Conto Erotico | Historia Erótica

Publique seu texto gratuitamente!

Autores mais lidos
Loja História-Erótica
Conto erótico no isntagram
conto erotico no youtube
conto erotico no tumblr
Imagens Eróticas
Do fundo do baú

Minha Amiga Helena

Não adianta insistir Helena. Eu não quero ir a tal festinha. Prefiro ficar aqui na tua casa, conforme combinamos.

Sábado como este, sozinha aqui em casa, vamos nos divertir! Paulo nos convidou para uma festinha no apartamento dele. Lá vai ter outras pessoas. Estou com uma tesão enorme para dar a bunda para ele e se você não for, mamãe não me deixa ir.

Helena, como podes falar uma coisa destas? Você só tem 14 nos! - É por isso que só dou o cu para o Paulo, na buceta ainda sou virgem e quero continuar assim. - Amiga você é bem safadinha! Não dá a bunda só para ele, já deu para o Afonso, para o Henrique e até para o professor Maciel.

- Alice, você é muito bobinha... A coisa mais gostosa deste mundo é ter um caralho no rabo e só dei para o Henrique e para o Afonso, por que na época eles eram meus namorados, para o professor Maciel porque necessitava muito de nota de matemática e este foi o preço que ele cobrou. Mas o Paulo não sabe nada disso e pensa que ele é o único a entrar no meu cuzinho,

Está certo, Helena, eu vou com você, até o apartamento do Paulo, só para te fazer companhia. Ele é o teu namorado, me desculpe amiga, mas eu não vou com cara dele. - Eu sei amiga! Mas enquanto eu e ele nos amassamos você faz companhia para o pessoal. Vão estar lá o Marcelo, o Marcos, o Alberto, o Carlos e até o Afonso e o Henrique, os meus dois ex. Os garotos vão levar algumas meninas e o negócio vai bombar por lá esta noite. - Alice, você vai gostar, tenho certeza.

Vinte e uma horas, quando Helena e Alice chegaram. Alice estranhou que lá só estivessem os sete rapazes, nada das meninas. -Sabe o que é Alice, as mães das meninas não deixaram elas virem, foi a justificativa de Paulo. Ela não ficou nada contente com a história. Mas já que não tinha jeito, teve de aceitar a situação, pois naquela altura, não dava para voltar.

Ainda bem, que Paulo e Helena não foram para o quarto do rapaz, como seria de se esperar, pois a safadinha tinha lhe avisado que estava com fogo no rabo, louca para ter relações sexuais com o namorado. Paulo colocou uma música e convidou Helena para dançar. Com o salão a meia luz, Alice foi se sentar num sofá, enquanto Marcelo e Marcos preparavam alguns aperitivos para todos.
Sentada, tendo ao seu lado Alberto e Carlos, bebericava, apreensiva, vendo os namorados rodopiarem no meio do salão. Rezando para que a noite terminasse logo, pois sabia que alguns dos rapazes ali presentes, não tinham boa fama. Diziam que Afonso, Henrique, e Alberto negociavam com drogas.


Helena jurava era tudo fofoca da rapaziada. Eles, como muitos da turma, uma vez ou outra fumavam um baseado, coisa comum no meio estudantil, nada mais do que isso e que ela mesma já tinha fumado.

Agora a coisa estava realmente estranha, no apartamento, só Alice e Helena e mais sete rapazes, com o salão quase às escuras, com música no ar e com todos bebendo aperitivos. Alice nunca esteve numa situação parecida e ficou bastante preocupada. Mas tudo mudou, quando algum tempo depois, começou a achar que era bobagem dela, todos eram jovens estudantes e a maioria seus conhecidos.

Mas Alice ignorava uma coisa de crucial importância. Todos os oito, Helena, Paulo, Alberto, Marcelo, Marcos, Carlos, Afonso e Henrique, estavam combinados, numa terrível e hedionda organização em que Alice seria a vítima das intenções perversas deles. Tudo tramado de modo a trazer ao apartamento, de onde ela só sairia depois de ter perdido todas as esperanças de ter uma vida normal, de uma adolescente de apenas 15 anos e que a levariam ao suicídio, único modo de escapar das garras daqueles monstros e do terrível destino que a esperava.


A pobrezinha não sabia, mas nos poucos goles que ingeriu da bebida que lhe foi oferecida, estava sendo dopada com uma poderosa droga, que a estava deixando totalmente atordoada, toda mole e com dificuldade em manter a mente clara.


Nos intervalos das músicas, quando eles ofereciam uns goles do que estavam bebendo, ela aceitava numa boa. Não recusou quando Paulo, incentivado por Helena, foi dançar com ela. Tão "bobinha" estava que nem observou que todos os demais estavam sentados, observando, ela e Paulo dançarem no salão a esta altura quase na penumbra, fazendo alguns comentários a respeito.

Com ele a abraçando bem juntinho, foi ficando toda mole, com uma sensação gostosa com ele a beijando no pescoço e nos ombros. Quando percebeu, no meio das coxas, o volume rijo dele, se sentiu toda úmida lá embaixo.

Não soube o que sentiu, mas era uma sensação muito gostosa. Forcou seus quadris ainda mais ao encontro dele e entreabriu as pernas, o trazendo ainda mais para perto, com o membro dele, pressionando sua vagina, por cima de suas roupas. Cheia de desejos, correspondeu ao ardente beijo de Paulo, com ele chupando sua língua, com paixão. A pobrezinha já estava sob os efeitos das drogas ingerida, misturada aos aperitivos e não tinha mais o controle de sua mente, de seu corpo.

Em toda sua vida, nunca sentiu coisa mais gostosa, pois nunca antes, tinha namorado firme. Estava tudo tão diabolicamente gostoso e muito confuso em sua cabeça, que quando ele a levou para o sofá e continuou a lhe fazer caricias, sentiu uma moleza gostosa por todo o corpo, o deixou desabotoar a blusa e beijar os seus seios, ao mesmo tempo em que lhe dava beijos apaixonados, enfiando a língua em sua boca.

Alice ardia de desejos, com Paulo, acariciando todos os recantos do seu corpo. Saiu um pouco daquela loucura que a envolvia, ao sentir uma boca, beijar e lamber a virgem bucetinha, ao mesmo tempo em que outra chupava seus mamilos e outra devorava os lábios e lambuzava de saliva todo o seu rosto.

Foi então, que levada por um instinto de conservação, pode perceber que não estava mais no sofá, na sala, mas sim totalmente nua deitada sobre uma enorme cama de casal, com muitas mãos e bocas a percorrerem seu corpo, com o ambiente bastante iluminado. O choque que levou, parece que limpou sua cachola de toda desordem e em pânico, viu os sete rapazes, todos nus, sobre a mesma cama, abrindo suas coxas e dedos nervosos sendo introduzidos em sua buceta e ânus.

Todos eles e até Paulo o namorado de sua amiga Helena, a mantinham imobilizada, dando início ao estupro coletivo. Apavorada, tentou gritar com eles e se livrar. Mas segura por um milhão de mãos, de nada adiantou os seus protestos. Alguém levou aos seus lábios, um pequeno frasco e nem virar o rosto pode, foi forçada a engolir o conteúdo amargo e com cor esverdeada.


Tudo voltou a ficar confuso em sua cabeça e foi com muita dor e berrando em desespero, que um deles, não soube quem, tirou sua virgindade. Logo, um a um eles a estupraram e algumas vezes em dupla penetração, o que foi mil vezes mais doloroso, ter dois daqueles covardes, a violentando ao mesmo tempo.

Muito tempo depois, eles a doparam novamente, agora com uma picada em seu antebraço. Antes de apagar, sentiu os animais, entrarem novamente em seus buracos e outros, usarem sua boca, como uma terceira via para seus membros. Sem nenhuma condição de reagir ao ultraje, a fizeram engolir uma enorme quantidade de esperma. Sendo violentada de maneira tão brutal e cruel, sentindo aquela porcaria toda descer garganta abaixo e se sentindo sufocar, perdeu os sentidos.

Só acordou muitas horas depois, ainda nua e deitada na cama de casal dos pais de Paulo. Tudo nela doía principalmente à região da vagina e do ânus e sentia que sua boca estava cheia de um "creme grosso", parecendo leite condensado e de gosto muito ruim. Seu corpo estava todo marcado com manchas vermelhas de chupões e mordidas, principalmente nos seios, ventre e coxas. Pela luz do sol que entrava pela janela, soube que já era dia.

Chorou muito, em desespero. Tinha sido atraída para uma armadilha, maquinada pelos sete canalhas, com a coparticipação de Helena. Soube da traição de sua amiga, quando ela e Paulo entraram no quarto e assustada e com medo, fechou os olhos, fingindo que ainda estava sob efeito das drogas e ouviu tudo que falavam.

- Tome Helena, esta grana é por você nós ter trazido esta bonequinha. Eu nem sabia que ela era virgem. Agora é mais uma na nossa agenda. Vê se não demora tanto para nos trazer outra garota e, se for virgem como Alice, você receberá quantia igual. Espere aí, meu amor... Não é tão fácil como você pensa. Primeiro eu tenho de fazer amizade com as idiotazinhas, depois adquirir a confiança delas.

Com Alice a coisa foi muito fácil, um pouco demorado é verdade, mas valeu apenas, a comissão por ela foi bem maior. Diga aos outros que eu vou querer uma grana extra dele, pois foi você que teve o privilégio de tirar o cabaço da otária.

Outra coisa que eu quero falar com vocês, é o seguinte. Quero uma comissão de tudo que você conseguir ao vender as fitas com as putinhas que eu lhes trago. Pois com Alice, já é a oitava garota que entrego para vocês.

Meu Deus! Alice quase não conseguia continuar fingindo que estava dormindo. Deu até vontade de vomitar, perante tamanha canalhice, patifaria e traição. Como é que uma garota que se dizia sua amiga, frequentando sua casa, conhecendo sua mãe, era capaz de destruir todo o futuro romântico que uma garota como ela, sempre sonha em ter, mas o que mais a assustava no momento, era aquela conversa de "vender fitas com as putinhas que lhes trago”.

Logo compreendeu que os canalhas, tinham aproveitado que estava drogada, para a filmarem, para depois venderem a sua nudez e os atos sexuais para terceiros. Os safados canalhas... Além de a estuprarem em bando, ainda queriam a exibir em fita pornô. Alice nuca mais teria coragem para sair de casa.

Ela estava arrasada, tremia de medo deles continuarem abusando dela, pois essa devia ser a única razão, de ainda estar nua no mesmo local do seu estupro coletivo. Mesmo tendo vontade de chorar, gritar e correr para a sua casa, para os braços da mãe. Continuou “desacordada" esperando que os dois saíssem do quarto.

Mas seu coração quase saiu pela boca, quando Marcelo e Marcos entraram. Logo pensou que seria mais uma vez abusada pelo bando de canalhas, e mesmo sem querer começou a tremer, em pânico.

Marcos logo perguntou: - Como é... Essa cadelinha não vai acordar nunca mais? Seu coração acelerou sem controle, quando ouviu o comentário de Marcelo - Eu acho que abusei da droga que coloquei na bebida dela e ainda por cima você ainda a picou e a vez engolir aquela merda. Foi muita droga para um corpinho pequeno como o dela.

- Eu estou preocupada, Alice nunca tomou porre e ainda por cima, com todas essas merdas que vocês lhe deram. - Mas Helena, ela já está dormindo há quase onze horas, faça um exame para ver a pressão e o coração.

Sentiu quando a cadela, a virou de barriga para cima e, aí não deu mais para fingir... Abriu os olhos e apavorada viu os quatro olhando surpresos para ela, Helena, Paulo, Marcelo e Marcos. Sua "amiga" foi a que primeiro se manifestou e aí pode perceber quão podre era a alma dela. - Então você estava fingindo que ainda dormia! Vaca de merda! Em seguida, ela deu duas sonoras tapas no rosto da apavorada Alice, uma de cada lado. - Isto é para aprenderes que daqui para frente, você terá de ser bem obediente com a gente, senão vais apanhar bastante.

Gritou de dor e com raiva, replicou. - Obediente porra nenhuma! Quando chegar em casa, vou falar para minha mãe tudo que vocês fizeram comigo e vamos dar parte de vocês... Sou menor de idade e vocês vão é para a cadeia.

Nem bem terminei de falar, todos iniciaram a rir zombando de sua cara e Paulo meteu a mão no meio de suas coxas e enterrou dois dedos na buceta, tentou fechar as pernas, porém Helena e Marcos seguraram os seus pés e não permitiram. Gritou com a violência da agressão tão vil. Marcelo se inclinou sobre o tronco e com bestialidade, que nunca pensou que ele fosse capaz, começou a chupar e morder os seus mamilos, Deus me ajude, foi o que gritou, em pânico total. Helena, com sadismo extremo, com as mãos espalmadas em suas faces, com o rosto a menos de dois palmos, ficou olhando o seu sofrimento, sorrindo de uma maneira diabólica.

Paulo enterrava os dedos em sua vagina, os movimentando lá dentro, com um entra e sai muito rápido. Ele era cruel e ia muito fundo, com dois e até três dedos. Marcelo chupava os mamilos com extrema violência, entremeados de mordidas pelos seios. A única coisa que Alice sentia era dor, dor e pavor, nada mais.

Helena parecia se deliciar com o seu sofrimento e incentiva os três monstros continuarem a judiar da garota. - Continuem rapazes, essa putinha vai ter de aprender a ser boazinha na marra.

Helena cobriu o seu rosto de beijo, enquanto Alice chorava e gemia de dor, com a violência deles. - Alice, você não terá outra saída, a partir de hoje você será nossa escrava sexual e terá de vir ao nosso encontro, toda vez que quisermos foder você. Sabe por que isso? Durante muitas horas, nesta noite, os meus sete rapazes, fizeram miséria com você. Comeram tua buceta, teu cu e fizeram dupla penetração e você engoliu muita porra. Tudo foi filmado... Fartamente filmado. Fizemos um bom trabalho, iniciando com você lá no salão quase que fodendo em pé com Paulo.

São mais de quatros horas de gravação, mas nós faremos a edição e reduziremos em dois DVD's de 30 a 35 minutos cada um. Eles serão vendidos para países da Europa, Ásia e Oriente e até aqui no nosso pais. Mas não se preocupe, nestas edições o teu rosto Sempre aparece borrado, de modo a não seres reconhecida. Nós já fizemos isso com oito mocinhas aqui da cidade e deu tudo certo e lucramos com isso.


-Nos as temos em nosso poder e as usamos e faturamos barbaridade em cima delas, assim como faremos com você. Sempre existe um velho safado, que paga uma grana preta para foder com uma garotinha filha de família e nestas ocasiões você será alugada ao sujeito.

Alice muda e assombrada com esta revelação, até se esqueceu dos três tarados que a devoravam naquele momento. Menos de meia hora depois, nua, exausta e toda esporrada, mesmo nestas precárias condições, foi conduzida aos empurrões, até um pequeno escritório e lá, obrigada a ficar sentada numa poltrona. - Alice, aqui você vai assistir o que gravamos de você, não tudo, pois iria demorar muito tempo, mas apenas alguns trechos que selecionamos, são uns vinte minutos, mas são as cenas mais picantes.

Helena, olhando nos seus olhos, para ver a reação de Alice, disse que nestes vinte minutos, ela aparece de cara limpa, serão eles que a obrigarão a obedecê-los, sem nenhum questionamento. Caso contrário, muitas cópias serão distribuídas para os seus parentes, amigos e colegas da escola.

- Ficou lívida ao tomar conhecimento desta terrível condição. Isto não poderia acontecer nunca, seria a sua desmoralização total e ela não aguentaria tal coisa, preferia mil vezes morrer. Helena viu isso em seu rosto, e compreendeu que ela estava submissa a eles. Em seu rosto, deixou transparecer um ar de sucesso e falando para os outros três. - Podem passar O DVD, ela já compreendeu que nos pertence de corpo e alma.

Estava sentada quando as primeiras cenas tiveram início, ela e Paulo bem agarrados, no meio do salão, música lenta, e com os braços em volta do pescoço dele, sendo beijada no pescoço e nos ombros. Paulo com as duas mãos em sua bunda, a puxando de encontro a ele, enquanto Alice Mexia os quadris para frene e para trás. Esta lembrada desta cena, Alice? Meu pau estava tão duro, que quase furou o teu vestido. Na cena seguinte já no quarto, todos usando máscara para não serem reconhecidos, tirando suas roupas e abrindo as coxas, para a câmara pegar em zoom a buceta e o ânus. Depois dedos separam as paredes vaginais e pode-se ser ver o eu interior.

Alice não estava totalmente inconsciente e pode se ver que mexia com os braços e pernas. A tomada dava a entender que estava acordada e gostando das cenas mais chocantes. Tudo foi filmado em close, com Marcelo enterrando o pau na buceta e depois o sangue manchado o pênis no seu entre e sai. Tudo foi filmado em detalhes, o sexo anal e a dupla penetração. Com a boca aberta e ele gozando lá dentro. Todas as cenas foram nojentas demais.

Está vendo Alice, qualquer deslize teu este vídeo será amplamente difundido. Como vê não lhe resta alternativa a não ser obedecer nossas ordens. Esta ameaça de Helena a arrasou por completo. E a primeira ordem veio em seguida, por parte dela. - Alice, você é uma menina inteligente e creio que entendeu tudo o que lhe aconteceu. Você agora é nossa escrava e não pode falar nada disso para ninguém, senão será a tua ruína. Podes pegar as tuas roupas, que estão lá no quarto e ir para a tua casa.

Alice viu perfeitamente quando Paulo recolocou a caixinha do DVD, em um cofre embutido na parede e com escárnio, ameaçou: - Está vendo, querida... Aqui dentro, está tudo o que necessitamos para te manter na linha; não só você, mais as outras sete garotas também. Em breve vamos ter mais algumas fitas aqui. Agora trate de dar o fora e fique aguardando nossa chamada telefônica.

De cabeça abaixa, com vontade de morrer, totalmente arrasada, foi buscar suas roupas que estavam jogadas no quarto em "n" lugares. Mas antes Marcos entrou atrás dela e sem lhe dar tempo para qualquer reação, a jogou sobra cama. - Garota, vou aproveitar que você ainda não se vestiu e foder mais um pouco este teu cuzinho gostoso.

Gritou, esperneou, tentando evitar que ele obtivesse êxito. Nada adiantou, pois, a base de tapas e muita força bruta, ele a virou com a bunda para cima e com brutalidade animal, enterrou o pênis em seu sofrido e já tão enxovalhado ânus. Por quase vinte minutos, ficou montado na pobre garotinha, totalmente arrasada Ele parecendo um touro, falando palavras nojentas e gemendo como um animal, enquanto ela apenas chorava e sofria com mais esta indignidade cometida contra seu corpo e acima de tudo, contra sua alma.

- Alice pode ir para casa. Já gozei nesta bunda deliciosa. Tenha em mente, você agora é a nossa putinha preferida e não faças nenhuma besteira, senão já sabes as consequências. Destruída moralmente entrou no elevador, Helena ingressou junto e com a cara mais cínica deste mundo, disse:

- Pensei que já tinhas ido para casa, amiga... Venha, vou te dar uma carona. - Helena, não me chame nunca mais de amiga! Você não passa de uma puta ordinária e uma doente mental, tarada e sádica, que devia estar internada num hospital de maluco. O desabafo foi emitido num só fôlego, pois ela estava espumando de tanto ódio, dela e todos os outros canalhas.

Helena, apenas riu a desdenhando: - Você tem razão, garota, não sou mais tua amiga... Agora sou a sua dona e você é a minha escrava e não aceito que fales comigo deste jeito desrespeitoso. A filha de uma cadela, a segurou pelos cabelos e com crueldade, empurrou sua cabeça contra a parede do elevador. Por três vezes ela repetiu isso e com a violência das pancadas, Alice ficou tonta e voltou a chama-la de vaca, e de muitos outros palavrões. -Espumando de raiva, Helena levantou o joelho e a atingiu entre as coxas, bem na altura da vagina. A dor da joelhada, em local tão sensível, a fez deslizar para o chão do elevador, com dor até na alma, mal podendo respirar.

Quando conseguiu sair do elevado, se arrastando, ficou por algum tempo, num canto do hall do prédio, até poder se levantar e sair daquele maldito lugar. Alice não tinha como saber, mas já era noite, a noite de sábado e viu num relógio de rua, que já passava das 23 horas. Estava sem bolsa, sem dinheiro e documentos. Zanzando pela noite fria, sem rumo, não sabia o que fazer. Estava muito machucada, tudo nela doía, mas o pior era o que sentia em seu íntimo, em sua mente. Vinha-lhe à memória, tudo o que sofreu nas mãos deles e o que eles pretendiam fazer futuramente com ela. Tinha certeza que não havia maneira de se livrar da chantagem deles.

Ir para casa! Para que? A mãe, só voltaria na segunda-feira... Estava sozinha no mundo. Tudo tinha perdido o sentido para ela, até a razão de viver. Então tomou uma decisão... Não seria escrava deles de modo algum. Nunca mais eles abusariam do seu corpo, como fizeram nestes dois dias.

Mesmo com muita dificuldade foi caminhando pelas ruas, sob a chuva fria e fraca, até chegar à praia. Caminhando calmamente mar adentro, sentindo uma alegria enorme, estava se libertando de tudo e de todos. Quando uma onda mais forte a derrubou, agradeceu ao Senhor e se deixou levar, engolida pela água fria e salvadora.

Abriu os olhos e tudo estava muito confuso em sua cabeça, não sabia o que tinha acontecido. Estava deitada numa cama e pode perceber alguns vultos em sua volta. Apavorada, gritou e tentou se levantar. - Helena, com a ajuda de outros, a segurava e apesar de fazer muita força não conseguia se libertar de suas mãos. Só lhe restava chorar e implorar por piedade, não iria aguentar sofrer tudo novamente - Por favor, Helena, eu não vou aguentar mais sofrer nas mãos de vocês, tenham piedade de mim, me deixem ir para minha casa. Tudo inútil, eles a seguravam com mais força ainda e aterrorizada, perdeu o controle e começou a berrar e pedir por socorro; mas maldosamente, eles voltaram a lhe injetar qualquer droga e apagou por completo.


Tempos depois, com muito medo, acordou e no quarto em penumbra, notou que estava presa a cama com umas talas prendendo seus pulsos e tornozelos à lateral da cama. Só lhe restava pedir a ajuda divina, pois nem sabia como eles conseguiram a tirar do mar, de sua tentativa de suicídio.

Algumas horas depois, percebeu que alguém entrava no quarto e acovardada, fechou olhos, para fingir que ainda continuava dormindo. Com espanto, sentiu que tocavam o seu rosto, com mãos suaves e depois uma dorzinha no dorso de sua mão direita. Mesmo com muito medo, entreabriu os olhos e então viu uma jovem, toda vestida de branco, injetando qualquer coisa num conector para aplicação intravenosa e uma espécie de agulha colocada no dorso de sua mão.

Foi então que percebeu que estava numa cama hospitalar, abriu os olhos por completo e viu uma linda moça, sorrindo para ela. - Ah! Então a bonequinha acordou, que bom! Não se preocupes com nada... Você agora está segura e aos nossos cuidados. Sou a enfermeira Lucia e estou cuidando de você. Diga-me, qual é o seu nome? - Me nome! Eu não tenho bem certeza... Está tudo muito confuso em minha cabeça. -Tudo bem, querida, depois você vai se lembrar. Agora fique quietinha e tente dormir um pouco.


Helena, bom dia! Aqui é Sandra, minha filha está aí com você? Cheguei em casa e não a encontrei e nem um bilhetinho e ela nem levou o celular! - Que estranho dona Sandra, eu estava certa que Alice não sairia de casa! - Pois é Helena, estou muito preocupada com ela. Minha filha não é de sumir assim, sem deixar algum recado. - Dona Sandra, pode deixar por minha conta, eu vou procurar por Alice, telefonando para todos os nossos amigos.

Três dias depois, no apartamento de Paulo, com todos reunidos, Helena comentou com os seus comparsas: - Turma, eu acho que Alice fez alguma besteira. Ela até hoje não apareceu em casa, estava sem dinheiro e sem documentos. A mãe dela até já registrou o seu desaparecimento. Alice não deve ter suportado o que fizemos com ela. - Helena, nós já a procuramos em hospitais, em delegacias e até no HML e nada. - Eu acho que a idiota deve ter se matado e qualquer hora dessas, o seu corpo será localizado. - Eu também estou achando isso, Marcelo. Por medida de segurança, não vamos negociar o vídeo dela, pode ser muito perigoso; vamos esperar até que ela seja encontrada, viva ou morta.

- Meu anjo, eu quero que nos conte quem é, e o que aconteceu com você. Durante estes cinco dias, desde que chegou aqui, permaneceu a maior parte do tempo, em estado de semiconsciência, em que deixou entrever que estavas sob a influência de alguém ou de alguma coisa, que a apavorava de tal maneira que a induziu a tentar o suicídio. Não fosse alguns pescadores que chegavam com os seus barcos, você não estaria aqui.

- Eu sou a doutora Camila, psicóloga, encarregada do seu caso e ao escutar tudo o que falavas em teus delírios, intuí que seria necessária chamar ajuda para você. Esta senhora ao meu lado é a delegada, Dra. Fernanda, da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, a DPCA.

É absolutamente necessário que nos conte tudo o que aconteceu com você e qual é o teu nome, para que possamos localizar a tua família.

- Pelo amor de Deus, não contem para ninguém que estou viva! Se eles souberem, eu estarei perdida e não terei coragem de continuar a viver. O pânico e a angustia com que Alice falou estas palavras, surpreendeu a Doutora Camila e a própria delegada Fernanda.

- Está bem, não tomaremos nenhuma atitude, mas para isso é necessário que nos conte tudo o que aconteceu com você; pois ao chegares aqui, verificamos que você foi agredida sexualmente e que tinha alguns ferimentos em todo o seu corpo.

- Eu vou contar tudo, desde o início, mas quero que me ajudem, caso contrário estarei perdida para o resto de minha vida. - Tudo começou quando Helena, que eu pensava fosse minha amiga...

Alice, por mais de uma hora, narrou para a delegada Fernanda e para a doutora Camila, com riqueza de detalhes, toda a sua desgraça, entremeada de choros e longas pausas. Sua narrativa foi tão chocante e tão cheia de desespero, que ambas, não tiveram nenhuma dúvida em acreditar na pobrezinha.

A delegada Fernanda e a doutora Camila, deixaram Alice aos cuidados da enfermeira Lucia e foram confabular, com a direção do hospital, onde ficou decidido que Alice, continuaria internada, na condição de absoluto segredo, quanto a sua identidade. Enquanto isso, a delegada da DPCA, iria tomara as providências necessárias para desbaratar, tão odienta organização.

Sabendo nome e endereço dos canalhas, a delegada Fernanda, conseguiu autorização judicial para a escuta telefônica e em questões de quatro dias, identificar três das sete mocinhas, vítimas do mesmo golpe aplicados em Alice, inclusive outras jovens que estava em vias de cair nas malhas da quadrilha.

Devidamente autorizada, Dra. Fernanda, com a sua equipe, invadiu o apartamento de Paulo, numa noite em que todos estavam reunidos, inclusive com Helena, levando para "festejar o aniversário de seu namorado", duas incautas jovenzinhas de apenas quatorze anos, colegas da escola.

O cofre com todos os DVD's foi apreendido, inclusive os aparelhos onde faziam as edições das gravações. Todos os oito foram indiciados e respondem à justiça pelos seus crimes, inclusive com o testemunho de Alice e de cinco das outras jovens que sofreram o mesmo tormento, na condição que todos os vídeos fossem destruídos.

Alice voltou para sua casa, mas depois do trauma sofrido, nunca mais foi a mesma mocinha e precisou de tratamento psicólogo por muito tempo. Mas lhe servia como consolo ser a responsável por desarticular tão maligna quadrilha, se salvou e salvou as demais mocinhas que estavam sob julgo dos desgraçados.

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:26 de março de 2016 02:12

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

Compartilhe este conto erótico com seus amigos
Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 26/03/2016.

Comentários

Novo comentário

Os comentários serão moderados. Não serão aceitos comentários agressivos ao autor e/ou que divulguem sites comerciais. No campo nome só aceitaremos nome de pessoas. Se tiver interesse comercial Fale conosco para saber nossa política de publicidade.

Não há comentários até o momento. Seja o primeiro!

Deixe seu comentário abaixo

*Campos com esta marca são de preenchimento obrigatório.
*

Seu endereço de e-mail não será publicado

Mova o seu mouse para fechar essa ajuda.
*