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O MUNDO CÃO EM QUE VIVEMOS

	O MUNDO CÃO EM QUE VIVEMOS


Faltava uma semana para Elizabeth fazer dezesseis anos quando sua vida deu um giro de cento e oitenta graus; então tudo mudou no seu modo de ser e agir. Mas naquela noite, ainda vivendo no seu mundinho cor de rosa, esbanjando felicidade por todos os poros, não podia prever que em breve, ela e seus amigos, seus queridos amigos conheceriam toda a miséria e a podridão moral que habitam o coração dos homens.

Na casa de Rita, sua madrinha, Beth, Luiza e Anne não paravam de falar da noite de encantamento que estavam esperando há muito tempo; o show dos “Garotos do Luar”, de quem eram tietes incondicionais. Os rapazes fariam uma única apresentação na capital e a ela as amigas não podiam perder de maneira nenhuma.

A cidade onde elas moram, fica a oitocentos quilômetros da capital do estado e Beth teve de se valer de sua madrinha. Rita facilitou tudo para a afilhada, comprou os ingressos para as garotas e convenceu a mãe de Beth, deixar a filha e as amigas ficarem no seu apartamento na capital.
O show, seria num estádio de futebol e todos os ingressos se esgotaram com bastante antecedência. Rita, como responsável pelas meninas, se programou para as acompanhar ao espetáculo

Sábado, vinte horas, na garagem do prédio, Rita e as três garotas, se dispunham a embarcarem na camionete, quando dois rapazes, moradores do condomínio e vizinhos de Rita, pediram carona, pois eles também iriam ao show. Isto encantou as jovens, pois já tinham batido papo com Leo e Eduard e os acharam umas “gracinhas”. Aquela noite prometia. Anne e Beth, até já tinham trocados uns amassos com os rapazes, quando desceram ao play do prédio na noite anterior.

Foi uma belíssima apresentação e a rapaziada enlouqueceu, pulando e dançando freneticamente ao som dos Garotos do Luar.
Rita, bem que viu Leo dar umas cochadas na afilhada, no meio do pula-pula, mas não se importou com isso.... coisa da juventude de hoje.
Felizes e suados, o grupo tagarelando se encaminhou para o estacionamento onde deixaram a camionete de Rita, ignorando que três homens, há muito, os estavam seguindo.
A beleza das três adolescentes foi o que chamou a cobiça deles. Os dois garotos e a coroa que as acompanhavam, também seriam uteis para os malignos propósitos da trinca.

No caminho para casa, Rita propôs à rapaziada fazerem uma boquinha numa lanchonete, tudo as suas custas. Lógico que os cinco jovens aceitaram a sugestão. No caminho Leo e Beth, no banco de trás, fizeram a festa, com beijos de língua e pela primeira vez na vida, Beth deixou um dedo alisar sua rachinha, que nesta altura do campeonato já estava toda babada. Anne, ao seu lado, gemia com os lábios de Eduard chupando seus mamilos e com os dedos dele lá embaixo. Luiza, toda acessa, fingia nada ver, sentado no banco do carona. Até Rita, que pelo espelho retrovisor a tudo via, ficou excitada com os abusos dos jovens.

Cabe nos dizer que Anne e Beth, apesar se serem garotas virgens e de nada conhecerem a respeito de sexo, são extremamente sensuais e nesta noite se deixaram levar pelos estímulos dos constantes toques dos garotos em suas intimidades e aos poucos foram ficando excitadas. No escurinho do carro, não tiveram como resistir à Leo e Eduard, que apesar da pouco idade, são bem “safadinhos”. Já Luiza, nesta área, é bem mais reservada e, ao contrário das amigas, nunca se masturbou.

Na lanchonete, comeram e beberam até se fartarem, coisa típica dos jovens de hoje. A noitada se estendeu até tarde e somente as três da matina decidiram voltar para casa. Rita estava abrindo a porta do seu veículo, quando sentiu o cano de uma arma encostar em suas costas e uma voz grossa de homem ordenar que ficasse quieta. Assustada olhou ao redor e viu os cinco jovens, de olhos arregalados sob a mira das armas de dois homens.

- Quero todos vocês abaixados nos bancos traseiros e fiquem quietos senão vão levar chumbo. De todo o grupo, Beth foi a que mais se apavorou e sem pensar, tentou correr em pânico. Uma coronhada acertou sua testa e ela caiu sem sentidos, com um filete de sangue escorrendo de seus loiros cabelos.

Amontoados nos bancos, abaixados como ordenados pelos homens, tremiam de medo, não sabendo para onde os agressores os estavam levando. Rita, com a cabeça de Beth no colo, limpava o sangue da testa de sua afilhada, que chorava como uma bebezinha, sem conseguir se controlar. Dois dos homens estavam no banco dianteiro e o terceiro ao lado dos sequestrados, sempre com a arma em punho. Eles não tinham a menor noção para onde estavam sendo levados, porem tinham a percepção que estavam saindo da cidade, pelo tempo que rodavam.

No destino, obrigados a descer, viram que estavam em uma garagem, com alguns veículos estacionados. Em fila indiana os três sujeitos os levaram para o interior da casa, subiram uma escadaria e por fim foram trancados em um quarto. Rita, até por ser a única adulta, era a mais calma do grupo e procurava acalmar as três garotas, que choravam de medo, bastante assustadas. Leo e Eduard, também estavam bastante atemorizados.

- Calma, muita calma, jovens, nada de entrar em pânico. Provavelmente eles nos sequestraram para exigir dinheiro para nos soltar. Vou pedir para falar com o responsável pelo nosso rapto e lhe dizer que podemos pagar o que pedirem...não tenham medo.
- Dona Rita, eu estou achando que não é isso o que eles querem. Estou com um pressentimento muito ruim.
- Leo, por enquanto, nada de especular. Vamos aguardar eles se pronunciarem.

O quarto para onde foram levados é espaçoso, com duas camas de solteiro, uma mesa redonda e algumas cadeiras e o principal, um banheiro anexo e uma grande varanda de onde se podia ver a escuridão da noite lá fora, porém, toda cercada de grades, provavelmente para evitar que escapulissem do cativeiro.

O dia já ia alto, quando alguns homens chegaram. Eram seis, entre eles, nenhum dos três sequestradores. O que aparentava ser o mais velho, na casa de uns setenta anos, se aproximou e ordenou que Beth, Anne e Luiza saíssem do cantinho onde estavam e viessem até o meio do quarto.

- Garotas, venham aqui e fiquem de pé na minha frente. Quero examinar melhor vocês. Meu nome é Rodolfo e a partir deste momento, vocês me pertencem de corpo e alma. Para o bem de vocês, é melhor que acreditem nisso.

Em vez delas, quem se aproximou do homem, foi Rita.

- Senhor, estas jovens estão sob minha responsabilidade. Por favor, diga o que quer com a gente e quais as condições para nos libertar.

A resposta do homem, foi um tremendo tabefe, que acertou Rita no meio do rosto, a derrubando com o nariz sangrando.

- Fique quieta mulher! Estes garotos, agora são minha responsabilidade e você e eles, farão o que eu mandar, senão sofrerão severas consequências. Estamos entendidos ou que apanhar mais, mulher?

Enfurecida, Rita estava se erguendo, vociferando contra o sujeito, quando um chute a atingiu no ventre, desferido por um ruivo. Gemendo e segurando o abdômen ela ficou no chão.

Leo e Eduard, ensaiaram um protesto, mas mediante os olhares severos dos homens, se acovardaram e ficaram caladinhos.
Beth, Anne e Luiza, soluçando de tanto medo, ficaram em pé e o homem, assim como os outros ficaram alguns minutos examinando as três, como se fossem um produto à venda. Por fim, o comentário do homem, trouxe mais pavor as meninas.

- Elas são perfeitas... vão servir muito bem. São bem jovens e lindas e com corpinhos perfeito e estes dois franguinhos também serão uteis. Esta coroa metida a besta, não nos serve para nada, podem leva-la lá para baixo e apliquem um corretivo para que aprenda a ficar de boca fechada. Os seis homens saíram e dois deles, arrastaram Rita pelos braços, em obediência as palavras do cara, que devia ser o chefão do bando.

Os cinco adolescentes, se cagando de tanto medo, não sabiam o que pensar sobre as intenções dos seus sequestradores. Muitas horas se passaram e eles não tiveram mais notícias do que fizeram com Rita. Outras horas transcorreram até que dois homens chegaram trazendo bandejas com alimentos e refrigerantes e sacolas com algumas roupas.

- Rapaziada, se alimentem bem e depois tomem banho e vistam as roupas que estão nestas sacolas. Vocês saberão quais são para as meninas e as que são para os garotos. Mas prestem atenção, nada de cuecas, calcinhas e sutiãs por baixo. Quem não obedecer, terá as roupas tiradas a força. Dentro de duas horas, viremos buscar vocês.

Tudo bem com a comida e o banho, mas quando viram as roupas que queriam que vestissem, foi aquele tremendo choque. Eram camisolas muito curtas, que quase deixava a polpa da bunda aparecendo e de tecido quase transparente. Para Leo e Eduard, sungas brancas bem justas.

Apesar de estarem muito receosas, Beth e Anne, vestiram as sumarias roupinhas, pois o medo que os homens infundiam nelas era enorme. Ao ver as amigas, com as transparentes camisolas deixando antever suas intimidades, Luiza, a mais reservada, disse que nunca vestiria aquela coisa para se mostrar aqueles indecentes e num arrojo de desafio não despiu o sutiã e a calcinha.

Quando os dois sujeitos regressaram e viram que Luiza não tinha despido as roupas de baixo como recomendado, foram para cima dela e apesar de espernear e os xingar, em instantes estava totalmente nua. Foram mais de quinzes violentos tapas que eles aplicaram nas costas, coxas, ventre e nas nádegas de Luiza. Depois com os pulsos amarrados nas costas, foi obrigado a seguir os outros, escada abaixo, ainda nua, como castigo pela sua rebeldia.

O horror os esperava no grande recinto para onde foram levados. No ambiente bem iluminado, viram Rita num canto, nua e pendurada pelos pulsos. Ela apresentava por todo o corpo vergões vermelhos de onde brotavam gotículas de sangue e o mais apavorante, um sujeito segurando uma espécie de chicote, tipo rabo de cavalo, olhou para os cinco jovens e com um risinho de escárnio aplicou mais três chicotadas nas costas da madrinha de Beth, que apenas gemeu de dor a cada uma.

Aquilo foi demais para Beth, que revoltada, implorou que parassem de torturar sua madrinha. Ao seu rogo, o coroa, Rodolfo, respondeu que só dependia deles, fazer com que parasse de chicotear a mulher.

-Meus caros, tudo depende de vocês, se obedecerem cegamente às nossas ordens, a mulher não será mais chicoteada. Estamos de acordo, jovens? Por falar em desobediência, parece que esta garota aqui quis bancar a rebelde. Então vamos lhes dar uma pequena amostra do que acontece com as teimosas.

Ele se virou para os comparsas e mandou que levassem Luiza para as barras. A jovenzinha, em pânico foi levada para uma gerigonça composta de duas hastes de ferro fincavas no chão, unidas por um travessão. Foi presa pelos pulsos e tornozelos por meio de algemas de couro, ficando com as pernas em quase ângulo reto em relação ao corpo. O covarde aplicou uma palmada na vagina exposta de Luiza que gritou de dor e rindo, aplicou mais alguns tapas com a mão espalmada e a pobrinha berrou em agonia.

- Isso é para você ficarem sabendo que aqui, vocês não têm vontades. Devem fazer tudo que mandarmos, caso contrário serão castigados severamente.

- Beth, Anne, o que eu quero de vocês e de Luiza é que sejam as protagonistas dos muitos filmes pornôs que vamos rodar aqui. Estes dois garotos serão os figurantes e atuarão com vocês, melhor dizendo, eles vão foder vocês duas... isso se não broxarem na hora.

- Caso vocês, minhas gatinhas, sejam tão idiotas que não entendam o que estou querendo de vocês, é o seguinte... os moleques vão fazer sexo explícito com vocês, vão comer a buceta o cu e mamar os peitinhos, tudo na frente de nossas câmeras.

- Não vou deixar nenhuma opção para vocês, ou fazem o eu quero ou vou mandar meus homens estuprar as três e filmar tudo. De uma maneira ou de outra as três bonequinhas serão minhas estrelas. Vocês devem tomar uma decisão sem demora. Neste meio tempo estas duas continuarão penduradas, recebendo alguns açoites dos meus rapazes. Quanto mais tempo demorarem, pior será para elas.

Beth, Anne, Leo e Eduard, foram trancados em uma pequena sala anexa ao salão. Os Quatros jovens quase que em pânico, não sabiam o que fazer. Beth e Anne, aterrorizada, tapavam os ouvidos com as mãos, na tentativa de não escutar os gritos de dor de Rita e Luiza e o som sinistro do chicote açoitando seus corpos.

- Por todo os santos, o que vamos fazer Anne? Eles querem que a gente faça sexo com Leo e Eduard e na frente de todo mundo e nos filmando!!! Isso é uma cosa terrível!
- Eu não sei, Beth...é realmente uma loucura! Eles devem saber que somos virgens pouco mais que meninotas... Mas não vejo como podemos evitar... eles vão continuar espancando Rita e Luiza e disse que poderemos ser estuprados pelos nojentos.

- Meninas, temos de evitar que isso a aconteça! Eles são uns animais e iriam machucar bastante vocês duas! Vão vejo saída. Vocês terão de fazer sexo comigo e com o Eduard.

- Para você é muito simples, Leo.... acho até que ficou contente com a situação, mas será eu e Anne que seremos fodidas e na frente de um montão de homens... é muita vergonha, meu Deus!

- Não é nada disso Beth, você sabe que nós dois sempre respeitamos você e Anne, que são nossas amigas. Sabes muito bem; que teremos de fazer o que eles querem, então eu proponho o seguinte: - vamos fingir que estamos comendo vocês, mas na verdade, os nossos “bilaus” estarão somente no meio das coxas e vamos nos mexer como se estivemos fazendo sexo de verdade.

- Eu acho que o Leo está coma razão, Beth. Sendo assim vamos logo, pois eles estão espancando Luiza e a dona Rita.

- Tudo bem, Anne, vamos lá, porém vocês dos não se esqueçam... é só nas coxas.
Ficou então decidido que se submeteriam à vontade deles, por absoluta falta de opção. Tinham de parar que continuassem chicoteando Luiza e Rita e nem pensar que poderiam ser estupradas pelos nojentos.


Numa grande cama de casal, Beth e Anne, conforme instruções, estavam deitadas lado a lado, relutavam em tirar as camisolinhas. Porem foram convencidas, depois que escutaram os gritos de Luiza e de Rita sendo chicoteadas.

Leo foi instruído a ficar nu e se deitar por cima de Beth e Eduard por cima de Anne. Duas filmadoras sobre tripés e outras duas, em mãos de operadores estavam preparadas para captar, nos mínimos detalhes o “sexo explícito” dos jovens. O Rodolfo não parava de falar, dizendo como eles deveriam agir, atuando como se fosse um diretor.

- Façam carinhos nas meninas, caras. Beijem com vontade o rosto e o pescoço e os ombros delas. Agora beijem os mamilos e passem as mãos na barriga e nas coxas... isso, assim mesmo Leo.

Beth, gostou de Leo beijando seus mamilos e quando veio lamber seu pescoço, sussurrou que podia dar beijos de língua nela. Ele não perdeu tempo. Ela gostou imensamente dos beijos e os retribui com o mesmo ardor.

Mas aquela coisa de chupar os mamilos e trocar salivas a deixou totalmente “acessa”, assim como Leo, com o caralho, nesta altura do campeonato, com ereção total e Beth o sentiu no meio de suas coxas. De olhos fechados ela o abraçava pelos ombros, esquecida de tudo e de todos. Sabia que estava fazendo aquilo porque foram obrigados, entretanto estava muito “gostoso”. Leo não a penetraria, conforme combinado, ele ficaria só roçando sua bichinha.

Tanto ela como ele, eram virgens e fora uns amassos um pouco avançados, ainda eram totalmente inexperientes quanto ao sexo propriamente dito. Mas Beth, muito mais do que Leo, ficou demasiadamente excitada, ainda mais que naquele negócio de mexer com os quadris conforme ordenou o “diretor”, o seu clitóris foi roçado pela cabeça do pau do garoto.
Beth separou ainda mais as coxas e ela mesma, se mexendo fez com que o ele ficasse entre os lábios vaginais. Então, isso a “incendiou” por completo, e a jovenzinha virgem, se tornou apenas uma fêmea.

Ela forçou a cintura para cima e ele desceu a sua, o resultado foi a penetração na grutinha virgem de Beth, que apenas soltou um leve gemido, mais de satisfação do que de dor. Daí para a frente, não foi mais necessária nenhuma instrução do homem. Leo e Beth, esquecidos do mundo, deram para as filmadoras ao seu redor, um espetáculo digno dos melhores vídeos pornôs.

Eles, totalmente envolvidos pelo prazer do sexo, gemiam e “miavam” no auge do gozo e ele explodiu dentro dela, que veio junto e não aguentou a imensidão do prazer e soltou um berro” que foi aplaudido pelos homens ao redor da cama. Só então Beth e Leo se deram conta de onde estavam e ela se “escondeu” sobre o corpo dele, totalmente acabrunhada. Não foi assim que combinaram, não era para ter acontecido penetração em sua grutinha. Mas ela, realmente não soube explicar o que se passou ...uma loucura completa. O desejo tomou conta da menina de forma tão intensa. Que só pensava em saciar-se.

Beth escutou, ao seu lado, uns gemidos e quando olhou, ficou de queixo caído. Anne se enroscava em Eduard com os braços em volta de seu corpo e as pernas em torno da cintura do rapaz, que assim mesmo se movia sobre ela, num sobe e desce violento. Ela de boca entreaberta e olhos entreabertos, soltava longos gemidos, mais parecidos com miados. E eles continuaram com aquilo por muito tempo, com Beth e Leo os olhando de boca aberta.

Algum tempo depois, já no quarto, Beth e Anne, correram para o banheiro e ficaram sob o chuveiro por muito tempo, sem trocarem uma única palavra. Cada qual não sabia o que dizer a outra. Foi Anne quem primeiro abriu a boca.
- Beth o que aconteceu com a gente? Eu não queria que Eduard ... você sabe... não queria que fizesse aquilo, mas com não deu para resistir... fiquei sem ação e foi muito delicioso sentir ele dentro de mim. Nunca imaginei que foder fosse tão gostoso!

- Cruz credo, Anne! Que linguagem mais Chula!
- Não seja hipócrita, Beth...O Leo também te comeu e pelo que sei, você gozou com o pau dele dentro der você.

- Eu sei disso, mas não é necessário ser tão vulgar ao falar a respeito. Mas eu estou preocupada com tudo isso. Eles nos filmaram de todos os lados, mostrando nossos rostos e de Leo e Eduard. Estes vídeos serão vistos por muita gente...e se algum amigo nosso ou até parentes assistirem esta merda!!!

- Puta que pariu, amiga! Se isso acontecer estaremos desmoralizadas para sempre.
- Mas a gente foi obrigada a isso, Beth...temos essa desculpa.
- Não vai adiantar nada, seremos taxadas de depravadas, putas, vadias e de muitas outras coisas.
- Minha nossa! Você tem razão. Resta uma esperança, vamos implorar que esta porcaria não seja vendida em nossa cidade. Esta e nossa única esperança.
- Anne, entre nós duas... foder é coisa muita gotosa...eu fiquei louquinha com o Leo dentro de mim.
- Tens razão amiga... eu me agarrei ao Eduard... queria ele todo dentro de mim.

Dois dias depois. Os quatro jovens foram levados novamente ao salão das filmagens e lá não viram Rita e nem Luiza. O velho observou os olhares apreensivos deles e os informou que as duas foram levadas para outro lugar onde estão sendo bem tratadas.

- Vocês meus jovens, se saíram muito bem nas primeiras cenas que não vi mais a necessidade de os “incentivar” as espancando. Hoje vamos voltar a fazer mais umas tomadas, porém com os parceiros trocados. Você Anne vai ficar com Leo e Beth com Eduard. Quero que façam coisas diferentes. Eduard vai comer o cu de Beth, isso depois de um banho de língua completo. Você Anne vai bater uma punheta no Leo e depois vão fazer um belíssimo 69. Vocês sabem o que é um 69, garotos? Leo chupa a buceta de Anne e você menina vai mamar o pau dele.

- Não quero saber de choros e coisa malfeita. Os meus rapazes estão loucos para ocuparem o lugar destes moleques. Beth, Anne, façam a coisa bem-feita, senão será bem pior para vocês, pois nós não seremos nada gentis com as duas.

Rodolfo não sabia, mas não era necessária tanta ameaça. Tanto Beth como Anne, depois de um pouco de hesitação, aceitaram fazer o que ele ordenou, sem “drama” nenhum.

Beth, nua sobre a cama, sentia a boca de Eduard em seu corpo, beijando, chupando e fechou os olhos para não ver as máquinas focando tudo bem de bem pertinho, dando close de seu rosto e da boca de Eduard em seu corpo.
Estremeceu quando escutou o velho mandar o garoto enfiar a cara no meio de suas coxas e beijar sua vagina.

Sem titubear, Eduard obedeceu a ordem recebida e Beth sentiu os beijos molhados dele em sua grutinha. Se espantou, pois, o safadinho além de beijar, colocava a língua bem fundo dentro dela; além disso lhe dava leve mordidas em seus lábios internos.

Por todos os santos, Beth estavam com raiva dele... onde ele aprendeu a fazer essas coisas. Mas aos poucos a língua de Eduard foi fazendo a raiva de Beth ser substituída por um diabólico prazer, que mesmo tentando evitar, foi tomando conta da garota.

Agora, Beth estava com as mãos na cabeça de Eduard, a empurrando mais para dentro de suas coxas. De sua boca aberta saía gritinhos agudos e no auge do prazer, cruzou as pernas em volta do corpo dele e deu um berro enorme.
Assim mesmo, o “diretor” ordenou que continuasse a chupar a garota. Beth abriu os olhos e pode ver a lente de uma filmadora a dois palmos de seu retorcido rosto tomado pelo gozo. Naquele instante, soube que eles poderiam fazer com ela, tudo quer quisessem. Se sentia entregue de corpo e alma. Não mais espaço para pudores.

Logo depois, deitada com a bunda para cima, sentia Eduard ou outra pessoa, passar um creme gelado em seu ânus e a seguir, o caralho dele ir invadindo seu rabo. Sentiu dores, mas trincou os dentes e não emitiu nenhum som.

O sobe e desce de Eduard, fazia com que o pau quase saísse de seu ninho e depois retornasse fundo dentro dela. As mãos cingiam seus seios com força e os dedos apertavam os mamilos. Beth ficou excitada com o sexo anal e novamente gozou. Um pensamento passou por sua mente...minha nossa eu só uma vadia.

Ao seu lado, Anne e Leo, em posição invertida se comiam um ao outro. Ela por cima, emitia sons estranhos enquanto engolia o pau dele, movimentando a cabeça num frenético sobe e desce, mantendo os braços em volta das coxas dele, com a unhas deixando marcas na pele branca. Ele, por sua vez, devorava a buceta de Anne.

Anne nunca pensou em sua curta vida, que pudesse sentir prazer com tal intensidade. Leo a chupando e ela o chupando e isso a estava matando de tanto gozar. Já estava no terceiro orgasmo e queria mais. Quando ele ejaculou em sua boca, Anne enlouquecida pelo prazer, engoliu até a última gota.

Já noite alta, Beth e Anne, trancados no banheiro, longe dos ouvidos de Leo e Eduard, trocavam confidencias.

- Que merda, Anne! Nós nem completamos dezesseis anos e estamos agindo como duas prostitutas...o que está acontecendo com a gente, amigas?

- Eu não sei Beth. Só sei que quase morri de tanto gozar. Foder é a coisa mais gostosa do mundo. Acho que nasci para fazer sexo.

- Eu sinto o mesmo amiga. Eu até esqueço que os safados estão filmando tudo que estamos fazendo.

- Este é o meu medo... o que podemos fazer a respeito, Beth.

- Nada amiga, não podermos fazer nada. Estamos entregues a sanhas deles e só penso quando eles nos deixarão ir embora.

Dois dias mais tarde, quando acordaram, não viram na outra cama Leo ou Eduard. Ficaram muito apreensivas com o destino dos meninos. Somente quando um homem chegou trazendo o café, foi que ficaram sabendo a razão do sumiço. Rodolfo veio junto e as colocou a par de tudo.

- Meninas, tenho ótimas notícias para vocês. Decidimos libertar os dois garotos e a Rita. Estes três já não nos servem para nada. Neste momento estão sendo levados para casa. Não tememos que nos denunciem às autoridades. Afinal de contas, eles não têm a mínima ideia de onde estamos e nem quem somos. Podem falar à vontade, de nada vai adiantar.

Você duas e mais a outra garota lá embaixo, vão ficar mais um tempo com a gente, fazendo os nos filminhos. Estamos encantados com você Beth e com você Anne, pois estão agindo como perfeitas atrizes pornôs, muito melhor que algumas profissionais que conheço. Daqui a pouco a tal de Luiza será trazida para ficar aqui com vocês. Ela está um pouco baleada, mas nada de grave. Cuidem dela e amanhã voltaremos a fazer novas tomadas. Até amanhã meninas.

Quando o “diretor” foi embora, Beth e Anne ficaram se olhando, tentando captar todo o sentido do que ele falou.

- Anne, você acha que eles realmente soltaram a madrinha, Leo e Eduard?

- Acho que sim, Beth. Não vejo razão para mentirem, mas não é nisso que me preocupa. Ele falou que vamos ficar e fazer novas cenas... e não será com Leo e nem com Eduard, seremos fodidas pelos safados.

- Puta merda! Você tem razão! Estamos perdidas e nada podemos fazer.

Quando trouxeram Luiza, ainda nua, ela estava com muitos vergões vermelhos pelo corpo, provenientes das chicotadas recebidas. Nos pulsos e nos tornozelos profundas marcas das algemas que a prenderam por tanto tempo. A jovem parecia muito abatida, não parava de chorar. Beth e Anne, preocupadas com a amiga, pensaram que o choro seria pela dor em seu castigado corpinho.

- Não é nada disso, as chicotadas não doem mais, só ardem e não é por isso que choro. Você nem imaginam o que fizeram comigo. Fui estuprada por muitos deles. Forçada a engolir muita porra dos filhos da puta e por muitas vezes, por dois ao mesmo tempo, pela frente e por trás. Eles fizeram comigo tudo o que queriam e filmaram tudo o tempo todo. Estou toda dolorida aqui dentro. Eles são uns animais.

- Meu Senhor! Estamos perdidas, amiga... eles vão fazer o mesmo com a gente!

No dia seguinte, bem cedo, um homem chegou com o café e nem dez minutos depois, um outro entrou e pediu para Beth o acompanhar, pois o “chefe” a estava esperando no salão, para mais umas tomadas com ela.
Beth bem que sabia o que iria acontecer com ela...o mesmo que fizeram com Luiza. Seria estuprada e filmada pelos caras e apesar do seu terror, ela seguiu o homem, tremendo de medo.

- Minha jovem, hoje eu espero de você uma ótima performance, pois vamos filmar umas cenas que imaginei e que fará parte do novo filminho que vou rodar com você, Anne e Luiza. Com Luiza, já fizemos deliciosas tomadas. Tome, vista estas roupas naquele canto e volte aqui, para que eu a instrua a respeito do que fazer em frente as minhas lentes.

Beth, com o medo estampado no rosto, vestiu as roupas indicadas, calcinha, sutiã, blusa e uma saia bem curta, meias e sapatos.

Agora você vai se sentar naquele sofá ali no set e vai fingir que estar lendo este livro aqui. Acha com naturalidade, pois as filmadoras estão todas com as lenes focadas em você.

Beth, fez o que ele mandou, mas não conseguia agir como ordenado. Muito nervosa, segurava o livro que tremia em suas mãos e seus olhos percorriam tudo ao seu redor, revelando o pavor embutidos neles.

- Assim não dá, Beth. Qual a razão de tanto medo? Será uma cena muito simples. Uma mocinha em sua casa, lendo sossegadamente o seu livro preferido de romance. É só isso, querida. Fique calma.

Apesar de toda lábia do homem, Beth tinha certeza que não seria só isso. Algo de ruim iria acontecer, daí todo o seu medo, a sua aflição.

- Beba isso, garota. Este sossega leão irá acalmar você.

Ela bebeu de um só gole todo o conteúdo do copo. Um liquido azulado com gosto de nozes. Uns minutos depois, realmente começou a se sentir bem mais calma. Tão “serena” que teve até dificuldade para segurar o livro que lhe deram para fingir que lia.

Por quase dois minutos, percebeu as filmadoras ao seu redor, focando seu rosto, corpo e suas sus coxas, que a curta saia não podia esconder.
Tudo parecia que ela estava em casa, em sua sala, lendo um livro.

Beth levantou os olhos e apavorada, percebeu que quatro homens mascaradas vinham em sua direção. Em pânico deixou o livro cair e tentou correr. Foi agarrada pelos longos cabelos e em seguida um soco na boca do estômago a derrubou sem folego sobre o tapete da sala. Aos berros, se viu cercada pelos quatro mascarados, que com grande facilidade a levantaram do chão e suas roupas foram sendo rasgadas

Em instantes estava totalmente nua e mãos, dedos, bocas e línguas entraram selvagemente em todo os seus orifícios, boca, buceta e ânus. Suspensa, com as pernas abertas, o rosto quase tocando o chão, percebeu uma boca chupar sua vagina e dois dedos serem enterrados por inteiro em seu ânus. Muitas mãos a seguravam ao mesmo tempo. De ponta cabeça, com as pernas para o ar, gritou de dor quando um pênis invadiu sua vagina e um outro fez o mesmo com o ânus. Com o corpo todo retorcido por mãos poderosas, um enorme caralho forçou sua boca. Por algum tempo, sentiu dentro dela os três monstros e quase sufocando, nem pode gritar de dor, quando dentadas em seus mamilos, quase os arrancaram fora.

Foram longos vinte minutos, que Beth ficou sendo estuprada pelos quatro indivíduos, com extrema violência e crueldade. Para coroar tanta estupidez e maldade, a seguraram pelo pescoço e um a um, esporraram em sua cara e teve de engolir muita porra.

Ficou deitada no chão, com os cabelos e o rosto todo melado e pode perceber uma máquina filmadora com a lente quase tocando o seu rosto e descendo pelo seu corpo indo até o meio de suas coxas. Então, antes de desmaiar pode ouvir a uma voz gritar bem alto: CORTA.


Quando Beth acordou, estava no quarto, deitada na cama, com Anne e Luiza ao seu lado, demonstrando aflição.

- Minha nossa! O que aqueles nojentos fizeram com você, amiga?
- Tudo... eles fizeram tudo comigo, Anne. Pensei que iria morrer nas nãos daqueles monstros sádicos. E eles filmaram tudo, toda a patifaria.

As três amigas, abraçadas choravam, procurando se consolar mutuamente, sabendo que estavam nas garras de gente sem nenhum escrúpulo, sádicos e cruéis, e em suas jovens mentes toda esperança de se verem livres, tinha desaparecido.

Por três dias ficaram no quarto sem serem obrigados a irem ao set de filmagens. Recebiam regularmente, quatro refeições, incluindo o lanche no meio da tarde. Podiam tomar sol na varanda gradeada e ver o enorme terreno lá fora, cercado de altos muros e ao longe muitas árvores, parecendo ser uma floresta ou coisa parecida. As meninas se sentiam como se estivessem presas numa gaiola. Tudo isso, solapava o ânimo das coitadinhas.

Ficaram surpresas e intrigadas quando o Rodolfo, o chefe do bando, levou as três para outro cômodo da mansão. A princípio, imaginando mais alguma maldade por parte dele, o medo as acompanhou. Na grande sala, uma mesa guarnecida com muitas iguarias e bebidas diversas, onde foram convidadas a se sentarem. Além delas, mais oito homens ocupavam as cadeiras ao redor.

- Minhas jovens atrizes, hoje vamos celebrar a edição final de três vídeos com vocês sendo as protagonistas. Estão fantásticas, até parecem que nasceram para atuarem. O sucesso dos filmes já está garantido e vamos faturar alto ao distribui-los mundo afora. Comam e bebem para festejar, meninas.

Enquanto eles pareciam estarem se divertindo, Beth, Luiza e Anne, agiam como estivessem num velório, o velório delas. De cabeça baixa, tinham vontade era sair correndo dali. Comer e beber, ao lado daqueles monstros, para festejar suas desgraças, nem pensar.

Mas aí, a crueldade daqueles homens, mais uma vez se revelou, sob ameaças e muitos tapas, as jovens foram obrigadas a comer e a beber, principalmente bebidas alcoólicas a que não estavam acostumadas.
Quase que a força, uma quantidade enorme de bebidas diversas, as embriagou de tal forma que se tornaram presa fáceis para a sanhas deles. Durante toda a noite, as três foram violentadas por todos os oito homens, num diabólico bacanal.

Quase ao amanhecer, Beth conseguiu abrir os olhos e mesmo ainda sob efeito das bebidas, se viu nua, deitada parcialmente sobre um sujeito, também nu, tendo um outro com a cabeça repousando no meio de suas coxas. Anne um pouco a sua frente, estava no meio de dois deles, como recheio de um sanduíche. Luiza estava com as pernas apoiadas em um sofá e o resto do tronco no chão. Ela tinha um cara com a cabeça no meio de suas coxas escancaradas.

Felizmente para Beth, as lembranças do ocorrido eram poucas, mas horríveis demais. Tinha na mente a hora em que fora, agarrada e despida e depois três membros entrando nela, na buceta, no ânus e pela boca e depois tudo sumiu e ela mergulhou na escuridão.

Horrorizada, lentamente foi saindo de cima do homem, que ainda tinha o membro no meio de suas nádegas. Mas para sua desgraça, o animal acordou e a segurança pela cintura não deixou que escapulisse.

- Onde você vai, gostosa? Fique aí pois ainda quero comer o teu cuzinho, mais uma vez.

Gargalhando, ele girou o corpo e deitou por cima de Beth, que sentiu sobre sua bunda os pelos dele, e no meio de suas coxas o pau flácido, pressionando entre as bandas de sus nádegas. Mole como estava, não conseguiu penetrar no seu orifício, mas ficou esfregando a imundície dele nas tenras carnes da jovem, depois de algum tempo ele saiu de cima dela, a xingando como se fosse culpa por não conseguir a ereção.

- Sai para lá, cadela, este teu cu não me atrai mais!

Beth, se arrastando com dificuldade, conseguiu sair daquele antro de podridão. Respirou aliviada vendo a porta, que parecia ser a de saída e a única coisa que lhe veio à mente, foi fugir o mais rápido possível dali. Cambaleando chegou pertinho da envidraçada porta, mas antes de conseguir alcançar a maçaneta, saiu sem sentido.

Acordou horas depois, no quarto, deitada na cama e ao seu lado Anne e Luiza, ainda nuas. Sua cabeça doía horrivelmente e a buceta e o ânus pareciam pegar fogo. Tinha machas vermelhas por todo o corpo, principalmente nos seios, ventre e pescoço.



Tornou-se corriqueiro, deste dia em diante, serem levadas para participarem daqueles diabólicos festins, onde elas eram as principais refeições, servidas a todos os homens integrantes do bando.

Além das bebidas, eram drogadas constantemente. O resultado disso foi que quatro meses mais tarde se tornaram alcoólatra e dependentes das drogas.

Desta maneira, as jovens destruídas em suas personalidades, passaram a ser protagonistas de filmes pornôs, com sexo explícito violento, cruéis, onde imperava torturas de todos os tipos.

Beth, Luiza e Anne, usavam diferentes caracterizações, eram morenas, loiras ruivas, de olhos castanhos, verdes ou azuis, tudo para parecer serem muitas garotas nos filmes produzidos.

O tempo foi passando e o grupo já tinha produzido mais de cento e vinte curtas de grande sucesso pelo mundo todo. A produtora ficou conhecida pelos pornôs onde suas “atrizes” eram submetidas as mais violetas e cruéis cenas.

Agora não mais existia Beth, Anne e Luiza, mas apenas três jovens atrizes beirando os dezoito anos, viciadas em bebidas e drogas, conhecidas do mundo da pornografia como, Betel, Nena e Azule, respectivamente, e que fazem enorme sucesso entre os aficionados nos quatro cantos do planeta.

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- Dona Rita, a senhora teve notícias daquelas três meninas?

- Sim, Leo, desde que as vendemos para o senhor Rodolfo, mensalmente recebo a grana que ele prometeu. Ele informou que as três estão rendendo muito dinheiro para o grupo e que fazem em média doze vídeos mensais. Ele espera ficar com elas por muitos anos ainda.

- E depois... o que ele fara com as garotas, dona Rita?

- Isso não me interessa, Leo, mas é provável que as venda para algum bilionário árabe ou para a máfia russa, quem sabe?

- A senhora sabe... eu fiquei com um pouco de dó de Beth, Anne e Luiza e se não fosse o dinheiro que elas me renderam, estaria arrependido.

- Não seja besta garoto! A vida é assim mesmo. Acho melhor você e Eduard ficarem atentos naquelas duas garotinhas que estão namorando, pois é provável que Rodolfo peça para a gente levar carne nova para ele. Meu amigo está com ideias de colocar bucetas novas nos seus vídeos.

- Mina nossa, dona Rita! Selma e Helena são muito novinhas, ainda tem fizeram quatorze aninhos.

-E daí garoto? É de e franguinha nova que ele precisa e eu quero reabastecer o meu caixa.

-Por falar nisso, Leo, tome a sua parte no negócio e não se esqueça de repartir com Eduard.
Rodolfo disse que gostou muito da atuação de vocês dois e até está pensando em usa-los atuando com as novas meninas.

- Que ótimo dona Rita, diga ao homem que é só nos contratar. O mundo está cheio de garotinhas otárias e o meu bolso vazio de grana.

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:6 de abril de 2018 03:43

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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