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Momentos de Terror


Senhora Elizabeth Ardem Plissem o que me diz? Vamos passar as férias na fazenda ou na praia? Deitada na cama, ela olhou para Robert e sorriu, o abraçando.
- Não sei querido, estou em dúvida. Mas estou achando que para os garotos a fazenda seria mais divertida e até mais saudável, você não acha?

Elizabeth, uma experiente médica veterinária, com tinta e três anos, casada com Robert Plissem, gerente de uma cia farmacêutica, estão planejando as férias que não tiram há mais de dois anos. Seus três filhos, Anita, uma esperta garotinha de doze anos e os gêmeos, Richard e Reinou de oito, são a alegria do casal. As férias da família, combinada com bastante antecedência, para ajustar-se com a folga de todos, está próxima.


Beth ainda tem um compromisso a cumprir antes das férias. Serão apenas três dias, visitando as fazendas do Grupo Rochedo, para verificas se as suas recomendações de vacinação das vacas estão sendo realizadas conforme o planejado. Ela não acha necessário esta inspeção, pois o técnico da fazenda, foi bem instruído e ele é esperto. Mas o doutor Rochedo, insistiu muito que ela fosse verificar e como ele é um cliente de peso, não teve como dizer não.

Um abraço no maridão e beijos nos filhos e Beth pega a estrada. São pouco mais de duzentos quilômetros até chegar a primeira fazenda, a Pingo D’água, na maior parte em rodovia asfaltada e os últimos vinte em uma estradinha de terra batida, serpenteando elevações e despenhadeiros. Mas tudo bem, ela conhece muito bem o trajeto e sabe que não terá dificuldades no caminho todo.
Há menos de oito quilômetros da fazenda, a sua camionete tem pane elétrica e Beth, fica furiosa, pois não consegue ver o porquê da pane. Não há nada a fazer a não ser usar o celular e pedir ajuda ao capataz da Pingo D’água. Mas por mais que tente não consegue completar a ligação.

Sabe que são oito quilômetros pela estrada, serpenteando os morros, mas ela sabe também que pode cortar caminho se seguir a pé, descendo o vale e depois subir uma pequena elevação, serão aproximadamente quatro quilômetros e isso ela faz com facilidade, acostumada que está a longas caminhadas.
Coloca a mochila abarrotada nas costas e a grande bolsa a tiracolo. Munida de um pequeno galho de árvore como bastão, para ajudar nas descidas e subidas, Beth fecha o carro e vai decidida a encarar a picada até a fazenda.

Mas ela não esperava que fosse tão cansativo enfrentar o terreno. As fortes chuvas que caíram alguns dias atrás, trouxeram muito barro e lama e o solo está bastante encharcado. A todo momento ela escorrega, tanto nas subidas como nas descidas do solo molhado.
Bastante exausta e toda enlameada, Beth decide tomar fôlego sentada em uma pequena pedra, a meio caminho de uma colina. Sabe que não pode ficar muito tempo ali, pois apesar de serem apenas quatorze horas, o céu está ficando muito escuro, ameaçando mais chuva.
Depois de dez minutos, respira fundo, arruma a mochila e a bolsa, que nesta altura lhe parecem bastante pesadas e.... um estrondo, parecido com uma manada em disparada, chama sua atenção. Assustada ela se vira e apavorada, vê uma quantidade enorme de terra, deslizando morro abaixo, justamente onde ela se encontra.

Beth, corre rápido tentando sair do caminho do deslizamento, mas é tarde para isso. Ela se vê envolvida por uma avalanche de terra, barro, troncos e muita lama e rola junto com a enxurrada morro abaixo, até parar, quase que totalmente encoberta pelo lamaçal.

Já é noite alta, quando Beth desperta, a princípio muito confusa não sabe onde está, mas a dor que sente em todo o corpo a faz voltar à realidade. – Minha nossa! Fui pega pelo deslizamento e.… estou viva! Que sorte!
Mas logo ela descobre que na verdade de sorte não tem nada. Está semienterrada por muita lama, mato e pedras e sabe que está muito machucada, pelas dores que sente. É noite e tem a noção que não há possibilidade de ser encontrada. Tem de se safar por ela mesma.

Em desespero, aos poucos vai removendo todo o entulho que a cobre, mesmo ferindo as mãos e os dedos. Percebe que a mochila e a bolsa ainda estão presas a ela e foi isso que a salvou, servindo como anteparo para proteger seu corpo.

O dia já está nascendo quando Beth finalmente se vê livre, mas não consegue ficar em pé. Não sabe se por estar muito cansada ou por outro motivo. Está parecendo um boneco de barro, coberta totalmente pela lama, que pelo calor do sol, já está secando. Abatida, sente que não há nada que possa fazer para se salvar. A perna está quebrada, o ferimento na cabeça sangrou bastante, mas agora o sangue seco, misturado com lama cobre seu rosto e ombros. Não consegue enxergar direito e se sente bastante atordoada. Apesar de ser uma lutadora, Beth se deixa tomar pelo desanimo.

Deitada, vendo o dia ir avançando, tem a impressão que escuta Robert, lhe dizendo:
-Tome cuidado, querida, volte para mim e para os nossos meninos.
Anita, Richard e Reinou estão ao seu lado: – Venha mamãe, a gente te ajuda. Eles estendem as mãozinhas para a ajudar a se levantar. Beth ergue os braços em direção aos filhos. Mas só encontra o vazio. Tudo é resultado da sua mente.
Mas a lembrança dos seus entes queridos, a faz querer lutar pela vida. Sabe que a mochila e a bolsa ainda estão presas a ela, pois as alças não se romperam quando ela rolou morro abaixo e isso a protegeu de maiores danos. Agora veria o que poderia fazer com o conteúdo delas.

Com dificuldade consegue abrir a mochila. Lá dentro tem muito material que usa no seu dia a dia de veterinária. Com auxílio de uma tesoura, corta as alças da mochila e da bolsa a tiracolo. Da bolsa retira uma calça comprida que usaria na fazenda e a corta em tiras. Com o auxílio de um pedaço de galho de árvore que veio junto com os detritos, ela improvisa uma tala para manter estabilizada a fratura da perna direita, dois palmos abaixo do joelho, enrolando o galho com as tiras do pano e prendendo tudo com as alças de couro.

Agora a dor na perna, toda vez que se mexe já é suportável. Beth pensa em como fazer para chamar a atenção de alguém para ela. Tem tudo a mão. As botas e as mochila de couro, a bolsa de tecido grosso, suas roupas sobressalentes e parte do vestido que vestia, ficando somente com a parte de cima, como se uma camisa fosse. O mais importante, um isqueiro.

Aglomera tudo isso num amontoado e se arrastando alguns metros, consegue juntar alguns galhos e folhas. Tem noção que queimando tudo, o resultado será uma fumaça densa e preta.
Por muito tempo, ela vê tudo queimar e a fumaça subir a muitos metros. Se alguma alma estiver pelas redondezas, certamente aquele negro-de-fumo lhe chamará atenção.
-x-

Salvador, na porta da cabana, pitando seu cigarro de palha, fica intrigado com o fumo negro que mancha o céu limpo depois de muitos dias de céu encoberto.
- Veja lá, que coisa mais estranha, Severino. Aquilo não e proveniente de uma simples queimada.
- Tu tens razão, cabra! Parece mais fumo de borracha... o que será?
- Vamos ver, está subindo logo além do morro dos cajueiros... não é longe.
Movidos pela curiosidade, eles se põem a caminho. Severino e Salvador, são dois mateiros, contratados pelos fazendeiros da região, para vigiar as áreas de matas e desfiladeiros, para espantar os ladrões de gado, que se infiltravam por estes campos sem viva alma.

Os dois rudes homens, profundos conhecedores destas áreas, não se vinculavam a nenhum padrão e ganham boa grana, a cada ladrão que encontram, levando-os, preferencialmente mortos, a presença dos capatazes. Este era o pacto secreto entre eles.
Em menos de meia hora de caminhada os mateiros se aproximaram do local de emissão da fumaça. Armados até os dentes, pensavam em surpreender os ladrões que, provavelmente deram origem a fumaceira danada.

- Puta que pariu! Tu estás vendo o mesmo que eu, Severino?
- To vendo, Salvador... aquilo deve ser uma mué morta!
- Agora o que faremos, cara?
- Vamos interra ela, de modo urubus não fazerem a festa na coitada.
- Como ela veio parar aqui?
- Rolou lá de riba, junto com este montão de terra, cara.

Se inclinaram para ver melhor a “defunta” e ficaram surpresos, pois apesar de estar com o rosto e os cabelos parcialmente cobertos pela lama, a mulher era bastante bonita. Mais surpreso ainda ficaram. Ao escutarem um débil gemido.
- Ela não está morta! Foi a exclamação de Severino. Beth abre os olhos e sussurra para o surpreso homem: - Estou bem viva... esperando vocês. Mas em seguida é envolvida pela escuridão.
Os mateiros, depois de examinarem melhor a mulher desmaiada, decidem levá-la para a cabana deles, onde poderiam melhor ver seus ferimentos. Nos ombros de um, ora de outro, como um saco de batata, foi conduzida para a cabana onde moravam.
Eles a colocaram deitada, no lado de fora, junto à porta. – Severino, primeiro vamos livrar a lama da coitada. Eles usam água do poço a uns metros da casa e com baldes cheios vão tirando a lama grupada do corpo de Beth. Verdade que para isso eles foram obrigados a lhe tirarem os restos das roupas que a vestem. Até a calcinha e o sutiã, pois tudo está enlameado e eles a queriam ver nua.
Limpam os muitos ferimentos que Beth tem no corpo, principalmente na parte frontal da cabeça, onde há um grande corte, nos braços e nas pernas. Ficam admirados com a engenhosidade dela, em imobilizar a perna quebrada, mas como tudo está muito sujo, eles, seguindo o que ela fez, fazem nova tala, com um pedaço de ripa e panos limpos. Nos ferimentos, na falta de algo melhor, eles usam cachaça, menos no corte na cabeça, isso eles sabem não devem fazer.
Agora, dentro da acanhada cabana de um só cômodo, eles a colocam deitada sobre uma esteira e acocorados ao seu lado, apreciam a beleza do corpo nu de Beth.
Os rudes homens do mato, acostumados a se satisfazerem sexualmente, com as ovelhas das fazendas, agora olham gulosos a buceta da mulher ferida e ainda inconsciente.
- Confesso, compadre, nunca pus a vista numa mulher tão gostosa como esta aí... olhe só a bucetona dela e os peitos...e que belo par de coxas.
- Vi tudo isso quando estava tirando a terra dela... gostei muito da bunda, bem arrebitada e macia.
Severino, excitado ao máximo, leva as mãos calejadas nas coxas de Beth e as separa bastante.
- O que está fazendo, cara? - Nada demais, apenas quero ver bem arreganhada esta coisinha deliciosa dela. A gente tem direito de ver e até de trepar nela, pois a salvamos de morte certa.
- Tem razão Severino. A gente fica com ela, como nossa mulher... ninguém sabe que ela está por essas paradas.
Beth acorda e sente um grande incomodo, está deitada de bruços. A perna doí e ela não consegue colocar os pensamentos em ordem, está tudo muito confuso e ela vê em sua frente apenas um borrão. Aos poucos sente o peso de um homem sobre suas costas.... Minha nossa ele está dentro de mim, na minha bunda!
Em pânico, ela grita e quer sair do homem, mas seu esforço nem é percebido por Salvador, que bufa em seu cangote, enquanto se movimenta no entra e sai do cu dela, muito rápido. Chorando sente muita dor, não só pelo estupro anal, mais principalmente pela perna machucada e nas costas, parece que algo lá dentro também se quebrou, talvez uma costela, quem sabe.
Com o movimento do homem por cima dela, Beth geme de dor e o cara confunde seus gemidos de dor, por gemidos de prazer. Cada vez que ele se comprime, a dor é mais forte e ela grita.
- Escute só, Severino, a mulherzinha, geme e grita, toda vez que o pau entra fundo no rabo. Mil vezes melhor que qualquer cabrita.
- Goze logo... que estou louco para foder a buceta desta gostosa.
Ela perde os sentidos, não suportando a dor e momentos depois, quando acorda, tem um outro homem a violentando, desta vez pela vagina. O homem com longas barbas, beija e lambe seu rosto, a deixando toda suja com sua saliva fedida, enquanto a estupra. O pau dele é muito grande e Beth sente dentro dela, bem fundo, o roçar do membro. Mas só sente a dor dos seus ferimentos que se agravam com eles a violentando. Quando ele goza, se apertando nela, a dor é insuportável, mas desta vez ela não perde os sentidos, não consegue segurar e dá um enorme berro, que o animal que a violenta confunde com o gozo dela.

Nos três dias seguintes, Beth é submetida a constantes estupros pelos dois homens, tanto pelo ânus como pela vagina. A fratura na perna só faz se agravar e a dor nas costas idem, mas o pior de tudo e que ela não consegue enxergar direito, só vultos, mesmo quando eles a estão violentando.
Eles a alimentam e lhe dão de beber, mas o mais vil é quando ela quer fazer suas necessidades. Como não há banheiro, eles a levam no colo e ela é obrigada a urinar e fazer cocô na frente deles, algumas vezes nem viram a cara para o lado. Beth se sente humilhada ao extremo, mesmo com toda sua força de vontade, preferia ter morrido, pois está praticamente cega e muito doente, sabe que não tem como escapar das mãos de seus carcereiros, que abusam dela, com extrema crueldade.
Mesmo ela suplicando que a libertem, pois sente que se continuar naquele maldito lugar, sua morte será certa. Salvador e Severino, lhe dizem que ela pertence a eles e que ela perca as esperanças de retornar a sua vida fora dali, que eles se sentem satisfeitos tendo uma mulher como ela para foder, coisa que nunca pensaram poder acontecer.
Beth, sonha que está ao lado do marido e dos filhos e isto lhe dá um pouco de alento, mas aos poucos se sente cada vez mais debilitada e sabe que está morrendo pouco a pouco, nas mãos dos seus carrascos.


Robert, após o terceiro dia da viagem de Beth, prepara com os filhos uma surpresa para a esposa, pelo seu retorno. Mas está muito preocupado, pois não consegue contato com o celular dela. Sabe que lá na fazenda há sinal, então porque o silêncio dela, porque não se comunica.
A espera por todo o dia, ao lado dos filhos e nada de Beth chegar. Às 20 horas, ele não consegue mais ficar esperando pela esposa, leva os filhos para a casa da avó deles e lhes diz que vai esperar a mamãe, que ela deve estar vindo para casa.

No seu carro, já muito preocupado, Robert dirige pela rodovia que, leva à Pingo D’água, sabe que é o único trajeto para a fazenda. Fica atento, a qualquer momento pode cruzar com a camionete da mulher.
Mas não é assim que acontece. Ele segue até o desvio e entra na estradinha de terra. São mais ou menos vinte quilômetros até a fazenda. Com os faróis alto, segue atento, até que fica calmo, o carro de Beth está bem a sua frente.

Mas nele não há sinal da esposa. Ele está trancado, mas com a sua chave reserva consegue abrir as portas. Logo percebe a pane elétrica e passa por sua cabeça a crença que Beth, levando seu material de veterinária, foi e direção à fazenda. Com o seu carro, segue para a Pingo D’água.

Lá o pessoal fica surpreso com a chegada do marido da veterinária e mais ainda ao saber que Beth deixou seu veículo enguiçado a meio caminho da fazenda e sumiu por completo.

O capataz que conhece muito bem Beth e tem por ela grande estima, reúne todo o pessoal da fazenda e ao lado de Robert, decidem vasculhar toda a região, pois tem em mente, que na caminhada ela se machucou e que deve estar ferida em algum canto qualquer.

- Doutor Robert, vamos até a choupana de dois mateiros, que vigiam a região, a nosso soldo. Eles como ninguém, conhecem a região como a palma de suas mãos. Serão de grande ajuda na busca da nossa veterinária.

Felisberto, o capataz, ao lado de Robert e de dois peões seguem para a cabana dos mateiros enquanto outros grupos partem para outras bandas.

O grupo se aproxima da cabana de Salvador e Severino e o capataz estranha o silencio ao seu redor, pois isso não é coisa comum aos dois mateiros, que estão sempre alertas. À porta, podiam ouvir gemidos, gemidos de mulher e Felisberto quase que adivinha de quem. Robert tem o mesmo pressentimento e os dois movidos por impulso invadem o local.
É por demais terrível o que assistem. Os dois homens totalmente pelados, estão em Beth, também nua, num duplo estupro. Ela não tem mais noção do que ocorre ao seu redor, mergulhada num mar de dor.

Ao verem a invasão do grupo de homens, presentem o que acontecerá a seguir e como que movidos por molas, tiram sem membros de Beth e correm em busca de suas espingardas. Mas é tarde para isso, a arma de Felisberto fala primeiro, junto com o facão de um dos peões.

Roberto corre para Beth e se desespera ao ver o estado lastimável de sua esposa, que arde em febre altíssima e tem inúmeros ferimento pelo corpo todo.

Dali mesmo, o helicóptero da fazenda, a leva para atendimento médico emergencial em sua cidade. Elizabeth fica internada em estado crítico por longos quatro meses, para tratamento das muitas fraturas e infeção generalizada.

De volta ao seu lar, aos braços de seus filhos e marido, estão planejando as tão esperadas férias em família.

FIM








Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:6 de abril de 2018 04:00

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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