Conto Erotico | Historia Erótica

Publique seu texto gratuitamente!

Autores mais lidos
Loja História-Erótica
Conto erótico no isntagram
conto erotico no youtube
conto erotico no tumblr
Imagens Eróticas
Do fundo do baú

O LIBERTINO E A NINFETA



Sinopse: Um solitário professor, apaixonado por uma aluna a estupra e agora tenta por todos os meios se livrar das consequências de seu ato.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Não consegue tirar de seus sonhos esta coisa maluca que teima em o assombrar. Sabe que é errado e que tem de lutar com todas as forças contra este desejo insano enraizado nas profundezas dos seus mais íntimos pensamentos. Mas quem não peca em pensamentos?
Tem quarenta e dois anos, mora num apartamento com os seus livros. Professor de escola particular, um pouco acima do peso, que nunca conseguiu se relacionar com mulheres, salvo algumas prostitutas, porém estas não contam. Todos que o conhecem o acham um cara boa praça, bom vizinho, bom professor e assim por diante. Mas não passa disso. Professor simpático para as alunas, que sempre está disposto a ajuda-las quando não tiram boas notas, principalmente ser forem meninas bonitas.
Professor bonzinho que lida diariamente com 23 alunas entre 14 e 16 anos, numa escola só para meninas. Professor que tem de fingir não ver as calcinhas de suas alunas, que relaxadas ou inocentes, ignoram que ele não é só professor, mas um homem também.
Um homem que no recanto de sua casa, sonha que está fodendo algumas de suas jovens alunas. As que mais se mostram para ele, são as da primeira fila de carteiras. Se elas fazem isso de proposito ou não, ele não sabe. Mas o certo é que quando chega em casa, vai direito para o banheiro se masturbar, imaginando estar comendo a bunda de Martinha ou de Irene ou então de Stella, ou então as bucetinhas gordinhas e sem nenhum pelo de suas alunas preferidas. Ele tem seus sonhos eróticos com elas. De todas a que mais deixa o professor louco de tesão é a Irene.
A garotinha, tem certeza, se mostra a ele de propósito, só por zombaria. Com a micro calcinha encaixada em suas intimidades, ela abre e fecha as coxas, com aquele risinho maroto entre os lábios, se fingindo de inocente. Irene é uma ninfeta bem novinha, a mais gostosa de suas alunas e com quem ele mais ambiciona, a desejando em seus sonhos eróticos.

De tanto as desejar, parece que o céu ou o inferno resolveu o premiar, trazendo o pecado a sua porta. À noite, depois do jantar, revisando algumas provas de “suas” meninas, o telefone toca, já passando das 20 horas.
- Professor Afonso... desculpe de ligar a esta hora. Meu nome é Eduarda e sou a tia de uma de suas alunas, a Irene. Ela mora comigo, pois os pais, divorciados, moram em outra cidade. Mas o caso é que Irene não gosta muito de estudar e suas notas estão vindo baixas, como o senhor deve saber.
- Tens razão dona Eduarda, eu me esforço, mas sua menina não presta atenção em minhas aulas.
- Pois é professor, eu tenho boas referências do senhor e é por esta razão que estou lhe pedindo um grande favor. Peço que dê aulas de reforço para ela. Eu pago o que o senhor pedir, só quero que minha garota, não repita o ano letivo. Sei que o senhor não dá aulas nas tardes de terça e quinta, então se for possível poderia ser nestes dias. Eu resido na mesma rua onde moras e Irene poderia ir até sua casa, sem nenhum problema.

Ele estava pronto para recusar, pois nunca foi do seu feitio dar aulas particulares e agravado que nestes dias costuma preparar as aulas para o cursinho preparatório que ministra no período noturno. Porém ao saber que as aulas requeridas seriam em seu apartamento, concordou de saída, nem se preocupando em saber o quanto a tia da garota pagaria.

Irene, de todas suas alunas, era a que mais se mostrava e para quem ele mais premiava com suas punhetas. Ele pecou muitas vezes por pensamentos, mas agora o pecado batia em sua porta.
O que fazer? Resistir ou se atirar de cabeça, sem ligar para as consequências?
Duas tardes inteiras, só ele e a ninfeta safadinha, no seu apartamento...isso era bem acima de tudo que tinha imaginado.
Dois dias depois, recebe a visita de Eduarda em casa. Pelo telefone a imaginou uma mulher ainda jovem, pois tinha voz suave e clara. Mas se equivocou completamente. A tia de Irene é uma senhora com mais de sessenta anos, que anda com dificuldade, apoiada numa muleta. Foi muito fácil as tratativas para que a sobrinha recebesse o reforço dos estudos solicitado. Foi o professor que estabeleceu as regras e a mulher não se opôs a nada.
Irene viria todas as terças e quintas e as aulas seriam das 14 às 18 horas e durariam até próximo as provas de final de ano. Não foi estabelecido um valor por aula, mas para o período até as provas finais, e a mulher aceitou tudo sem pestanejar. Afinal de contas Eduardo é um professor respeitado e bem visto por todos e com ótimas referências.

Na terça da semana seguinte, no horário combinado, Irene, com sua pasta escolar chegou em seu apartamento. A garota vestia uma saia bem curtinha, deixando metade das roliças coxas a descoberto. Pelo visto ela pretendia “infernizar” a vida de seu professor, tal qual fazia em sala de aula. Mas o que ela não imaginava em sua cabecinha oca o perigo que isso representava.
Irene, apesar de toda sua “Saliência” não passava de uma fedelha, num esplêndido corpinho, um pouco acima do peso, mas isso só a fazia ser mais “apetitosa”, na visão do libertino professor.

Eduardo teve muito tempo para preparar o seu apartamento para receber o objeto de seus desejos... digo... para receber sua aluna. Lá seria o seu cantinho, onde ele desfrutaria todas as delícias da garota, disto não tinha nenhuma dúvida.

Uma mini sala de aula, com uma pequena lousa, uma escrivaninha para o ‘professor” e o mais importante, a cadeira com estofamento de vinil e com prancheta fixa, tipo universitária, que seria usada por Irene. Quando ela se sentasse, ele teria visão frontal de toda ela. No canto, um sofá e uma mesinha com tampo de mármore. Na copa ao lado, em sua geladeira, diversos frascos com uma mistura de drogas de diversas espécies de boa-noite-cinderela, especialmente preparada por ele. Cada qual com dosagens diferentes, desde as mais ativas, que deixariam Irene drogada por algumas horas e as mais suaves, que apenas a deixariam atordoadas. Ele pretendia usar isso na garota, dissolvida em vinho ou licor.
Ele tinha estudado muito a respeito de como preparar o BNC, usando drogas com efeitos calmantes, anestésicos e alucinógenos, que em diferentes proporções podiam dopar a jovem de maneiras distintas.

No primeiro dia de aula, quando ela se sentou e como sempre bem relaxada, com as pernas cruzadas, deixou à mostra a totalidade de suas maravilhosas coxas. Ele agindo como um atencioso professor a enche de problemas matemáticos para ela resolver e a orienta quando encontra dificuldades. A menina gostou das dicas e sem notar foi encontrando as soluções. Na verdade, ele a induziu a encontrar as respostas certas. Irene cruzava e descruzava as coxas, cansada de estar na mesma posição. Quarenta minutos depois, a garotinha pediu para descansar um pouco.

- Professor Afonso, eu estou cansada. Quero descansar um pouco e ir ao banheiro. Ele concordou e lhe disse que teriam um “recreio” de vinte minutos e lhe indicou o banheiro do apartamento. Irene foi rápida e demorou para retornar. Pelo visto achou que estava cagando. Mas isso ele só saberia à noite, quando ligasse o vídeo. Já era hora de colocar em pratica tudo o que tinha preparado para a sua futura mulherinha.
No banheiro tinha instalado três mínis filmadoras, estrategicamente posicionadas, de modo que pudesse apreciar Irene lá dentro.
Quando voltou, lhe ofereceu um lanche e ela aceitou. Foram para a copa e ela gulosa, comeu quase a metade da pizza e do copo de laranjada. Logo depois a convidou para retornarem ao escritório.

- Puxa professor Afonso, dê mais um tempinho, estou cansada!
- Irene, vá se sentar no sofá e descanse um pouco, depois vamos retornar aos estudos.
Ela se recostou no estofamento convidativo e nem cinco minutos depois, Irene estava dormindo profundamente, tal como tinha planejado. Sabia que ficaria sob efeito do narcótico por pelos menos duas horas.

Não perdeu tempo. A posicionou recostada no sofá, com os pés apoiados no chão e sem nenhuma dificuldade tirou a saia e a blusa. Sutiã ela não usava. A calcinha rosa foi se juntar as roupinhas dela.
Separou bastante as coxas de Irene e ficou ajoelhado no chão, admirando a maravilha do corpinho da garota.
É difícil descreve-la. A menina de quase quinze anos, estava ali, a sua inteira disposição, com longos cabelos ruivos num rostinho de boneca com lábios carnudos, seios bem desenvolvidos, mas firmes, aréolas numa coloração levemente acinzentada e mamilos pontudos, eretos.
Mas o que mais o deslumbrou foi a buceta de irene. Tinha afastado suas coxas ao máximo e com as nádegas apoiadas na beirada do sofá, a via toda abertinha para ele. Irene é uma adolescente um pouquinho acima do peso, com coxas roliças, sem nenhum sinal de celulite.
No monte de vênus proeminente, uns raros pelinhos. Os grandes e pequenos lábios, escondem a fenda da vagina, mas Eduardo queria a examinar como se fosse um ginecologista e para isso usou um afastador vaginal, adquirido clandestinamente.

Pode ver o interior da bucetinha de Irene. A uretra, o pequeno clitóris e a membrana de sua virgindade, o hímen. Ele a examinei com muita atenção e o pau duro padeceu preso pela cueca e pela calca.
Tremendo de excitação, se despiu em questão de segundos. Tirou o afastador e no lugar dele colocou a cabeça babada do pênis. Com o auxílio das mãos, posicionou o seu esfomeado caralho entre os pequenos lábios e foi empurrando caverna a dentro. Sentiu o portão fechado e não avançou mais. Queria gozar na sua garotinha, mais não pretendia tirar sua virgindade.
Teve de usar tremenda força de vontade para se segurar. Quando sentiu quer iria ejacular, tirou o bichão fora e inundou a barriga de Irene com o seu gozo. Que delícia! Ele gritou alto.
Colocou todo o seu peso sobre ela e ficou num vai e vem entre as coxas dela, mas com o pau na barriga, num mar de esperma se espalhando no ventre da garotinha e no seu. Não deu três minutos, podem não acreditar, ele a inundou com mais porra.

Que pena que Irene estava dopada. Queria sentir os seus gemidos de prazer. Mas sabia que isso era totalmente impossível. Ela seria sua durante alguns meses, mas não podia tomar conhecimento disso, seria o fim para o professor bonzinho.

Mas neste primeiro dia, Eduardo ainda não estava satisfeito. Levou Irene para o quarto, a colocando nua sobre a cama e durante quase trintas minutos a filmou em todas as poses, com prioridade para a buceta e o cu.

Mas a vendo ali, toda aberta a sua disposição, ele fez uma das coisas que imaginou não faria neste primeiro dia.… sexo oral. Foi uma tentação irresistível, Irene com aquele rostinho de anjo e os lábios carnudos entreabertos, era uma tentação diabólica.

Pelos seus cálculos, Irene demoraria aproximadamente uma hora para despertar. Então teria tenho suficiente para brincar um pouco mais com a sua bela adormecida.
Lambuzou dois dedos da porra sobre seu ventre e os limpou entre os lábios dela. Repetiu isso por três vezes, a fazendo provar o seu gozo.
Na quarta, foi diretamente da fonte, com a cabeça do pau esfregando nos lábios levemente separados e foi enfiando todo dentro da boca. Ele gemia enquanto se movimentava fazendo oral em Irene. Quando sentiu que iria ejacular, teve tempo de sair, mas inundou rosto e os cabelos dela com fortes jatos de esperma.

Como o tempo dela despertar próximo, a levou para o banheiro e a colocou dentro da banheira e por alguns minutos a banhou, tirando os vestígios de porra de seu corpo e depois a secou com o máximo cuidado e a vestiu exatamente como estava antes, até a penteou e a fez beber umas gotinhas de água, numa tentativa de evitar que sentisse a gosma em sua boca e se a sentisse, pelo menos seria diluída pela água.

Quando acordou, o professor estava na sala vendo televisão. Ela veio até ele, e bastante confusa, exclamou.
- Minha nossa, professor! Eu dormi... me desculpe. Não sei o que deu em mim! São vinte para as cinco...porque me deixou dormir tanto assim?
- Você estava dormindo, tão profundamente que resolvi não a acordar. Mas ainda temos um tempo para estudar... vamos lá.

Na quinta-feira, sabia que não deveria lhe dar outra dose do BNC, que por ser bastante forte, poderia lhe acarretar efeitos colaterais prejudiciais à sua saúde. Entretanto com tanto tesão no corpo de Irene, não resistiu e uma hora depois de uma ininterrupta aula, percebeu que a garota estava exausta e pediu para descansar. Usou da mesma estratégica anterior. Ofereceu um lanche e ela aceitou. Foram para a copa e ela comeu os salgados e aceitou a laranjada. Prestativo quando a foi servir do suco, muito desastrado, a jarra escapuliu de sua mão e todo o conteúdo emporcalhou sua blusinha e a saia, escorrendo pelas suas pernas de Irene.

Ela sobressaltada com o acontecido se levantou rápido e quase chorando, exclamou num repente:
- Puta merda! Estou toda cagada! Como irei para casa?
Ele lhe pediu mil desculpas, lhe dizendo que a culpa foi toda sua. Pediu que se acalmasse pois tudo podia ser resolvido, sem maiores afobações.
- Não vejo como, professor, olhe o meu estado?
- Irene, vá ao banheiro, tire toda a roupa e se meta no box, pois até o teu cabelo foi atingido. Eu tenho uma máquina que lava e seca e até na hora de ires para tua casa, tuas roupas estarão secas.
Mas o que é que vou vestir, professor, neste meio tempo?

No armário do banheiro, tenho duas toalhas, uma menor que usará para se secar e a maior você vai enrolar no corpo e fazer um saiote. Ele vai ficar tão curto como a tua saia, mas dos ombros para baixo vai te cobrir direitinho. Vou te dar um barbante, que usarás para prender a toalha no teu colo.
- Está bem, vou fazer isso... é a minha salvação.
Irene foi rápido para o banheiro, deixando pelo caminho manchas do suco, que lhe escoria pelas pernas. Até aqui, tudo correndo como planejou. Só espera que continue assim.
Quando Irene entrou no banheiro, correu para o meu o seu quarto e abriu o notebook, as três câmeras instaladas lá, iriam lhe mostrar Irene ao vivo e a cores, tirando suas roupas. Até a calcinha estava suja do suco. Seu pau logo despertou ao ver o delicioso corpo nu da garota. Lógico que o chuveiro, sobre a banheira, iria permitir ver a adolescente tomar o seu banho. Ela demorou bem uns quinzes minutos sob a água que escorria farta. Quando pressentiu que ela estava se preparando para terminar o banho, correu para a porta do banheiro e com a maior cara de pau entrou. Surpresa, ela arregalando os olhos, levou um braço para esconder os seios e um mão para tapar sua xoxotinha.
- Professor! Eu estou nua!!!!
Com a maior calma deste mundo, continuou olhando, como se fosse a coisa mais natural deste mundo.
- Eu sei... é lógico que não irias tomar banho vestida. Eu só vim pegar tuas roupas para as lavar na máquina. Foi até o armário e retirou as duas toalhas. Colocou a maior na bancada e lhe mostrou o barbante para ela usar como suporte para prender a tolha sobre o corpo e só então, lhe entregou toalha pequena para se enxugar.
Ela, afobada a segurou e logo a levou para tapar suas intimidades. A toalha sendo pequena, só a cobria até o umbigo.
- Por favor, saia do banheiro, professor
- Calma minha filha, eu tenho idade para ser seu pai. Não necessita ficar tão nervosa por coisa tão natural.
Enquanto falava, ia pegando calmamente suas roupas jogada no chão, sem deixar de olhar nem por um instante o corpo de Irene. Levando a blusa, a saia e a calcinha rosa, foi saindo, na porta, se virou e a viu saindo da banheira e lhe disse para não ficar tão encabulada, pois para ele a ver nua, era coisa normal e ficou parado a vendo toda envergonhada e ruborizada, ir em direção a bancada e se cobrir com a outra toalha.
- Por favor, professor!
- Tudo bem Irene, estou saindo.
Se fez presente no banheiro por quatro três minutos, a vendo nua. Sua intenção era dar início sua “domesticação”, Ela se acostumar a se mostrar pelada na sua presença. Colocou as roupas na máquina e foi para a sala, aguardar Irene, que demorou bem uns dez minutos. Logicamente, envergonhada por ele a ter visto nua. Quando, titubeante, chegou, estava sentado numa poltrona, lendo calmamente um livro (mentira). a viu envolta na tolha, com o barbante a prendendo ao seu corpo. Como eu calculou, a maior parte das coxas estava a descoberto. Levantou os olhos e a convidou a sentar-se na poltrona ao seu lado. Na mesinha, uma garrafinha de licor e dos copinhos. Sua intenção era lhe despertar a vontade de beber da bebida sem que tivesse de lhe oferecer.
Se serviu de um bom gole e instalou os lábios, como que apreciando a bebida, que realmente era bastante saborosa. Tomou um outro gole e exclamou.
- Saboroso este licor!
Irene ficou olhando a garrafinha de licor e perguntou de que era feito e ele disse que era de anis e ela quis saber o que era anis. Respondeu que é uma planta da família das Apiaceae pertencentes à ordem Apiales, a qual inclui plantas conhecidas como a salsa, a cenoura, o aipó, a erva-doce, o cominho entre outros.
- Que linda cor azul, professor! Posso provar um pouco?
- Pode sim, você vai gostar
Encheu quase até a borda o cálice. Ela provou e disse que era saboroso, mas que era muito forte. Em pouco tempo, bebeu todo o conteúdo. Colocou mais licor no seu cálice, sem ela pedir e sem se opusesse.
Tinha consciência que dois cálices de licor batizado, a deixaria bastante drogada e foi o que aconteceu com a sua garotinha.
Que maravilha, ele estava conduzindo Irene, como queria e a bobinha ia embarcando na sua, sem questionar nada.
- Nossa, Irene, seus cabelos estão bastantes úmidos. Vou ajudar a secá-los para você.
Com as duas mãos espalmadas, começou a friccionar sua nuca, com os dedos. Parece que ela gostou, pois inclinou a cabeça sobre o encosto da poltrona e ficou quietinha. Tinha lido que a nuca e as orelhas são zonas erógenas da mulher, se manipuladas de certa maneira.
Seus dedos passeavam ora suavemente, ora com um pouco mais de pressão. Passeando no alto do crânio, na nuca e indo até as orelhas.
Pode perceber que Irene estava com os olhos fechados, se deliciando com a “massagem”, então foi mais além, até o pescoço, retornava à nuca, as orelhas, ao pescoço, passeando com os dedos e a palma das mãos. Daí até os ombros desnudos. A fase seguinte foi a face, com os dedos, tateando de leve toda ela; olhos, nariz e finalmente, os lábios.
Nesta altura, era o dono dos ombros para cima da menina e aplicou tudo que aprendeu a respeito. A sentiu entregue e foi mais adiante, agora, se intrometendo entre seus lábios. Elas os entreabriu para permitir que os dedos entrassem na parte interna dos lábios e os sentiu molhados com sua saliva e pode perceber sua respiração rápida pela boca. Agora o avanço final. Suas mãos desceram para os ombros, percorrendo rápidas o frontal e num piscar, desceram para os seios, por dentro da toalha, rolando entre os dedos os dois mamilos ao mesmo tempo. A sentiu estremecer e foi só a sua única reação.

A bebida e a técnica de a excitar desta forma, a tinham desarmado. Mas parece que algo dentro da cabecinha de menina despertou quando a toalha se desprendeu e escorregou a deixando exposta da cintura para cima, ela segurou rápida a toalha e voltou a se cobrir.
- Professor! O que está fazendo?
Exclamou Irene, muito assustada com voz entrecortada com dificuldades de falar. já sobre o efeito das drogas.
Foi sentar-se ao seu lado, na mesma poltrona, que mesma sendo larga, ficaram bem apertados. A abraçou pelos ombros e a segurando pelo queixo com a mão espalmada a fez se virar para ele e aparentado a maior sinceridade possível, lhe falou:

- Me desculpe meu bem, mas é que eu a vi nua lá no banheiro e me impressionei com a beleza do teu corpo. Tudo em você é lindo.... teu rosto, teus lábios, seios e coxas. Eu não resisti a vontade de lhe fazer uns carinhos. Era só isso que eu queria fazer... juro por tudo que era somente isso. A menina ficou muito nervosa.

Enquanto dizia isso para a garotinha, a mantinha bem segura, apertada contra o encosto de poltrona, passeando com a mão em seus ombros desnudos. Segurou o cálice om o licor na mesinha e o ofereceu a ela, dizendo que era para a acalmar.

A garota, sonolenta o levou aos lábios e deu um pequeno gole. Aproveitou e disse que era para beber tudo, ao mesmo tempo que praticamente a forcou a beber todo o restante do licor, que preparado por ele, além de saboroso tinha alto grau alcoólico e uma quantidade grande da droga. Ele estava tão excitado, que ignorou todas as precauções e estava submetendo o corpo de Irene a excessiva dose das tais drogas.

- Professor, isso é errado! - Não é não Irene... eu sei que você de ser tocada, não é verdade? Ninguém vai ficar sabendo de nada... será o nosso segredinho.
- Por favor, professor... pare, eu não quero. Estou me mentindo doente. Quero ir para minha casa.
- Depois eu a levarei para casa... depois de fazermos um amorzinho bem gostoso.
Enquanto falava, bem coladinho a ela, seus dedos já estavam sob a toalha, fazendo fricção nos mamilos durinhos.
- Por favor, professor, pare... eu vou falar para...... a..... para a...........
Ela debilmente murmurou, porem Afonso fechou seus protestos com a mão fortemente pressionada em seus lábios e ficou vendo a menina sucumbir sob os efeitos do BNC. levou Irene para o quarto e a jogou sobre a cama.
Enlouquecido de paixão, ficou nu e se atirou sobre o belo corpinho.

Pode-se ouvir estranhos sons saindo de sua garganta quando abocanhou o pequeno clitóris. Durante muitos minutos, totalmente dominado pelo desejo de possuir Irene, beijou, lambeu e mordeu cada pedacinho do jovem corpinho inerte sob ele. Sem oposição continuou a devorá-lo como um esfomeado.
Sem ao menos colocar uma proteção, levou seu membro, rígido como uma rocha, à buceta virgem da garota e foi forçando até sentir o hímen se romper e gemeu alto, quando se sentiu todo dentro de Irene.

Por muitos minutos ficou entrando saindo do apertado canal, tão covardemente violado e só parou quando ejaculou toda a sua tara dentro dela. Durante todo o tempo, não parou de devorar os lábios de Irene, lhe dando violentas mordidas, sugando como um vampiro o sangue brotado.

Exausto da sua loucura, sem mesmo tirar o pau, dormiu, a usando como um colchão. Quando finalmente acordou, o se sentiu murcho, parcialmente dentro de Irene, que continuada totalmente dopada.

Ali não estava mais o sério professor Afonso, mas um libertino com a mente cheia de desejos pela garotinha. Ignorando o sangue que manchava o lençol e as coxas de Irene, ele a virou de bunda para cima e sem nenhuma compaixão pela coitadinha, lambuzou com saliva o apertado buraquinho e foi enterrando, com muita dificuldade o pau no cu da jovem.

Já passava das dezenove horas, quando acordou com o som estridente do telefone sobre o criado-mudo ao lado de sua cama. Era Eduarda, a tia de Irene.
- Professor Afonso, eu estou preocupada com a minha sobrinha. Ela ainda não chegou em casa. A que horas ela saiu daí?
- Senhora, Irene foi para casa um pouco depois das dezoito horas. Não se reocupe. Daqui a pouco ela deverá estar chegando.

Ao seu lado, no emaranhado da cama, Irene entorpecida demonstrava em seu corpinho de menina-moça toda a barbárie de que fora vítima.
Só então Afonso percebeu toda a enrascada em que se meteu. Afobado e super nervoso, a levou para a banheira e na água quente procurou limpá-la de todos os vestígios de sua tara. Mas isso foi impossível.
Irene estava com os lábios feridos e inchados. Todo o seu corpinho apresentava enormes manchas vermelhas e roxas e sua genitália acusava o estupro a que fora submetida.

- Meu Senhor! O que farei? Como pude fazer isso.... estou desgraçado! Não... e não...isso não pode acontecer! Tenho de arrumar uma maneira de sair da merda em que me meti.


Três dias depois, na casa da senhora Eduarda, Afonso prestava toda a ajuda possível para colaborar com ela e com a polícia na tentativa de esclarecer o misterioso desaparecimento de sua sobrinha, a jovem Irene, que abalou muito toda a comunidade, pois a estudante era muito querida por todos que a conheciam.
Afonso e Eduarda em seus depoimentos descreveram ao delegado os últimos passos da menina desaparecida. Mas em nada ajudou em esclarecer o mistério. Apenas uma pista foi encontrada a respeito. A mochila da garota foi localizada, com todo o material intacto, jogada numa estradinha de terra, na zona rural da cidade. Nesta região, ampla busca está sendo realizada, mas até o momento, nenhuma outra pista surgiu.
O professor Afonso demonstrando tristeza com o triste sumiço de Irene, solicita um minuto de silêncio de suas colegas e amigas em sala de aula e pede que rezem para Irene seja encontrada pelas equipes de busca.

Ao anoitecer, ele retorna ao seu apartamento, depois de comprar na lanchonete perto de sua residência, comida pronta e algumas latas de refrigerantes. Os atendentes da casa já estão acostumados com os pedidos do simpático professor e o atendem com gentiliza e presteza.

Afonso cansado do dia cansativo, esquenta no micro-ondas a comida, a coloca numa bandeja e a leva para Irene que está no quartinho de empregada, anexo à área de serviço, onde ele preparou tudo para a manter lá dentro, fazendo do local o seu ninho de amor.

A garota está acorrentada à uma cama de ferro por meio de uma corrente em seu tornozelo esquerdo. Está nua e tem no olhar uma expressão morta de quem não compreende a razão de tudo aquilo.

Afonso ordena Irene se sentar na beira cama e ela o obedece. Ele mesmo leva a comida a boca da garota, que de braços caídos ao lado corpo, mastiga o alimento, mais se parecendo a um robô. A faz beber do refrigerante em lata. Se serve de um copo e usa da pia do banheirinho para colocar um pouco de água nele. Dilui o a substancia de um saquinho na água e à faz beber do preparado.

Bem mais tarde, Afonso depois corrigir as provas de suas alunas, volta a ter com sua linda prisioneira. Como faz quase todas as noites, ele faz sexo com Irene, vaginal, anal e anal. Com a mente e o corpo, sob efeito das substancias que ele lhe ministra todas as noites, a garota não sente todo o seu terrível drama e não percebe que lentamente sua individualidade está sendo aniquilada.

Afonso não encontrou outra solução para evitar que fosse denunciado como pedófilo e terminar seus dias numa prisão. No seu modo de ver as coisas, ele era muito mais útil à sociedade do que ela. Ele levava conhecimento e estudos a muitos jovens e Irene não passava de uma fedelha, que podia muito bem ser descartada em seu lugar. Foi assim pensando que decidiu agir desta maneira, utilizando o útil ao agradável. Não sofreria as consequências de seus atos e ainda poderia ter Irene para o satisfazer sexualmente, pelo menos enquanto ela conseguisse “útil” a ele, no seu cativeiro.

A inocente garota já está doze dias vivendo nestas condições miseráveis. Parece que o mundo a abandonou e que seu triste destino já está selado para sempre. Mas um fato novo está ocorrendo neste momento.
Quando voltava para casa, depois de seu período na escola, Afonso foi atropelado e está em coma no pronto socorro, entre a vida e a morte.

Sua colega e amiga, a professora Helena, se ofereceu para ir até o apartamento dele, para procurar nos pertences de Afonso, o endereço de uma parente dele, que sabia existir e que residia em outra cidade. Utilizando as chaves do colega, ao lado de seu esposo, Helena entrou no apartamento e remexendo aqui e acola, encontrou uma correspondência bastante antiga, com nome e endereço da tal parente.

Antes de ir embora, foi até a cozinha, desligar a chave do gás, como medida de segurança. Achou estranha que a luz do quartinho auxiliar estivesse acessa.

Na sala, a espera de Helena, seu marido ouviu o grito assustado da esposa e correu para ver a razão do alarme dela..



Dois meses depois, Eduarda se encontra ao lado de Irene, que está internada numa clínica particular, se recuperando física e mentalmente das duas semanas de sofrimento. Quanto a Afonso, ele não resistiu aos ferimentos e foi prestar contas de seus atos no fogo da casa do diabo, seu guia e mentor.

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:3 de agosto de 2017 01:27

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

Compartilhe este conto erótico com seus amigos
Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 03/08/2017.

Comentários

Novo comentário

Os comentários serão moderados. Não serão aceitos comentários agressivos ao autor e/ou que divulguem sites comerciais. No campo nome só aceitaremos nome de pessoas. Se tiver interesse comercial Fale conosco para saber nossa política de publicidade.

Não há comentários até o momento. Seja o primeiro!

Deixe seu comentário abaixo

*Campos com esta marca são de preenchimento obrigatório.
*

Seu endereço de e-mail não será publicado

Mova o seu mouse para fechar essa ajuda.
*