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OBSESSÃO DE UM LOUCO

OBSESSÃO DE UM LOUCO

Maysa, 18 anos de pura beleza, a todos impressiona com sua vivacidade e modo alegre de levar a vida. Filha de família abastarda, se sobressaia por si só e não pelo dinheiro dos pais. Extremamente popular, faz parte do time de vôlei da escola. Sua altura e potência no saque a tornam titular absoluta no meio de rede.

Neste final de semana vai acontecer a primeira final dos jogos escolares e o time de vôlei de Maysa, suou a camisa para estar lá. Na quadra os treinos foram puxados e no vestuário as meninas fazem uma algazarra tremenda e se consideram prontas para enfrentar este primeiro desafio.
Maysa não aceita a carona que Beth lhe oferece. – Be, eu prefiro pedalar até em casa.

Dezoito horas, há muito a garota já devia ter chegado em casa, depois dos treinos. Se fosse para a casa de alguma amiga, usaria o celular para avisar...e ela não o fez. A preocupação do pais se agravou depois que as amigas informaram que Maysa saiu do ginásio pedalando e que a muito já deveria estar em casa.

Quando o telefone tocou, Marcelo o caçula da casa, atende a chamada, fica pálido ao ouvir a voz de um homem dizendo que a bicicleta de Maysa foi encontrada amassada, tombada no meio da rua. Tudo demonstrando que foi vitimada de um atropelamento.

Da jovem nem sinal, provavelmente o atropelador a levou para receber atendimento médico. Isso foi confirmado por um casal de idosos que disse que escutaram os gritos da jovem ao ser atropelada. Um homem saiu rápido e a colocou no banco trazeiro de um carro e saiu muito rápido. Era um carro preto, com janeira escuras ...não deu para ver o número da placa.


os hospitais e clínicas da região não acusaram entrada de uma paciente com as caraterísticas de Maysa, até o IML foi visitado. A jovem não foi encontrada nos dias seguintes e o seu time de vôlei da escola, se retirou das finais, as meninas não se sentiam confortáveis com o provável sequestro de sua capitã. Enorme equipe foi montada e a procura pela jovem, teve a colaboração de uma legião de voluntários, tudo em vão.

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Maysa foi acordando aos poucos, bastaste dolorida. Se lembrou do ruído do carro vindo em sua direção e tentou se desviar, mas não teve tempo. Foi atingida pela lateral do veículo e ela e sua bicicleta saíram rolando pelo asfalto e depois tudo se apagou. Na confusão mental, imaginou que deveria estar em um hospital. Mas não... não... não estava em nenhum pronto atendimento. Alguns minutos depois, apavorada, tomou ciência da triste realidade.

Estava amarrada e amordaça em uma cadeira e tinha como suas únicas vestimentas, a calcinha rosa que fazia par com o sutiã. Maysa, que de burra não tinha nada, percebeu que seu atropelamento fora proposital e que foi sequestrada, com o proposito de pedirem resgate aos seus pais. Os bandidos deviam saber que eles tinham dinheiro. Mas então porque estava quase que nua?

Será que querem abusar dela, além de pedirem resgate? Mas sua ansiedade não teve resposta por muito tempo. Ficou todo o restante da noite e grande parte do dia seguinte amarrada naquele maldito lugar. Não tinha saído ilesa quando foi atropelada; sua coxa direita, pouco acima do joelho, apresenta uma bandagem em volta da coxa e outra bagagem no seu ombro direito. Alguém fez os curativos, tirou suas roupas e foi embora. A dor que sente na altura das costelas é muito forte e tem até dificuldade em respirar. Deve estar com alguma fratura e isso não foi percebido por quem fez os curativos nela e a deixou ali, sofrendo horrores.

Com a cabeça tombada sobre o pescoço, a sede a devorando, percebeu quando ele entrou. Não é muito alto e veste uma espécie de uniforme, parecendo mais um macacão de mecânico. usa uma máscara de pano preto que lhe cobre toda a cabeça, com furos na boca e nos olhos. Ficou muito tempo a olhando sem nada falar.
Maysa, também o olha, estudando seu comportamento. O homem sentou num banco de madeira e continuou a olhar, então tirou a mordaça e com voz grave e baixa, disse para não gritar, de nada adiantaria.

- Você está necessitando de alguma coisa, Maysa? É só pedir.... que eu atenderei.
- Eu lhe suplico, me deixa ir embora.... não sei por que me sequestrou, se é por dinheiro, ligue para o meu pai, ele pagará o que você pedir.

- Não é por dinheiro que você está aqui. Estou louco de amor por você e a quero para mim. Tenho certeza que gostará de mim, como eu gosto de você. A muito tempo que a observo em todos os teus passos e não suporto mais a ver de longe, nos jogos de vôlei, na praia, viajando com teus pais. Sabias que não perco nenhum jogo teu e que até tenho teu autógrafo? Veja as fotos que tirei de você, um amor.

O homem virou a cadeira de posição e Maysa pode ver, a parede oposta totalmente coberta por fotografia suas. Eras fotos com ela jogando vôlei, na praia usando um duas peças, andando de bicicleta, chegando e saindo de casa, ao lado da família, embarcado no jatinho do pai e muitas outras fotografias. Num canto, espalhadas no chão, as sua roupas, a mochila e os tênis que usava quando pedalava para casa.

Maysa fiou de boca aberta e muito assustada. Tudo aquilo indicava que o sujeito tinha fixação por ela, uma verdadeira obsessão. Um louco varrido e então temeu por sua integridade física e até por sua vida.

- Estou lhe mostrando estas fotos para que saibas o quanto eu a quero. Você me conhece... veja a minha cara, meu amor.

Ele tirou a mascará e a jovem estremeceu, reconhecendo o jovem, que sempre estava na primeira fila, vendo seus jogos seja na quadra da escola ou em outras cidades. Sempre sendo o torcedor que mais gritava, quando ela sacava ou fazia um bloqueio. As outras meninas do time, até brincavam com ela, dizendo que o rapaz estava apaixonado por ela e que a pediria em casamento. Ela levava tudo na esportiva e até em uma ocasião, quando ele pediu, lhe deu um autografo.

Ele era jovem, e disse se chamar Matheus, não devia ter mais de vinte anos, um pouco acima do peso, mas feio como o diabo. Maysa compreendeu que devia agir com muita cautela com o sujeito, que devia ter um parafuso a menos e sua cabeça.

- Você diz que gosta de mim, então demonstre isso me soltando desta cadeira e me dê água e algo para comer, pois dede que aqui estou, não bebi um único gole de água. Para sua surpresa, usado um canivete, ele cortou as cordas que a prendiam e saiu, dizendo que iria busca água e comida.

Tão logo se viu livre das cordas e sozinha, tentou se levantar para ver se tinha algum meio de escapar daquele lugar. Deu um passo e caiu de lado no chão, gritando de dor. Parece que alguma coisa estava dilacerando suas carnes. Costelas fraturadas sem dúvida alguma e pela dor alucinante, não era coisa simples. Ficou deitada, de costas, procurando não se mexer.

Quando ele regressou trazendo algumas garrafas de água mineral e pacotes, a viu caída no chão e perguntou a razão disso. Ela consegue a muito custo ficar sentada diz que está com muita dor nas costelas e que teria se ser levada para um hospital, para ser socorrida.

Ele começou a rir e lhe diz que a tentativa dela era muita boa, mas que de nada adiantaria fingir estar doente, pois só sairia dali para ir morar com ele, pois estava até procurando um ninho para fazerem muito amor.

Revoltada Maysa perdeu a compostura e o mandou ir a merda e que fosse fazer amor com a puta da mãe dele e que ele era repulsivo. Se atreve em dizer fazer amor, mas o queres e me estuprar.... se animal asqueroso.

O sujeito fica furioso com as palavras de Maysa e a derruba no chão e fica por cima da jovem e sem que ela possa reagir, rasga a calcinha e o sutiã.
Tombando de costas sobre o piso sente dor insuportável e perde os sentidos por alguns minutos. Percebe o corpo nu dele sobre o dela e grita em pânico tentando evita-lo. Matheus beijava seu rosto, pescoço e ombros parecendo um possesso, a lambuzando de saliva por toda parte. Mas o mais nojento foi sentir a língua dele em sua boca.

Maysa tentou fechar as coxas quando sentiu a cabeça do membro dele, tocar o acesso de sua virgem grutinha, porém com ele no meio delas, nada pode fazer. Sabia que a qualquer momento Matheus a penetraria. Chorando implorou que não fizesse esta maldade com ela, que era virgem.
Matheus, surdo ao seu desespero, continuava a lamber e a beijar com ardor redobrado, apenas retrucou:
- Sei que você não é furada, a examinei com o dedo quando tirei tuas roupas. Não tenha medo, vai doer um pouco, mas depois é só prazer. Vais gemer de prazer com o meu pau dentro de você, minha gatinha.
Parecia que não tinha nenhuma pressa em a penetrar, ficava só mexendo a cintura, fazendo com que o pau deslizasse em toda extensão da buceta, entre os lábios vaginais. Não tendo como evitar o estupro eminente e como último recurso cravou as unhas nas costas do seu agressor.

Matheus sentiu os lanhos em sua carne e levantou os ombros e a olhando raivosamente:

- Você está tornando a coisa mais difícil do que deveria ser, então vou te ensinar a ser uma menina obediente.

Maysa sentiu a ponta de um punhal, furar sua carne na altura do ombro direito e com horror os sangre brotar do ferimento. Petrificada, viu a lâmina quase que encostar em seu olho direito e a voz rouca do desvairado, murmurar em seu ouvido:

- Maysa, eu vou te foder e não há nada que possas fazer para evitar. Quero que sejas uma garotinha boazinha e fique bem quieta... sem chorar e gritar, caso contrário se ouvir um pio teu, vou furar os teus olhos. Estamos entendidos?

Ela sentiu a ponta da lâmina, um dedo abaixo do olho, fazer um pequeno corte e a dor a fez gritar. Outro corte logo abaixo e ele a advertiu:

- Cada grito um corte, você me entende garota?

Sabendo que ele faria exatamente o que ameaçou, Maysa, tremendo de medo, ficou inerte sob o monstro, enquanto ele, agora lambia o sangue dos cortes, no ombro e na face. Não parava de passear com o seu fixe de músculos, nas bordas do acesso da grutinha dela. Ela o sentia, tocando o seu clitóris e escorregando até o anelzinho do ânus. Aquilo estava se tornando uma tortura sem fim. Porque ele não acabava logo com isso e a penetrasse logo, qual a razão de ficar só ficar no roça-roca.
Ansiosa, esperava que ele a estuprasse e sem perceber, foi ficando excitada e suas carnes úmidas. Uma sensação gostosa vinha de sua grutinha e ela relaxou por completo, querendo que cessasse com aquilo e penetrasse nela de uma vez. Quando finalmente ele se decidiu, Maysa extasiada percebe as paredes de sua buceta se separando para dar lugar ao invasor. Quando o hímen foi rompido, não sentiu quase dor nenhuma, mas um prazer diabólico tomou conta de todo o seu corpo, suplantando a tudo, inclusive a dor vinda de suas costelas.

Maysa o abraçou e explodiu num violento orgasmo, o primeiro em sua vida e “uivou” como uma loba, quando ele despejou todo o gozo bem fundo dentro dela. Mesmo depois da jaculação, Matheus permaneceu dentro de Maysa, que agora chorava copiosamente, profundamente estarrecida com ela mesma, por ter sentido enorme prazer com ele a estuprando.

Matheus apaixonadamente, ao lado da jovem, enquanto lhe sugava e lambia os mamilos rijos. Ela inda deitada no piso duro olhava fixo para o teto, tentando compreender o que se passou com ela no exato momento de seu estupro...aquilo não era coisa de uma garota decente... não podia ser normal.

- Eu sabia, meu anjo, que você sentiria o mesmo prazer que eu ao fazermos amor. Vamos dar um tempinho e logo vamos voltar a nos amar. Vou comer o teu rabinho, que deve ser tão gostoso como a tua bucetinha e depois vamos fazer um delicioso 69. Você sabe o que é um 69, minha boneca?

Maysa, ao ouvir as palavras chulas dele, parece que recebeu um choque e saiu de sua apatia e levada por fúria incontrolável, conseguiu ficar sentada, apesar da dor nas costas e despejou toda a sua ira numa corrente de palavras de ódio, nojo e raiva contra ele:

- Você não passa de um pobre coitado, canalha covarde, que sequestra uma jovem e usa de força para a estuprar e diz que isso é amor. Eu o desprezo e tenho profundo ódio e nojo de você e só usando de força farás sexo comigo...amor nunca, seu animal de merda.

Matheus parece em choque ao escutar o que sua querida estar a lhe dizer. Não consegue compreender a razão de tanta aversão a ele, se a pouco ela gemeu de prazer em seus braços.
Aos gritos, senta sobre a barriga de Maysa e leva as mãos do pescoço e fora de si, fica repetindo as mesmas frases, enquanto seus dedos vão se fechando em torno do pescoço de Maysa.

- Você tem de me amar... - Você tem de me amar... - Você tem de me amar... - Você tem de me amar...

Só quando a sente inerte é que para de apertar a garganta dela. Desesperado a abraça chorando.

- Porquê me obrigou a fazer isso, meu amor... eu não queria de matar. O que será minha vida sem você?

Matheus fica por muitos minutos olhando corpo da jovem. Em passos trôpegos, sai do quarto, fecha a porta e na sala pega uma corda e chorando faz um laço e pendura a corda no travessão da sala. Fica de pé no tampo de uma cadeira e coloca a laçada no pescoço e tira a cadeira de apoio. Por alguns minutos se debatendo até parar e ficar pendurado, sem vida.

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Maysa está desaparecida desde a tarde do sábado. Nesta quarta-feira, as buscas a sua procura se estenderam até para fora do município. Todos chocados com a terrível ocorrência. Seus pais oferecem enorme recompensa para quem possa dar qualquer pista que possibilite encontrar a filha querida. Infelizmente, todas as buscas resultaram em fracasso e toda a comunidade chora pela jovem, sempre tão alegre e cheia de vida.

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Maysa aos poucos vai acordando. Sua garganta doí muito. Os dedos dele a sufocaram e sem ar perdeu os sentidos. Tudo nela doí muito, mas principalmente nas costas. Ele a derrubou no chão com o seu peso por cima e isso lhe acarretou grande sofrimento; até respirar lhe causa dor. Olha ao redor e não o vê e isso lhe traz alivio. Tenta se levantar, mas a pontada aguda na lombar lhe dificulta os movimentos e é se arrastando que consegue chegar até a porta. Esforço inútil, não consegue saber se está trancada ou não, não tem como alcançar o trinco.

Já está há muitas horas naquele lugar, sem conseguir se erguer. Em desespero percebeu que não tinha como escapar. Temia que ele observando que ainda estava viva a estrangularia novamente quando retornasse.
Muito tempo depois, bastante fraca e padecendo de sede e fome, Maysa deslumbrou uma esperança, tudo dependia se o seu celular ainda estivesse na sacola. Se arrastando, conseguiu ir até ela e exultou de felicidade, ao encontrar o seu querido aparelhinho.

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Quatro dias transcorridos e a polícia acha que a jovem está em poder de alguém que irá pedir resgate, pois sabem que a família dela é rica. Em consequência montam toda uma parafernália na casa da jovem, com a esperança de receber a ligação do sequestrador.
Quarta-feira, 16:30 h, o telefone toca e os policiais, fazem sinal para os pais de Maysa que esperem um pouco antes de atender, para que liguem o gravador e a sofisticada aparelhagem que pode localizar a origem da chamada.
Mas dona Helena, dá um pulo da poltrona e corre para atender, gritando que é o celular da filha, ela reconhece o toque diferenciado.

- Mãe... sou eu... por favor venha me buscar. Estou machucada.
- Querida, minha linda...mamãe vai te buscar... onde você está, querida?
- Não sei, mãe... eu acordei aqui e ele me machucou... depressa mamãe, me ajude.
- Filha... filha... fale comigo, fale comigo! Meu Deus! Ela não responde.

Maysa, depois de tanto esforço, deixa o celular tombar ao seu lado, sentindo que tudo vai se apagando e então mergulha na escuridão.

O policial monitorando a ligação, alerta aos colegas que o celular da jovem inda está conectado, ela não desligou o aparelho... vamos seguir a origem do sinal.

Nem dez minutos depois, três viaturas policiais, especialmente equipadas, partem para procurar encontrar o local de origem dos sinais.
Para surpresa de todos, as ondas emitidas pelo celular, partem de um lugar a menos de dois quilômetros da residência de Maysa. Um casarão velho, cercado por muro altos.

A casa aparentemente abandonada, foi invadida pelos policiais que fazem revista por todos os cômodos. O celular continuava indicando que aquele era o local. Até que um dos detetives viu no teto da cozinha uma portinhola, indicando que havia um sótão no casarão. uma escada de madeira encostada na parede da área de serviço, confirmou a sua existência.
Os dois homens que entraram no sótão, viram o corpo do homem, pendurado pelo pescoço, mas não a jovem Maysa. Examinando melhor o recinto, descobriram uma porta camuflada, que foi logo aberta e.... lá estava ela, caída num canto, nua e inconsciente. Para alegria dos homens, a garota estava viva fato logo comunicado por rádio à sua família.

Ela recebeu os primeiros socorros médico ali mesmo e imobilizada numa maca foi levada para uma ambulância que já a esperava no pátio do casarão.
A boa notícia se espalhou rapidamente e ao chegar no hospital, muita gente já estava a sua espera, a maioria amigos e colegas do colégio e do time e vôlei, todos dando viva quando viram a ambulância chegar.

Maysa sofreu fratura múltiplas nas costelas, com deslocamento de tecido ósseo, que felizmente não atingiu o pulmão e nem outro órgão. Mas por ter ficado todo o tempo no cativeiro sem se alimentar, estava muito debilitada, além disso, fora estuprada e tinha uma perfuração de lâmina, no ombro e dois na face, com perda de sangue.

Teve de ficar internada por duas semanas e usar por algum tempo um colete ortopédico. Com tudo isso, o que mais lamentava foi a perda da sua virgindade e ter se sofrer um aborto, com autorização legal. Só teve condições físicas e mentais de voltar à escola e ao time de vôlei no ano seguinte, pois a linda adolescente ficou muita abalada com a violência sofrida.

FIM



Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:6 de abril de 2018 03:53

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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