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Operação o Sequestro das virgens

Operação o  Sequestro das virgens

A Interpol e as policias federais de diversos países, estão se defrontando com gravíssimo problema que, apesar com contar com a colaboração de algumas agências de inteligência, como o FBI, a CIA e a KGB e de agências de diversos outros países, até hoje não conseguiram solucionar. Nos últimos doze meses, foram sequestradas quatorze moças, adolescentes com idades entre quatorze e dezesseis anos. Até aí apesar de grave, os raptos destas meninas não mereceriam a atenção de tantas agencias de inteligência e contraespionagem; porém acontece que todas as jovens são filhas de bilionários, de homens com as maiores fortunas do mundo e pelo que foi verificado, todas as adolescentes eram virgens e, isso sim, despertou especial atenção.
Com homens tão poderosos seria lógico que todas estas agências fossem chamadas a se empenharem na solução destes misteriosos e seletivos sequestros.
Tudo se tornou mais grave depois que apesar do verdadeiro batalhão de agentes envolvidos na investigação dos desaparecimentos das jovens, mais três garotas, quase meninas, foram sequestradas, isso apesar dos cuidados redobrados de suas próprias famílias. Sendo uma garota do interior da Bélgica, outra da Índia e a terceira do canada. Agora são um total de dezessete moças desaparecidas e o mais estranho é que nenhum pedido de resgaste foi feito até hoje.

Sophie a menina canadense sequestrada por último, filha de um poderoso magnata da indústria de eletroeletrônicos, tinha acabado de completar quatorze primaveras no seio de sua numerosa família, pois monsier Gilbert Lafont, além de Sophie, tinha mais quatro herdeiros, sendo ela a única mulher e a caçula da família. Desde que Lafont tomou conhecimento dos raptos de meninas nas mesmas condições de sua Sophie, a manteve praticamente trancada em sua luxuosa mansão, em Québec City, quase uma fortaleza.
A Jovenzinha só saía de casa sob a guarda de seis guardas costas, especialmente contratados, assim mesmo em veículos blindados. Um dos carros, o que a transportava, era conduzido por dois destes homens e no outro, o de escolta, levava outros quatros, todos fortemente armados.
Mas com toda esta proteção e cuidados, Sophie também foi sequestrada e isso se deu de uma maneira bizarra. Ela seguia, numa manhã de domingo, para fazer uma visita à histórica Notre-Dame de Québec, igreja erguida em 1647 e que mais tarde tornou-se a primeira igreja paroquial da América do Norte. Para a garota canadense visitar um dos marcos do orgulho francês, sua origem, era importante. Foi a caminho da igreja, que um caminhão desgovernado colidiu com o carro de sua escolta. Os dois homens do veículo que a conduzia, alertados pelo rádio, aceleram e tomam rumo diferente do planejado.
Assustada, Sophie percebe Quando Rudolf, um dos seus protetores sentado no banco da frente, se vira para ela e lhe pede calma, ao mesmo tempo que, espargia uma bisnaga de algum tipo de gás em seu rosto. Em instantes, está inconsciente, caída no banco do carro, que segue veloz para destino conhecido dos dois homens.

Sophie percebe que está sendo seguidamente sendo drogada, quando sua mente e sua visão começam a clarear. Sente em seus braços ou nas nádegas, picadas de agulhas e tudo volta a ficar muito confuso. Nos seus poucos minutos de lucidez observa que está trancada em uma espécie de caixote acolchoado, tão estreito que pouco lhe permite os movimentos e pelo som que consegue ouvir e pela sensação em seu próprio corpo, sabe que está a bordo de algum tipo de embarcação. Mas logo em seguida, percebe que o pequeno recinto em que está trancada, se enche de gás.
Quando acorda, fica apavorada, pois percebe que esta dentro de um caixão de defunto, pelo menos é o que parece ser. Quer gritar e sair dali, porém o terror a invade por completo ao se sentir totalmente imobilizada, não consegue mover um único musculo. Será que morreu e agora está sendo levada para ser enterrada? Escuta vozes, muitas vozes de homens e pelo pouco que consegue distinguir do que falam, o pavor que sente não tem limites. Eles estão falando que é muito triste fazer o embarque no porão do avião, de gente morta e logo três de uma vez.
Pelo ronco das turbinas sabe que está no porão de um avião. Não consegue pensar direito, pois as drogas que circulam em seu corpo a deixam muito confusa, não sabe a razão de estar sem possibilidade de mover seu corpo. Será que está realmente morta? Isto não pode ser!
O voo dura uma eternidade assim como sua agonia. Agora, sente que o caixão está sendo movimentado e pelo sacolejar de onde foi colocado, deve estar dentro de um veículo, talvez um caminhão ou camionete. escuta vozes, vozes masculinas, mas distante e não consegue saber o que falam. Com a mente e o corpo em condições precárias, Sophie perde a consciência mais uma vez.
Desta vez, quando acorda, tudo está mudado em torno dela, se encontra deitada numa confortável cama. Não se sente mais imobilizada, ainda que com a mente muito confusa e os nervos e músculos do corpo demasiadamente doloridos. Neste estado, faz força para sair da cama, mal consegue ficar em pé e cambaleando tomba ao chão, sob um piso atapetado. Apesar de nunca ter ingerido bebidas alcoólicas, tem a impressão de estar totalmente embriagada. Consegue se arrastar e se apoiar na beira do colchão e puxar metade do corpo para ele com as pernas penduradas e assim fica por bastante tempo, tentando de recompor. Só então percebe de não estar vestindo suas roupas. A única coisas que cobre seu corpo é uma tanguinha de couro preto que só tapa sua genitália, atrás, a tanguinha se transforma em uma fina tira que desaparece em meio as polpas de sua bem torneado bunda. O tapa seios é apenas uma fina tira, também de couro preto. Muito assustada e com temor, se esforça e consegue puxar a coberta da cama e esconde sua nudez.

Muito fraca e com muita sede e fome, Sophie, mesmo contra sua vontade, adormece. É acordada com o barulho de passos. Vê três pessoas dentro do recinto, se surpreende, e consegue se colocar sentada rapidamente sobre a cama. Não está mais “debilitada” como antes, parece que o tempo que passou dormindo, curou seu mal-estar. São duas mulheres e um homem, todos vestidos do mesmo estilo, longas batas cinza escuro. O mais estranho é que pelas características físicas, pareciam ser mongóis.
Sentada, a coberta escorrega para a sua cintura e ela automaticamente, envergonhada a puxa para se cobrir. Uma das mulheres se aproxima rapidamente e com um violento puxão na colcha a joga no pé da cama. Com o pudor natural por se ver assim exposta, Sophie, estende os braços na tentativa de se cobrir novamente. O homem se move rapidamente e com um empurrão a faz cair de costas sobre a cama e aponta para a colcha e abana com a mão, no sinal caraterístico de não.
Que merda é essa! Porque não pode cobrir seu corpo tão exposto? A jovem é invadida por temor como nunca sentiu antes. Tem noção de que fora sequestrada com a colaboração de seus guarda-costas e que fora levada para algum lugar bastante longe de sua cidade. Sabe que viajou de navio, de avião e de caminhão ou camionete, na maior parte do tempo, dentro de uma espécie de caixão e sob efeito de alguma espécie de droga. Onde será que está, porque a vestiram desta maneira tão ridícula, praticamente nua? Se a intenção é pedir resgate ao seu pai, porque tudo isso? Todas estas incertezas a deixam cada vez mais confusa e com muito medo.
Percebe que eles trouxeram uma espécie de carrinho, com onde pode ver e sentir o cheiro de comida. Só então entende que está com muita fome e sede, mas encolhida sobre a cama tem medo de se levantar e expor seu corpo aos três. Desde que chegaram não abriram a boca e só por sinais a faziam entender o que queriam dela, como agora, apontando para o carrinho de comida e para ela mesma.
Estava a ponto de os atender, pois a fome a devorada, quando a porta do quarto se abriu e um homem entrou e isso a fez sentir um calafrio por todo o corpo e se encolher novamente sobre a cama. O cara era assustador, pesadão, com mais de 1,90 metros, com barbas e cabelos loiros, quase avermelhados e sua vestimenta se parecia com uma espécie de uniforme militar. Ele se aproximou de Sophie e ficou a olhando por quase um minuto e então falou num francês fluente:
- Seja bem-vinda as nossas instalações, Sophie. Espero que estejas confortável. Não se preocupes com os estes criados. Eles estão aqui somente para a servir e tomar conta de você enquanto fores nossa hospedes. Eles não falam a tua língua, mas isso não é necessário, pois estão instruídos para se comunicarem com você somente por sinais, não será necessário mais do que isso.
- Senhor...onde estou? Qual a razão de me sequestrarem...é para pedir resgaste ao meu pai?
- Sophie, Sophie...tenha calma. Você vai receber algumas respostas as tuas perguntas, não todas é verdade. Sim, nossa organização a sequestrou para pedir resgate ao teu papai e quanto a dizer onde você está, isso não saberás nunca. Porém posso lhe informar que estas no outro lado do mundo, a milhares de quilômetros de Québec. Num lugar onde jamais poderás ser resgatada, nem com todo o mundo a te procurar. Você foi “convidada” a ser nossa hospede, por seres uma garotinha bem novinha, com apenas quatorze aninhos e seres uma verdadeira bonequinha, linda de morrer e com um corpinho delicioso.
- Pelo amor de Deus! Se é dinheiro o que queres.... meu pai pode pagar o que você pedir, ele tem muito dinheiro.
-Sabemos disso, Sophie e vamos pedir uma verdadeira fortuna por ti. Porém isso só acontecerá daqui algum tempo, acho que uns dois ou três anos. Durante este tempo, serás uma das nossas minas de ouro. Te digo tudo isso, para que saibas o que queremos de você. Serás objeto de prazer para muitos de nós, não só os daqui, como os vindos de muitos outros lugares.
Sophie apesar de sua pouca idade, compreende o que ele quer dela e isso a faz perder o controle e entrar em pânico, gritando em total desespero.
As duas mulheres, a um sinal do ruivo, a seguram com força e sente uma picada em sua nádega e em menos de um minuto, está totalmente grogue.

Desde então, tem noção que é drogada diariamente e sua revolta com o que estão fazendo com ela aos poucos vai aumentando, porém não tem forças para reagir aos efeitos das drogas, que a estão tornando dependente. Isso realmente acontece. Certo dia as duas mulheres a levam do quarto cativeiro e isso é a primeira vez que acontece.
Sophie percebe que está num amplo salão de formato circular. Esta totalmente nua, deitada sobre um grande almofadão, também redondo. Vê um homem desconhecido se aproximar, igualmente nu e mesmo com a mente confusa, se levanta gritando tenta correr. Percebe, então que não é um só homem, mas muitos deles, todos nus e vestindo máscaras que lhes cobrem parcialmente os rostos.
Aos berros é segura por mãos grosseiras e derrubada de volta ao almofadão. O que acontece a seguir é por demais dantesco, para que possa ser descrito sem nos trazer ânsias de vômitos. Durante mais de sete horas, Sophie sofre um bárbaro e cruel estupro coletivo, perpetuado por oito homens. Eles a penetram pela vagina, ânus e boca. Quase sempre em dupla penetração. Seu útero é totalmente cheio do gozo deles que não satisfeito a fazem engolir quase que a mesma quantidade.
O corpinho da garota de apenas 14 anos serviu de festim aos ricaços ali presentes. Todos eles, a conheciam de fotografias e slides, tomadas pelos “caçadores de virgens” mundo afora. A poderosa quadrilha, com braços espalhados pelos quatro cantos do mundo. As únicas exigências feita aos “caçadores” era que só procurassem por filhas de multimilionários, que pudessem pagar muitos milhões de euros para terem suas filhas de volta. Elas teriam de ter entre treze e dezesseis anos e acima de tudo, serem meninas muito bonitas e virgem. Estas qualificações eram difíceis de serem atendidas e por essa razão, agindo em todos os continentes, só vinte garotas se enquadram nas exigências estabelecidas.

O “dossiê” das virgens selecionadas era exigido aos poderosos homens e eles davam lances para as terem. No caso de Sophie, oito deles ficaram loucos de desejos pelo jovem e exuberante corpinho. Então a ordem para que fosse capturada foi dada.

Ella ficaria por dois ou três anos, servindo sexualmente à quadrilha, que embolsaria milhões de euros e depois seria dado oportunidades aos seus pais que a “comprassem” de volta, mediante boa parte de suas fortunas, isso se um outro comprador oferecesse uma bolacha pela garota.

Sophie no salão vermelho, para sua sorte, logo nas primeiras penetrações, quando sua virgindade é perdida, entra em choque e daí e diante, não percebe seu corpinho ser dilacerado pelos esfomeados e cruéis homens.
Acordou três dias depois, deitada numa espécie de enfermaria, com dores horríveis por todo o corpo, sendo assistida por uma mulher com cabelos ruivos.
- Tenha calma Sophie, você já está quase sem nenhuma sequela do teu batismo no salão vermelho. Mas você se portou muito bem, querida, bem melhor que as outras garotas.
- Meu Deus! Outras garotas? Sim.... nós estamos com dezenove meninas, contanto com você. Elas vieram do mundo inteiro. Todas vocês passaram pelo salão vermelho, como uma forma de batismo para satisfazer os nossos clientes. Não necessita ficar apreensiva, agora você só receberá um deles por vez.
Cinco dias depois, Sophie está de volta ao seu quarto, sua luxuosa suíte, sua prisão naquele lugar de horrores. Ela sofre terrivelmente, pois seu corpo necessita desesperadamente de drogas, que a muitos dias não lhe fornecem mais. Ela quer, necessita das drogas, pois isso é a única maneira de suportar o que os canalhas estão fazendo com ela, a destruindo física e mentalmente.
Mas o sofrimento da jovenzinha não terá atenuante, pois o homem ruivo, alguns dias depois, lhe diz que ela não receberá mais drogas e que como está sendo” boazinha” poderá ir para a “vitrine” com as outras meninas, as demais “hospedes”, como ele se refere as moças, igualmente sequestradas.
O que ele se refere como “vitrine” é realmente isso, mais uma das canalhices deles. Num enorme salão muito bem iluminado, cada uma das garotas está trancada numa espécie de cubo de vitrine, tão ajuste aos seus corpos que quase não lhes permite se movimentar. Estão nuas e todas depiladas. Tudo isso para serem exibidas a uma multidão de homens, quase quarenta deles, que se movimentam entres os cubos, apreciando as “mercadorias” expostas.
Sophie não sabe se para serem vendidas ou apenas alugadas, mas é tal o seu estado de espirito que isso pouco lhe interessa. A verdade ela só pensa em morrer, viver assim, não tem mais sentido.
Um homem velho e gordo, pesando quase uma tonelada, dar volta em torno do cubo onde Sophie esta espremida e ela o acompanha com os cantos dos olhos, pois isso é a única coisa que pode fazer. Ele para em sua frente e fica olhado a sua nudez, se fixando em suas genitálias. Ela fecha olhos para fugir daquele olhar nojento, cheio de cobiça.
Para seu horror, percebe que, numa espécie de carrinho, a estão levando para algum lugar, ainda aprisionada dentro do cubo de vidro. Acompanha as duas mulheres que a conduzem, o velho gordo.
Entram numa espécie de box, onde as mulheres a libertam do cubo e a colocam deitada sobre uma cama larga, o único mobiliário existente. Ela Saem e a deixam sozinha com o velho. Sophie sabe o que irá acontecer, ele a escolheu para a possuir e isso a apavora de tal maneira que de um pulo se levanta da cama e corre para a porta, para escapar do nojento. Porém para seu pavor, a encontra trancada. Encostada à porta, vê apavorada o homem dar uma gargalhada e falar algo em uma língua que não entende, mas que parece ser árabe.
Sempre rindo e a olhando, ele vai se despindo e Sophie com o terror configurado em seu rosto, não consegue desviar os olhos da figura grotesca e de corpo nu, que mais se parece com um porco.
Só consegue sair do seu torpor quando ele a puxa com violência e a derruba sobre a cama. Ele é muito grande e pesado e nada pode fazer quando é imobilizada e a bocarra do árabe começa a lamber, chupar e morder cada pedacinho de seu jovem corpinho. Ele é rude e cruel geme de dor quando seus mamilos quase são arrancados fora com sua voracidade. O mesmo acontece com sua buceta, que tem o clitóris mordido com força. Ainda por cima sofre muito com o peso dele a esmagando.
Apesar de sua estupidez e desejo, ele não consegue penetrá-la nem pela frente e nem por trás, apesar de inúmeras tentativas, como se deitar de barriga para cima e obrigá-la à base de tapas, ficar sentada com as pernas abertas sobre seu pênis. A banha e o minúsculo equipamento do velho, o máximo que podem é roçar os lábios vaginais de Sophie.
Para escapar de suas estupidas e doloridas mordidas, ela se esmera em se esfregar naquela coisinha dele. Assim agindo, ele parece estar nas nuvens e fica sob ela, que sente alivio, também por não ter as toneladas dele a esmagando.
Ela não tem nenhuma noção do tempo que ficará ali dentro com o gordo árabe, mas já cansada, inclina seu corpinho e apoia suas mãos sobre o peito cabeludo dele, enquanto para o manter nesta posição, a melhor para ela, continua a se esfregar nele. Mas acontece algo que, na sua pureza, nunca tinha sentido antes; Sophie sente suas carnes ficarem molhadas e seus lábios se abrem ainda mais ao sentir o contato do semiereto e minúsculo pênis do velhote. Com isso e quase que automaticamente, os movimentos de seus quadris sobre ele, se aceleram e não sabe a razão, suas coxas se abrem ainda mais e sente o contato dele com o seu clitóris. Fecha os olhos e mergulha numa forma de prazer totalmente novo para ela e como que vindo de dentro dela, de suas carnes, uma espécie de choque que toma conta de todo seu corpo e sem saber o porquê, seu corpo tomba sobre o peito cabeludo do homem e esfrega seios e ventre sobre ele, que a abraça e a mantem bem segura sobre suas banhas.
Muitos minutos depois, quando o árabe volta com seu corpanzil sobre Sophie, ela abre o que pode as coxas, para ele consiga colocar sua cara no meio delas. A língua e a boca dele mesmo sendo violento, a faz sentir novamente um prazer ainda mais intenso que antes e novamente explode com o seu segundo orgasmo em sua vida.
Ambos dormem e quando ela acorda, vê o árabe a segurando pela cintura, com um enorme sorriso e antes que possa impedi-lo, ele enterra seu grosso dedos indicador em sua vagina. Não tem como escapar e sente ele movimentar o dedo, num entra e sai rápido, fecha as coxas mais já é tarde pois ele continua dentro dela.
Já não é virgem, pois fora vítima do estupro coletivo, semanas antes, mas naquela ocasião, só sentiu muita dor e horror, antes de desmaiar, agora não, o dedo do velhote se movendo dentro dela, mesmo que contra sua vontade, lhe trazia prazer e suas coxas se abriam para melhor o sentir.
O resultado desta primeira e bizarra noite de prazer, entre uma jovenzinha de quatorze anos e um árabe de setenta e quatro, um bilionário, é que ele desembolsou boa parte de sua fortuna para a comprar da quadrilha que a mantinha em cativeiro. Ele pagou para a ter como sua escrava sexual com exclusividade.
Três dias depois, Sophie viajava no jato particular do árabe, para um destino que não tinha a menor ideia onde ficava. Foi mantida prisioneira num palácio, que logo descobriu ser num principado árabe. Tinha todos os confortos, roupas e joias que o dinheiro dele podia lhe proporcionar, mas em troca, três a quatro vezes por semana, ele fazia sexo com ela. Sempre do mesmo modo de antes, ele deitado e ela sobre ele, se esfregando, com as genitálias se tocando e ela aprendeu a gozar desta maneira. O único modo dele a penetrar era com o dedo e Sophie, também gozava assim.
Apesar de ter perdido toda esperança de voltar ao convívio de sua família em Québec City, nunca deixou de sofrer pela tragédia que se abatera sobre ela. Quando vez quinze anos, o homem, já confiante em sua pequena escrava, a levou em seu jatinho para umas semanas nos Alpes Suíços.
Foi aí que aconteceu tudo e que mudou por completo o destino que estava reservado para Sophie.
Cinco dias depois de estarem hospedados num luxuoso hotel nas geladas montanhas dos alpes, Sophie, habituada desde pequena a esquiar, com sua família. Pediu ao seu “dono “que lhe desse o privilégio de praticar o esporte que disse gostar muito. Ele lhe deu este “privilégio” e livre como um passarinho, abusou da velocidade e caiu rolando por centenas de metros e só foi parar no encontro de algumas pedras, totalmente fora da trilha. Quando parou, estava gravemente ferida, com múltiplas fraturas, sendo a mais grave na coluna, com grande risco de ficar para sempre numa cadeira de rodas. A equipe médica que primeiro a atendeu assim diagnostico.
O árabe ficou tão desesperado com esta possibilidade, que a revelia da equipe, decidiu levar sua “mulher” para um centro especializado neste tipo de sequelas. Após pesquisas seu médico particular recomendou que o “Miam Project” na cidade do mesmo nom, no estado da Florida nos Estados Unidos.
Cinco dias depois, num jatinho UTI, Sophie, depois de um ano e dois meses, estava retornando a América do Norte, praticamente nas mesmas condições em que partira, ou seja, inconsciente, ainda que muito longe de sua cidade, Québec City, no Canada.

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Gilbert Lafont, o pai de Sophie recebeu a notícia do seu sequestro em desespero total, sua mãe e seus quatros irmãos, não podiam acreditar que isso pudesse ter acontecido com a caçulinha da família. Logo eles que tinham tomado tanto cuidados para sua segurança pessoal, contratando uma equipe de segurança só para ela, e só permitindo que se deslocasse com veículos blindado e sob forte escolta. Lafont chegou ao extremo de mandar implantar no corpo da filha, um poderoso chip, que foi implantado sob seu ombro direito, por equipe de cirurgiões. O minúsculo equipamento na forma de uma pastilha, especialmente fabricado por uma de suas fábricas, poderia emitir sinais por até dois anos, porém o alcance de sinais, só podia atingir a distância máxima de cinquenta quilômetros.
Quando do sequestro da filha, mandou espalhar em muitas cidades do mundo, os receptores destes sinais, com homens os monitorando 24 horas por dia; alguns por sistema remoto. Foram mais de 200 cidades monitoradas. Mesmo assim, nenhum sinal do chip foi recebido e o tempo foi passando. Agora passados mais de um ano e meses, Sophie e as outras garotas, filhas de bilionários continuam desaparecidos e nenhum resgaste foi pedido por nenhuma das meninas.

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Quando Sophie foi recebida pela equipe do Miami Project, uma das primeiras providencias a que foi submetida foram os minuciosos exames. Para surpresa da equipe, um corpo estranho foi localizado, implantado sob o ombro direito da moça. Curiosos, não viram nenhum empecilho em o remover. Examinado sob as lentes de microscópio, o objeto em forma de uma pequena pastilha, era metálico e podia emitir um sinal, como se fosse um equipamento de localização. Uma verdadeira obra de engenharia microeletrônica. Examinado com lentes mais poderosas, puderam ver uma logomarca não identificada pela equipe de engenharia do centro.

Tudo isso era muito estranho para eles, a moça em coma, foi recepcionada como a esposa de um árabe, com mais de setenta anos, no enquanto a enferma, não devia ter mais de dezessete anos, loira de olhos azuis, podia ser tudo, menos árabe. Com tudo isso decidiram manter segredo, até segunda ordem.

Na Google a logomarca foi identificada como sendo de uma poderosa indústria de eletroeletrônicos de origem canadense, com filiais em diversos países, inclusive aqui nos Estados Unidos, na cidade de Detroit. Um contato via rede para esta sede e para surpresa da equipe, o mundo veio abaixo.

Em questão de poucas horas, grande aparato de agentes do FBI e até da CIA, estava no local e o poderoso árabe e toda sua equipe, foram levados pelos agentes, para local desconhecido, sob recomendação de total sigilo das equipes e nunca mais se teve notícias deles.

Ao anoitecer daquele mesmo dia, Gilbert Lafont, o bilionário canadense, proprietário da indústria que fabricou o chip, compareceu ao Centro e informou a aturdida equipe que a jovem que tinha o chip implantado era na verdade sua filha. Por expressa recomendação do pessoal da Cia e do FBI, todo o caso deveria ser mantido em absoluto sigilo, longe dos olhos da mídia.

Em menos de cinco dias, um enorme castelo implantado no coração da Mongólia, foi cercado por terra e pelo ar, com tanques e helicópteros. A operação, contando com enorme aparato de forças militares russas e mongóis, capturou todos os que ali estavam, dentre deles muitos e poderosos homens de muitas regiões deste mundo de Deus.

Dezoito meninas foram regatadas e entregues as suas famílias mundo afora. Assim como o gordo árabe, o “dono” de Sophie, que desapareceu misteriosamente quando em viagem pelo novo mundo; nenhum dos quase oitenta homens e mulheres que se encontravam no castelo dos horrores, no momento do cerco militar, foram vistos novamente; eles desapareceram como fumaça ao vento.

Sophie, foi obrigada a ficar internada em consequências dos seus ferimentos, recebeu todo o carinho de sua família. Infelizmente as chances de voltar a andar são remotas, porém isso não é o mais grave. A menina não conseguia esquecer os momentos de horror que passou enquanto esteve aprisionada, sendo estuprada das maneiras mais cruéis possíveis. Não esquecia que teve desejos pecaminosos pelo árabe que a fez sua escrava, pois além do corpo, sua mente também foi submetida a uma espécie de lavagem cerebral.

Quando voltou para sua casa, depois de oito meses sob severo tratamento, Sophie já estava livre da maior parte destes fantasmas. Ficou como lembrança sua cadeira de rodas e os eventuais pesadelos, que lhe assombram às noites, como sequelas dos horrores vividos.

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:6 de abril de 2018 03:48

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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