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Do fundo do baú

O hediondo estupro de Katia


katia tem quatorze anos é uma bela adolescente, inteligente e simpática que cultiva a amizade de todos que a conhecem. Tem um corpo cheio de curvas, que chama atenção da rapaziada, principalmente pela bunda empinadinha e pelos seios, que apesar de volumosos, dispensam o uso de sutiã, pois são firmes.
A despeito de ajuizada se sente vaidosa por saber que seu jovem corpinho desperta a cobiça dos garotos e até de caras mais velhos e isso é mais evidente, quando usa uma blusa justa e os mamilos parecem querer romper o fino tecido e quando veste uma saia muito curta e as magníficos coxas se mostram em toda sua pujança, encantando a todos.
Está é a única “falha” no caráter da mocinha que se mantem casta e Ricardo, seu namorado, apesar de muito tentar só conseguiu umas apalpadas nos seios e assim mesmo, só por cima da blusa.
Katia é a mais nova de seus irmãos, três rapazes e duas moças. Todos residem capital e apenas ela e Ernesto, dois anos mais velho, moram com os pais na pequena cidade no sul do país.

Antonio e Miguel, desde que se formaram em economia, foram para a capital e levaram com eles Helena, que é gerente de um banco de porte médio. Os três moram num belo apartamento num condomínio de luxo.
Tanto Ernesto como Katia já tiveram oportunidades de passar uns dias com os irmãos mais velhos na capital. Entretanto Ernesto não gosta de ficar com os irmãos, apesar do luxo que eles vivem. Já Katia, ao contrario do irmão, não perde uma oportunidade de visitar os manos na capital. Ela questiona Ernesto da razão dele não gostar de visitar os irmãos.

- Sabes o que é maninha... eu tenho a minha garota aqui e sabes que sou apaixonado por Ruth e não gosto de ficar longe dela. Mas também não aprecio o modo de Antonio, Miguel e Helena viverem. Eles gostam muito de farras e eu não sou deste tipo. Helena até leva o namorado para dormir no seu quarto e os manos nada dizem a respeito. Eles costumam patrocinar festas e quase sempre o apartamento está cheio de gente estranha, bebendo e dançando até a madrugada.

- Minha nossa, Ernesto... como você é quadrado! Pois fique sabendo que eu gosto de tudo isso e nestas férias de fim de ano, vou para na casa dos manos.
- Tome cuidado Katia, não se deixe levar pelo estilo de vida deles. Você pensa que é muito esperta, mas na verdade não passas de uma bobinha.

Katia sabia que Ernesto tinha uma certa dose de razão. Ela mesmo não apreciava muito do modo um pouco “louco” de Helena, Antonio e Miguel, mas ser paparicada pelos manos, que a enchiam de presentes e a levavam a conhecer muitas atrações da cidade grande, a fazia esquecer estas esquisitices do manos.

Ernesto se mostrou ser um grande safadinho. Se dizia preocupar com ela ir para a casa dos irmãos, mas foi ele, o falso moralista, que a decepcionou.

Ambos foram ao aniversário de Ruth, sua namorada, no sitio da família dela. Katia, pela primeira vez na vida, abusou um pouco de bebida alcóolica. Na volta para casa, pouco depois das 2 horas, no carro de Ernesto, ela adormeceu no banco do carona.

Já em casa, ele estacionou o veículo na garagem e pensou em acordá-la, mas a viu tão à vontade, que decidiu inclinar o banco, o posicionando quase na horizontal e a deixar dormir ali mesmo. Seria melhor ela curtir a bebedeira no carro, do que a levar para dentro da casa e seus pais descobrirem que sua caçula estava de porre.
Ficou ali, ao lado dela, a vendo tão linda, com as coxas totalmente amostra e os mamilos querendo furar a blusa. Ele, que também tinha bebido bastante, apagou as lâmpadas da garagem e acendeu a luz interna do carro e ficou olhando Katia em toda sua sensualidade inocente.
Levado por um impulso, que não soube explicar, com muito cuidado, desabotoou todos os botões da blusa da irmã e a afastou para os lados. Fascinado com a beleza dos seios e dos mamilos róseos, não conseguia desviar o olhar daquelas maravilhas.
A respiração dela fazia os seios se mexerem suavemente e Ernesto aproximou seus dedos e rolou entre eles os salientes mamilos. Muito lentamente foi baixando a sainha até o meio das coxas e logo depois a calcinha rosa e rendada seguir o mesmo caminho.

Katia, toda exposta aos olhos de Ernesto, não sentiu o irmão se colocar entre suas coxas e só ficou um pouco incomodada, quando a boca faminta dele, começou a chupar sua grutinha.

Enlouquecido pelo desejo, esqueceu que era Katia, sua irmã de apenas quatorze anos que ele estava abusando covardemente, com a jovenzinha sob efeito do álcool ingerido, se encontrava adormecida.
Entretanto, as mordidas que dava nos lábios vaginais da irmã, causavam fortes dores na indefesa moça e aos poucos ela foi acordando. A princípio não atinou o que estava acontecendo e automaticamente levou os braços para as coxas, então suas mãos encontraram a cabeça de Ernesto no meio delas.

Entendeu o que estava acontecendo e perplexa segurou os cabelos do irmão, na tentativa de o afastar. Tolhida no pequeno espaço e com os braços de Ernesto a envolvendo pela cintura, não logrou êxito.
-Você está maluco, Ernesto? Me solte pelo amor de Deus! Vou contar para mãe e pai.... pare... pare! Você está me machucando”
A devorando com a boca, ele não atendeu o desesperado apelo da irmã, ao contrário, parece que isso o incentivou anda mais e a boca faminta passou a percorrer toda extensão da grutinha e indo até o acesso do ânus, o lambendo com a ponta da língua.

Katia, aterrorizada e incapaz de tirar o irmão do meio de suas coxas, chorando, passou a dar socos nas costas dele e a puxar com força os seus cabelos. Gritou por socorro e mesmo não sabendo onde estava, passou a pedir ajuda da mãe e do pai. Pelos vidros, viu tudo escuro fora do veículo e apenas uma fraca luz no teto do carro iluminava as costas e a cabeça de Ernesto.
Vu que estava nua e ficou assombrada com a loucura dele em a despir e a atacar de maneira tão vil.

- Ernesto, pare com isso... sabes que eu sou virgem! Não me estupre, louco de merda! Eu quero ir para casa!!!!

Ele escutou o desesperado pedido da irmã e pela primeira vez levantou a cabeça, fixou o olhar em Katia e com o rosto umedecido pelos fluidos de dela, procurou a tranquilizar.
- Maninha querida... fique tranquila. Eu não vou tirar o teu cabaço. Vou somente lamber a tua deliciosa bucetinha... é somente isso. Fique sossegada e você até vai gostar...querida.
- Nojento, safado!!! Não vou gostar de merda nenhuma! Pelo amor de Deus, me leve para casa. Eu juro que não vou contar nada, se você me levar para casa.
- Já estamos em casa, Katia... na nossa garagem.
Ao saber que estavam na garagem de casa, Katia passou a gritar com novo alento, chamando pelos pais.
Ernesto sabia que com o carro fechado e com a porta de acesso à casa fechada, os pais, dormindo no quarto, no segundo pavimento, não escutaria os apelos dela e então voltou ao sexo oral.

Katia rouca de tanto gritar e exausta, ficou apenas soluçando, com o irmão alucinado a devorando sem cessar. Ele agora tinha ente os lábios o clitóris, o chupando como se fosse um sorvete e a ponta de um dedo se movia dentro de seu anel anal.

Katia o sentiu abusando dela desta maneira tão abominável foi ficando mais calma e agora as mãos apenas repousam na cabeça dele, não mais puxando os cabelos.

Algo extraordinário estava acontecendo com Katia. Seu clitóris sendo chupado pelo irmão e o dedo dele se movendo no seu bumbum, a foi excitando de um modo, que a envergonhou. Como podia sentir prazer com Ernesto abusando dela?
Mas era isso que estava acontecendo e vinte minutos depois, o endiabrado irmão, a tinha levado a inúmeros orgasmos, os primeiros em sua curta vida. Ela gemia de prazer e suas mãos na cabeça de Ernesto, a impelia ainda mais para dela de suas coxas.

Ele percebeu que Katia estava tomada por intenso prazer e sem mesmo saber o que estava fazendo, arriou as calças e a cueca e escorregou seu corço para cima da irmã.
Foi aquela merda tremenda; Katia ao sentir entre os lábios de sua grutinha o toque da cabeça do pau de Ernesto, pedindo licença para a penetrar, ficou apavorada e o choque a tirou da apatia que se encontrava. Com a adrenalina a mil, começou a “berrar” como uma louca e o empurrou de cima dela.

Ernesto ficou assustado, pois a irmã não parava de gritar, mesmo depois que ele foi para o banco do motorista, cessando de a tocar. Então foi ele que caiu no choro; vendo sua irmãzinha em choque, gritando histericamente, voltou a si de sua loucura. Ele a vestiu e abraçou, implorando que Katia o perdoasse.
Aos poucos a garota foi se acalmando e por muito tempo ficaram abraçados no carro, apenas soluçando, ambos já refeitos daqueles quarenta minutos de total insensatez, de frenesi. Ernesto por a forçar e ela por quase desfalecer de tanto gozar com a boca e os dedos do mano dentro de suas genitálias.
- Mana, eu lhe imploro... não conte nada para os nossos pais. Eu agi sob o efeito da bebida e a vendo aí toda exposta, não pude resistir.

- Tudo bem Ernesto, não vou falar nada. Eu também me sinto culpada; primeiro por ter bebido c ficado totalmente embriagada. Se papai e mamãe ficarem sabendo disso, vão me deixar de castigo para o resto do ano. Depois, quando acordei e vi você com a boca na minha.... lá embaixo, fiquei muito apavorada, mas depois não consegui me controlar e experimentei coisas estranhas dentro de mim, uma sensação de prazer tão grande que...minha nossa, não sei o que foi aquilo!
- Por todos os santos, mana, eu percebi que você gozou... teve muitos orgasmos.
- Cale esta boca Ernesto... estou envergonhada; você é meu irmão e não devíamos fazer estas coisas e pior de tudo foi que você tentou enfiar esta tua pica dentro de mim. Não sabes que sou virgem, merdinha?

Katia e Ernesto continuaram dentro do carro e apesar de inibida, ela quis saber do irmão se ele fazia estas coisas com sua namorada. Ele disse que sim. Mas só com a boca e os dedos, pois também ela é virgem.
- Ela fica como eu fiquei?
- Não como você, Katia.... ela goza, mas você ficou doidona e teve múltiplos orgasmos.
- Que vergonha mano... não quero saber de mais nada. Vamos dormir, que o dia já está quase amanhecendo.

XXXXXXXXXXXX

Katia subiu as escadas nas pontas dos pés, pois ao contrário do irmão, seu quarto fica no segundo pavimento, ao lado do quarto dos pais. A claridade do dia surgia no horizonte e ela não queria acordá-los, com o coração quase saindo pela boca de tanto medo. Seria uma merda, se eles a vissem chegando àquela hora e ainda por cima cheirando a bebida e com a roupa toda desalinhada.
Tomou um demorado banho e lavou sua calcinha, pois ela estava úmida com os seus próprios fluídos. Apesar de exausta, não conseguia dormir. Não saia de sua cabeça a lembrança do irmão fazendo sexo oral nela e com isso ficou excitada novamente. Finalmente adormeceu, com as mãos entre suas coxas.
Acordou sobressaltada, com a mãe ao seu lado a chamando.
- Acorda malandrinha! São quase meio-dia... por acaso queres passar o domingo na cama? Que horas vocês chegaram em casa?
- Em tono das duas horas.
- Mentirosa... seu irmão disse que foi as três e ele também está com mentiras. Eu fiquei acordando até as quatro horas e vocês anda não tinham chegado!
- Que isso não se repita, garota. Você não tem idade para passar a noite na farra.
- Desculpe, mamãe..., mas a festinha estava tão gostosa que esquecemos da hora.

Nos dias seguintes, apesar do ocorrido na garagem, Katia e Ernesto se tornaram mais amigos, pois agora tinham um segredo para compartilhar, um incestuoso segredo. Queriam aparentar naturalidade, todavia nem ela e nem ele conseguiam esquecer aqueles momentos. Katia, na sua cama, se excitava relembrando a boca do irmão tocando sua grutinha.

XXXXXXXXXXXX

Três semanas depois, a namorada de Ernesto, o convidou para passar o fim se semana no sitio de sua família.
- Ruth, eu posso levar minha irmã?
- Lógico que sim, querido! Sua irmã é uma gracinha e todos gostam muito dela.

Às quinze horas da sexta-feira, os irmãos levando suas maletas, pegaram a estrada. A meio caminho pararam num posto para reabastecer. Aproveitaram para fazer um lanche. Sentados numa mesa no acanhado salão da lanchonete, os dois jovens eram observados por um ruidoso bando de homens, mais de quinze, que bebiam sentados nos bancos em torno do balcão, servidos por um balconista, que também não tirava os olhos do casal, principalmente de Katia, que como sempre, chamava atenção para o seu rosto e corpo, coberto pelas suas exíguas roupinhas.
- Mano, acho melhor a gente ir embora... não estou gostando nada dos olhares destes caras.
- Fique calma Katia são apenas caminhoneiros, gente rude, não acostumados a ver garota tão linda como você.
O suco de laranja que pediram ao balconista, apesar de bem gelado estava com um gosto estranho, mas assim mesmo ele beberam. Prudente, Ernesto pretendia sair logo daquele lugar, um pressentimento que algo sinistro estava por acontecer a eles.

XXXXXXXXXXXX

Katia acordou se sentindo muito mal. Sua cabeça latejava e não podia ver nada, tudo escuro à sua volta. Ouvia vozes, muitas vozes ao seu redor. Então pode perceber que sua cabeça estava coberta por uma espécie de capuz e assustada levou as mãos para o retirar e em pânico percebeu que a boca daquela coisa contornava seu pescoço e estava fechada por muitas voltas de uma corda qualquer e ela por mais que tentasse não conseguia retirar o capuz de sua cabeça. Porem o mais apavorante é que estava totalmente nua e em lugar a descoberto, pois percebia o vento bater em seu corpo.
Aterrorizada, gritou chamando seu irmão. Em reposta, muitas gargalhadas de homens. Uma mão, que sentiu ser grosseira, agarrou com força o seio direito e ela gritou histérica procurando se afastar do homem que a tocava.
Um forte empurrão em suas costas a derrubou e no chão úmido sentiu a maciez de grama. Os seus gritos de pavor eram abafados pelo grosso capuz em sua cabeça. Pés vestindo sapatos ou botas, apoiados em seu ventre faziam forte pressão e Katia sentiu dor.
Mas o horror dos horrores estava por acontecer. Muitas mãos, segurando seus braços e pernas a levantaram do chão, puxando seus membros em direção opostas, como se pretendessem os arrancar do corpo. Dedos, dezenas de dedos, invadiam seu ânus e vagina, disputando entre eles a primazia em a penetrar.
Bocas mordiam cada pedacinho de seu corpo, deixando doloridas mordidas nos seios, ventre, ombro, bunda e coxas. Katia estava suspensa no ar, segura por muitas mãos, numa disputa feroz pelo seu corpo. Pelo alarido que faziam, devia ser muitos os homens que a brutalizavam.
Lhe veio à mente os caras bebendo em torno do balcão da lanchonete e a devorando com os olhos. Deviam ser eles, os seus algozes.
O que fizeram com Ernesto?
Mas a garota não pode continuar com seus devaneios. Apavorada, notou que o dedo enterrado em sua bunda foi substituído por algo muito mais grosso e isso a fez berrar de dor. Um membro, duro como aço, estava sendo enterrado em seu estreito canal anal. Ainda suspenso no ar por “mil” mãos, outro membro encostar em sua buceta e de um só golpe a penetrar.
Katia sentiu que as paredes de sua grutinha estavam sendo dilaceradas e não suportando o sofrimento, perdeu os sentidos. Mas para sua infelicidade, voltou a si em instantes para sentir dois paus se movimentando em ritmos descompassados em seus orifícios, numa cruel dupla penetração.
Não podia saber como, mas agora estava de ponta-cabeça, com os braços tocando a relva úmida. Eles a seguravam pela cintura e coxas a mantendo suspensa enquanto a estuprava.
Muita confusão ao seu redor e de súbito os dois caralhos invasores saíram de dentro dela, que tombou violentamente e ali mesmo, estirada na grama, mãos a seguraram pelos tornozelos, separando suas coxas e um outro membro a penetrou com violência ainda maior, secundado por outro, no ânus. Esta nova dupla penetração a fez perder a consciência e desta vez por longo tempo, entremeado por curtos momentos de lucidez em que sentia que os monstros continuavam se revezando no hediondo estupro coletivo, que não acabava nunca.

Horas mais tarde, sentindo horríveis dores por todo corpo, Katia pode perceber que estava pendurava pelos tornozelos, não mais pelas mãos dos seus estupradores, mas por cordas, que a sustentavam com as coxas bastante separadas.
Não percebia a presença dos homens, somente as muitas vozes deles se distanciando de onde estava. Percebia que continuava em campo aberto, pois forte chuvarada a açoitava. Foram muitas horas, com o flagelado corpinho exposto ao frio. Entretanto a água a fustigando lhe trouxe um certo alivio, minorando a dor que a martirizava.

Katia, pendurada naquela dolorosa posição, intercalando momentos de lucidez com os de apagões em sua mente, sabia que devia estar num lugar esmo qualquer, alertada pelos cantos dos pássaros e outros sons de alguma região florestal.
Eles a tinham deixado ali para morrer e ela desejava que isso não demorasse, pois, seu sofrimento era atroz. No meio de seu martírio, pode escutar passos que se aproximavam, esmagando a folhagem ao seu pisar.
- Cruz credo, Bento... a garota ainda se mexe! Eu imaginava que ela já estivesse mortinha da silva!
- Deixe ela aí, pois não deve durar muito tempo mais. Coloque o moleque junto daquela árvore e vamos dar no pé.

- Não mesmo... já que a putinha ainda respira, vou dar uma última trepada.
- Tudo bem, então vou comer o cu do irmão dela mais uma vez; porem vai ser tudo numa rapidinha. O pessoal está esperando a gente lá na lanchonete.
Teremos de dar fim no carro dos fedelhos e de tudo que era deles, não podemos deixar nenhuma pista.

Katia, no meio de tudo, ainda pode entender que seu irmão também sofreu vilanias nas mãos dos caminhoneiros e que os dois homens estavam o trazendo para perto dela. Percebeu que ele também fora estuprado pelos homens.
Sentiu que o tal de Bento, com as mãos em volta de sua bunda, penetrou em sua buceta, mas tão insensível estava, que não teve mais dor. As botas do miserável tocavam o capuz que cobria sua cabeça e lhe aplicou um chute que a fez perder os sentidos.

Algum tempo depois, quando despertou, pode sentir que não estava mais com o maldito capuz e a luz da noite lhe fez um bem enorme. Ainda estava pendurara pelos tornozelos e pode ver que se encontrava a dois palmos do chão, da grama rala, com muitas folhas mortas em torno. Com os braços tocando a grama, pode girar um pouco o corpo e então, horrorizada viu o corpo de Ernesto a dois metros dela. Ele estava nu, deitado de bruços. Com braços e pernas presos por grossas cortas. O que pode observar com a pouco luz, foi o mano com o corpo coberto por hematomas, com sangue seco em torno.
Estaria Ernesto morto? Ela não pode perceber nenhum movimento do peito, então ele não respirava mais. Katia não teve mais como ficar lucida e a escuridão a envolve novamente.

- Mana, mana..., acorde!

Katia escutava a voz do irmão bem pertinho dela e imaginou que estivesse sonhando, porém não era sonho, Ernesto a chamava realmente, com o rosto quase tocando as mãos caídas dela.
Ele conseguiu rolar o corpo e ficar pertinho da irmã, mas não podia fazer mais nada, todo manietado como estava e observou que Katia estava pendurada por grossas cordas que a prendiam pelos tornozelos, a dois galhos de arvores, separados uns três metros um do outro e isso a obrigada a ficar com as coxas bastante separadas.


Os dois sentados numa mesinha no canto da lanchonete tinham bebido os sucos e Katia pediu ao irmão para irem embora, pois estava muito assustada com os atrevidos olhares dirigidos ao seu corpo.
Ernesto já tinha observado o fato e até escutado alguns rudes gracejos dirigidos a irmã. Foi até o balcão para pagar a conta, pois era o melhor a fazer era saírem logo dali. Ao pedir a conta ao balconista foi surpreendido pela reposta do homem.
- A conta é por nossa conta, minha e de meus amigos. Tudo gentileza nossa, pois não é todo dia que meu estabelecimento recebe clientes tão especiais como você dois.
Um cara abrutalhado, fedendo a álcool, segurou o braço de Ernesto, pegou o dinheiro de sua mão e o colocou no bolso de trás da calça do jovem e, na maior imbecilidade do mundo, apalpou a bunda de Ernesto.
- Que é isso? Você está bêbado, idiota de merda!
A reação instintiva de Ernesto foi xingar o homem e se virar para desferir um soco no cara. Entretanto se viu esmagado contra o balcão pelo peso do brutamonte, duas vezes mais pesado que ele.
Ernesto se viu cercado por muitos outros e um par de mãos, se intrometeu no meio de sua bunda e uma voz grossa ao seu lado, comentar:
- Pessoal, hoje vamos comer o rabo de garoto da cidade e da gostozinha ali.
Ernesto a base de pescoções e empurrões, foi sendo levado para os fundos da lanchonete, por muitos homens. Pode ver Katia, desmaiada, sendo levada por um bando deles, para a mesma saída.
Foi jogado com violência sobre o terreno de areia grossa, que circundava o local. A uns cem metros, pode ver enormes árvores, indicando uma mata e o mais aterrorizador, cerca de dez homens se dirigiam para lá, levando nos ombros de um deles sua irmãzinha. Ela estava nua e aparentava estar inconsciente. De um salto, se levantou e tentou disparar em direção da canalhada. Foi atingido por um murro em sua cabeça e rolou aturdido na terra.
- Onde tu vai branquelo, com tanta pressa? Hoje tu será a nossa putinha!
Eram cinco rudes homes ao seu redor e recebendo socos e chutes, foi sendo levado para uma construção de madeira, provavelmente um depósito da lanchonete.
- Tire a roupa, fique peladão e se deite com o rabo pra riba, que hoje vamos encher o teu cu de leitinho.
Ernesto, revoltado com tanta covardia, então decidiu que só morto, faria o que pediam e valentemente atacou o homem a sua frente, com um soco.
O sujeito nem se abalou com isso e sua reação foi dar uma enorme gargalhada e em seguida, com a mão aberta, desferir um potente tabefe na nuca do rapaz.
Aquilo foi a senha para o massacre do corpo de Ernesto. Com socos, chutes e tapas, eles tiraram toda a sua roupa, até os sapatos do rapaz.
Berrando como um animal ferido, Seguro pelas pernas, se viu sendo sodomizado por um dos homens. Tinha a impressão que um ferro em brasa estava sendo enterrado em seu cu. O sujeito fazia o pau entrar e sair com rapidez do canal anal do desesperado jovem. Com uma violenta mordida no ombro de Ernesto, ele gozou e logo foi substituído por um outro.
Durante o resto do dia e grande parte da noite, o quinteto se revezou no cruel estupro de Ernesto, enquanto bebiam e comiam uma gororoba qualquer.
Quando tentou evitar que usassem sua boca como mais uma via para ser penetrada, foi horrivelmente espancado e semi inconsciente, foi forçado a engolir muita porra.
No dia seguinte, amarrado a uma pilastra no depósito, notou que eles se revezavam, uns saiam e outros chegavam. Foi na troca de conversa entre dois deles, que Ernesto soube do acontecido com sua irmã.
- Aquela putinha, irmã deste viado e uma delícia! A rapaziada não se cansa de preencher o cu, a buceta e a boca da vadia. Betão pediu que a gente fique mais um ou dois dias com eles e depois iremos desovar os dois lá para o lado da Gruta do Inferno. Ninguém anda naquelas bandas, a não ser a gente.
- Betão está certo. Não podemos correr o risco destes carinhas dedurar a gente para os homens.... é melhor dar cabo deles.
- Você, Lula, diga a verdade.... gostou mais da garota ou deste aqui?
- Eu já me fartei de foder os dois, mas o rabo deste puto aqui é uma delícia.
- Bom, se é assim, antes de retornar para o resto do pessoal, que está comendo a garota, vou emrabar o carinha e ver se é como você diz.

XXXX

Ele atado de mãos e pés, despertou e desde que foram capturados pode rever a irmã e com muitos ferimentos pelo corpo todo. Ela estava nua e gemia, mas pode ver o irmão ao seu lado. Pressentindo que para os dois não havia saída.

Foi isso que realmente aconteceu. Katia e Ernesto sumiram como por encanto da face da terra e apesar das buscas pelos irmãos se estenderem por muito tempo, nem o carro deles foi encontrado.
Cinco anos mais tarde, um grupo de excursionistas, se deparou com um macabro achado. Os ossos de duas pessoas, parcialmente encobertos pela folhagem da floresta. Exames de DNA, demonstraram que eram os irmãos, Katia e Ernesto, desaparecidos há muitos anos.

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:12 de maio de 2018 16:18

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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