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MEU IRMÃO, MEU ALGOZ



Claire, uma bela adolescente, mora com os pais e seu único irmão, Felipe. Ela com apenas quatorze anos, apesar de toda sua beleza e simpatia, é extremamente tímida e procura esconder dos rapazes a exuberância de seu corpo, que desponta em toda sua sensualidade. Sua timidez e inocência, fez com que terminasse seu incipiente namoro com Rafael, colega de escola.
Ele com dezesseis anos, no escurinho do cinema, sem que ela esperasse tanto atrevimento, colocou a mão por baixo de seu vestido e mesmo por cima da calcinha, apalpou a grutinha da jovem.
Surpresa e assustada, Claire fechou as coxas e segurou os braços do rapaz, para tirar a mão boba dele. Todavia, com ela prensada entre as coxas fortemente fechadas, o ajudou a manter firme em sua intimidade.
- Tire a mão daí, Rafael, senão vou fazer um escândalo!
- Acho melhor não, Claire.... as luzes vão se acender e todo mundo vai ficar olhando para a gente. Pensou que vergonha para você, gatinha.
Tímida, ela não gritou como disse que faria, mas continuou, agora com muito mais força a tentar segurar a mão do meio de sujas pernas.
Os dedos, pelos lados do fino tecido, entraram em contato direto com a fenda virgem da garota, percorrendo toda a extensão dela.
Sem forças para o afastar, Claire chorando, procurava minorar o abuso que estava sendo submetida, contraindo os músculos das coxas e das nádegas.
Com tudo isso, alguns frequentadores da sala, tiveram as atenções voltadas para o casal e uma mulher, dois lances de poltronas a frente, se virou e esbravejou:
- Vocês aí, parem de fazer estas coisas... aqui não é motel!
Claire ficou vermelha de vergonha e então parou de se debater e Rafael, desta maneira mandou ver, masturbando a garota.
Claire, apesar de toda timidez e inocência, é feita de carne e não de gelo e, foi ficando úmida, com os dedos do safado a manipulando.
Ele percebeu, pelos dedos molhados, a excitação dela e se esmerou ainda mais, rolando entre os dedos o pequeno clitóris.
Claire relaxou a musculatura e quase que automaticamente, suas pernas se abriram e um dedo entrou firme entre as paredes vaginais; ultrapassou o hímen complacente, sem o romper e ficou num entra e saí muito rápido.
Quase que deitada sobre a poltrona, Claire percebeu uma espécie de choque saindo de sua buceta e a atingir por inteiro, como um raio que a obrigou a fechar com violência as coxas e só não soltou um grito, porque Rafael o abafou com sua boca, engolindo a língua dela.
Mesmo depois de a obrigar a gozar, os dedos dele continuaram dentro de Claire, que toda mole, desapareceu sob a poltrona.
Antes das luzes se acenderam, ela ao se ver livre, ajeitou suas roupas e saiu como um raio do cinema, deixando Rafael plantado e não se importando com os olhares, alguns zombeteiros, que a seguiam.
Com cara de quem foi atingida por um coice de mula, se meteu dentro de um banheiro e dentro do box, chorando, ficou uma eternidade. Perplexa com a atitude de Rafael, que pensou fosse um cara legal e, no entanto, se mostrou um safado fazendo aquela patifaria com ela.
Porém o que mais a assustava, foi o que sentiu em seu corpo, em suas entranhas com o nojento a bolinando. Não era idiota e tinha noção que aquilo foi um orgasmo... o primeiro em sua vida. Só que não esperava que fosse tão intenso e de um modo tão estupido, dentro de uma sala de cinema e praticamente sendo estuprada pelos dedos do safado.
Foi para casa sozinha e depois daquele dia, nunca mais falou com Rafael, apesar de estudarem na mesma escola. Traumatizada, evitava qualquer contato com os garotos e dos amigos dele. Imaginava que o moleque pudesse ter contato o que fez com ela, no escurinho do cinema.
Os únicos rapazes com quem ainda dialogava era com os amigos de seu irmão, Pedro e Ricardo, que frequentavam a universidade e eram camaradas de farra de Felipe, os três com a mesma idade, vinte e dois anos.
Foi justamente pelas mãos do irmão e seus amigos, que a vida de Claire sofreu uma guinada total e que a fez perder a fé na raça humana.
Tudo teve início, quando seus pais decidiram tirar férias e passarem três semanas longe de casa, num cruzeiro marítimo, em uma segunda lua de mel.
Deixaram Claire e Felipe como os “donos” da casa, afinal de contas, eles não eram mais crianças e podiam muito bem administrar o dia a dia do lar.
Por parte de Claire, tudo bem. O problema era o irmão, que quase todas as noites trazia os amigos para casa e ao lado de algumas gurias, patrocinavam verdadeiras orgias, com muita bebida e sexo, até na cama de casal do pais.
Ela conhecia esta faceta do caráter do irmão, bebida, garotas e sexo, pois isso era de conhecimento até de seus pais, que consideravam estas coisas como pecados menores e faziam vista grossa, para o filhinho querido.
Naquela noite, já com a madrugada alta, Claire que não tinha conseguido conciliar o sono, pela baderna que Felipe e seus amigos faziam lá no pavimento térreo, se alegrou com o silencio que voltou a reinar.
Alguns minutos depois, as vozes de Felipe, Pedro e Ricardo, que subiam as escadas, provavelmente para se recolherem aos seus quartos. Era comum os amigos usarem o quarto de hospedes.
Escutou as vozes deles, sussurrando algo que não entendeu, seguidas de risadinhas abafadas. Escutou os passos no corredor, bem ao lado da porta de seu quarto. Pode entender o que Felipe falava aos amigos, com voz arrastada e enrolada, demonstrando que estava de porre.
- Malandros, fiquei aí que eu vou dar uma olhada na minha irmã, ver se ela necessita de algo.

Percebeu a porta do quarto ser aberta e os passos de Felipe se aproximando de sua cama. Não querendo papo com ele naquelas circunstâncias, deitada de bruços com o fino lençol a cobrindo parcialmente, fingiu que estava dormindo.
Sentiu que ele se acercou da cama e suas mãos mexerem no lençol, para cobrir suas coxas descobertas.
Escutou Felipe sussurrar:
- O que estão fazendo? Eu pedi para ficarem no corredor me esperando!
- Fique frio cara... só queremos dar uma espiadinha na gostosa de sua irmã, dormindo como um anjo!
- Já olharam...então vamos “picar a mula”.
Claire sentiu que os três estavam de porre, pelo cheiro de bebida e pelas vozes arrastadas.
- Anda não amigo... olhar não tira pedaço.... uns minutinhos mais e depois iremos.
Claire, tremeu sob a coberta, sabendo que seu irmão e os dois amigos dele estavam ali, ao redor de sua cama a vendo “dormir”.
Eles estavam em silêncio, mas pode sentir a respiração pesada deles e se apavorou ao sentir o colchão se afundar quando sentaram nele.
Pensou em “acordar” e os expulsar de seu quarto, entretanto tremendo e acovardada preferiu ficar dormindo e este foi o seu grande erro.
Sentiu quando o lençol que a cobria foi retirado e jogado no chão. Claire vestia apenas sua curta camisolinha que deixava de fora a totalidade de suas coxas e a barra do tecido foi parar em sua cintura.
Sua bunda com a calcinha enfiada perdida no meio do vão das nádegas, ficou à vista deles.
A voz de bêbado de Pedro, pertinho de seu rosto, se fez ouvir:
- Puta merda, Felipe... tua irmã tem um rabo delicioso!
Em seguida o toque suave de uma mão, pousado nela.
- Tire a mão dela, Ricardo!
- Não dá, Felipe... agora que vi o rabão de Claire, tenho de provar!

Mãos nervosas, sem nenhuma inibição, rasgaram a camisola e a calcinha da adolescente que “acordou” e gritou apavorada, com dedos em intrometendo em suas intimidades.
Com o terror estampado em seu rosto, pediu socorro à Henrique. Ficou petrificada ao vê-lo com a boca chupando seu mamilo direito e esmagando o outro seio com as mãos. Uma cabeça, de Ricardo ou de Pedro, no meio de suas coxas, chupava com sua grutinha cm tanta força que parecia um
aspirador gigante.

Claire, gritou, berrou e tentou escapar da absurda agressão. Tudo inútil. Eles eram três e ela, leve como uma pluma, foi submetida a um estupro coletivo, com a colaboração de seu próprio irmão.
E foi ele, o que a penetrou primeiramente, estourando seu hímen, que apesar de complacente, não resistiu ao grosso e musculoso invasor.
Durante o restante da madrugada, Henrique, Pedro e Ricardo, loucos de desejos pelas macias carnes de Claire, abusaram dela das maneiras, mas abominável possíveis, a penetrando pela vagina, ânus e boca.

Por volta do meio-dia, a garotinha, totalmente demolida, chorava encolhida em sua cama. Inconsolável, porém não cogitava em dar parte do estupro sofrido. Sendo ela menor, os seus agressores sofreriam severas penas, faltou coragem para dedurar o irmão.
De Henrique e seus amigos, nem sinal. Só no dia seguinte, ao escurecer do domingo, seu irmão retornou à casa e foi encontrá-la, no seu quarto, com os olhos vermelhos de tanto chorar.
- Mano... por que você fez isso comigo? Sabes que agora sou uma perdida, violentada por três homens, sendo um deles o meu próprio irmão.
- Peço mil perdões mana.... mais a gente estava com a cara cheia e você estava ali, tão cheirosinha e tão deliciosa. Não deu para resistir. Só peço que não fale nada para os nossos pais, será uma merda tremenda.
- Pode deixar.... apesar de tudo eu vou ficar de boca fechada.
Cinco dias depois, Claire preparou a janta e esperou o irmão chegar, qual não foi sua surpresa, o vendo trazer a tiracolo os amigos Ricardo e Pedro. Muito a contragosto, serviu a refeição para eles e sem ao menos lavar a louca, subiu para o seu quarto, para fugir do constrangimento de os encarar.
No banheiro da suíte, ficou muito tempo sob a água quente, depois com a toalha enrolada nos cabelos, nuazinha em pelo, retornou ao quarto para se vestir.
Deu um grito, assustada, ao ver o irmão e seus amigos, sentados na cama, comendo com os olhos sua nudez.
- Saiam daqui imediatamente, seus nojentos!
Foi Pedro que falou pelos três.
- Não dá, querida... estamos com tesão danada em você e queremos repetir o acontecido na semana passada.
Fo secundado por Ricardo;
-Tu vais gostar da pica da gente, já não és nenhuma virgem!
Claire desviou o olhar para o irmão, como que num pedido mudo de ajuda, mas ele apenas balançou os ombros, como que concordando com seus amigos.
Não tendo outra saída, Claire, mesmo nua como estava, disparou quarto afora. No corredor foi segura pelas mãos do irmão e puxada de volta ao seu quarto.
- Venha mana, não torne as coisas mais difíceis.
Esperneando foi jogada sobre a cama e foi ele, seu irmão, que primeiro a sodomizou, gemendo como um possesso com o pau todo dentro da bunda de Claire, beijando e lambendo os ombros e o pescoço.
Pedro e Ricardo, sentados na cama, esperavam a vez deles, incentivando o sexo anal incestuoso entre os irmãos.
Só na manhã seguinte, quase nove horas depois, a trinca saiu do quarto da garota e desceram para a copa, em busca de algo para comerem.
Quando Pedro e Ricardo foram embora, Henrique retornou ao quarto da irmã, e a vendo toda encolhida e chorasse sobre a cama, foi até ela e a abraçou carinhosamente, beijando e alisando os seios dela.
E ele voltou a fazer sexo com Claire, agora com a permissão dela, que implorou que não mais permitisse que seus amigos a violentassem.
Henrique prometeu que nunca mais seus amigos a tocariam novamente, mas exigiu que ela o fizesse com ele.
Durante todo o tempo que os pais ficaram fora, Henrique dormiu na cama da irmã, fazendo sexo incestuoso na jovem, que aprendeu com ele tudo a respeito. Ela, uma piralha com quatorze anos, se tornou amante amorosa do irmão.
Com os pais em casa, tudo ficou mais difícil, mas aquela relação incestuosa durou anos a fios.
Quando completou vinte anos de idade, A revelia de seus pais e do próprio irmão-amante, saiu de casa e foi morar sozinha em uma cidade vizinha. Lá, ela ganha a vida, fazendo o que mais gosta e que aprendeu a fazer desde pequena, oferecer seu corpo a quem o quisesse, desde que pagassem para o ter.
Claire virou prostituta de luxo. Culpa dela ou de quem a perverteu?

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:12 de maio de 2018 16:02

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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