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Do fundo do baú

Na fornalha do inferno



Estou terminando meu relacionamento com Marcelo. Nunca pensei que ele fosse capaz de fazer uma coisa dessa comigo. Me acusar de traição, de lhe ser infiel até tentar me agredir. Eu jamais faria tal coisa e ele tinha a obrigação de saber disso. Estou com ele há quase dois anos, nove meses de namoro e onze de noivado, sendo que nos três últimos passamos a morar juntos. Tudo porque na sexta-feira, depois do expediente na empresa onde trabalho, meu colega Afonso, que seria transferido para a filial, nos convidou para o bota-fora. Eu e outras pessoas aceitamos ir a uma churrascaria para a despedida. Tentei inúmeras veze entrar em contato com Marcelo, mas ele não atendia o celular.
Mesmo no meio dos comes-e-bebes, tentei falar com ele, sempre sem sucesso. Acho que no total, foram mais de doze tentativas. Eu queria avisar que não iria para casa e sim para uma despedida de um colega, coisa perfeitamente normal. Vinte e três horas e trinta minutos, Afonso, Eduardo e Christina me deixaram na porta de casa. Eu, confesso tinha bebido uns chopes a mais e estava um pouco alegre.
Marcelo me recebeu na porta de casa e quando me viu saindo do carro dos meus colegas, veio e me puxou pelo braço, me chamando de vadia, bêbada e outros insultos, que prefiro ignorar. Fiquei tão enfezada que o mandei ir a merda e ele me deu um tapa tão forte que cai de encontro ao muro da casa. Afonso saiu do carro e deu um soco em Marcelo, que tentou revidar, mas levou outro soco, muito mais violento que o primeiro. Vale dizer que Afonso é um cara grandão e muito forte.
Tive de intervir e pedir a Afonso que fosse embora, que eu me entenderia com Marcelo. Em casa, ele continuou a me xingar e até tentou me agredir. Aquilo foi o fim para mim. Arrumei minhas coisas e na mesma hora fui para a casa de Christina, minha colega e amiga. Como terei um fim de semana longo, com o feriado da segunda, decide ir até a casa dos meus pais, que moram em uma cidadezinha vizinha, Cerro Azul, cerca de trezentos quilômetros da minha cidade.
No carro leito, numa poltrona, quase no fim do corredor, me acomodei da melhor maneira possível e como não tinha dormido nada a noite, nem bem o ônibus entrou na rodovia, já estava cochilando. Mesmo assim, percebi quando saímos do asfalto e entramos na estrada secundaria, de terre batida, rumo a nosso destino.
Senti o frear brusco do ônibus e a seguir gritos e homens falando alto. No corredor, homens armados dando ordens para todos os passageiros ficarem sentados. Era um assalto em curso e nada poderia ser feito. Eles eram muitos e estavam armados. Pude conta quatro deles, que exigiam celulares, joias e dinheiro. Vi o cara ruivo se aproximar de mim e apontando um revólver, me obrigou a entregar tudo que queria. Até a aliança de noivado que ainda estava usando, ele levou.
Parecia não ter nenhuma pressa em saquear os passageiros. O ruivo grandão, que parecia ser o chefe dos assaltantes, mandou o nosso motorista manobrar o carro e seguir o caminho por ele indicado. Então pude ver que eram seis os bandidos.
Paramos num lugar ermo no meio de nada e mandaram todos os passageiros descerem do ônibus. Éramos poucos, seis homens e dez mulheres. Toda a nossa bagagem de mão foi saqueada. Espalharam tudo pelo chão e o que era de valor, pegaram e fizeram o mesmo com as malas dos bagageiros.
Colocaram tudo dentro de uma pick-up, até algumas malhas pegaram, tinha um outro veículo, uma camionete de quatro portas.
Um dos sujeitos, um gordo careça, falou para o ruivo:
- Ruivo, tem muito mulher gostosa neste ônibus, vamos levar umas para o nosso divertimento.
- Tu sabe que estamos com tudo cheio, nos carros não tem lugar para ninguém mais.
-Mas Ruivo, deixe eu levar pelo menos uma. Estou necessitando de dar uma foda.
Tudo bem, careça.... mas só uma. Escolha uma boazuda de modo a gente também possa foder.
Fiquei muito assustada ao escutar o diálogo deles. Os canalhas iriam levar uma das passageiras para ser estuprada. Isso era revoltante demais. O Gordo ficou analisando cada uma das passageiras, como se estivesse escolhendo uma mercadoria numa loja e no fim apontou para garota, uma adolescente que não devia ter mais de quinze anos.
- Você moreninha, venha com a gente, vais ser o nosso divertimento por algum tempo. A jovem se agarrou à uma senhora, gritando em total desespero.
- Mamãe, mamãe me ajude, não deixem eles me levarem. A senhora agarrou a filha com tanta força que foi necessário dois homens para arrancar a menina dos seus braços. Aquilo me revoltou tanto, que avancei para cima do Gordo, que segurava a jovem pelos cabelos, e lhe dei uma joelhada entre as pernas e ele largou a garota, que correu de volta para os braços da mãe. Todos os outros caras riram ao verem o gordo curvado com as mãos segurando as genitálias.
Ruivo me olhou com cara de ódio e tive de recuar, pois ele vinha em minha direção, ainda uivando de dor. Fui salva da fúria do sujeito, pela intervenção do Ruivo.
- Pare com isso Gordo...Decide que vamos levar esta valentona. Quero me divertir com sua valentia.
Fui segura pela furioso Gordo e por mais um outro. De valente eu não tinha nada, apenas agi por impulso ao ver o desespero da garotinha. Agora quem estava desesperada era eu. Lutei com todas as minhas forças. Nem sei quem me deu o soco. Mas apaguei na hora, atingida na altura da testa.

Acordei dentro de um dos veículos do bando. Minha cabeça doía bastante e senti mãos me tocando e isso me fez fica lucida rapidamente. Dois homens, um de cada lado estavam tirando minhas roupas. Ouvi a voz do Ruivo, no banco da frente, que mandava que me deixassem somente de sutiã e calcinha. Tentei impedi-los, mas levei um forte tapa na altura da orelha direita e fiquei um pouco atordoada. O miserável se virou e me vendo, disse aos comparsas:
- Pessoal, deixem o sutiã azul dela fazendo par com a calcinha. Isso será a roupa da vadia enquanto estiver com a gente.
Eles obedeceram ao pedido do Ruivo, mas não paravam de me tocar. Os dedos do homem a minha direita estavam dentro de minha boceta, se mexendo rudemente, me fazendo sentir dor. O outro sujeito, parecia ser um doido varrido. Ele colocava as mãos entre os meus cabelos e friccionava o couro cabelo fazendo com que os meus longos cabelos loiros, que eu mantinha sempre bem penteados, se transformasse num “ninho” cobrindo todo o meu rosto.
Os dedos dentro de mim davam fortes beliscões e gritei de dor e me contorci todas e consegui tirar mão do animal de minha boceta. mas isso foi o suficiente para que ele desse um soco na minha barriga e gritasse para que eu abrisse as pernas. Por todos os santos! Que espécie de animais eram eles? Riam e zombavam de minhas tentativas inúteis de os evitar e continuaram com suas “brincadeiras” até que a camionete parou de rodar. Tínhamos chegados ao covil deles.
Fui sendo empurrada para dentro uma cabana e jogada num canto da sala. sem se preocupar comigo, começaram a desembarcar todo o saque do ônibus. Em torno de uma mesa eles “contabilizavam” tudo que conseguiram em meio a um enorme alvoroço.
O chefe deles, o Ruivo minutos depois veio até onde eu estava caída e com a maior canalhice do mundo:
- Conseguimos muito coisa de valor do teu ônibus, mas o de maior valor é tu, loira. Ainda hoje tu vais chupar o meu pau e pelo teu jeito estou achando que gosta de mamar numa pica.
- Porque não vai chupar a buceta da tua mãe, filho da puta! Nem morta vou colocar tua imundície em minha boca, prefiro morrer, seu merdinha.
Eu estava tremendo de medo, porém fervendo de ódio do sujeitinho. Se não fosse isso, não teria respondido de modo tão grosseiro e vulgar a ele. Coisa que me arrependi amargamente logo depois. Minha resposta ocasionou risada de todos os outros, caçoando do Ruivo.
Não sei se foi o deboche de seus camaradas ou a minha ousadia, mas ele espumando de raiva, se inclinou e me agarrou pelos cabelos.
- Sua puta.... vadia, você não vou te matar, mas vais desejar morrer, depois de hoje. Tu vai chupar o pau de todos nós e engolir toda a nossa porra. O soco me atingiu em cheio no maxilar e apaguei na hora.
Acordei com um jato de água em meu rosto. Fiquei apavorada, quando me vi deitada sobre o solo do lado de fora da cabana. Podia avistar as estrelas e em torno de mim, os rostos de escárnios dos seis salteadores. Estava nua, com braços e pernas separados e esticados, presos a pequenos tocos de madeira fincados no chão e em torno de minha testa, uma tira de pano, também presa no chão, impedia que movesse a cabeça.
- Loira, hoje você vai ser a puta da gente. Vais engolir a porra de cada um de nós e durante o resto da noite vais fica a disposição para qualquer um que queira de foder, pela boceta ou pelo cu,
Comecei a gritar sem controle, quase que em pânico; fazendo enorme força para me livrar das cordas que me prendia pelos pulsos e tornozelos. Percebi quando Ruivo despiu as calças e a cueca e lentamente sentou sobre meus seios. Pude sentir o mau cheiro que emanava do pênis, que segurava com ambas mãos e eu gritando sem controle, vendo a cabeça ensebada de pau a menos de um palmo do meu rosto, Ele ria e fazia o pênis se chocar com força contra meus lábios, que cerrei com força quando ele ficou passeando com a imundície entre eles.
- Não adianta nada, vadia.... separe logo os lábios. Vais gostar do meu caralho e do sabor da minha porra. Com os dedos ele fez pressão sobre minhas narinas e fu obrigada a descerrar os lábios em busca de ar.
O miserável colocou a metade do pênis em minha boca e segurando minha cabeça, se movia fazendo com que saísse quase por inteiro e depois o empurrava quase até minha garganta. Eu, com meu ex-noivo, estava habituada a praticar o sexo oral, mas Marcelo era limpinho, cheiroso e saboroso. Agora com esse monstro, fedorento e abrutalhado, eu queria morrer. Ele agia de proposito, enterrava tudo e quando percebia que eu estava sem ar, deixava só a metade da cabeça dentro de minha boca, esperava um pouco e depois voltava a me sufocar. Ruivo não gozava nunca e ficou um tempão me torturando.
Senti que um outro, começou a chupar minha boceta, enquanto enterrava o dedo em meu ânus. Logo depois, o covarde gozou e se comprimiu em meu rosto e a porra entrou diretamente em minha goela abaixo. Sem poder respirar pelo nariz e pela boca, sufoquei e perdi os sentidos. Quando voltei, o gordo estava todo dentro de minha boceta, mordendo feito um doido os meus seios. O peso dele me esmagava e soltava grunhidos feito um pouco.
Tinha ânsias de vômitos, mas fiz força para não vomitar, se o fizesse iria engasgar, pois estava impossibilitada de mover a cabeça. Ouvia o vozerio da corja, protestando com o gordo, pois ele sozinho impedia que me usassem.
Muitas horas depois, eles como lobos famintos, continuavam com o estupro coletivo. Meus lábios, língua e boca, bastantes machucados, já estavam insensíveis as inúmeras e abomináveis penetrações dos membros dos miseráveis. Seios e boceta, igualmente bastante doloridos, fora as mordidas em todo o meu corpo.
A certo momento, eu já não sentia meu corpo, acho que fiquei numa espécie de choque, numa apatia total. Parecia que o corpo que estava sendo destroçado ali, ao relento, não era o meu. Aos poucos fui apagando e ainda assim, os canalhas continuaram no revezamento macabro.
Não sei o quanto durou o festim diabólico, mas ao abrir os olhos pude ver o Sol no seu ápice, exposto meu corpo sofrido e insensível aos seus raios. Ainda estava nua e imobilizada no terreno. Não vi nenhum membro do bando e nem os dois veículos que na noite anterior podia enxergar. Deviam estar fazendo um novo assalto, os bandidos.
Sentia que estava em péssimas condições, físicas e mentais. Não sentia mais meu corpo nem conseguia ordenar os pensamentos em meu cérebro. Tudo me parecia bem distante e eu só tinha parcas lembranças do que estava acontecimento comigo. Acho que para me proteger, minha mente queria me levar daquela realidade desumana em que encontrava.
As horas foram passando e já estava escuro quando escutei o som de motores chegando e pensei estar de volta ao meu ônibus indo para a casa dos meus pais. Mas tudo voltou, bruscamente, a realidade. Um Jato de água fria me trouxe de volta ao presente. Entreabri os olhos e lá estava ele de volta, o Ruivo, o homem que estava me matando aos poucos.
- Como é loira de merda! Como você passou o dia? Confortável? Meus rapazes estão loucos para e divertirem com você.... pode ser?
Em minha mente, dei adeus aos meus pais, pois sabia que não resistiria a mais uma noite de torturas com aqueles endemoninhados me devorando. Foi Ruivo que com uma expressão de escárnio, enterrou o pênis em mim. Graças aos céus, nem senti dor, pois dentro de mim, estava tudo insensível. Como não viu e nem escutou nenhuma reação em meu rosto à sua penetração, cruel, começou a dar violentos tapas em rosto, de um lado e do outro.
- Tu está sentindo isso agora, vaca?
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De repente o mundo veio abaixo. Ruivo levantou o rosto e pude ver em seu olhar, uma expressão de assombro, susto e medo. Com um berro, interrompido pela metade, sua cabeça ensanguentada desmoronou sobre meu rosto. Gritaria e sons de tiros e vozes exaltadas por todo canto. O tiro que fuzilou Ruivo, também entrou em meu ombro e pude sentir outra picada em minha coxa direita antes de apagar.
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Os quatro dias que passei prisioneira da quadrilha de salteadores me custaram pouco mais de um ano de minha vida. Dois meses em coma, mais três em tratamento rigoroso, com cirurgias internas para me “costurar e para debelar a infecção generalizada e mais nove em clínica especializada para me recuperar do trauma sofrido, pois eu, por muito tempo revivia em minha mente os momentos dolorosos que passei e em ver a cabeça do Ruivo perfurada por uma bala. Foi uma coisa horripilante demais.
Fui salva graças a garotinha passageiro do ônibus. Evitei que ela fosse levada pelos bandidos e ela tinha escondido na calcinha o seu celular; o único que eles não levaram. A mãe da garota, conseguiu se comunicar com a delegacia policial de Cerro Azul e logo um numeroso grupo de policiais e voluntários de formou à caça dos bandidos e para me resgatar. Meus pais são influentes na região e isso ajudou para aumentar os voluntários, que armados saíram em campo. Infelizmente, só no quarto dia, a força conseguiu localizar a base dos assaltantes e me salvarem,
Hoje, três anos depois, aos vinte e seis anos, estou casada e feliz com Afonso, meu ex-colega de empresa e estou no quinto mês esperando minha filhinha.
FIM










Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:11 de julho de 2018 01:46

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 11/07/2018.

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