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LOUCA OBSESSÃO


- Está biruta cara? Saia desta televisão e vamos trabalhar! Que merda, é sempre a mesma coisa, mal chegamos e você corre para ligar a TV. Temos de carregar o caminhão para a distribuição de amanhã.
- Cale esta boca de merda, Bira! Sabes muito bem que eu não perco um programa da Samanta Ayres. Ela é simplesmente divina...estou apaixonado por esta mulher. Olhe o jeitinho dela falar e que corpo divino! Se eu pudesse comeria esta mulher por inteiro.
Betão, negro alto e musculoso, com seus comparsas, Bira e Zezinho viviam do roubo de cargas já a dois anos e para isso tinham todo um esquema montado; o depósito onde escondiam o produto dos roubos e toda uma cadeia de receptadores. Para a trinca tudo corria às mil maravilhas. O único senão era está ideia fixa que Betão tinha por Samanta Ayres. O noticiário apresentado por ela, todas as noites as 20 horas, nem nos momentos mais críticos deixava ser visto por ele.

Samanta Ayres, o objeto de cobiça de Betão, é a ancora do jornal das 20 horas do principal canal de televisão. É uma jovem mulher, de 27 anos, casada e com um casal de filhos, de 3 e 4 anos. Extremamente eficiente, apresenta o telejornal há 2 anos e, pela sua beleza, cativa a todos, tanto na estação, como os telespectadores, ainda mais que sentada e de pernas cruzadas, sempre deixa uma boa porção de suas coxas aparecer.
Sabe, pelos e-mails que recebe, que isso é um dos seus atrativos, mais não dá a mínima bola para isso. Sabe que é bonita e que até quando entrevista alguma personalidade homem, eles não tiram os olhos de suas pernas, mesmo disfarçando ao máximo.
Ela só não imagina que com isso, está despertado o desejo doentio de um homem por ela.

De fato, Betão entra no perfil dela na internet e sempre remete mensagens apaixonadas, se declarando apenas como um “admirador secreto”
- Bira, Zezinho, eu tenho um plano espetacular para pôr em prática, mas necessito da ajuda de vocês dois.
- Fale aí chefe, sabes que sempre podes contar com a gente. Qual é o ganho que está a planejar?
- É o seguinte... eu vou sequestrar Samanta e a esconder aqui no depósito. Lá em cima temos aquele quarto, que serve muito bem para acomodar a gostosona. Só necessita uns pequenos ajustes.
- Tu ta maluco cara! A gente não ganha a vida deste jeito... o nosso negócio e roubo de carga. Porque tu que fazer esta merda?
- Muito simples, Zezinho... eu quero foder esta mulher. Não aguento mais a tesão que sinto por ela.
- Eu estou decidido, vou pegar a mulher e a trazer para cá, com ou sem ajuda de vocês.
- A gente te apoia aqui, mas não vamos pegar a mulher. Se você a quer tanto, vá sozinho.
- Ok...agarrar Samanta, eu faço sozinho... já tenho tudo bolado aqui na cuca. Só quero que me ajudem para preparar o quarto para a receber, só isso.

As 22:30 horas, Samanta saí com o seu carro do estacionamento do estúdio da TV. Depois de apresentar seu noticiário, esta louca para chegar em casa, para os braços do marido e dos dois filhotes. Dá carona para dois colegas. Moreno e Stela que pediram a amiga que os deixasse num motel a meio caminho da casa dela.
Não percebe que um carro preto, os está seguindo. Depois de 15 minutos, chegam ao motel e se despede do casal, brincando com eles: - Stela, cuidado para não morder o pau de Moreno. Com muitas risadas, os vê entrar pelo portão do motel e parte para sua casa que não fica muito longe.

Afonso, colocou os filhos para dormir e foi ver televisão, deixando o tempo passar para esperar Samanta chegar em casa. 23:10 h o telefone toca e ele sabe que é Samanta, pelo toque personalizado do celular dela.
- Querido, em 20 minutos estarei chegando. Se prepare, pois, hoje eu estou com muito fogo. Os nossos moleques não o incomodaram para dormir?
– Não, meu anjo, depois do banho, dei a janta para eles e os coloquei na cama. Na metade da história que estava lendo para eles, já estavam dormindo.
- Que bom, Afonso... eu estou com fome, depois de comer alguma coisa, vou te devorar na cama... lindão. Heiii... que merda é essa! – Socorro... Afonso... eu estou... Aaaaaiiiiii! Pare... pare…. Socoooorrroooo.

A ligação é bruscamente interrompida e Afonso apavorado entende que Samanta está sendo atacada por alguém. Tenta retornar a ligação, mas o celular dela não atende. Imediatamente liga para a polícia civil e comunica o ocorrido.
– Minha esposa, Samanta Ayres, da TV, está sendo assaltada ou sequestrada. Ouçam as últimas palavras que ela consegue dizer, antes da lição ser cortada.
O atendente de plantão escuta perfeitamente as últimas palavras de Samanta:
“Que bom, Afonso... eu estou com fome, depois de comer alguma coisa, vou te devorar na cama... lindão. Heiii... que merda é essa! – Socorro... Afonso... eu estou... Aaaaaiiiiii! Pare... pare…. Socoooorrroooo”
Com isso, é dado o alarme e em razão de ser a famosa Samanta Ayres, a provável vítima, imediatamente uma viatura parte para a casa da repórter e pelo rádio, alertam outras unidades, para que fiquem alertas.
Por sorte, na avenida de acesso a residência dela, se deparam com um carro com a porta do motorista aberta, parado no meio da via, já com alguns curiosos em sua volta.
De imediato a sargento Fidelis, presente que deve ser o carro de Samanta. De fato, é o carro da repórter e o mais estranho é que a bolsa, o celular e o laptop estão sobre o banco do carona. Mas nem sinal de Samanta. Pelas evidências, ela foi sequestrada e o motivo não foi roubo.

Samanta e obrigada a brecar o carro bruscamente, pois um carro a sua frente freia e ela quase o atinge pela traseira. Um homem negro bastante alto desce do veículo e vem em sua direção. Tudo acontece em frações de segundos. O sujeito abre a porta do motorista e com um revolver em riste, lhe dá uma coronhada.
Samanta que falava ao celular com o marido, tenta o alertar que está sendo assaltada, mas não tem tempo para nada. A forte pancada na sua cabeça a faz perder os sentidos.

Não sabe quanto tempo depois, com a cabeça latejando muito, acorda, gemendo de dor. Muito confusa, não sabe o que aconteceu, mas aos poucos, tudo lhe volta a lembranças. O homem, a agressão.... Por Deus! O que aconteceu... onde estou?
Leva as mãos à cabeça e percebe que tem uma bandagem em sua testa, cobrindo o local onde foi atingida. Está num recinto iluminado apenas por uma fraca lâmpada sobre uma mesinha ao lado da cama. O quarto é pequeno e a cama e a mesinha são os únicos moveis. Inteligente percebe que foi vítima de um sequestro, provavelmente para pedir dinheiro ao seu marido ou a rede de televisão onde trabalha.
Está sem os sapatos, mais ainda com suas roupas intactas. Se examina e percebe que não sofreu nenhum abuso e fora a doloroso batida na cabeça, não tinha nenhum outro ferimento. Mas com horror sente que uma corrente está pressa ao seu tornozelo direito por meio de uma argola metálica. Assustada dá um pulo da cama e vê que a corrente metálica, com pouco mais de 4 metros, tem a outra ponta chumbada na parede por meio, também, de argolas, tudo com cadeados.
Tremendo de medo, examina o recinto. Uma janela vedada com madeira e duas portas. A extensa corrente lhe permitir se movimentar e examinar as portas. A primeira está fechada à chave e a segunda dá acesso a um minúsculo banheiro, com um vaso sanitário, uma pia pequena e um chuveiro. Não vê papel higiênico e nem toalhas.
Sabe que ali será o seu cativeiro, enquanto eles negociam o valor do seu resgate... queira os céus que seja só isso. Pragmática, sabe que não adianta gritar e pedir socorro. Seus sequestradores não seriam tão burros, de a deixarem perto de algum lugar onde ela pudesse ser ouvida. Então resolver ficar quieta e esperar que eles viessem até ela. Não tinha outra saída.

Não tem noção do tempo transcorrido até que alguém abriu a porta, se aproximou da cama e ficou olhando para ela. De imediato percebe que é o mesmo homem que a atacou. Um gigante negro com quase dos metros e forte como um touro. Com muito medo, se encolheu na cama com as mãos em volta dos joelhos.
- Como você é bonita Samanta. Há muito tempo a queria aqui, junto comigo. Não necessita ter medo, eu não vou machucar você.
- Você é um mentiroso! Já me machucou, estou com a cabeça doendo muito!
-Sinto muito, aquilo foi necessário. Estavas falando ao celular e podias dizer coisas do teu sequestro que eu não queria que soubessem.
- Se é dinheiro que você quer... meu marido pode pagar o meu resgate... eu quero ir logo para minha casa.
- O que é isso Samanta, nada de pressa, você chegou ontem à noite e já quer ir embora! Eu não quero dinheiro do teu marido. Este não foi o motivo de te de trazer aqui.
- Se não é dinheiro... o que você quer?
- Muito simples, minha querida, eu quero você, te foder... entendeu bem o motivo do seu sequestro?
- Minha nossa! Você é um doente... me sequestrou para me estuprar!
- Não, meu amor... nada de estupro. Eu quero fazer amor com você concordando em ser minha. Nada de te forçar. Eu a amo muito e quero que sejas minha de livre e espontânea vontade.
- Você está totalmente biruta, cara! Isto jamais acontecerá. Não passas de um pobre coitado com a mente perturbada. É muito atrevimento teu. Se me soltar nada direi a teu respeito.
-Samanta... Samanta... você só sairá daqui depois de eu comer tua buceta e teu cuzinho... antes disso, nunca. Te convença que eu falo sério. Depois de uma semana com a gente fazendo um amorzinho bem gostoso, eu lhe prometo, serás libertada. Antes disso, nunca. Não quero te machucar e apenas fazer amor com você.

Ele saiu batendo a porta, dizendo para Samanta: - O tempo que ficares prisioneira só depende de você, de mais ninguém. Até amanhã, minha paixão.
Samanta, apavorada, examinou com cuidado todo o recinto em que estava e a corrente que a prendia, tentando achar um meio de escapar do cativeiro, porém em pouco tempo descobriu que não havia a menor possibilidade de fuga.
Na cama, só um colchão de palha sem lençol ou travesseiro, tudo cheirando a mofo. Não conseguiu dormir o resto da noite, dominada pelo medo e pelo desconforto do local. Quando usou o banheiro, quase vomitou. O local fedia a urina e a fezes e ela, com nojo, teve de ficar apoiada nos joelhos, para usar o vaso sanitário, que mais se parecia com uma fossa.
Pela manhã, bem cedo, o homem retornou, lhe trazendo uma caneca de folha, com café e um pedaço de pão.
- Coma Samanta... eu não a quero matar e fome. Como você já sabe, minha intenção é somente entrar dentro de tuas carnes, mais nada do que isso. É uma coisa muito simples. Você não é nenhuma virgem e já deve ter dado a buceta para muitos homens.
- Você é doente, cara. Eu não sou nenhuma vadia, sou casada e tenho dois filhos e sou muito feliz com meu marido e trepar com um negro como você, nem pensar.
- Samanta, meu amor, estou feliz por saber que você é fiel ao teu homem, mas eu estou taradão por você e enquanto não dormir com tu, não irás para casa. Eu sou um mulato grande e muito forte, seria muito fácil, usar de força e te estuprar. Mas eu não quero isso, quero te foder numa boa, com você se abrindo toda para mim.
- Isso nunca acontecerá, negro fedido! Você só me terá se usar a força, prefiro morrer a deixar um louco porco como você a fazer sexo comigo.

Betão imaginava que tendo a mulher como sua prisioneira, lhe seria fácil convencê-la a se entregar a ele, mas o que ele viu em Samanta foi raiva e desprezo por ele e viu nos olhos dela, todo o ódio. Naquele momento perdeu a cabeça e sem pensar, desferiu em Samanta um potente soco que a atingiu no lado direito do rosto, perto do pescoço.
Sem mesmo ter tempo para gritar, Samanta caiu, já sem sentidos, com metade do corpo sobre a cama e as pernas no chão. Não sabe quanto tempo ficou desmaiada, mas acordou sentindo fortes dores e com muita dificuldade de falar e muito zonza. De início nem percebeu que estava somente de calcinha e sutiã.

Pela sede que sentia, percebeu que ficou desacordada por muito tempo. Não sabia que era noite ou dia, pois ali não existia janelas. Só teve noção que seu vestido e casaquinho tinham sumidos e os sapatos e meias também. Logo se examinou e percebeu que ele não a estuprou, apenas a despiu, parcialmente, e então respirou aliviada.
Ficou muito tempo, deitada sobre o imundo colchão, com a sede a devorando. Foi até o minúsculo banheiro e com a mão tentou beber da torneira da pia, tão suja como o restante do ambiente. Foi quando tomou ciência da triste realidade que se encontrava. Sequestrada por um louco, que só a libertaria, depois de fazer sexo com ela, então cederia a ele, se essa fosse a única maneira de se ver livre do tarado, o faria. Mas ele além de ser negro era muito grande e isso a assustava.

Samanta, desde pequena, tinha um certo preconceito racial e agora estava sendo obrigada a fazer sexo com um negro e, isso acima de tudo, a enojava.
Algum tempo depois, quando Betão entrou no quartinho, lhe trazendo água e comida, Samanta implorou que ele a libertasse.
- Já lhe falei, mulher...não há a mínima possibilidade de você sair daqui, sem antes conhecer o meu caralho. Eu quero te devorar todinha e depois de uma semana, tu poderás ir para tua casa, antes disso, nunca.
- Está certo, eu farei o que queres, mas tenho algumas condições. Usarás camisinha e eu quero toalhas, sabonetes, um lençol e travesseiro.
- Está certo, mulher, logo mais trarei tudo o que pediste e algumas coisinhas mais, porém fique certa, de você eu quero tudo.... Buceta e cu.

Muito tempo depois, Betão retornou trazendo tudo que ela pediu e para surpresa de Samanta, trouxe também calcinhas e vestidos. Coisa grosseira e até um pente. Colocou tudo sobre a mesinha e se virou para Samanta:
- Agora é a tua vez de me dar algo que quero a muito tempo. Tire a calcinha e sutiã e se deite na cama, quero te ver peladinha.
Samanta fez o que ele pediu, mas se deitou meio de lado, procurando esconder sua intimidade. Mas Betão, logo reclamou: - O que é isso, mulher... eu quero ver tua buceta bem arreganhada para mim, nada de timidez.
Samanta, de coxas bem fechadas, se virou de frente para ele e o viu abriu os olhos, deslumbrado o com o que via.
- Minha nossa, Samanta! Você é muito mais do que eu imaginava. Uma buceta gordinha e sem nenhum pelo. Vou me fartar nela. Agora é a tua vez de ver o que tenho reservado para tu... um caralho que vai deixar você doidinha por ele...olhe só, meu amor.
Betão ficou nu num instante e parou ao lado da cama, se mostrando para ela. Samanta abriu os olhos assustada com o que via. O negro era um verdadeiro monstro. Em toda sua vida nunca vira algo tão monstruoso como o pau dele. Além de comprido, era muito grosso, com uma cabeçorra enorme e lisa e o tronco cheio de veias. Duro como um tronco.
Ela estremeceu, aquela coisa enorme iria a arrebentar toda por dentro. Era no mínimo três vezes maior do que o seu marido. Ficou apavorada e pensou em desistir, mas sabia que não adiantaria, nada neste mundo impediria o negro de a possuir e Samanta fechou os olhos, pedindo ajuda aos céus.

Mas Betão, parecia que não tinha pressa em a penetrar. Parecia maior do que era, quando se sentou, meio por cima dela, fazendo um enorme contraste entre a pele negra dele a brancura dela. O cara a lambia, com uma língua enorme e áspera, desde os pés até a nuca. Por quase trinta minutos, todo o corpo de Samanta foi lambido e chupado e até em algumas leves mordidas, ela sentiu. Mas onde ele mais de demorou foi na buceta e no ânus. Ele sugava e lambia, enfiando a língua bem fundo dentro dela. Abocanhou e chupou o clitóris, quase o engolindo.

Foi inevitável, nestes trinta minutos, ela se viu envolvida por violentos orgasmos múltiplos, coisa jamais sentida antes, nos seus vinte e sete anos. Quando ele se deitou entre suas coxas e ela sentiu o imenso membro procurar a abertura de sua caverna, prendeu a respiração e abriu o máximo que pode as pernas. Samanta o queria dentro dela e se agarrou a ele, quando sentiu suas carnes irem se abrindo para dar passagem ao monstro que a invadia.

Ele estava todo dentro dela. Samanta nunca pensou que aquele pênis enorme pudesse caber nela e isso a deixou perplexa. Nunca se viu tão cheia deste jeito.
Ele não foi violento ao penetra-la e nem afobado, a penetração foi bem lenta, com ele parando a toda momento e a encarando. Samanta tinhas os olhos arregalados e os lábios entreabertos. Dele esperava uma posse selvagem e brutal. Mas não foi assim. O negro, lhe deu o maior banho de língua de toda a sua vida, a chupou como se fosse um potente aspirador, lambeu e colocou a língua em seu cu, tudo com a maior calma do mundo e quando iniciou a enterrar o seu monstro dentro dela, esperou dor e trincou os dentes. Mas não foi nada como pensava. Suas paredes foram se alargando para acomodar o pau do negro e no lugar de dor, sentiu enorme prazer com ele a invadindo e isso a surpreendeu completamente. Sempre foi uma mulher muito fogosa e se excitava facilmente. Mas se excitar com um negro, isso ela nem em sonho podia imaginar. Ela os considerava pouco mais que animais fedidos, grosseiros e gente de segunda classe e ainda por cima, ser ele um bandido que a sequestrou somente para a foder. Isso era o cúmulo do absurdo.... mas era o que estava acontecendo.

Os 130 quilos do homenzarrão, todo em cima dela, a amassando, o cheiro de suor dele, a barba por fazer, o fedor que emanava de seu corpo, tudo aquilo, para sua surpresa a excitava ainda mais. O negro ficou um tempão a invadindo e parecia que não tinha fim. Agora todo dentro dela, ficou parado e antes de se movimentar, Samanta sentia a enorme beiçola dele se fechar sobre seus lábios e a língua a invadir por inteiro. O beijo do homem parecia não ter mais fim e ela pode sentir a saliva dele se misturar com a sua, com gosto e cheiro de tabaco e cachaça, mas aquilo a embriagou de vez e ela correspondeu com paixão ao beijo do negro e antes dele começar a deslizar entre suas carnes, num vai e vem ritmado, Samanta teve o seu primeiro orgasmo e ela berrou dentro da boca dele. O cara era uma máquina de foder e ficou uma eternidade gemendo em cima dela, enquanto lambuzada seu rosto com sua saliva, com ela se esvaindo em consecutivos orgasmos.

Quando ele despejou toda sua potência dentro dela, Samanta enlouqueceu de vez e berrava como uma louca o mordendo com força na altura do pescoço musculoso dele. Ele parecia não parar de ejacular e ela não parava de se esvair em outros enormes orgasmos.
Quando Betão, se sentiu satisfeito e se movimento para sair dela, Samanta com voz fraca, implorou:
- Não saia, por favor... eu o quero sentir ir amolecendo dentro de mim. Ele deu uma risada satisfeito e arriou todo o seu peso sobre ela, que pequena em relação a ele, sumiu debaixo do gigante.
Samanta sentia que estava sendo esmagada, sobre toneladas de nervos e músculos, mas era assim que queria. Betão sentindo aquela macies todas sob ele se sentiu no melhor dos mundos e feliz da vida, relaxou.
Samanta escutou o seu ronco forte e se excitou ainda mais servindo de colchão a ele, com seu corpo ficando dormente e impotente sob aquela montanha de nervos e músculos. Com ele amolecendo dentro dela, procurou contrair os músculos vaginais para não o deixar dormir entre suas carnes.
Samanta conseguiu em partes e ele não “morreu” por completo e isso bastou para que durante o sono dele, ela tivesse mais dois orgasmos.

Ele acordou e saiu dela, já noite alta e a deixou perplexa sobre a cama. Nas horas seguinte, quando aquela loucura toda se apagou, Samanta se amaldiçoou por ter sucumbido ao negro, logo ela que tinha grande preconceito racial. Tentava se convencer que fez aquilo para poder voltar para casa. Como pode gozar como um louca com aquele porco? Jurou que não faria mais isso. Ele a possuiria, pois não podia resistir aquele monstro, mas se manteria fria.
Usou o banheiro remodelado e ficou uma eternidade sobre o chuveiro, tentando tirar o fedor dele de sua pele. Passou a mão na vagina e a achou bastante dolorida. Passou todo restante da noite e o dia seguinte, sem comer nada e estava louca de fome. Já passava das 2o horas quando o negro entrou no quartinho.

Ele trazia uma pizza enorme e uma garrafa de vinho.
- isso é para você, meu amorzinho. Desculpe não poder vir antes, estava ocupado recebendo uma carga. Infelizmente não posso ficar, tenho um ganho marcado com meus parceiros e não posso faltar. Fique sossegada, tão logo possa me veja livre virei até você
Samanta deu graças por isso, mas não pensou mais nada e devorou toda a pizza família, tal o tamanho de sua fome. O vinho seco, o seu preferido, estava gelado e ela, bebendo num copo que o negro trouxe junto. Em menos de meia hora, a garrafa estava vazia,
Bêbada, cambaleou para a cama e deitada de bruços dormiu quase que imediatamente.

Acordou sentindo enorme incomodo e como num pesadelo o peso do negro em suas costas. Tanto ela como ele estavam nus e Samanta gritou apavorada quando sentiu o enorme pau dele entre suas coxas, com a evidente intenção de a penetrar por trás. Tentou fechar as pernas para evitar que ele prosseguisse. Mas sentiu a cabeça do membro encontrar o acesso do “túnel” e forçar o anel. Ele deixou todo o seu peso a achatar sobre a cama enquanto com as mãos em torno de seu corpo, apertava os seios com muita força. Lambia ombro e pescoço e lhe sussurrava ao ouvido:
- Não faça força, querida... eu passeio creme no pau e no seu cuzinho. Ela sentiu ele empurrar e gritou tal a intensidade da dor da penetração, sem se importar com os gritos de Samanta, continuo a avançar. Parecia que um ferro em brasa a estava queimando toda por dentro e não suportou perdendo os sentidos por instantes.

Ele já estava todo dentro dela e ficou um tempão sem se mexer, para que Samanta acostumasse com pau no seu rabinho.
Ela sentiu muita dor pela penetração anal forçada. Ele a machucou muito por dentro e o negro só saiu dela depois que gozou. Para Samanta era só dor e muito ódio. Ele era satisfação pura e quando olhou para o pau o viu todo manchado com sangue, pois ele com a penetração dilacerou as paredes do ânus de Samanta. Se orgulhou e disso a ela que aquilo não era nada e assobiando saiu do quartinho a queixando sangrando sob a cama.

Ela ficou muito tempo sob o chuveiro se lavando e com a água tentando aliviar a dor no ânus. Fervendo de raiva, a orgulhosa Samanta, estava reduzida a pó, nunca pensou que tal pesadelo pudesse aconteceu com ela. A sua autoestima estava lá embaixo, entretanto sua raiva e ódio pelo negro estava em cada nervo e musculo do seu maltratado corpo.

Quando Betão retornou ao cativeiro não estava preparado para a reação dela, pois não acreditava que pudesse se opor a ele. Mas foi justamente o que Samanta fez, o atacou com violência surpreendente e quase o pôs a nocaute.
Ela ficou atrás da porta, esperando ele entrar. Com a corrente metálica de quase quatro metros, dublada em suas mãos. O negro entrou esperando ter mais algumas horas de sexo selvagem com a sua musa. Ele só viu a corrente rodar no ar como um chicote. Levantou as mãos para se proteger, mas foi tarde. Os elos metálicos da corrente o atingiram na altura do rosto com tanta força que abriu um lanho no lado direito e o fez berrar de dor. Cambaleando ele levou as mãos ao rosto, que logo se mancharam com o sangue farto do ferimento.
Urrando de dor, Betão desceu a escadas e retornou ao salão do depósito, para surpresa de Bira e Zezinho, seus comparsas no roubo de cargas.
- O que aconteceu homem? Tu tá fodido na cara! Foi a tua mulher?
- Aquela vadia, puta de merda! Me acertou com a corrente! Há! Mas aquela piranha vi me pagar... isso não vai ficar assim!
Bira, vá lá e feche a porta e você Zezinho me leve para atendimento num hospital.... a corrente do reboque arrebentou e atingiu minha cara...OK!

Samanta ficou três dias sem comer trancada e acorrentada, sua fome só não era maior que o seu medo. Sabia que o negro iria se vingar e a machucar, mas ela estava satisfeita. Tinha mostrado a ele quem era Samanta Ayres.

Quando entrou, com chutes na porta, ao anoitecer do terceiro dia, Samanta se encolheu sobre um canto do quartinho, ao ver a cara de ódio do negro. Ele estava com um enorme curativo que cobria todo o lado direito do seu rosto. Se atirou como um tigre raivoso sobre ela e com uma saraivada de socos a derrubou e não satisfeito deu inicio a uma serie de chutes, que a atingiu em todo o corpo e mesmo quando ela não se mexeu mais, continuou a dar selvagens chutes, não encolhendo lugar para bater.

Samanta acordou se sentindo como se tivesse passado dentro de um liquidificador gigante. Cada pedacinho de seu corpo parecia estar arrebentado. Foi gemendo de dor que abriu os olhos, sem ter tino de onde se encontrava. Sentiu sangue seco em seu rosto e na cabeça. Tudo estava escuro e se sentia abafada. Só depois deu um tempo, mesmo com toda tonteira que a dominada, pode perceber que estava dentro de um tipo de saco. Sabia que estava muito machucada e com múltiplas fraturas pelo corpo e então percebeu que o negro, depois de mutilar seu corpo a “desovou” em algum lugar, imaginando que ela estivesse morta.
Percebeu o tempo ir passando e aos poucos foi perdendo a consciência. Sabia que estava morrendo e levou seus últimos pensamentos para seus filhos e marido e então mergulhou na escuridão.

xxxxxxxxxxxxxxxx

No lixão da cidade, a velha senhora, como muitos outros, vasculhava a montanha de lixo em busca de algo que lhe pudesse ser útil. Sobre um monte de lixo, parcialmente encoberto, divisou um grande saco de lona preta e rapidamente escalou o monte de entulhos, antes que outros chegasse antes dela.
Ele era pesado e tinha alguma coisa mole dentro dele. Com alguma dificuldade o empurrou e o saco foi rolando os poucos metros até para ao pé do monte de lixo.
Satisfeita, ficou olhando para o formato do saco e algo a fez sentir um estranho pressentimento. Há muito tempo ela vasculhava aquele lixão e por duas outras vezes já se deparou com gente morta, desovada ali.
Ressabiada chamou três outros “colhedores de lixo” que estavam por perto e apontando para o saco, lhes disse que tinha quase certeza que ali dentro estava um defunto.
Depois de apalparem o saco, todos concordaram que ali estava gente morta e então de comum acordo, decidiram chamar a atenção de um motorista de caminhão que chegava para descarregar a sua carga de lixo.
O cara concordou com eles e lhes disse que não mexessem no saco, que ele irai chamar os “homens” que isso era assunto deles.

Quarenta minutos depois uma viatura policial compareceu ao lixão e dois policiais foram ver do que se tratava. O sargento Dornelles com o auxílio do cabo Afonso, puxaram o saco para um lugar livre dos em entulhos e com o auxílio um punhal, cortaram a corda de lona que fechava a boca do saco.
Dito e feito, era o corpo de uma mulher. Isso puderam ver pelo pouco que viram de sua cabeça e rosto. Dornelles, isso é assunto para o IML, vamos pedir que mandem um rabecão para recolher a “defunta”

Duas horas depois chegou o rabecão e os dois funcionários foram recolher o presunto. Isso eles já estavam cansados de fazerem. Entretanto, desta vez a surpresa foi geral, tanto para eles como para os dois policiais que permaneceram no local e dos curiosos em torno.

Quando cortaram o saco de lona, viram que a mulher morta estava nua. Uma ruiva com o corpo coberto de hematomas. Mas o mais surpreendente de tudo era que apesar de tudo, a mulher não estava morta, apesar de quase.
A ambulância do corpo de bombeiro levou a desconhecida para o hospital municipal da região, onde ela foi socorrida, porém com poucas possibilidades de sobreviver, devidas as múltiplas fraturas pelo corpo todo. Nas pernas nos braços, nas costelas e principal no crânio e no rosto. Além de tudo a desconhecida tinha perdido muito sangue.
Se tratava de uma mulher branca, com menos de trinta anos, que além de apresentar evidencias de estupro, fora barbaramente espancada. Com bandagens na cabeça e no rosto e por estar em estado comatoso, não foi possível a identificação da mulher agredida com tamanha brutalidade. Lógico que o caso chamou a atenção de mídia nacional e das autoridades policiais.
Depois de uma semana na CTI, sem ser possível a identificação da paciente, o delegado encarregado do caso, resolver obter as impressões digitais dela, para comparar com o registro de pessoas desaparecidas, isso quando existisse esse tipo de informação no prontuário no registro.
Ele teve sorte, pois apenas trinta nove registros de pessoas desaparecidas tinham esta informação registrada e destas, vinte e oito eram de mulheres. Depois de comparar as impressões, com o auxilio dos técnicos, custou a acreditar na informação recebida.
A impressão colhida era a de Samanta Ayres, a famosa radialista, âncora da principal rede de televisão do pais e que fora sequestrada por desconhecidos a pouco menos de um mês.
A noticia caiu como uma bomba, pois Samanta é muito popular e todos gostam muito dela e de sua eficiência profissional. Parentes, amigos e público em geral ficaram emocionados com a notícia, mas profundamente tristes com o seu precário estão de saúde.
Afonso, seu marido, não mais saiu do lado da mulher e com ajuda da emissora onde ela trabalha, foi transferida para um famoso hospital de São Paulo, sobre os cuidados de renomados especialistas, tudo na tentativa se salvar a vida de Samanta, que ainda corre risco de ir a óbito.
Samanta teve de ficar hospitalizada por longos seis meses e retornar para casa em cadeira de rodas e o mais triste é que devido aos ferimentos no crânio perdeu por completo a memória. Nem do seu próprio nome ela se lembrava, nem que era casada e que tinha dois filhos pequenos. Entretanto, de volta ao lar, o coração de mãe, a fez reconhecer os dois filhinhos, de 3 e 4 anos e se habituou a Afonso, como seu marido.
E assim, dezoito meses depois, já totalmente recuperada, para alegria de todos, pode voltar a ser Samanta Ayres, a bela e talentosa ancora do jornal das 20 horas, ainda que usando cadeiras horas.
O programa de reestreia de Samanta, bateu todos os recordes de audiência e trouxe alegria para seus teles-espectadores.

Mas um, em especial, ficou emocionado de forma totalmente diferente; um misto de alegria, excitação e principalmente de rancor. Se tratava de um negro enorme, com o lado direito do rosto marcado por enorme cicatriz. Ele sentado em frente a sua televisão, num remoto deposito nas redondezas da cidade, dizia para si próprio:
- Samanta, minha deusa, você não perde por esperar... eu voltarei a te encontrar e desta vez ficaremos juntos para sempre.

FIM

Aguardem o reencontro de Samanta e Betão em: Louca Obsessão – De volta ao inferno.

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:13 de fevereiro de 2018 18:28

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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