali, onde penetrei por engano... e agora! O que fazer?

A procura de uma saída entrei no quarto e me espantei com o que vi, uma grande cama redonda com um espelho também redondo posicionado no teto, sobre a cama, algumas poltronas, uma penteadeira com gavetas e tampo de mármore, um armário com quatro portas e maravilha das maravilhas, sobre uma cômoda ao lado da cama, um telefone.

Corri até ele e verifiquei que não era um telefone comum e sim um comunicador interno, pois não tinha teclado. O levei o fone ao ouvido e escutei o zumbido caraterístico. Sem nada falar, escutei a voz rouca do homem.

- Perfeito, Helena... vejo que você já está no local designado para você.

– Não... não... eu entrei no lugar errado, estou numa suíte, entrei por aqui por engano. Me desculpe senhor, mas não consigo abrir a porta.

- Não, minha cara, você está no local certo. É aí mesmo que eu quero que fiques. Não necessita ficar com medo, nada de mal vai lhe acontecer... apenas eu quero que aceites a minha hospitalidade por algum tempo... é só isso.

- Por favor, senhor, abra a porta, que eu quero ir embora. Não estou aqui para estas brincadeiras bobas.

– Acho melhor você se conformar. Eu a escolhi entre todas e você não vai me decepcionar. Você é novinha e muito gostosa e eu quero apenas me divertir um pouco com você. Quanto a deixar ir embora, isso não acontecerá. Você agora é a minha linda rolinha que aprisionei nesta linda “gaiola”. Aí dentro, nada lhe faltará.
Não há necessita de ficar em pânico, minha linda.

Helena, desesperada, vasculha por todo o recinto, a procura de uma saída. O quarto nem janela tem. A única porta, no canto posto dá para o banheiro e lá ela vê uma ampla janela, infelizmente não é um local de fuga, pois uma grade de ferro e grossos vidros a vedam.

Helena sente que o ar ambiente é renovado por dois potentes exaustores, um no banheiro e outro no quarto, além de um condicionar de ar.

- Puta que pariu! Como pude cair nesta armadilha...era para ter desconfiado... um local distante do centro... um casarão cercado por enormes muros. O pior de tudo é que ninguém sabe onde estou.

Na saleta, há uma televisão e uma pequena geladeira, com bastante água e sucos. Mas Helena não se serve de nada, muito nervosa, espera que ele venha falar com ela, para implorar que a solte. Talvez a tenha confundido com outra pessoa... quem sabe.

Mas as horas vão passando e ele não dá as caras. Não tem como saber a quanto tempo está ali dentro, pois o seu celular ficou no seu casaco, lá no escritório do maluco... que merda!
Para saber as horas, ela liga a televisão. Doze horas! Já está trancada naquele maldito lugar a quase quatro horas. Sem nada para fazer, Priscila fica sentada numa poltrona da saleta a espera que alguém chegue.

Muitos minutos depois, a porta se abre e ela, ansiosa fica de pé. Vê o empregado do homem, o enorme mulato, chegar empurrando um carrinho com algumas bandejas sobre ele. Sem nada falar, ela vai em direção a saída, mas o sujeito a empurra com tanta força que cai de bunda no chão, somente graças ao macio tapete, ela não se machuca.

Ele deixa as bandejas sobre a pequena mesa e vai embora, trancando a porta. Ele entra mudo e sai calado e Helena, fora o forte empurrão, não consegue nada mais dele.
Não consegue atinar o que o homem quer dela, a trancando desta maneira. As horas vão passando e de tão nervosa, não consegue comer nada e apenas bebe o suco que veio junto com a comida.

Começa a ficar sonolenta e encosta sobre a poltrona e fica vendo alguns programas da televisão. Fecha os olhos e mesmo sem querer adormece. O suco que bebeu tinha diluído nele um forte sonífero.

Helena acordou e surpresa viu que estava sobre a cama... nua e presa pelos pulsos as costas, por uma espécie de algemas de couro. E o pior de tudo, pelo espelho observou que estava que estava totalmente depilada. Horrorizada, deu um enorme berro e começou a chorar. Os pés estacam livres e então ela pode sair da cama e se encolheu num canto ao lado da cama, deixando as lágrimas banharem seu lindo rosto.

Só muitas horas depois, o falso escritor entrou e ela quando o viu se encolheu ainda mais. Na verdade, Helena sabia que estava indefesa nas mãos de um louco que a drogou e a depilou.

- Minha linda... o que você está fazendo aí, toda encolhidinha?

- Canalha, covarde, filho da puta... o que você fez comigo? Porque me trancou? exijo que me solte imediatamente!

- Você não está em condições de exigir nada, Helena. Eu por enquanto, não fiz nada em você, a não ser depilar a tua linda bocetinha, pois tinhas uma selva aí embaixo e eu gosto de lamber buceta sem nenhum pelo. Mas eu ainda não te provei, isso será daqui a pouco.

- Queres saber a razão de a ter escolhido? Muito simples... de todas as mulheres que vieram, você é a mais bonita e apetitosa e quando você disse que tinha vindo escondida do marido... não teve jeito, seria você a minha rolinha, que manterei presa na minha gaiola

- Você é um louco varrido, cara! Eu imploro que me solte.

Sem retrucar, ele começa a tirar as roupas e num instante fica nu. Apavorada, corre para a saleta e se encolhe sobre uma poltrona. O vê se aproximar, exibindo o enorme mastro.

– Qual a razão de tanto medo do meu pau, mulher? Você não é nenhuma virgem. Venha para a cama, pois quero te provar e ver se valeu apenas te escolher dentre tantas outras.

Helena se encolhe ainda mais e então ele vai até ela e a puxa pelo braço. Mesmo algemada ela resiste, mas não é páreo para ele, que aos poucos a vai levando para a cama. Helena se atira no chão, dificultando a coisa, então, sem pensar duas vezes, ele a puxa pelos cabelos e lhe aplica uma chave de pescoço e assim consegue a jogar sobre a cama.

Com muito medo e gritando tenta se levantar e então recebe um potente soco que a atinge no lado direito do rosto e ela tomba, totalmente zonza com a força brutal do ataque.
Sem resistência dela, o homem abre suas pernas e enterra a cabeça entre suas coxas. Quando se dá conta, ele a está segurando pela cintura, enquanto sua boca praticamente entra no meio dos lábios vaginais de Helena. Ela sabe que está vencida, não tem mais força para lutar. Sente a boca e a língua do homem a chupando com força e dando mordidas em suas carnes. Sente dor, mais aos poucos vai relaxando e dá um grito quando sente o clitóris preso entre os dentes dele. Mesmo contra a sua vontade, sente que está ficando encharcada.

Ela tem raiva dela mesma, não quer sentir o que está sentindo. Mas isso lhe é impossível. Jovem e cheia de saúde, sexualmente insatisfeita, sem nunca ter tido um orgasmo com o pai e mamãe do marido. Com os chupões do homem em seu clitóris, entremeada de leves e doloridas mordidas nas paredes de sua buceta, sente que ele a está levando à loucura com o sexo violento dolorido e então, pela primeira vez na vida, explode num extraordinário orgasmo.

Ele não para nunca e continua a chupar Helena, que tem sucessivos orgasmos. Que não consegue se controlar e de sua garganta saí sons que mais se parecem com sofridos miados de uma gata no cio.

Ele sabe que levou Helena a gozar como uma louca. Se levantada, se veste e vai embora, a deixando jogada sobre a cama, ainda com os braços presos nas costas pelas algemas de couro.

Helena chora sem parar, com muita vergonha dela mesma. Não se conforma com o que sentiu com ele fazendo sexo oral nela. Sua amiga Marta, já lhe tinha confidenciado que o sexo oral que fazia com o namorado, a levava a loucura. Helena ria de sua amiga e lhe dizia que aquilo era uma nojeira enorme, alguém colocar a boca no sexo do outro.

Agora, sabia o que Marta lhe dizia..., mas se sentia como uma desqualificada, gozando com um homem, senão o seu marido.

Está com os braços presos, era motivo de muito sofrimento para Helena. Queria se limpar, tomar um banho. Mas o safado, nem se preocupar em tirar as algemas. Se estava trancada naquele lugar, não havia necessidade de tanta maldade.

Mesmo assim, ela foi até o banheiro e com algum esforço consegue abrir a torneira do chuveiro e fica uma eternidade no box, com a água escorrendo sobre seu corpo. Faz uso da grande toalha dobrada sobre uma bancada, a jogando no chão e como uma cadelinha, faz seu corpo rolar sobre ela.

Se deita toda encolhida na cama e exausta física e mentalmente vai aos poucos adormecendo. Acorda sobressaltada, ouvindo o som o da pesada porta da saleta sendo aberta. Pensa que é o falso escritor que retorna para abusar dela novamente. Mas não é ele, quem chega empurrando um carrinho cheio de bandejas sobre ele, é o enorme mulato, o mordomo dele.

Pela primeira vez, o mulato fala com a prisioneira do patrão.

- Meu patrão mandou a soltar e lhe trazer o café da manhã e perguntar que queres algo especial para o almoço.

- Diga ao seu patrão, que a única coisa que quero dele é que me deixe ir embora para minha casa.

- Peça qualquer coisa senhora, menos isso. Doutor Simões jamais a deixará ir. Aqui é onde viverás para toda a vida.

- Por todos os santos! Isso não pode acontecer... eu tenho uma vida lá fora, tenho marido, quer deve estar muito preocupado com o meu sumiço.

- A senhora não tem mais vida fora daqui... esqueça do seu marido. Sua única função aqui é dar prazer ao doutor Simões. Para o seu próprio bem, é melhor se conformar. Ele tem bom coração, mas se o contrariar, pode ser muito machucada. Estou lhe avisando para o seu bem.

Helena fica sem saber o que argumentar com o mulato, pois lhe parece que ele é totalmente obediente ao tal doutor Simões, o canalha que armou aquela arapuca para ela.

Quando o mulato se aproxima da cama, onde ela esta toda e encolhida para esconder sua nudez, Helena estremece de medo e grita para ele ir embora

- Não tenha medo de mim, moça. O patrão mandou que eu tirasse as algemas dos teus pulsos e é isso que vou fazer.

Com o coração quase saindo pela boca, ela se vira de costas para permitir que ele a livre daquelas malditas algemas. O mulato demora muito mais tempo do que seria razoável para a libertar. Helena sente o olhar dele “queimando” seu corpo e fica com medo quando as mãos do homem roçam sua bunda, dando uma leve tapinha na polpa direita e lhe diz, com voz entrecortada:

- Pronto moça, pode ir tomar o seu café, já tirei as algemas. Ele se vira para ir embora e já na porta, fica olhando para Helena, que rápido cobre sua nudez com os braços.

- Uma coisa posso lhe dizer moça... o patrão teve muito bom gosto em a escolher. Você é muito gostosa e tem um rabo de dar água na boca.

- Vá embora, negro safado! Você é tão ordinário como o teu patrão.

Helena agora tem mais um motivo para ter medo. O enorme mulato, que se diz ser o mordomo do casarão, também ficou de olho gordo para cima dela.

As horas correm e Helena se xinga por ser tão idiota. Sair de casa, ir em busca de emprego em lugar tão longe do centro da cidade e ainda por cima sem dizer nada a ninguém. Podia pelo menos ter avisado Marta, mas agiu com extrema imprudência e agora estava ali, trancada por um sujeito tarado, que a queria manter como sua escrava sexual, tudo com o auxilio de um empregado debiloide, que se dizia seu mordomo. O pior de tudo é que percebia que não havia a menor possibilidade de escapar daquele lugar. Um casarão enorme, longe de tudo e de todos, cercado por altos muros de alvenaria...como escapar?

Nas noites seguintes, Simões passava com Helena, a estuprando de mil maneiras diferentes, pela frente por trás e até pela boca.
Ela, fora o sexo tradicional com Leonardo, nunca tinha feito sexo anal e muito menos oral. Todavia, Simões a obrigou a tudo isso; usando de força e extrema violência.

O sádico, mesmo sem motivo, a surrava constantemente, pois lhe dizia que adorava ouvir ela gritar de dor. A obrigar a engolir sua porra era o seu passatempo predileto.

Duas semanas depois, ela apresentava por todo o seu jovem corpo, dezena de marcas dos dentes de Simões. Fora as seções de tortura e de sexo animal, ele lhe dava tudo, comida e bebida e até drogas, que pedia para poder suportar cativeiro tão horrendo.
Sua maneira de suportar tanto sofrimento era ver televisão e foi por este meio que tomou conhecimento que seu marido estava desesperado com o seu desaparecimento e que a policia estava mobilizada na tentativa de solucionar o fato.

Por quinze dias, initerruptamente, Simões nunca deixou de a estuprar e de a surrar. Dizia ele que ela era a fonte do seu prazer e que a desejava cada vez mais por esta razão.

Fora ele, Helena só tinha contato com o mordomo dele, que lhe trazia as refeições diárias, café da manhã, almoço e janta e quando ela pedia, um lanche da tarde ou a noite.
Quando ele deixou de a visitar por dois dias seguidos, apesar de ficar contente com isso, por pura curiosidade, perguntou ao mulato qual o motivo da ausência do seu patrão.

- Doutor Simões, foi obrigado a ir até uma de suas fazendas, vender um lote de bezerro para um comprador que veio de fora. Mas não se preocupe com isso, moça. Ele logo estará de volta para lhe dar prazer.

- Dar prazer para mim! Você está louco, cara? Aquele canalha só me faz sofrer.

Naquele dia, pela primeira vez desde que estava aprisionada, Helena se sentiu feliz. Comeu todo o lanche noturno que pediu ao mulato. Depois foi ver televisão, bebericando o suco de laranja que veio com a comida. Por um descuido seu, deixou cair o copo do suco sobre o tapete. Lamentou o fato e tratou de secar o tapete, usando uma tolha umedecida do banheiro.

- Que pena, o suco estava gostoso!

Se sentiu um pouco sonolenta, desligou a TV e foi se deitar. Naquela noite não teria a terrível companhia de Simões, poderia ter um sono tranquilo.

Não sabe quanto tempo depois, um pouco atordoada acordou, sentindo muita dor pelo corpo. Despertou por completo ao sentir um peso enorme por cima e apavorada gritou, ao sentir o mulato sobre suas costas, com o membro todo enterrado em seu ânus.

Ambos estavam nus e ele com as mãos em torno dela, esmagava os seios, enquanto fungava em seu pescoço. O pau do cara era enorme, bem maior do que o de Simões e ela o sentia a tocar bem lá dentro dela.

Helena, gritou com ele e fez força para sair, assustada e surpreendida com o atrevimento do mulato. Ele não deu a menor importância dos protestos e continuou a se mexer, fazendo o enorme feixe de musculo deslizar dentro do apertado canal anal.

- Porque você acordou, mulher? Eu fodo tua bunda há muito tempo e tu nunca acordou! Será que o sonífero não fez efeito hoje?

Então era isso... a razão de sentir seu cu doer tanto? Não era por Simões a sodomizar. O pau do homem não era tão enorme assim e ela já estava acostumada com o sexo anal dele. Todo o grande incomodo vinha do enorme membro do mulato.

Com o mulato a comendo como um touro, gemendo todo enterrado em seu ânus, Helena pensou rápido... ali estava, talvez, a formula dela tentar escapar do cativeiro. Seduzir o enorme homem e o jogar contra o seu patrão.

Assim pensando, ficou quieta, sem protestar com o cara fazendo anal nela. Sentiu ele esporrar e a inundar com uma quantidade enorme de porra. Mesmo depois de gozar, o multo ficou dentro dela, que foi sentindo o colosso ir murchando dentro do seu canal.

Com a boca lambendo seu ombro e pescoço, soprou para Helena:

- Mulher, desde que vi o teu rabo tive vontade de entrar nele. Há uns dez dias atrás, decide te comer e para isso, fiz uso do sonífero e quando o doutor estava fora, durante o dia, eu vinha e te comia. Ele nunca desconfiou de nada e nem você.

- Eu não tomei todo o suco, foi por isso que acordei com você me fodendo. Mas não necessita ficar receoso... não vou contar nada ao Simões. Você fode bem melhor que ele e se você estiver com vontade pode me comer a vontade que não vou reclamar nada.

- Puta que pariu! Isso é verdade, mulher? Você gostou do meu pau?

- Logico sim, mulato gostoso?

- Que coisa de louco... uma branquelas gostosa como tu, gostar do negrão aqui. Então vira de frente que, quero comer esta bucetinha lisinha que tens aí.

Helena engoliu em seco, mas teve de aguentar; não podia desistir agora. Se posicionou e separou bastante as coxas para facilitar a invasão daquele monstro em sua buceta.

- Cara, vá devagar... teu negócio é muito grande e eu sou pequena!

- Pode deixar, gostosa... vou com entrar em ti com muito cuidado.

Foi o que ele fez. Bem lentamente Helena foi sentindo as paredes vaginais irem se afastando para dar lugar ao enorme feixe de musculo. Ficou surpreendida pois com ele todo dentro dela, se movendo num lento vai e vem foi ficando excitada e dois minutos depois, explodiu num enorme orgasmo.

- Por favor vá mais rápido, está muito bom...eu quero gozar novamente com você dentro de mim.

Ele não se fez de rogado e quase matou Helena, a fazendo ter sucessivos orgasmos e bem mais tarde, foi ela que montou nele e sentada, berrava subindo e descendo com a cintura sobre a monstruosidade do mulato.

Depois daquele dia, mesmo com o retorno de Simões, Helena continuou a fazer sexo com o mulato. A noite com o “doutor” e no dia com o mordomo dele.

Estava quase na hora de pedir ao mulato que a levasse para bem longe dali, pois ela queria ser somente dele e não ser dividida com o patrão dele. Quando estivesse fora do casarão, seria fácil iludir o mulato e fugir para sua casa, para os braços do seu marido.

Só que ela não podia ouvir a conversa entre o doutor Simões e seu mordomo, o enorme mulato.

- Está tudo dando certo, patrão. Como o senhor imaginou. A putinha adora dar o rabo e a buceta para o negrão aqui. O senhor a come durante a noite e eu durante o dia. Eu sabia que seria assim, meu cara.

- Quando ele pedir para fugir com você, vamos revelar a ela que tudo não passou de armação nossa e que agora ela será a escrava de nós dois. Ela vai ficar arrasada!

Tudo aconteceu como Simões e seu mordomo arquitetaram.

Anos mais tarde, Helena vivia somente para dar prazer aos dois homens, sem nenhuma esperança de se libertar de seu cativeiro. Em algumas ocasiões, os dois faziam dupla penetração na mulher que mantinham presa, com ela totalmente conformada em ser a escrava sexual deles.


Leonardo, o marido de Helena, nunca mais teve notícias dela e seis anos depois Marta, foi morar com ele, como amantes e ela o ensinou a arte de fazer amor.

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:6 de abril de 2018 04:05

Gênero literário:Prosa poética erótica

Tema ou assunto:BDSM

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