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SEXO, PAIXÃO E LOUCURA

SEXO, PAIXÃO E LOUCURA
Ritinha é uma adolescente rebelde, que mora com a mãe viúva e sua irmã Ana, que apesar de ter apenas doze anos, três menos que Rita, parece que vai no mesmo caminho da mana mais velha. Não gosta de estudar e só quer namorar, para desespero de dona Helena. As três moram num apartamento no último andar de um velho prédio, num bairro residencial de classe média de nossa cidade.

Quero lhes contar a história desta família, pois como bom ouvinte, soube ouvir o drama de Helena e na apavorante tragédia em que foram envolvidas e que quase as destruiu. Certo que ao colocar no papel toda a triste história, fantasiei um pouco e troquei os nomes, a pedido de Helena.

Helena, uma mulher de trinta e cinco anos que ainda mantem seus atrativos físicos, apesar de ser mãe por duas vezes. Loira natural, linda de rosto e de corpo, ficou viúva quando Rita tinha cinco anos e Ana, apenas dois.
Fisioterapeuta formada, deixou de exercer a profissão para se dedicar em ser mãe em tempo integral de suas meninas. Porém quando o doutor Eduardo faleceu, teve de voltar a trabalhar e o fez com pleno êxito, exercendo a profissão em três clinicas, tudo para poder criar Rita e a Ana.

As meninas, por imperiosa necessidade, tiveram de estudar em turno integral, pois Helena, quase sempre passava os dias trabalhando e em algumas ocasiões, até tarde da noite. Sem a presença constante de Helena, Rita se tornou para Ana, além de irmã, um pouco de mãe, também, apesar da pouca idade das duas.

Dona de seu nariz, Ritinha, cresceu e se tornou uma belíssima garota, tão bela como a mãe, quando tinha a mesma idade.

Ela não gostava muito de estudar, e se tornou uma tremenda namoradeira. Trocava de namorado como se troca de roupas e quando não estava disposta cabulava e não ia para a escola, levando Ana a tiracolo, perambulando pelos shoppings da cidade. Como eram bem jovem e bonitas, logo eram paqueradas pela rapaziada e Rita gostava de ser cortejada e assim Aninha foi também aprendendo com a irmã a fazer o mesmo.

Pela graça dos céus, as duas garotinhas nunca toparam com nenhum velhote tarado e nem com nenhum “caça-talento” para o mundo da prostituição, que costumam circular por estes lugares, sempre de olho em possíveis vítimas, jovens incautas e belas como estas duas.

Mas podemos ter certeza que isso poderia acontecer, mais cedo ou mais tarde. Elas estavam se portando como duas ovelhinhas, passeando na floresta onde os lobos estão sempre à espreita, e sem nenhuma supervisão de um pastor.
Duas loirinhas, lindas como bonecas, com quinze e doze anos, vadiando nestes “bosques”. O que poderia acontecer?

Entretanto, algo mudou o rumo dos acontecimentos. Veio morar no apartamento vizinho, um senhor que devia beirar os quarenta e poucos anos, também viúvo e pai de um rapaz de dezenove anos, ambos morenos e de porte atlético. Antônio, um pintor de certo renome para o seu tipo de pintura, montou em parte do apartamento, o seu estúdio. Fred, o filho, não frequentava mais a escola e vivia com uma filmadora a tiracolo.

Ao se conheceram, parece que aconteceu algo no ar, Rita gamou em Fred e passou a fantasiar com ele. Antônio, o pai, demonstrou interesse em Helena e nas suas filhas, as desejando como modelo para suas telas.

- Nossa, meu filho... estas nossas vizinhas, são lindas. – Pai, Helena é viúva e uma trintona com tudo em cima. Vá firme em cima dela... acho que a coroa está necessitando de uma boa trepada.

- Filho, não é só nela que estou pensando, mas nas três. – Velho tarado! No que está maquinando?
- Eu quero que as três posem para mim. Pensou, mãe e filhas, nos meus quadros...lindas como são, serão vendidos por uma boa grana.

- Isso nunca acontecerá, velho. Por nenhum dinheiro deste mundo, ela aceitaria posar pelada e muito menos deixaria suas meninas fazer o mesmo.

- Garoto burro.... quem está pensando em pagar ou pedir permissão? As três servirão de modelo para os meus quadros eróticos e para os teus vídeos pornôs, sem mesmo a gente pedir autorização delas.

- Pai, você quer que façamos com elas, o mesmo que com aquelas duas meninotas?

- Exatamente Fred. A gente vai lucrar vendendo o material para os clientes do velho mundo e teremos divertimento comendo carne nova.

- É muito perigo, pai. Elas são nossas vizinhas do lado pode dar merda.

- Garoto, não usaremos o nosso apartamento nem o delas. Vamos arrumar um lugar seguro que sirva de cativeiro, durante o tempo que elas estarão a nossa disposição.

- Pai a Ana é muito novinha... você acha que ela ficará de boca fechada, mesmo com a gente usando de chantagem?

- Tenho certeza que sim, Fred. A mãe e a irmã mais velha a convencerão. Elas não terão opção.

- Tudo certo pai, vamos fazer como o senhor quer. – Só me dê um tempo para arrumar tudo, OK?


XXXXXXXXXXXXXXX

Vinte e dois dias depois, Helena depois de um exaustivo plantão no hospital municipal do bairro, chega ao seu apartamento. Já passa das vinte e duas horas e ela só quer dar beijo nas filhas que deve estar dormindo, tomar um banho, fazer um lanche e ir par a cama.
Quando entra no quarto das meninas, tem um tremendo sobressalto. Elas não estão lá. Procura por todo lugar e nada. Assustada, bate na porta do apartamento vizinho e muito assustada e atendida pelo morador, um senhor muito simpático;
- Desculpe senhor Antônio... sei que é muito tarde, mas é que estou bastante apreensiva. Rita e Ana não estão em casa. O senhor, por acaso a viu?
- Não necessita ficar assim, Helena. Suas meninas estão aqui. Eu e meu filho as convidamos ao nosso apartamento. Pode entrar.
Helena, acha muito estranho o comportamento de suas filhas, pois não é do feitio delas, agirem deste modo. Na sala do vizinho, não vê suas garotas.
- Onde elas estão, senhor Antônio?
- La no quarto do meu filho. – No quarto!!!! O que estão fazendo lá dentro?
- Helena, não necessita ficar alarmada. Rita e Ana não estão fazendo nada. Quem está muito ocupado com elas é o meu garoto, Fred. Vã lá dentro ver.
Helena, não espera segundo convite e invade o quarto, com o coração na mão…. o que está acontecendo?

O que viu, quase lhe causou uma síncope e ela quase desmaiou, com a violenta descarga de adrenalina. Ana está estirada na cama, vestindo somente uma calcinha, está de bruços e não se mexe. Ao seu lado, Rita, totalmente nua, tem no meio de suas coxas afastadas, Fred, que também nu, fez sexo oral na garota, que de olhos fechados, parece estar sem sentidos dor, pois geme bem baixinho.
Helena, com o coração aos pedaços dá um grito e avança em direção ao rapaz, com as unhas como uma garra. Mas não dá dois passos, se sente agarrada pelo pescoço por Antônio. Esperneia e tenta se livrar, mas um pano ensopado em algo é colocado com violência em seu rosto. Tudo vai ficando escuro e Helena fica inerte nos braços de Antônio, que a coloca estirada no chão, sobre o ralo tapete.
Fred, com o alarido, apenas levanta rosto e vê seu pai colocando Helena ao lado da cama e volta a voltar a enterrar a boca toda melada na buceta da drogada Ritinha. Tão absorto está praticando oral na garota, que nem presta atenção no pai, que usando uma seringa, aplica na coxa de Helena uma poderosa droga que a fara dormir por muitas horas
- Rita eu e meu pai, ficamos sem café. Será que você poderia nos emprestar um pouco de pó, amanhã a gene devolve.
- Rita, que já estava pronta para dormir, atendeu a porta e colocou apenas o rosto pela porta meia aberta. Sem graça, pediu desculpas aos dois vizinhos, parados no corredor.
- Me desculpe Fred, por eu não os convidar a entrarem, mas é que eu e Aninha já estamos com roupas de dormir, mas eu vou lá na cozinha buscar o café...não demoro.
Ana deixou a porta meio que que encostada e foi buscar o café para atender o pedido dos vizinhos. Encheu uma xicaca do pó e retornou para a sala.
Foi surpreendida com Fred e o pai, em pé, no meio da sala. Sem mesmo serem convidados, os dois entraram e até fecharam a porta. Encabulada por estar vestindo o pijama baby-doll, ela estendeu a xicara para Antônio e ficou assustada quando percebeu que Fred estava se encaminhando para o quarto, onde sua irmã estava se preparando para dormir.
- Não Fred, fique aqui na sala... Aninha está tocando de roupas para se deitar.
- Não ligue o abuso de meu filho, garota, ele é assim mesmo, atrevido que só ele. Pode ir filho. Sei que Rita não vai se importar que você veja a irmãzinha pelada... não é mesmo, garota?
Bastante assustada com o atrevimento deles, com a voz bastante alterada, pediu que eles fossem embora. Foi surpreendida quando o coroa a puxou pelos braços e a fez cair sentada no sofá. Ele se sentou ao seu lado e com os braços em volta dos ombros a obrigou a ficar sentada, vendo Fred entrar no quarto delas.
Abriu a boca para gritar, quando sentiu o frio da lâmina de um punhal no vão de seus seios e o homem lhe falar.
- Garota, fique bem quietinha aí e se abris a boca para dar um pio, vou tirar os teus mamilos fora... estamos entendidos?
Com o terror a invadindo, sentiu a o punhal, com facilidade, cortar as alças da camisa do baby e ela ficar exposta aos olhos do homem. Em choque, sentiu forte dor, quando a ponta do punhal foi cravada no lado de dentro do seu seio direito e um filete de sangue brotar, manchando de vermelho sua carne muito branca.
- Isto e só para lhe mostrar que eu não estou de brincadeira. Fique quieta e colabore com a gente, senão o estrago que vou fazer em você será bem pior. Acovardada e quase se mixando de tanto medo. Pode escutar sua irmãzinha gritar lá do quarto e logo depois, Fred retornar, trazendo Ana arrastada pelos cabelos, vestindo apenas uma calcinha branca com bolinhas rosas.
Aninhas gritava e esperneava, gritando por socorro. No meio da sala, Ele aplicou na menina um forte soco, que a atingiu no lado direito do rosto e, quase na altura da orelha e ela perdeu os sentidos.
- Pai, veja est garotinha...tão novinha e já com uns peitinhos bem crescidinhos, veja só!
- Fred, isso aí não e nada... olhe para os maravilhosos seios de Rita.
- Pai porque você a cortou? Isso vai estragar meus vídeos!
- Que nada filho, Foi apenas um furinho de nada, que com um curativo vai ficar quase invisível. O que há com ela, parece que viu fantasma.
- Não é nada Fred, é que ela viu você dar porrada da irmãzinha e ficou assim.

XXXXXXXXXXXXXXX

Rita, no estado que se encontrava, pode perceber quando, Aninha foi levada por Antônio para fora do apartamento e logo depois ele regressar.
- Pronto filho, a garotinha já está na tua cama, agora vamos levar está aí e depois esperar a gostosa da mãe delas e então levaremos as três na camionete. Temos de agir dentro do combinado, para ninguém desconfiar que o temos algo a ver com o sumiço delas.
Rita tomou mais “pé” da situação algum tempo depois, já deitada na cama de Fred, todo ao lado, ainda sem sentido, sua irmã.
- Garota, fique paradinha, enquanto papai faz um curativo no teu ferimento, foi um furo de merda, que quase não furou estes peitinhos lindos.
O coroa limpou com algodão embebido em álcool, o sangue que tinha escorrido da ferida e Rita gemeu com a forte ardência do liquido que ele passou com algodão e depois cobriu com um pequeno curativo na cor da pele.
Se recuperando um pouco da agressão sofrida por ela e sua irmã, chorando como um bebezinho, se atreveu a indagar a eles a razão de estarem fazendo isso com elas.
Foi Fred que, não usando de nenhuma artimanha a colocou a par do que pretendia com elas. Para não assustar a tolinha garota, ele usa somente de meias-verdades.
- Rita, eu e meu pai, queremos que tua mãe e vocês duas, sejam nossos modelos, tanto para as telas do pai, como para as minhas filmagens. Nós tão logo vimos vocês três, loirinhas, super gostosas, que as queríamos como nossos modelos. Acontece que o pai só pinta mulher pinta mulheres peladas, em poses eróticos e eu faço filmes curtos pornôs e vocês serão minhas atrizes, queiram ou não. Enquanto meu pai filma, eu vou fazer sexo com você. Total, sem nenhuma restrição. Vou tirar tua virgindade e quero que isso seja em close, com a tua buceta seja vista engolindo o meu pau e depois na tua bunda e tu mamando no meu caralho. Quero que você colabore e seja bem autentica nas filmagens.
- Tu tá logo, cara! Eu jamais farei estas nojeiras com você e com ninguém. Só tenho quinze anos e sou virgem e quero continuar assim até me casar. Não será u ordinário como você que fará isso comigo. Acho melhor vocês nos soltarem e eu juro que ficarei de bico fechado e não darei parte de vocês... Por favor nos deixe ir embora.
- Rita...Rita... como você é idiota! Fara tudo isso e muito mais, pois se não o fizer... em teu lugar eu usarei a tua irmãzinha e tua mãe sofrerá na pele a tua teimosia... vamos machucar bastante Helena e te obrigar a ver ela berrar de dor, tendo a buceta enterrada por ferro em brasa.
Você, tua mãe e Ana, farão uma pequena viagem com a gente. Temos um lugar preparado para servir de locação para que sejas introduzida no mundo pornôs... você até vai gostar de mim, pois sei fazer um amorzinho bem gostoso, minha linda.
- Rita, enquanto estamos aqui, esperando tua mãe chegar, mesma fora de cena, quero fiques nua e abra aa coxas, quero chupar esta tua bucetinha, agora mesmo.
-Tarado, porco, covarde... eu não farei isso de maneira nenhuma, nem que me mates.
- Tudo bem, Ritinha...eu não pretendo te matar., mas por favor fique aí de lado, que eu vou comer a bunda de Aninha, que por sinal é bastante saliente, apesar de pequena.
- NÃOOOOOO... isso não. Grita desesperada a garota, quando ele a empurra com violência para fora do colchão, tira as calças e se posiciona sobre o corpo inerte da menina, que está de bruços.
Com rapidez, Rita se despe do que lhe resta do baby e grita para Fred.
- Eu faço, eu faço...mais deixe minha irmã em paz, ela é só uma garotinha!
Fred, olha para o corpo nu de Rita e ordena: - Se deite ao lado de Ana e abra as coxas que eu vou te matar de tanto gozar,
XXXXXXXXXXXXXXX

Já a alguns minutos, Rita sente a boca e língua de Fred, beijando lambendo e chupando sua buceta. Com suas amigas da escola, já tinha ouvido de duas delas, que sexo oral era uma coisa deliciosa e que elas já tinham feito isso com seus namorados e foram a lua e voltaram de tanto tesão. Mas o que ela estava sentindo neste momento, era só medo e nada do tal falado prazer. Fechou os e deu um gemido de dor quando ele mordeu um lado dos lábios genitais de sua xoxota, mesmo de leve aquilo lhe causou um pouco de dor.
Mesmo com isso, ela consegue entreabrir os olhos e vê sua mãe aos gritos avançar em sua direção, com as unhas como uma garra. Mas a vê sendo agarrada pelo pescoço por Antônio. Helena Esperneia e tenta se livrar, mas um pano ensopado em algo é colocado com violência em seu rosto. Rita pode ver sua mãe ir ficando inerte nos braços de Antônio, que a coloca estirada no chão, sobre o tapete.
Ela quer sair e ir em ajuda da mãe, com Fred, no meio de suas coxas, a segura firme e volta a chupar, desta vez com mais empenho, sua buceta e então percebe tudo ir turvo escuro e Rita mergulha na escuridão.

XXXXXXXXXXXXXXX
Não sabe quanto tempo ficou inconsciente e nem onde está. Aos poucos o negrume que a envolve vai se dissolvendo e consegue escutar o choro de uma menina e então percebe que é Ana, sua mana quem está chorando. Este lamento de sua irmã a faz voltar de vez e então distingue Aninha, ainda vestida com a sua calcinha branca com bolinhas rosa, deitada num estrado de madeira ao lado de onde ela mesma está, num outro estrado. Quer se levantar para ir até ela, então percebe que está presa ao estrado por uma corrente metálica, que pende de seu tornozelo direito, por uma argola. Sua irmã também está igualmente acorrentada.
- Aninha, mina linda... o que foi que aconteceu?
- Mana, ainda bem que você acordou, pensei que tinhas morrido, pois desde que eles nos trouxeram para este lugar, você ficou dormindo este temo todo, acho que quase um dia.
-Você está bem Aninha, eles não te machucaram?
- Não... eu estou bem..., mas mamãe... os malvados estão judiando dela. Ela estava aqui naquele outro estrado, mas já faz algumas horas que o pai de Fred veio aqui e a levou. Então eu consegui ouvir ela gritar e chorar. Mana eles estão batendo na mamãe.

Já não se ouve os gritos de Helena, tudo está em absoluto silêncio e então as irmãs veem Fred entrar, ficar olhando par o corpo nu de Rita e sem nada falar, vem até ela e a liberta da corrente, usando uma pequena chave. - Venha comigo Rita. Esta na de você trabalhar, vamos iniciar as nossas cenas de sexo, tudo conforme eu disse para você, lá no meu apartamento. Papai vai nos filmar e eu quero que sejas uma menina e colabore com a gente. Vamos ficar alguns dias aqui nestes dias, quero fazer muito filminhos com você.
Só para a incentivar a colaborar com a gente, vamos até um outro quartinho, onde meu pai está se divertindo com Helena.
Quando Ritinha e vê o que fizeram com sua mãe, dá um grito e corre até ela.
Helena esta nua, com os braços e a cabeça entre as aberturas de duas ripas de madeira, que apoiadas sobre uma espécie de cavalete a obriga a ficar numa posição degradante, com o tronco inclinado, com as pernas demasiadamente separadas e com os tornozelos presos por correntes ao piso. Dos mamilos perfurados por finas agulhas pendem pesos pendurados por correntes.
Quando Rita, horrorizada, se aproxima, pode ver, enterrados em sua mãe dois enormes consolos de borracha ou algo parecido.
Helena, com o olhar perdido, vê a filha se aproximar e consegue, com muita dificuldade, murmurar.
- Filha, querida, me ajude... estes monstros estão me matando.
Rita, vê a mãe tombar a cabeça, sem sentidos e grita apavorada que soltem sua mãe.
- Ritinha, tua mãe pediu tua ajuda e você pode parar o sofrimento dela, basta você ser muiiiitttooo boazinha e cooperar comigo, fazendo tudo o que eu mandar.
- Por deus, eu juro que farei tudo o que você pedir, mas pare de machucar minha mãezinha. Liberte minha irmã e mamãe e eu serei tua escrava, juro por tudo que é sagrado.
- Você prometeu Rita. Nós vamos soltar tua mãe e ela será levada onde está Ana. Mas as duas ficaram trancadas no quarto, sem as correntes nos pés e receberão comida e água e não serão maltratadas. Quando terminarmos os nossos pornôs, dentro de alguns dias, você e elas serão libertadas e poderão voltar para casa. Estamos de acordo.
- Sim, estamos.
Rita sabia que pra salvar a mãe e a irmãzinha, teria de se submeter aos desejos dos dois sádicos sujeitos. Não havia outro modo de agir.

Aguarde a 2ª parte de Sexo, Paixão e Loucura – Uma luz no final do túnel.

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:5 de setembro de 2017 05:14

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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