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Do fundo do baú

Marly, a doida


Meu nome é Marly Bezerra de Albuquerque, tenho quinze anos e no meu colégio todos me acham um pouco excêntrica. Tudo por causa de minha mania de ir e vir de casa para o colégio de trem e não utilizar o ônibus de todos eles. Mas eu tenho uma razão para agir assim. Moro bem afastado do centro, num subúrbio de classe média e se viajar de ónibus, terei de pegar duas conduções e ainda andar por um bom caminho até chegar em casa ou no colégio. Mas não é só isso, há outra razão para utilizar o trem e eu sou fissurada nela.
Nos horários que viajo, os carros estão sempre lotados e quase sempre sou “bolinada” e ao contrário das outras passageiras do trem, eu adoro sentir uma mão apalpar minha bunda e só quando o cara quer passar dos limites que eu mesma estabeleci, abro a boca e o denuncio em voz alta e o ele se afasta antes que os outros passageiros o obriguem a isso.
Como de costume, sai de casa cedo, só que desta vez vestindo uma sainha bem curta e com a mochila a tiracolo. Estava disposta a sentir uma mão boba diretamente em minha bunda, sem o estorvo da roupa; pois já vinha pensando nessa possibilidade há algum tempo. Como já devem imaginar, sou uma garota muito fogosa e até certo ponto bem safadinha, mas nunca dei mole para nenhum namoradinho. Com eles era só uns beijinhos e nada mais. Meu único “pecado” é me sentir excitada com essa minha estranha mania de gostar de ser bolinada.
No carro lotado, apesar de dar bobeira, não fui “molestada” por ninguém, coisa muito estranha. Fiquei frustrada com isso e fui para o final do carro, onde geralmente a rapaziada se agrupava. Inicialmente nada aconteceu e quando vi um carinha ainda jovem bonito e grandão se aproximar. Como quem não quer nada, me virei e fiquei com a cara virada para a parede. Minha bundinha voltada para ele, o esperava ansiosa.
Que maravilha, respirei fundo quando percebi a mão dele tocar de leve a minha saia e logo depois fazer pressão. Como não percebeu nenhuma reação minha, sua mão apalpou minha bunda por debaixo da saia. Ao contrário das vezes anteriores, a mão boba desta vez era de um belo jovem e isso estava me deixando toda mole.
Primeiro ele usou só uma mão e logo depois, as duas para amassar as bandas macias como se estivesse amassando pão. Este era o meu limite, estava na hora de o fazer parar. Mas estava tão gostoso... com ele separando as minhas nádegas e me espremendo contra a parede do trem, que deixei rolar mais um pouco.
Quase que dei um gritinho histérico quando senti que uma mão entrou por dentro de minha calcinha e um dedo ficou massageando o buraquinho do meu rabo. Aquele movimento dele muito rápido me surpreendeu e assustada, fiz força para sair e estava abrindo a boca para protestar quando a outra mão do safadinho tapou minha boca e me senti esmagada contra a parede com o seu enorme corpo em minhas costas. Ele falou juntinho do meu ouvido:
- Fique quietinha minha linda.... só vou te tocar no cuzinho, nada mais. A língua áspera começou a lamber minha orelha e dando leves mordinhas, quase que engolindo meu brinco. Puta que pariu, ele me desarmou completamente. Fiquei toda mole nos seus braços e num excitada como nunca fiquei antes. A mão que tapava minha boca desceu rápida e se entrou por dentro de minha blusa e nem sei como, seus dedos estavam espremendo meus mamilos.
Tinha plena consciência que tinha de pedir que parasse, mas não conseguia e ele sabia que tinha vencido minha resistência, com o seu tríplice ataque ao meu corpo; A ponta da língua dentro de minha orelha, a deixando toda babada, o mamilo rolando entre seus grossos dedos e o mais arrebatador, ele forçando o acesso do meu ânus, com o dedo indicador um terço já dentro de mim.
Tive de fazer força para segurar um gemido de prazer e nada fiz quando a mão que explorava meu bumbum se intrometeu rápida entre minhas coxas e espalmou minha “periquita” e um dedo ficou explorando as paredes, se movendo rápido entre elas. Em menos de um minuto explodi num violento orgasmo. O primeiro em minha vida. Estava me recuperando do meu quase desfalecimento quando o pior aconteceu. O pau da cara se colocou entre minhas coxas e num movimento rápido se colocou entre as paredes úmidas e famintas.
Neste exato e crucial instante, o carro sacudiu e logo em seguida o trem foi parando na próxima estação. O sacolejar fez com que o pau que estava na eminência de penetrar minha grutinha saiu da “embocadura” e seu senti o gozo dele escorrer entre minhas coxas, molhando minha calcinha no meio delas.
Assustada, acordei daqueles momentos de encantamento e pela janela olhei para fora, para a plataforma de desembarque e lá estava ele, o carinha ainda jovem bonito e grandão.
- Que merda!!!! - Quem era então o grandão que estava me esmagando contra a parede do vagão?
Duas senhoras que estavam sentadas no ultimo banco, quase ao nosso lado, se levantaram e pude ouvir quando uma delas, falou para a outra;
- Este mundo está mesmo perdido! Tão novinha e já uma puta, dando o rabo em público!
Deus do céu! O que é isso.... eu não sou puta e muito menos estava dando rabo! O carro estava ficando vazio, pois aquela era uma das últimas estações...a minha estação. Mas estava tão abobalhada com o acontecimento, escapuli dos braços do cara que quase me comeu e fui me sentar no banco que ficou vago com a saída das senhoras. Nem tive coragem para olhar para o homem e virei o rosto para a janela, vendo o bonitão subir as escadas e sumir entre a multidão.
O cara teve o desplante de se sentar ao meu lado e então me senti espremida contra a janela. Não que nele fizesse força para isso, mas porque ele é muito grande e acima do peso. Sozinho podia ocupar todo banco.
O trem logo a seguir começou a rodar novamente e eu que tinha perdido a minha estação, fiquei olhando para fora evitando conhecer o rosto do meu quase.... quase.
Ele ficou sem falar nada e eu idem, mas sentia o seu olhar em cima de mim. Até o trem foi parando na última estação da linha. Então ele falou;
- Minha jovem, vamos ter de descer, pois este é o ponto final da linha.
Os últimos e poucos passageiros estavam descendo e eu nem me movi. Senti quando ele segurou minha mão, se levantando...... e quase que fui puxada por ele para a estação, que aos poucos foi esvaziando. Eu estava em “alfa”, tinha me portado de uma forma tão obscena com um estranho que não sabia o que fazer. Ir para escola, como devia, nem pensar. Entre minhas coxas ainda estava toda a minha libertinagem, emporcalhando minha calcinha e me fazendo sentir suja.
O pior é que eu não tinha como voltar para casa, pois naquela minha insensatez deixei no trem a minha sacola. Sem livros, sem documentos e sem dinheiro. Chorando, pela primeira vez olhei para o rosto do meu “abusador”. Fiquei de boca aberta o olhando......O cara é um velho, com cabelos totalmente brancos e até as sobrancelhas também. Devia ter mais de setenta anos. Ele me vendo o olhando admirada, riu com voz calma e macia, falou;
- Minha bonequinha, deves estar admirada que um velho como eu faça o que fiz com você. Sei que devo me desculpar pelo acontecido. Mas é que tenho uma tara por garotinhas como você, lindas e apetitosas. Devo confessar que a culpa não é só minha, é em grande parte sua também. Eu a observo a muito tempo em suas viagens neste trem e percebi que, como eu, tens também uma tara.... gostas de ser bolinada. Tenho setenta e cinco anos e você dever uns quinze no máximo.
Eu olhei para o velho e reconheci que ele estava falando a verdade. Se ele era um velho tarado eu também era uma tarada, cada um de uma forma diferente, mas éramos. Recomecei a chorar, totalmente atordoada, alguém tinha descoberto o meu segredo, de uma forma inusitada.
- Pare de chorar garota, você está na flor da idade e é muito natural que gostes de sexo, de uma forma diferente das outras jovens. Mas pelo que senti, você é virgem, ao contrário de outras de vivem fodendo com os namorados.
O velho tinha uma filosofia de vida e eu me senti bem ao escutar o que falava. Ele tinha de anos a mais do que o meu avô e os poucos fui me sentindo a vontade ao lado dele. Não recusei o convite para irmos comer alguma coisa fora da estação. Eu lhe disse que não tinha dinheiro nenhum e ele não deu importância ao fato. É todo por minha conta, minha bonequinha.
Dentro do taxi me informou que morava perto dali e sem minha objeção, disse que faríamos o lanche na cada dele. Sei que fui boba ao aceitar todos os convites do velhote, mas eu estava sentindo por ele, uma estranha forma de atração, que não sabia como a qualificar.
A casa era longe do da estação, num lugar muito afastado. Bastante acolhedora e bem limpinha para um velhote que morava sozinho, como disse. Bernardo, telefonou e pediu um lanche para a gente. Eu pedi para ir ao banheiro, pois queria me lavar da gosma que ele deixou entre minhas coxas e na calcinha. Vi o box e tive vontade de tomar um banho completo. Abri a porta e perguntei se poderia me banhar.
Tirei toda a roupa e sob o chuveiro tomei um belo banho e lavei a calcinha toda esporrada. Súbito a porta se abriu e Bernardo entrou e foi se sentar sobre o vaso sanitário e ficou a me olhar pelada sob o chuveiro.
Lógico que fiquei assustada e pedi para sair, mas ele me mostrou a toalha e disse que eu tinha esquecido de a pedir para me secar. Eu não vou sair minha jovem, você é linda demais nua e me deixa excitado ao vê-la deste jeito.
Nem meu pai tinha me visto nua e agora um completo estranho, que podei ser o avô dele, estava ali me vendo nua e eu deixei e até fiquei excitada com isso. Realmente eu não estava no meu normal e sob o chuveiro agi como uma desmiolada, esfregando meu corpo, meus seios e minha boceta com ele me vendo.
Arregalei os olhos quando Bernardo se despiu e pude o membro dele, enorme e rijo se sobressaindo das coxas cabeludas. Era o primeiro pau que eu via ao vivo e a cores em minha vida e fiquei o olhando de boca aberta. Ele entrou no box, me pegou no colo e mesmo deixando escorrer água pelo caminho, me levou ar o quarto e me jogou sobre a cama.
A boca do velhote me chupava com tanta força que mais se parecia com um aspirador de pó e eu não consegui me controlar, enlouquecendo em meio a violentos e múltiplos orgasmos. Quando ele entrou em mim, tirando minha virgindade, senti muita dor, mas logo depois o prazer suplantou a tudo e novamente mergulhei em êxtase, com ele deixando dentro de mim todo o seu gozo. No meio da tarde, ele cansou, mas eu não e quase que exigia que continuasse a me foder.
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Marly naquela tarde não retornou da escola e seus pais preocupados, ligaram para a diretora e foram informados que a filha deles, não tinha ido à escola. Nenhum dos colegas e amigos, quando indagados puderam dar qualquer pista do paradeiro da jovem. Tudo se tornou mais sombrio quando, no dia seguinte, a cia. ferroviária comunicou a escola, ter achado a mochila de Marly caída num dos seus carros. A policia foi avisada do desaparecimento da jovem estudante, provavelmente quando se dirigia para sua escola. O caso apareceu na mídia por muito tempo, mas dois anos depois, não se falava mais no caso.
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Sei que é meio difícil vocês entenderem, mas foi isso que aconteceu comigo. Eu Marly Bezerra de Albuquerque, uma jovem estudante de apenas quinze anos, perdi a virgindade para um estranho e o mais bizarro de tudo é que ele é um velho, bem velho mesmo, com setenta e cinco anos. Podem me chamar de louca, insana, mas o certo é que me apaixonei perdidamente pelo homem e até hoje vivo com ele, escondida de todo o mundo. Por Bernardo, para estar nos seus braços, abandonei minha família, meus estudos e vivo somente para ele.
FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:11 de julho de 2018 01:04

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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