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O GRANDE SEQUESTRO

O GRANDE SEQUESTRO

- Bira, este negócio de fazer entrega de pó, não está com nada. Só quem lucra é o chefão e a gente só ganha umas migalhas e ainda por cima, corremos risco enorme. Os homens podem nos pegar e entraremos numa roubada.
- Não tem outro jeito, Fuinha. Nós somos peixe miúdo. Não temos grana para bancar nada por conta própria. - Eu ando com umas ideias para a gente fazer uma grana de respeito. Se você for homem bastante e tiver colhão roxo, nunca mais vamos necessitar trabalhar, vamos ficar montados numa grana preta.
- Fale logo Bira, se for coisa do meu agrado eu aceito a parada.
- É o seguinte, Fuinha….

Bira e Fuinha, dois malandros do Morro do Gato, “soldados ” de Tião “Cara Marcada”, o dono do morro, que vivem fazendo entregas de drogas para os viciados do asfalto, não estão nada satisfeitos com o que recebem do chefe, acham que é uma miséria, que não compensa o risco que correm. Bira convence Fuinha seu parceiro de longa data, a partir para outra parada.

- Não tem erro, Fuinha. A gente pega a dona e a enfurna lá no meu barraco. Ele está abandonado a muito tempo e ninguém sabe onde fica, a não ser você e eu. O pessoal da mina é montado num dinheirão que não tem tamanho. Vão pagar o que pedirmos para ter a dona de volta.
- Mas este negócio de fazer a troca é muito complicado. Eles podem armar uma roubada para a gente!
- Que troca que nada, cara! A gente recebe a grana, mas não devolve a fulaninha. Ela fica no barraco e pode até ser nossa mulher, antes de a fazermos defunta. A dona é super gostosa

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Alice Pilsin, esposa do bilionário Ricardo Pilsen, é uma “dondoca” da socialite, que nada faz a não ser frequentar salões de beleza e os clubes da sociedade. É uma mulher de grande beleza, com longos cabelos castanhos e um corpo que atraí a cobiça dos homens. Ela sabe disso e orgulhosa, se exibe discretamente, com roupas provocantes.
Bastante fogosa, se sente insatisfeita sexualmente falando. Mulher de vinte e sete anos, não tem a devida atenção de Ricardo, homem quarenta anos mais velho, que na cama é frio como gelo. Uma vez na semana faz um “pai e mamãe” rápido e depois dorme como um anjo. Apesar disso, Alice nunca traiu o maridão, mas está em ponto de bala, com uma vontade de trepar danada.
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Alice está quase chegando em sua mansão, quando seu carro é bruscamente abalroado por outro. O choque é leve. Thiago seu motorista desce para dialogar com o condutor do outro veículo. Dá um grito, assustada ao ver ele ser atacado por um mulato enorme, que com um porrete na mão o atinge na testa.
Revoltada saiu do carro, mas não tem tempo de fazer nada. Um outro mulato, sem vacilar, a atinge com um porrete e ela caí sem sentidos. Fuinha e Bira, a colocam no banco trazeiro do carro, roubado a na manhã e partem veloz.
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Alice vai acordando aos poucos. Uma enorme dor em sua testa a faz gemer. Não sabe onde está, tudo roda em sua volta. Leva a mão à cabeça onde um filete de sangue, já seco, tinge seus castanhos cabelos. Em pânico, se lembra do que acontecido.
Está deitada sobre uma esteira, sobre um piso de terra. Olha em sua volta e vê dois homens que a observam, sentados em um banco de madeira. Indignada, esbraveja aos berros.
- Safados, negros sujos.... Vocês sabem que eu sou? Meu marido é um homem muito influente. Vocês pagarão muito caro pelo que estão fazendo. Exijo que me soltem imediatamente.
Bira, sem demonstrar emoção alguma, vai até ela e a acerta com uma forte bofetada. Alice cai sobre a esteira, com um grito de dor, com um filete de sangue saindo do canto de sua boca.
- Piranha safada, aqui você não fala nada. Você é nossa prisioneira e só com muita grana do teu marido, será liberada. – Estamos entendidos, puta de merda? Ele a acerta novamente, com outro tapa, desta vez, com menos força, no lado do ouvido.
Apavorada e acovardada ante a violência do homem, Alice se encolhe sobre a esteira e não fala mais nada, com o medo estampado em seu rosto. Agora sabe que foi sequestrada pelos dois homens, que demonstram serem impiedosos.
Tremendo de medo, decide ficar quietinha, para não sofrer novas agressões daqueles covardes miseráveis
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Já está naquele lugar sujo a muitas horas, vê a noite chegar pela janela. Apenas um dos seus sequestradores está na cabana. Ele se aproxima dela e a fica olhando.
- Mulher, meu companheiro, foi ver como está o bagulho lá embaixo, com o teu sumiço. Tu, piranha do asfalto vai ficar uns dias aqui no nosso barraco, até falarmos com o teu maridão. Se tiver sede ou fome é só falar com a gente. Se tive com vontade de mijar ou cagar é a mesma coisa. A casinha ficar ali fora, e a gente te leva até lá.
-Mulher, você é muito gostosa e estamos achando que além de pedir dinheiro por tu, iremos meter vara em tua bunda e em tua bucetona branquela. O que você acha disso?
Alice fica muda, apavorada com essa ameaça do nojento. Não tem coragem de retrucar nada, pois ainda sente o rosto arder com as bofetadas que o outro animal aplicou.
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- Tudo nos conformes, Fuinha. O motorista desta piranha está no hospital, com a bordoada que levou da gente. Ele falou aos homens o acontecido e agora todo mundo está à procura desta putinha. Vamos deixar tudo se acalmar e só então vamos falar com o homem. E a piranha gostosa? Como ela se comportou?
- Pianinha, pianinha, ficou encolhida todo tempo na esteira. Ela ta sabendo que não adianta bancar a valente com a gente.
- Como é Bira, a fulaninha está aí, a nossa disposição... e aquele negócio de a fazer nossa mulher? Está valendo cara?
É lógico que sim. Vá provar da carne branquinha, depois eu vou.
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Alice, luta como uma leoa, mas não é páreo para o mulato Fuinha. Sua resistência só serve para que leve muitas tapas e ver suas roupas sendo rasgadas de seu corpo, peça por peça, que vão sendo jogadas no piso de barro batido do casebre. Totalmente nua, não resiste quando Fuinha a obriga a ficar de costas.
– Mulher, tens uma bunda super gostosa, bem redondinha e macia, é como gosto. Vou primeiro pelas portas dos fundos e depois vou pela frente.
Apesar de tentar evitar, em poucos minutos, grita de dor, quando o sente enterrar o pau em sua bunda. Apesar de seus vinte e sete anos, nunca antes fez sexo anal. Seu marido é uma banana e antes, na faculdade, fodeu bastante, mas nunca anal ou oral. Sentia que o pau do bandido é enorme, grosso e comprido e isso a agoniava muito, pois sentia a cabeça tocar bem fundo dentro dela.
O mulato fedorento, bufava como um louco, enquanto entrava e saia de sua bunda. Lambia e beijava seus ombros e pescoço e não contente com isso, ainda a mordia. Depois do primeiro instante, a dor forte foi passando e agora, com o vai e vem dele, sentia apenas um leve desconforto, uma dorzinha de nada.
Logo percebeu que ficando com a musculatura anal contraída era pior e então relaxou e ficou passiva, deixando o mulato a violentava, sem opor nenhuma resistência. Ele parecia um touro, não gozava nunca e ela ficava ouvindo ele falar coisas que nunca pensou ouvir. Fuinha soprava e lambia no ouvido de Alice, a deixando toda lambuzada de saliva.
- Mulher, que rabinho apertado você tem. Que coisa deliciosa! Nunca meti na bunda de uma branquela como tu. Madame é comida de primeira. – Tua vai gostar do meu pau, piranha safada! Enquanto a comia, sob as vistas de Bira, ele quase arrancava os mamilos de Alice com os dedos e mordia seu pescoço e ombros, deixando marcas dos dentes na carne macia.
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Quando gozou, Alice se sentiu toda cheia por dentro, tal a quantidade de porra do homem. Aos poucos ele foi saindo e ela sentiu um alivio enorme. Fuinha lhe deu um forte tapa nas nádegas e com o pau ainda sujo de porra, que pingou sobre as coxas, exclamou:
- Mulher, se prepare, pois enquanto estiveres aqui no nosso barraco, vou comer teu cu todos os dias. Você foi feita para dar o rabo. Mas o que Alice sentia naquele momento, era uma enorme vontade de cagar, mas nada pode fazer, pois o outro homem o tal de Bira veio para cima dela.
- Fuinha, vamos deixar de falatório e saia da mulher, que eu estou louco de tesão. Não vou de cu que você deixou todo lambuzado. Vou de bucetinha mesmo.

- Mulher, você viu que não adianta nada tu gritar, berrar e tentar impedir a gente de te comer. Agora eu quero que vires está bunda para baixo e me mostre esta tua bucetinha. Alice estava tão arrasada, física e mentalmente, que apesar de ouvir o que ele falava, não se virou. O violento pescoção que recebeu a fez ver estrelas. O segundo, na base se seu crânio, a fez perder os sentindo por alguns instantes.

- Já que tu não querer por bem, vai a força, berrou Bira, enquanto virava Alice sobre a esteira e lhe desferia outro tapa, na altura do seio direito. Ele a viu se encolher de dor e pavor. Estava sendo surrada de maneira impiedosa e nem sabia o porquê, já que nem pensou em resistir ao brutal estupro, que sabia ser inútil.
Bira separou as coxas de Alice e gritou para Fuinha. – Veja só, cara! A bucetinha da vadia é totalmente lisinha, não tem pelo nenhum!
– Mulher, vou cair de boca nesta tua rachinha, depois vou de pau..., mas agora é de língua mesmo!

Alice sentiu o mulato com a boca em sua buceta. Ele sugava com força todos os seus fluídos. A língua áspera se movia dentro dela e mesmo aterrorizada com o estupro a que estava sendo submetida, Alice não suportou quando Bira começou a sugar o seu himen. Se esqueceu de tudo, de onde estava e mergulhou num prazer nunca antes sentido. Os gemidos de prazer brotavam de sua garganta sem mesmo ela pudesse evitar.

Fuinha, percebeu que a putinha estava louca de prazer com a língua de Bira lhe dando um trato e vendo os magníficos seios, com os mamilos eretos, não vacilou. Com a boca e as mãos, começou a chupar e morder aqueles dois montes de carne macia que estava a sua inteira disposição.

Agora Alice estava com os dois mulatos a violentando, se apossando de seu corpo e ela nada podia fazer para os impedir. Nunca se quer ousou pensar coisa igual. Os mulatos, pareciam loucos invadindo suas intimidades, com bocas, língua e dedos e eles não paravam nunca. Sentiu um dedo ser enterrado em seu cu e seu botãozinho ser mastigado como se fosse um pedacinho de carne, na boca faminta de Bira. O outro sujeito, mordia, chupava e mamava seus mamilos, enquanto entupia sus boca com quatro dedos, o que a fazia ter ânsias de vômitos. A violência do ataque sexual deles, transtornou de tal forma a mente de Alice, que a fez mergulhar numa espécie de entorpecimento, um formigamento e o seu sistema nervoso com a sensibilidade ligada ao máximo, em cada pedacinho de seu corpo, que estava em poder dos dois mulatos.

Lutava com todas as forças de seu ser contra o sentimento que a estava invadindo, mas era impossível resistir. Aquelas bocas, línguas e dedos manipulando as regiões de seu corpo mais sensíveis, a estavam levando à loucura... e Alice sucumbiu, sucumbiu ao chamamento da carne.

Os dois homens usavam de brutalidade e a dor que sentia com isso, aumentava ainda mais seu desejo. Que ironia, ela que sempre foi uma dama na cama; agora, neste momento, sendo estuprada por dois bandidos sádicos, a dor sentida era um motivo delicioso para aumentar o seu prazer

Gemia enlouquecida, num devastador gozo, até então desconhecido para ela. Quando explodiu num múltiplo orgasmo, cruzou as pernas sobre a cintura de Bira e abraçou Fuinha, lhe cravando as unhas nas costas.

Quando Bira expulsou Fuinha e se deixou por cima dela, Alice se abriu toda para ele, novamente cruzou as penas sobre a cintura dele e o abraçou com ardor, louca de desejos. Com o membro do mulato bem fundo dentro dela, seu prazer era tanto, que parecia que miava em vez de gemer.
O gozo de ambos foi simultâneo e Alice parecia uma desvairada, berrando sem controle. Quando Bira, depois que gozou, fez movimentos para sair dela, Alice, com as pernas em torno da cintura dele e os braços em sua volta, o apertou ainda com mais força e murmurou, com a língua lambendo a orelha do mulato.
- Não tire, cara.... Eu quero mais.... Eu quero os dois em mim.
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Alice ficou aprisionada pelos dois mulatos, por quase três mês, não havia um só santo dia, que não foi fosse fodida pelos dois. Eles a sabia submissa, não a eles, propriamente dito, mas ao sexo animal deles.
Alice se entregava de como e alma, nada negava a eles, e lhes permitia tudo, dupla penetração e até oral. Ela mamava as pirocas de Bira e Fuinha, como uma bezerrinha esfomeada e engolia tudo que saia deles. Dava como desculpa para à sua consciência, que estava sendo obrigada a fazer sexo com eles, isso não era totalmente a verdade. Ela queria que assim fosse, desejava o sexo sádico, violento e com dor com os dois homens, pois passou a ter prazer incontrolável com isso.
Alice os provocava, os chamando de negros sujos, fedorentos, somente para sentir prazer com as surras que levava e sendo fodida com raiva pela dupla. O sexo animal, com dor, a fazia enlouquecer de prazer e sentir orgasmos múltiplos que até espantavam Bira e Fuinha.
Em toda vida de bandidagem, eles nunca viram mulher mais tarada por sexo do que Alice. A piranha até chegava a pedir que eles a surrassem.

- Pode uma coisa destas, Fuinha? – Não ligue não, Bira.... Já que ela gosta de levar porrada enquanto fode, vamos fazer a vontade da putinha ricaça.
Birra e Fuinha se deliciavam, judiando da tarada enquanto a fodiam. Algumas vezes, a penduravam pelos pulsos ao travessão do barraco, com os pés sem tocar o chão e desta forma faziam dupla penetração, com Alice berrando de dor e de prazer.
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Não sabe como se desenrolou as negociações, mas o certo é que Fuinha e Bira, se apossaram de cinco milhões de reais pelo seu resgate. Tudo aconteceu nua noite fria e chuvosa.
Alice, que agora circulava pelo barraco como se dona fosse, ou viu dividindo o dinheiro e logo pensou que tinha chegado a hora de ser libertada. Se fosse quantificar a quantidade de porra que eles deixaram nela, acha que dava para encher um caldeirão,
Ela tinha recebido deles um vestidinho de chita, que apesar de muito sujo pelo uso, dava para tapar sua plena nudez. Calcinha e sutiã, nem pensar.
- Piranha, chegou a hora de tu ir embora de nosso barraco. Tua buceta e teu cu nos serviu com muito gosto, mas tudo nesta vida tem de ter um fim e agora chegou a tua vez.
Alice estranhou que eles ressorveram a libertar naquela mesma noite, sob severa tempestade. Vamos andando mulher, tu vais descer o morro de uma forma um pouco diferente. A água que caia era muito forte e a noite escura como breu, não deixava ver nada a pouco passos à frente.
Alice, na beira da grota, deu um grito de terror quando Bira a empurrou e sem equilíbrio mergulhou no abismo sem fim.

- É uma pena, você foi uma putinha gostosa demais, mas você conheceu muito bem os nossos rostos e poderia muito bem fazer um retrato falado da gente para os homens, isso a gente não podia permitir. Querida vamos nos encontrar no inferno.
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Mas Alice não mergulhou na grota profunda. Em total desespero, quando se viu mergulhando para a morte certa, estendeu os braços e, até parece obra de Deus, encontrou uns cipós e se agarrou a eles como se fosse o último suspiro de sua vida.
Machucada pelas pedras que topou pelo caminho em direção ao fundo da grota, ficou pendurada, como se um alpinista fosse. Com grande esforço, apoiando os pés aqui e ali, depois de quase cinquenta minutos, conseguiu chegar ao topo. Deitada na lama que escorria forte, levada pela enxurrada, pode ver, a uns oitenta metros, a luz que vinha do barraco, onde fiou aprisionada por tanto tempo.
Com muito medo de ser vista por eles, foi se arrastando para bem longe dali, parecia uma cobrinha, se esgueirando em meio a corrente de água e lama. Quando se viu bem distante, se atreveu a ficar em pé e aos tombos foi descendo o caminho, não sabe para onde.
Com muito frio e enfraquecida pela perda de sangue pelos muitos cortes em seu corpo, Alice tombou e não mais se levantou. A correnteza de lama e galhos a foi levantando morro abaixo, até numa saliência do terreno, ficou “enganchada”, como mais uma porção de lixo que a água traz morro abaixo.
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- Agora que a merda do temporal passou, quero todo mundo nas quebradas. Temos muito pó estocado para entregar. Alguém sabe onde estão Fuinha e Bira?
- Ninguém tem notícias deles, chefe. Sumiram como por encanto! – Não tem importância. Os dois faziam corpo mole e não eram bons soldados. Tenho gente bem melhor do que aqueles dois.
Tião, Cara Cortada, o chefão do tráfico e “dono” do morro, temido e respeitado por toda a comunidade, é um negro enorme, com quase dos metros e forte como um touro. O apelido veio de uma cicatriz que tem no rosto, fruto de uma briga quando estava preso. É um homem violento que mantem o domínio sobre a comunidade, levando o medo aos moradores da favela Gato Pingado.
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- Chefe, chefe, tem um presunto de uma mué que desceu o morro junto com o lixo, ontem à noite. É uma branquela e está bem mortinha!
- Puta que pariu! Que merda é essa? Vamos ver isso de perto. Quando Cara Cortada chegou onde o corpo de Alice estava, envolto por entulhos de toda espécie, encontrou muitos moradores, curiosos em torno do achado,
Tião, olhou o corpo e gritou para algumas mulheres mais próximas, - Que estão olhando? Nunca viram um defunto morto? Tratem de levar a defunta para o alto do morro e a enterram lá. Não quero saber de confusão com defunta de mulher branca que não é da nossa comunidade.
O espanto foi geral, quando da defunta, saiu um profundo gemido.
- Puta merda! A defunta não é defunta!!!

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Seis dias depois, Cara Cortada entrou no quarto de sua casa, ou melhor dizendo de sua fortaleza, no morro Gato Pingado e perguntou a dona Martinha, - Como é, esta mulher vai acordar ou não?
- Tenha calma seu Tião, O pior já passou. Ela agora está sem febre, mas está muito enfraquecida. A pneumonia quase a levou de vez. Os ferimentos não preocupam mais. Porém o corte na cabeça pode ser preocupante e talvez seja isso que a mantem desacordada. Seria melhor que ela fosse para um hospital, Tião.
-Que hospital coisa nenhuma! Eu quero saber quem é esta mulher e o que aconteceu aqui na minha favela. Eu estou louco para saber quem é esta branquela e como ela veio parar aqui quase na porta de minha casa! Pelo jeito, ela desceu la de riba, trazida pela lamaceira.

Tião Cara cortada, já a noite, depois que dona Martinha foi embora, ficou olhando a mulher deitada em sua cama e falou consigo mesmo: - Quem é tu, mulher e como veio parar quase morta, trazida pela água da chuvarada?
Tião vendo dona Martinha cuidar da saúde da mulher doente, por todos estes dias, ficou doidão pela beleza da mulher, que mesmo toda “baleada” como estava era bonitona. Ele a sabia nua sob o lençol e não resistiu. Puxou o lençol de lado e ficou admirando o corpo nu da mulher. Sua vontade era tocar naquelas carnes brancas, mas não o fez e se contentou só em ficar a olhando. Seria muita covardia dele, bolinar a mulher doente. Então resolveu esperar ela acordar e vê a coisas como ficarão.
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Mas isso demorou muito mais do que dona Martinha e ele esperavam. O dano no crânio de Alice Pilsen, a esposa do bilionário Ricardo Pilsen, sequestrada há três meses, era mais grave do que imaginavam. Na verdade Alice estava com uma contusão cerebral ocasionado pelo impacto violento da cabeça contra as pedras, quando rolou morro abaixo.
Contudo, Alice foi acordando aos poucos, para alegria de Cara Cortada e de dona Martinha.
- Quem é tu e o que lhe aconteceu para estar neste estado, mulher?
Alice olhou para a senhora e o homem que lhe faziam estas perguntas e não soube responder, pois em sua mente tudo estava em branco.
Não sabia quem era e como veio se encontrar ali, na cama de gente desconhecida, uma senhora de cabelos brancos, uma idosa negra que lhe sorria com simpatia e um negro enorme, com uma cicatriz na face direita.
- Não sei... não me lembro... meu nome ... meu nome... não sei.
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Alice não tinha nenhuma lembrança de quem era e o que lhe tinha acontecido. Sua mente era um livro em branco. Foi isso que dona Martinha disso ao Cara Cortada.
-Tião, ela perdeu a memória, provavelmente isso aconteceu por causa dos ferimentos na cabeça. E agora Tião? O que vamos fazer com ela?
- Fazer nada... ela vai ficar aqui na minha casa e você, velha, fique de bico calado. Não conte pra ninguém que a branquela está de miolo mole.

- Tu, mulher... vai ficar morando na minha casa, até ter lembrança de tua vida, vou te chamar de Branca. Alice, apenas balançou a Cabeça em sinal de concordância e nada disse.
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Os dias foram acontecendo e Alice, ou melhor Branca, já recuperada dos seus ferimentos físicos, comia e bebia ao lado de Cara Cortada e este, sem nenhuma resistência dela, a tornou sua mulher.
O pau do negro é enorme e Branca o recebia com grande dificuldade, mas foi se acostumando e passou a sentir grande prazer ao fazer sexo com o chefão do morro.

Dois meses depois, Branca se tonou conhecida na comunidade, na favela do Gato Pingado, como a mulher de miolo mole, a mulher de Tião Cara Cortada.

Cara Cortada, totalmente apaixonado por branca, a cobria de roupas e joias, que Branca não dava a mínima importância, tudo o que ela queria dele era fazer sexo, nada mais que isso.
Branca, na cama com Tião, não lhe negava nada. Verdade que tinha grande certa dificuldades quando ele a invadia pela traseira com aquela coisa descomunal dele, mas isso a fazia enlouquecer de tesão.
Mas Tião, também ia à loucura, quando Branca, ajoelhada em sua frente, se deliciava lambendo a cabeçorra vermelha do pau do Cara Cortada.
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E assim foram se passando os meses e Alice Pilsin, a esposa do bilionário Ricardo Pilsen, uma dama da sociedade, sequestrada há quinze meses, apesar do marido ter pago o resgate pedido , nunca mais apareceu. Para os parentes e amigos e até para a polícia, Alice teria sido assassinada pelos seus sequestradores.
Mas um fato novo iria mudar todo este panorama e o destino da infeliz Alice.

Uma série de assaltos à bancos, com muitas vítimas fatais, obrigou as forças policiais a invadirem a favela do Gato Pingado. O bando do famigerado Cara Cortada, em confronte com os homens da lei, foi praticamente dizimada. Todos os esconderijos do bandido foram tomados, inclusive a famosa fortaleza do meliante.
Lá os policiais encontraram grande quantidade de drogas, armas e munições, mas o que mais chamou a atenção de todos, foi encontrar, escondida sob a cama do quarto maior da casa, uma mulher branca, tremendo de medo, a amante do bandido.

Levada para interrogatório, não foi possível sua identificação, conhecida na comunidade como Branca, a mulher de Tião. Nem ela própria, sabia seu nome verdadeiro e como foi parar na favela. Isso chamou a curiosidade das autoridades e da mídia. “ Mulher branca, sem memória, prisioneira de bandido morto pela polícia, na favela do Gato Pingado”
Mas tão logo, sua fotografia apareceu nos jornais e ela apareceu na televisão, sua identificação, para assombros de todos, foi possível.
Alice Pilsen, sequestrada há quinze meses e dada como morta, voltou à vida. Mas ela nunca mais recuperou a memória e os quinze meses que passou longe de casa, continua até hoje em absoluta, incógnita para todos, menos para dois mulatos, dois traficantes de grande influencia no mundo do crime, Bira e Fuinha. Na verdade Alice, também tem lembranças do tempo que passou como amante do Cara Cortada e de todas as deliciosas noites na cama do gigante negro e do enorme pênis do homem, mas isso tem de continuar bem escondida em suas lembranças.

- Veja só, Bira! É a nossa mulher tarada por pica! A filha de uma égua não morreu como pensávamos.
- Tens razão, Fuinha, é ela mesma. A piranha safada gostava de mamar uma piroca como ninguém. Sabe de uma coisa cara, estou com saudades daquele rabo e daquela boquinha. Talvez a gente possa trazê-la novamente, para passar uma temporada na nossa casa. Agora temos condições de lhe dar todo o conforte que a vadia merece.
- Vamos pensar com calma no assunto, Fuinha. Talvez a gente possa arrancar do corno do marido da putinha, mais alguns milhões, como da primeira vez.

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:21 de outubro de 2016 18:32

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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