Conto Erotico | Historia Erótica

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SOB A INFLUÊNCIA DO MAL



Capítulo 1

Kelly, é uma linda garota, com cabelos negros, rostinho de anjo e corpo que chama atenção, principalmente pelos seios e pelas nádegas. Apesar de ter comemorado quinze primaveras a pouco dias, se considera muito novinha para ter namorado a sério. É a caçula dos quatros filhos de Roberto e Marta, sendo ela a única mulher. Seus irmãos, Thiago o mais velho, tem dezenove anos e os gêmeos, Jose Antônio e Antônio Jose, dezessete. A harmônio no lar dos Sotelos é perfeita.
Os jovens, todos estudantes e de boa índole, são os guardiãs da irmã e a paparicam bastante, assim como seus pais.
Tanto amor reinante naquele lar, parece que perturbou o anjo negro que vive nas trevas, que enciumado, resolveu fazer parte da família, e a cobriu com o seu manto negro, a partir do mês de agosto.

Roberto e Marta, Há muito tinham programado estas férias, somente os dois sozinhos, sem os filhos. Há três anos não tiravam férias e decidiram, que já estava na hora. O mês de agosto por inteiro seria só deles, os meninos, já crescidos podiam perfeitamente ficarem sem a tutela dos pais. Thiago o mais velho recebeu a missão de gerir a casa na ausência dos pais. As tarefas de manutenção do lar foi distribuída por Marta a cada um dos filhos.

A jovem Kelly está desempenhando muito bem a tarefa de dona de casa, fazendo as refeições para os irmãos e cuidado da limpeza doméstica. Se sente nas nuvens, pois está fazendo suas tarefas com louvor, como os manos lhe diziam. Certo que conta com a ajuda deles.

Capítulo 2

Sábado, depois jantar os gêmeos sabem que lhes cabe a tarefa de lavar a louça, conforme o rodizio estabelecido, mas eles se desculpam com kelly e Jose pede que ela, faça esta tarefa. Pois eles e Thiago tem um compromisso para a noite. Uma festinha na casa de Rafael, um amigo da escola.

- Que bom! Conheço Rafael e eu também quero ir.

- Não dá mana... é que vai rolar um clima não muito legal para você.

- Que é isso Thiago? Eu vou com vocês! Que porcaria é essa de clima ruim para mim?
- É que os pais dele não estão em casa e acertamos um pouco de agarra-a garra com umas garotas que foram convidadas.... Você entende o que quero dizer, mana?

- Que chato! Vocês vão se divertir e eu vou ficar mofando sozinha em casa, numa noite de sábado! O que tem demais nesse negócio de pegação... isso é normal que aconteça, mano!

- Não seja bobinha, mana! Não é este tipo namorico que pensas...vai ter gente pelada por todo canto.

Kelly sabia muito bem o que poderia rolar na festinha organizada por Rafael. O carinha era lindão e todas as meninas se derretiam por ele... até ela era gamada no cara.

- Amanhã vamos te compensar. Faremos todas as tuas tarefas e podes ficar como uma rainha sem fazer nada.

Depois que os manos saíram, ela tirou a mesa e lavou a louca. Chateada por estar “abandonada” pelos irmãos. Tomou um demorado banho e foi assistir televisão. Ficou imaginando o que estaria rolando na tal festinha. Rafa pelado fazendo sexo com uma menina e inconscientemente se imaginou sendo ela nos braços dele.

Fechou os olhos e se recostou no sofá e sua mão desceu para o meu das coxas e por cima do short iniciou a friccionar sua “periquita”
Tinha conhecimento que Thiago, tal como o amigo Rafael, também vivia trocando de namoradas. Quanto aos gêmeos, não passavam de criançolas, que nem namoradas tinham. Apesar de Thiago esconder muito os DVD’s pornôs, ela sabia muito bem onde ele os guardava. Sabia que eram filmes de “safadezas“ pelos títulos e fotos das capas.
Com esses pensamentos e com o roçar da mão, foi ficando excitada e então tomou uma decisão que seria o estopim de tudo que viria a acontecer posteriormente.

Capítulo 3

- Sabem de uma coisa... eu também vou me divertir.... também tenho este direito.

Ela vai até o quarto de Thiago e na última prateleira do armário dele, escolhe três vídeos e os leva para seu quarto. Mas lhe falta coragem para assistir o primeiro deles... “Sexo entre irmãos”.

- Minha nossa! O que estou fazendo?

Indecisa demora uns minutos e então se decide. Logo nas primeiras cena, arregala os olhos ao ver uma garota (a irmã) chupar o pau de um homem (o irmão). Pela primeira vez na vida, vê o pênis de um homem. Nunca pensou que pudesse ser tão grande. Ficou apreciando por vinte minutos o sexo explícito entre o casal. As cenas picantes tiveram o dom de a fazer se sentir toda molhada.

O segundo filme pornô, a estarreceu ainda mais. Uma jovem era estuprada por três homens e eles ejacularam na boca da mulher.
Kelly deitada em sua cama, não tirava os olhos da tela do notebook. Pela primeira vez na vida, se sentia com grau tão forte de excitação. Levou a mão dentro de da calcinha e usou os dedos para se masturbar. Então explodiu em um orgasmo violento. Bem mais intenso do que quando se usava os dedos quando tomava banho.
Ansiosa e tremendo de tesão, retornou ao quarto do irmão e levou outro três filmes. A jovem estava transtornada vendo os pornôs. Ficou nua sobre sua cama e usava dois dedos enterrados em sua boceta, numa louca masturbação.

Para se acalmar um pouco, fez o que em outras ocasião fazia, escondido de todos, “assaltar” o bar do pai e se serviu com um copo cheio até a borda com uísque e guaraná.
Até pouco depois da meia noite, kelly viu sete filmes pornôs que Thiago pensava ter muito bem guardado e ingerido três copos de uísque com guaraná. Apesar de bastante tonta, levou os DVD’s para o “esconderijo” no quarto do mano e foi se deitar; se sentindo toda ardida de tanto “manipular” as paredes vaginais. Pouco tempo estava dormindo, envolvida por sonhos eróticos.

Capítulo 4

Três e quarenta da madrugada, Jose, Antonio e Thiago chegam da reunião na casa de Roberto. Os três estão com a cara cheia e entram em casa fazendo muito barulho. Thiago pede para os gêmeos fazerem silencio, para não acordar a irmã. Ele vai ver como ela está e da porta, a olha e desce para o seu quarto. Jose e Antonio dizem ao irmão que primeiro vão tomar banho.
Os gêmeos estão eufóricos, pois pela primeira vez deram uns amassos em garotas. Conseguiam esta proeza pois as “minas” estavam afim de se divertirem, tal como os eles.

-Tonho, vamos contar para kelly que nos divertimos a adoidado esta noite.

- Ela está dormindo. Vamos deixar para depois.

- Que nada.... quero contar para a mana agora mesmo.

Jose, sai do seu quarto e vai até o da irmã, avisando a Antonio que ele pode ir dormir, mas que ele vai acordar Kelly e lhe contar tudo da noitada.
Acende as lâmpadas do quarto da irmã, a vê dormindo e a chama.

- Kelly, acorda dorminhoca... quero lhe contar como foi a nossa noite.

Se senta na cama de Kelly e a chama novamente, mas ela sob o efeito da bebida, dorme profundamente.

- Que merda é essa? Você está cheirando a bebida, Kelly! Vamos, acorde!
Quero lhe dizer como foi a nossa noite.

Querendo que ela acorde, impertinente, puxa a colcha que a cobre e o que vê o deixa surpreso. Kelly está com a curta e fina camisola enrolada na cintura e não veste calcinha. Com a perna direita esticada e o pé da esquerda sobre o joelho da direita, está toda exposta ao olhar do irmão.
Ela não tem nenhum pelo e os lábios vaginais bem fechados são “gordinhos”. Ele sabe que deve a cobrir e sair do quarto. Mas não consegue desgrudar os olhos da vagina da irmã. A visão é por demais tentadora. Jose nunca tinha visto a vagina de uma moça e quis o destino que fosse a da sua irmã.

Quase que automaticamente, segurando com as pontas dos dedos, Jose levanta a barra da camisola de Kelly até acima dos seios dela e fica olhando o belo corpo nu da irmã. Está deslumbrado. Nunca imaginou que sua irmã fosse tão...tão gostosa deste jeito.
A voz do irmão o chama á realidade.

- Jose venha dormir.... não atrapalhe o sono da mana! Deus do céu, o que você fez cara? Tirou a roupa dela?

- Não é nada do que está pensando.... quando cheguei ela já estava assim, pelada e está tão bêbada que nem despertou quando a chamei.

- Bêbada! Como assim?

- É sim.... acho que ela bebeu o uísque do papai...venha sentir o cheiro.

Antonio sentado também na cama, do outro lado, se inclinou sobre o rosto da irmã e pode sentir o que o irmão disse. Kelly estava de porre. Deu um tapinha no rosto dela e a chamou. Ela apenas suspirou fundo e se mexeu, mas continuou no sono dos bêbados.

Agora eram os dois olhando gulosos o belíssimo corpo nu da irmã. Como que movido por estranho magnetismo, Antonio com a mão espalmada, apertou os seios, prendendo entre os dedos o mamilo saliente. Foi a senha, Jose iniciou a passear com os dedos a estreita fenda virgem da irmã.
Como Kelly não acordava, eles foram sendo cada vez mais ousados. Antonio beijava e lambia os seios da irmã e Jose passeava com um dedo as paredes vaginais.

Capítulo 5

Kelly estava sentindo o dedo a masturbando e os mamilos sendo sugados e amassados. Estava gostoso e foi ficando molhada. Abriu mais as coxas e gemeu de prazer. Que sonhos deliciosos estava tendo!
Súbito abriu os olhos e então percebeu que não estava sonhando. Tudo era Real, desviou o olhar e era Antonio que sugava seus mamilos e intuiu que era Jose o que tinha os dedos dentro dela.
Puta merda! Como os manos tiveram a coragem de fazer estas coisas com ela?

Eles estavam tão envolvidos no que faziam que nem perceberam que ela estafa acordada.
Kelly não sabia como reagir. “Acordar” e os expulsar do quarto, fazendo o maior escarcéu. Mas estava tão gostoso o dedo do irmão se mexendo rápido dentro de suas carnes e os mamilos sendo sugados pela boca do outro, que não teve forças para nada.
Decidiu continuar “dormindo” e se deliciar com os safadinhos a fazendo sentir enorme prazer. Sabia que era errado o que estavam fazendo, mas se sentia incapaz de resistir.
Os dedos de Jose, estavam fundo dentro dela e faziam movimentos circulares lá dentro e Kelly não pode reter um gemido de prazer e levou as mãos para a cabeça de Antônio, com os dedos entre os cabelos, o acariciando. Ele, surpreso, levantou o rosto e olhou assustado para a irmã. Kelly fez pressão em sua cabeça a forçando volta ao seu peito.

- Não pare Antonio.... está muito gostoso!

Pronto... a senha estava dada.
Ela separou as coxas e moveu o quadris indo de encontro aos dedos de Jose, explodindo em violento orgasmo, cerrando as pernas e prendendo os dedos do irmão dentro dela. Gemidos de prazer saíram, quase histéricos, de sua boca.
Louca, puxou Antonio para seu lado e o sufocou com forte abraço. Jose também veio e a envolveu em seus braços. No meio dos gêmeos lhe veio a lembrança os filmes pornôs que assistirá e então sussurrou para os irmãos.

- Manos tirem as roupas e me abracem bem forte... quero sentir os dois tocando minha pele.

Eles superexcitados fizeram o que ela pediu. Kelly percebe a virilidade dos irmãos entre suas coxas, um por trás e o outro pela frente. Ela mesma desce com a mão e segura o pau de Antonio e o direciona para o centro de sua grutinha e louca de tesão, mexe com a cintura, procurando fazer com ele a penetre.
Jose consegue colocar a ponta do pau, dentro do canal anal de Kelly. Não há penetração completa, nem pela frente e nem por trás. Ela percebe que Antonio ejacula na portinha, mas com a força do gozo, sente descendo pelo canal vaginal o esperma dele. Jose também ejacula e ela fica toda “esporrada” e tem outro orgasmo.
Kelly está exausta e contente, não sabe bem a razão, mas se aninha nos braços dos irmãos e adormece, toda suja da gosma deles, que também adormecem, com os membros entre as coxas irmã.

Capítulo 6

Nove e trinta, Thiago acorda e decide tomar banho. A seguir vai até a cozinha e estranha, que Kelly ainda não tenha acordado para fazer o café. Não tem importância, ele mesmo fará o café. Vai até o quarto dos irmão que fica ao lado do dele. Eles não estão lá e o que o assusta, a cama não foi mexida. Que merda é essa, onde estes moleques se meteram?
Thiago vai acordar a irmã, para lhe contar que vai sair a procuras deles. Fica estarrecido vendo kelly e os gêmeos. Os três estão deitadas na cama, nus e abraçados e dormem profundamente, ela no meio deles. Se aproxima da cama e fica os observando. A mana está no meio dos dois que tem os braços em torno do corpo dela. Dá um grito e Kelly acorda assustada e quando o vê em pé, com o rosto demonstrando perplexidade tenta se cobrir, mas não tem como. Esta no meios dos gêmeos com os braços deles a envolvendo.

- o que vocês estão fazendo? Não posso acreditar!

Com Thiago falando quase aos berros, os gêmeos acordam e então se levantam rapidamente, balbuciando palavras de desculpas, pegam suas roupas jogadas ao lado da cama e saem correndo do quarto.
Ele se aproxima da irmã e grita com ela.

- Por todos os santos, Kelly....o que vocês estavam fazendo? Você é irmã deles... isso não pode ter acontecido!

Ela esconde o rosto com as mãos e começa a chorar em total desespero. Tentando se desculpar com Thiago, mas não encontra as palavras. Não tem como encontrar as palavras e então só sabe chorar e tapar o rosto com as mãos.

- Perdão... perdão.... perdão.... perdão....

Kelly fica repetindo isso, quase que histericamente. Thiago percebe o desespero da irmã e então vai até ela e abraça o seu corpo nu e pede que se acalme. Ela sabe que não tem como se desculpar e então, se aninha a ele e não para de soluçar.
Carinhosamente Thiago a abraça e nem percebe que esta deitado com os braços em torno do corpo nu de kelly. Ela aos poucos vai se recuperando e se aninha mais ao irmão.

- Fique calma querida...eu só quero saber como isso foi acontecer. Os manos te forçaram...se foi isso não necessita ficar nervosa....você não tem culpa de nada.
Kelly contou para o irmão, que viu os filmes pornôs que ele esconde em seu quarto, que bebeu uísque do pai, misturado com guaraná e que ficou bêbada e foi dormir. Quando acordou viu os irmãos deitados ao seu lado fazendo “coisas” nela.

- Eu juro por tudo que é santo, Thiago... eu não queria.... mas os carinhos dos manos estavam tão gostoso, que deixei continuarem e eles fizeram coisas em mim.

- Minha nossa! Você os deixou te foderem?

- Não sei mano.... confesso que senti os negócios deles tocarem meu bumbum e a...a.... Acho que fiquei muito doidona, não lembro. Mas acho que ainda sou virgem... não sinto nenhuma dorzinha lá.... você sabe.... dentro de mim. Se você quiser, pode ver se sou virgem ou não.

Thiago ficou pasmo... Kelly estava lhe dando permissão para ele a examinar.... ver que ainda era virgem ou não!

- Kelly, sabe o que eu acho? Não vou culpar os manos e sim você. Eles a viram peladona e bêbada na cama e os garotos não resistiram. Deves saber que você tem um corpinho que deixa qualquer um louco.

- Não é bem assim, Thiago. Você não fica “louco” ao me ver nua!

- Não seja idiota Kelly. É claro que fico doido. Se você olhar bem direitinho, vai poder notar o volume do meu pau querendo sair do pijama.

- Nossa! Você tem tesão por mim, Thiago?
- Logico que sim... Sei que é pecado, você é minha irmã; mas a vendo pelada deste jeito tenho de fazer força para resistir à tentação.

Mano... se você estiver com vontade, eu deixo você me tocar, igual os meninos fizeram.

Capítulo 7

Thiago não era nenhum menino e deixou a cabeça de baixo, dominar a cabeça de cima. Diante de convite tão inocente da irmã, imediatamente tirou o pijama e Enterrou o rosto entre as coxas de Kelly.
Ela esperava tudo do irmão, menos isso.... ele estava fazendo sexo oral nela, tal como vira nos DVD’s dele. A menina berrava, sem poder se conter, quase que desfalecendo de tanto gozar com a boca do mano chupando todos os seus fluidos. Na realidade, os dois estavam dominados por irresistível excitação e a jovenzinha ainda mais.

Thiago veio subindo com a boca, beijando e lambendo cada pedacinho do corpo de Kelly e nos seios, prendeu os mamilos com os dentes, indo de um para o outro. Kelly mergulhada num “diabólico” prazer, puxava o rosto do irmão.

- Mano, querido... venha... me beije.

O beijo de língua, foi demorado e intenso, com troca de salivas.
Ele se aninhou entre suas coxas e a cabeça do pau, procurou o acesso do úmido e virgem canal vaginal e ficou roçando, sem ir adiante.

- Querido... querido... entre em mim! Quero sentir você todo dentro de mim. Não seja malvado, meu amor.

-Aaaaaiiiiii.... aaaaaaiiiiiii... mano você esta me matando! Doí muito....tire por favor, não vou aguentar!

Ela se sentia sendo rasgada pelo irmão. Ele grandão e ela pequena, chorava e implorava que tirasse aquela coisa de dentro dela. Entretanto, Thiago não a escutava e com o corpo encaixado entre as coxas escancaradas dela, ia penetrando lentamente em sua até então virgem grutinha;


- Fique calma querida.... não dá mais para recuar.... já estou dentro você. Puta merda! Como você é quentinha e apertada.

Kelly sentiu dor quando o irmão tirou sua virgindade, e depois ficou parado todo enterrado nela e isso a fez sentir prazer que superou toda a dor que pudesse estar sentindo. Foi envolvida em extraordinário delírio e cruzou as pernas sobre Thiago e pedia em meios a gemidos:

- Mais rápido, mais... rápido... meu amor!

Em meio a gemidos emitidos pelos dois, Thiago ejaculou na irmã e ela ao mesmo tempo deu um enorme berro, com o orgasmo simultâneo.
Mesmo depois do ápice, eles continuaram “engatados” e ele a brindou com um beijo, agora carinhoso.

- Puta merda, mana! Foi a melhor foda de toda a minha vida.

- Foi a minha primeira, Thiago....mas foi delicioso. Não me importo que é pecado, que é incesto....eu quero foder com você para sempre.

Uma salva de palmas os assustou e viram Antonio e Jose, sentados calmante na cama e Jose foi o primeiro a quebrar o constrangedor silencio que se seguiu.

- A gente também quer, mana.... pois também somos teus irmãos queridos.

Kelly, olhos para dois e com um risinho maroto, retrucou:

- Tudo bem, seremos irmãos em tudo, no amor, na amizade e no sexo, pois eu amos o três do mesmo modo.

A Caixa de pandora foi aberta e agora não havia mais como fechá-la. Num canto, no porão da casa dos Sotelos, um vulto negro deu uma sinistra risada e se cobriu com um manto negro. Vocês agora me pertencem de corpo e alma, meus jovens escravos. Mais eu quero mais, muito mais. Quero Kelly por completo sobre o meu domínio.

Capítulo 8

Roberto e Marta, hospedados numa bela e isolada pousada à beira mar, pareciam terem voltados ao passado, quando aos dezoito anos, mesmo antes de se se casarem, Marta engravidou de Thiago. Agora com 38 anos, sentia nas veias o mesmo fogo de antes e se não fosse o marido “negar fogo” ela não sairia da cama. Todo o seu apetite sexual, retornou de uma forma surpreendente.
Roberto não sabia o que atribuir o desejo sexual tão intenso da mulher. Ele bem que gostaria de poder a satisfazer na cama, mas como ela queria, para ele era impossível. Três, quatro vezes ao dia, era para ele loucura. Marta não compreendia que ele necessitava de um tempinho para recarregar as baterias e muito menos que agia sobre forte influência de um sinistro vulto negro.
Às 15:30 horas, depois do marido lhe dizer que ela deveria lhe dar mais um tempinho. Marta saiu do quarto da pousada botando fogo pelas narinas. Ela ainda se sentia em plena forma e sabia que ainda chamava a atenção de muitos homens. Porque só o seu marido não via isso?

- Dona Joana, quando meu marido descer, diga a ele que eu fui dar umas voltas de barco.

Marta desceu a estradinha em direção ao ancoradouro, onde estava o barco que alugaram. Pouco antes de lá chegar, viu vindo em sua direção um micro-ônibus. Curiosa viu ele parar ao seu lado e o rapaz ao volante lhe pedir informações:

- Me desculpe, senhora, eu acho que entrei no caminho errado e estou perdido. A senhora por acaso sabe onde fica a “Cabana Verde”.

Paula ia dizer que não era moradora da região, mas como sabia onde ficava a tal cabana deu uma risada e lhes disse que estavam bem longe da Cabana, que ela ficava para o outro lado do estuário, que eles deveriam retornar e entrar no primeiro desvio a esquerda e depois num outro à direita e depois....

- Por Deus, senhora... é muito complicado! Vejo que conhece muito bem a região, se não for abusar da sua boa vontade, poderia ser a nossa guia. Claro que seria paga pelo seus serviços.

Marta achou muita graça. Eles a estava confundindo com uma moradora da região e até lhe ofereciam dinheiro.
Ela ia desfazer a confusão deles e dizer que também era uma turista de férias. Mas pensou melhor e resolveu se divertir a custa deles.

- Tudo certo, “seu moço” eu posso levar vocês “tudo” pra Cabana Verde, mais quero saber quanto vão me pagar.... por estas bandas, ninguém trabalha de graça.

- A gente lhe paga 200 paus, está bom assim?

Marta teve se segurar uma gargalhada e só para se divertir, retrucou:

- Num tá bom não, seu moço... eu quero 300.
- Tudo certo, nós lhe pagamos esta quantia.

Ela entrou no veículo e foi cumprimentada por outros dez rapazes. Calculou que nenhum devia ter mais de vinte anos, exceto o motorista que calculou ter cerca de vinte e cinco.
Estava se divertindo os levando para onde queriam ir. Mas seu pensamento estava na pousada, pensando na bela peça que estava pregando em Roberto. Ele a iria procurar no ancoradouro e quando não a encontrasse, iria ficar preocupado. Bem feito por se negar a fazer amor com ela. Estava decidida a ficar por um tempinho com os simpáticos rapazes e depois retornar de barco, que sabia existir em todas as pousadas em torno do estuário.

Capítulo 9

Pronto rapazes, chegamos ao destino de vocês. Será que eu poderia ficar um pouco com vocês, antes de ir embora?

- Claro que sim... se estiver com vontade, até pode passar a noite com a gente. Você é uma coroa bem-feita de corpo e ainda está com tudo em cima. Vamos lhe fazer uma proposta irrecusável. Tome aqui está o teus 300 paus, lhe pagaremos mais 2000 se aceitar fazer uma boa suruba com a gente. Que tal... aceitas?

O alarme se acendeu em Paula. Ela abriu a boca para se desculpar e chegou a pronunciar:

- Me desculpem rapazes, mas eu....

Foi interrompida quando foi segura por trás e mãos envolveram seus seios e uma voz, junto ao seu ouvido, sentenciou:

- Claro que ela aceita... por estas paradas, ela nunca mais verá tanto dinheiro, não é mesmo... coroa gostosa?

Antes que retrucasse ao rapaz, a mão de um outro, veio rápida e por dentro do seu short espalmou sua buceta. Dedos famintos entraram dentro dela. Bastou um minutinho de indecisão para que o short voasse de seu corpo, assim como a blusa. Nua, se viu sendo levada para uma cama de lona. Ainda tentou lhes dizer que estavam enganados...que não era.... uma boca se grupou a sua e não pode terminar a frase.

Achou que os rapazes estavam a muito tempo sem fazer sexo. Quatro deles vieram ao mesmo tempo para cima de Marta. Agiam como tal, famintos por sexo. Um a beijava colocando a língua em sua boca, outros dois, se adonaram dos seus seios e chupavam os mamilos, parecendo bebes famintos. Mas foi o quarto, com a língua dentro da grutinha, que a desarmou por completo.

Tinha plena consciência que com garotões tão novinhos, de nada adiantaria dizer que foi brincadeira sua, que não era moradora da região e sim, uma turista como eles. Já era tarde, ela abriu a Caixa de Pandora e só quando eles desistirem dela, poderia correr de volta para a sua pousada.
Que merda tinha se metido! Eles eram em onze e durante toda a noite se revezaram a fodendo nos seus três buracos, numa orgia sem fim. Onde rolou muito sexo e bebidas.

Nove e trinta da manhã, no meio da sala, em cima de cobertores, Paula nua e toda “melada”, jazia no meio deles, também pelados, com a cara cheia de bebida e o bucho recheado de porra, que penetrou nela, pelos seus três buracos, boca, cu e boceta.
Com enorme dificuldade conseguiu ficar em pé e espalhados pela sala, encontrou seu short e a blusa, esta rasgada, assim mesmo a vestiu e tratou de sair rápido dali.

Capítulo 10

Paula jura que pode ouvir uma risada e forte cheiro de enxofre, ao cruzar a porta da cabana. Saiu tão rápido e desorientada que custou a encontrar o barco e quando estava embarcando, sentiu aquele mesmo cheiro de enxofre e ouviu a mesma risada e a voz a lhe falar bem junto ao ouvido. Apavorada, Paula se virou, mas não viu ninguém ao seu lado.

“Ainda é cedo para ires embora.... os rapazes ainda a querem.... volte e se ofereça a eles. Só quando, por unanimidade, concordarem em a deixar ir, terás minha permissão para voltar ao teu marido”.

A voz vinha de dentro de sua cabeça e Paula subjugada por uma força estranha, retornou lentamente para a cabana, caminhando como se um zumbi fosse.

Dez horas e quarenta minutos, quase todos os rapazes estavam acordados e comentavam a noite maravilhosa que passaram com a coroa. Uma pena que ela partiu sem ao menos se despedir deles.

- Por mim, ficaria conosco todo o tempo que aqui estivermos.

- Puta merda! Olhem quem está retornando.... é a coroa gostosa.

Marta caminhava lentamente. Até parecia que estava hipnotizada. Passou pelos rapazes, entrou na sala e sem falar nada, tirou as roupas e totalmente nua, ficou parada no meio deles e só então disse algo, que os deixou de boca aberta.

- Vou ficar aqui e vocês podem me foder quando e como quiserem. Só irei embora quando todos vocês me mandarem embora, antes não poderei partir.,

- Puta que pariu mulher, você gosta mesmo de dinheiro, já lhe pagamos dois mil por uma noite... quanto vais pedir para ficar com a gente, até irmos para casa?

- Não quero mais nada.... não necessito do dinheiro de vocês. Eu não sou moradora desta região.... eu e meu marido estamos de férias e alojados na pousada perto de onde os encontrei.

Paula falava pausadamente, não olhando para nenhum eles

- Puta que pariu! você por acaso é doida, mulher?

- Não sou doida.... vocês querem me foder.... e eu tenho de os satisfazer, não consigo lutar contra isso.

- Turma acho melhor a mandarmos embora. Estou com pressentimento que ela nos trará aborrecimentos. Se é casada como diz, o marido deve estar à procura dela. Todos concordaram com Lucas e a mandaram sair e esquecer deles.

Capítulo 10

- Vocês ...,todos concordam ....em... me... libertar?

- Libertar! Merda nenhuma mulher. Não és nossa prisioneira e se está aqui é porque és uma tremenda vadia, uma puta de merda.... vá logo, nos deixe em paz.

Ao ouvir estas palavras, Marta, estremece todo o corpo e chorando leva as mãos ao rosto, parecendo estar acordando de um sonho, ou melhor, de um pesadelo. Sai rápido e pega a trilha de volta à pousada a beira mar.
Muito confusa, não sabe dizer porque agiu desta forma.

- Meu senhor...eu não acredito no sobrenatural.... mas alguma coisa me obrigou a fazer estas coisas horríveis. Como vou dizer ao Paulo que passei todo a tarde e à noite fazendo sexo com onze rapazes que nem conhecia? Ele não vai acreditar nesta coisa de “encosto” de espirito.

Ela não tem a mínima noção da distância que terá de percorrer até chegar a pousada. A noite a pega ainda caminhando e Marta exausta, tomba na trilha escura e aterrorizada, consegue divisar há uns cinqüenta metros a sua frente um animal enorme, parece ser um lobo de pelo escuro, que vem rosnando em sua direção. A fera dá um salto e pode ver as garras, com o bicho ainda no ar. Marta sente que aquela coisa não é uma criatura criada pelo Senhor e grita com toda força que ainda lhe resta:

- Meu Deus, me socorra!

Fecha os olhos com a fera caindo sobre seu corpo inerte no chão. Um tremendo estrondo e um forte cheiro de enxofre e então Marta mergulha em escuridão total.

Capítulo 11

Acorda, no leito de um hospital se sentindo muito confusa e fraca, vê o marido e os quatro filhos em volta do seu leito; surpresa e feliz murmura:

- Que bom ver vocês aqui! Eu passei por momentos difíceis, agora estou bem e quero curtir com Roberto o restante de nossas férias, não é mesmo querido?

Ele e os filhos se entreolharam surpresos, pois aparentemente Marta não tinha a mínima lembrança do ocorrido com ela.

- Querida, você pode nos contar o que aconteceu com você?

- Claro que sim, Roberto! Eu saí da pousada e avisei a dona Joana, que estava na portaria, que o informasse que eu iria dar uma volta de barco. Desci a trilha e depois...depois...acho que me perdi e acordei aqui...

Quanto tempo fiquei perdida?

Kelly se aproxima da mãe e lhe dá um forte abraço.

- Mamãe querida, a senhora ficou por mito tempo desaparecida. Apesar de um batalhão enorme sair a sua procura... não a encontramos. Somente há cinco dias, uma turma de turistas a encontrou......

- Filha... quanto tempo fiquei sumida?

- Mãe, está tudo bem com senhora. Os médicos informaram que em pouco empo poderá voltar para casa.

- Kelly.... quanto tempo?

Foi Roberto que veio em socorro da filha:

- Querida, foram dez meses.

Capítulo 12

Cristina, Roberta e Joana, acompanhadas de seus namorados, todos jovens universitários de férias, estavam hospedado na Cabana Verde, curtindo a vida e se amando. Felipe e Roberta, passando pouco depois da 23 horas, estavam embolados na rede estendida na varanda da cabana, quando folhas mortas denunciaram que alguém ou algo se aproximava.
Rápidos, saíram da rede e boquiabertos viram uma figura de mulher vindo em direção deles. Estava totalmente nua e seu corpo coberto de muitos arranhões de onde sangue seco brotavam. Ela estava envolta por muita sujeira, que era até difícil saber a exata dimensão de seus ferimentos. Os cabelos da mulher pareciam cipós de tanta lama que os envolvia.
Ela se aproximou do casal e com voz fraca, pediu ajuda.

- O bicho queria me pegar e enterrou suas garras em meu corpo, mas a pomba branca me ajudou e eu venci, mas não sei para onde ir. Por favor me ajudem. Eu sou Paula Albuquerque e quero encontrar minha família.

Paula tombou desfalecida antes que Felipe pudesse impedir sua queda. Roberta entrou correndo na cabana chamando seus amigos, que já estavam dormindo.
Paula foi levada para a cabana e colocada sobre uma cama de lona. A rapaziada ficou impressionada com o estado debilitado do corpo dela. Muito magro e coberto de ferimentos diversos pelo corpo, parecendo ter saído de um combate com gatos do mato.

Com a madrugada chegando e longe de socorro, decidiram eles mesmo prestarem os primeiros socorros, já que Cristina estava perto de se formar em medicina.
Quase ao amanhecer, Paula estava limpa e seus ferimentos tratados da melhor forma possível e toda sujeira removida de seu corpo.
Pessoal, ela disse que seu nome é Paula Albuquerque. Estão lembrados da turista que sumiu nesta região no ano passado e que foi notícia na mídia de todo pais. Pois eu lhes digo que a encontramos. Esta é a turista sumida e sendo assim vamos embolsar a gorda recompensa que a família dela oferece por quem pudesse dar alguma noticia sobre seu paradeiro....nós fizemos mais do isso....encontramos Paula e cuidamos dela....vamos nos tornar famosos.

Capítulo 13

Duas semanas depois Paula estava de volta ao seu lar, mas foi incapaz de ter alguma lembrança do acontecido com ela durante os dez meses que ficou perdida, perambulando por uma região não tão deserta, mas foi isso que aconteceu. Sobreviveu todo este tempo, perambulando no meio de trilhas, nua e com ferimentos pelo corpo. Como isso foi possível? Ninguém foi capaz de dar uma explicação razoável para esse mistério.

Mas duas figuras místicas, uma envolta em escuridão e a outra em luz brilhante, duelaram pelo direito de a possuir. E a frase de Paula, quando estava na eminência de ir para o lado negro, a salvou:

“Meu Deus, me socorra”

Capítulo 14

Paula conseguir escapar da figura sinistra e fedorenta, mas seus filhos, não. Ela durante os meses que ficou perambulando numa espécie de arena, onde era disputada, foi salva, mas seus filhos, seus queridos filhos, eram cada vez mais engolidos pela influência do ser fedendo a enxofre que se alojou no porão do lar deles.

A jovem e bela filha caçula de Paula e Roberto, de apenas quinze anos, chorou muito com a falta da mãe e envolta em tristeza, pouco saí de casa. Só indo para a escola e vez que outra saindo com os irmãos, que preocupados com a mana, passaram a levá-la em suas saídas noturnas, mesmo que fosse na casa de Rafael.

A jovem vibrava com isso, pois a ajudava espantar sua tristeza. Certo que agora, toda vez que estivesse com “vontade”, chamava um dos irmãos para dormir em sua cama. Eles na verdade, se tornaram amantes da própria irmã. Kelly fazia sexo com os três, mas sua preferência era Thiago, que tinha uma ferramenta bem mais desenvolvida que os gêmeos e além de tudo, tinha mais experiência que os irmãos e a penetrava também por trás, coisa que os mais jovem não faziam.

Sua preferência pelo mano mais velho, se tornou cada vez mais evidente, com ela exigindo que ele a levasse a visitar motéis.

- Não é possível mana, você com esta carinha de menina, não passaria nem dos portões.

- Mas Thiago... e a minha bunda e os meus peitões.... não valem nada?

- Claro que sim....teu rabinho é a parte de teu corpo mais gosto.

- Tu é um mentiroso mano, você nunca para de mamar os meus mamilos!

- Na verdade, querida.... de você eu gosto de tudo... tua boceta, teu cu e teus seios.

- Nossa Thiago! Escutando você falar estas coisas, fico toda molhadinha. Venha, vamos subir para o meu quarto. Quero sentir esta tora no meu rabo.

- Não dá querida. Não sei que você notou, mas papai anda de olho na gente. Ele está desconfiando de algo. Temos de tomar muito cuidado com isso. Já pensou na merda que vai rolar se ele descobre que você, a filhinha dele, dorme com seus três irmãos?

- Mas Thiago, eu estou morrendo de desejos por você! Invente qualquer coisa, meu amor; senão eu vou para o meu quarto e enterrar uma vela de sete dias na minha boceta.

- Mana tarada, fique na sua, que eu vou procurar uma maneira de a satisfazer, pois eu mesmo estou louco para te foder.... este nosso papo abriu o meu apetite.

Capítulo 15

Kelly, eu sei como matar a nossa vontade. Vou telefonar para o Rafael e dizer que quero transar com uma mina, entretanto como ela é menor de idade não posso levá-la para um motel. Vou pedir para levá-la para o apartamento dele. Tenho certeza que ele deixará.

- Tu está maluco mano? Ele não pode saber que você fode a própria irmã e eu vou morrer de vergonha!

- Fique calma, mana. Eu tenho tudo dentro do esquema. Você vai usar uma uma fronha sobre a cabeça, com apenas uma abertura na altura do nariz e mais nada.

- Que merda é essa mano?

- Você quer ser fodida ou não? Você será uma mina, filhinha de papai e mamãe, que tem vergonha que outras pessoas saibam que ela dá as suas escapulidas...é só isso. Como ele é muito meu amigo, vai permitir.

- Como vai ser, então?

- Você sai para a escola, amanhã cedo. Eu vou lhe dar carona, mas para o apartamento do Rafael. Na mochila, em vez de material, levarás uma muda de roupa e uma fronha. No banco de trás trocará a blusa com o logotipo da escola pela roupa “civil.” Tome cuidado para não usar nenhum vestido que ele possa desconfiar seja seu. Você não sabe , mas eu sim....Rafael me disse que gosta muito de você e te manja há muito tempo. Ele até pediu que eu o deixasse a namorar.

- Minha nossa! O Raf gosta de mim? Sabes que eu sou tarada por ele?

- Sossega esta periquita aí garota! O Rafael é muito safado e não quero ele metido com você.

- O roto falando do esfarrapado! Você fode com a irmã e diz que o safado é ele. É muita cara de pau, mano.

- É assim que quero. Este seu corpinho é só meu e de mais ninguém!?

- Mentiroso...e Jose e Antonio?

- Eles podem....somos todos irmãos.

- Que filosofia mais besta.... mas eu gosto que seja assim. Tenho em casa o que mais gosto, dois paus pequenos e um grandão.

Thiago e Kelly deram boas gargalhadas com sua “tiradas” e mudaram de assunto quando o pai entrou na sala.

Thiago telefonou para Rafael e o amigo disse que ele poderia levar a mina, porém insistiu querendo saber o nome da garota.

- Pô cara! Você não conhece a menina, ela não mora na nossa área. O nome dela e Helena...tá bom assim?

Capítulo 16

Antes das sete horas, Kelly já estava tomando banho, toda assanhada. Há seis dias estava na seca, Tudo culpa do pai. Não sabe razão, mas o seu velho estava desconfiado que algo estava acontecendo entre os seus filhos, pois de algum tempo, desde que a mãe sumiu, eles mudaram radicalmente de comportamento e esta não era a única razão. Se tornaram bem mais carinhosos com Kelly e viviam trocando segredinhos e quando o viam, trocavam bruscamente de conversa.

Thiago tomou café ao lado do pai e dos irmãos e disse a eles que levaria a irmã para escola e depois iria para a sua faculdade. Tudo dentro do esquema. Kelly trocou de roupas no carro do irmão e em menos de dez minutos estavam chegando ao prédio do Rafael. Com autorização do amigo, estacionou seu carro na garagem do prédio.

No elevador onde entrou de cabeça baixa, Thiago disse que ao chegarem no 10º andar, ela vestisse a fronha.

Rafael abri a portas para Thiago e para “Helena” entrarem e curioso ficou olhando para a jovem.

- Então você é a Helena e quer foder com meu amigo? Porque não tiras esta fronha ridícula. Estou louco para saber quem é a mina de Thiago.
-Até podíamos fazer um ménage à trois, que acha, Thiago

- Não sejas abusado Rafael.... esta aqui não é para o teu papo!

Não quarto de hospedes que Rafael preparou para o amigo, Kelly se atirou nos braços do irmão e rindo tratou de tirar a fronha. Logo depois estavam os dois nus se abraçando na cama.

- Thiago, antes quero brincar um pouco, está bem?

- OK...O queres primeiro, safadinha?

- Já que você perguntou.... quero um 69, depois uma boa foda na minha faminta bocetinha e finalmente no meu rabo.

Kelly deitada por cima do irmão, chupava o pau dele, fazendo movimentos suaves com a cabeça. Ela gostava assim para poder “saborear” melhor os fluidos que saiam dele, antes que a saborosa gosma do irmão enchesse sua boca. Sentia os lábios de Thiago sugando o seu clitóris e estava percebendo que gozaria antes dele e então acelerou a chupadas. Queria que os orgasmos deles fossem simultâneo, como em algumas ocasiões eram.

Kelly teve sorte, pois quando sua boca se encheu de porra, ela explodiu ao mesmo tempo e com o corpo tremendo, levou as coxas sobre a cabeça do irmão e cruzou as pernas com tanta força que a boca dele se enterrou em sua boca. O rosto, nariz e lábios comprimidos nos grandes lábios vaginas, ficou sem poder respirar. Levou os braços tentando desfazer a “chave de coxas”. Sem poder respirar, começou a bater com as palmas das mãos nas pernas da irmã.,

Capítulo 17

KELLY estava percebendo ele se debatendo, para sair do meio de suas coxas, tentou descruza-las, mas nenhum musculo de seu corpo a obedeciam e possuída por uma força anormal, ia sufocando o irmão cada vez mais. Tentou tirar o membro de Thiago de sua boca, mas sentiu uma mão enorme e fria se apoiar em sua cabeça e a empurrar com força . Sentiu o pau todo dentro de sua boca encostar em sua garganta.
Agora era Kelly, que com a cabeça do pau fechando sua garganta não podia respirar.
Com os irmão engatados como animais, cada qual tentando desesperadamente se libertar, Um fedor enorme de enxofre encheu o quarto e uma risada sinistra se fez ouvir.

Com o tremor da morte dos corpos de Thiago e Kelly, um pequeno crucifixo preso na parede, se desprendeu e caiu sobre os ombros de Kelly. Imediatamente a força que retesava seus músculos sumiu e Thiago conseguiu afastar o rosto das genitálias da irmã e sugar o ar profundamente. Ele rolou de lado e ficou respirando com a boca aberta. Sua irmã, quando empurrada de cima dele, ficou envesada sobre a cama, com metade do tronco para fora do colchão, com a cabeça quase tocando o chão.

Ele, recuperado foi até ela e teve reter um grito, Kelly com a boca aberta, totalmente cheia de esperma, não respirava.

Capítulo 18

Desesperado, levantou a cabeça da irmã e a viu praticamente “afogada” com a boca entreaberta, cheia de esperma. Aquilo não podia ser normal, jamais ele poderia ejacular tal quantidade! A virou de cabeça para baixo e aplicou uma serie de tapas no crânio e com os dedos foi tentando remover a gosma de sua boca. Teve êxito, o chão ao lado da cama ficou sujo com a quantidade enorme de esperma. Mas uma coisa que ele não compreendia. O forte fedor de enxofre que emanava daquela coisa e da boca da irmã.

- Minha nossa! O que é isso?

Mesmo perplexo com tudo que estava acontecendo, no momento só se preocupava com Kelly. Ela demorou muito a voltar a respirar e quando o fez sua única lamúria foi com uma queimadura em seu ombro. Ele a examinou e pode ver, impressionado, uma marca vermelha em formato de cruz uma queimadura que surgiu do nada no ombro de sua irmã.

- De onde veio esta queimadura irmã?

- Olhe, irmão... pode ser deste crucifixo

- Não pode ser... foi algo muito quente que te marcou!

Kelly estendeu a mão e segurou o pequeno objeto metálico. Tremendo berro saiu de sua boca e ela o jogou longe, com os dedos queimados. Em meio a gemidos, escutou uma voz a lhe dizer:

“Você me pertence mulher... eu retornarei”

- O que você quer dizer com isso, Thiago? Eu sei que sou sua!

- Está doida, mana? Eu não falei nada!

Kelly ficou olhando para o irmão , sentindo a dor das duas queimaduras, mas não retrucou. Tinha pleno conhecimento que coisas estranhas estavam acontecendo com ela. Tinha momentos que se sentia como que não fosse ela e em outros tinha lapsos de esquecimentos. Não dizia nada para o pai e nem para os irmãos, com medo que pensassem que estava ficando louca.

Fortes batidas na porta do quarto e Rafael demonstrando aflição na voz, gritou:

- Thiago, o que está acontecendo aí dentro? Vocês estão fodendo ou se matando?

- Não é nada.... é que a mina gosta de coisas diferentes...sabes como é!

- Façam menos barulho, não quero que os vizinhos pensem que estou matando alguém!

Duas horas mais tarde, depois de limparem toda a sujeira que fizerem no quarto e tomarem banho, eles saíram do quarto e encontraram Rafael terminando de montar uma farta mesa com diversos quitutes.

- Enquanto estavam se “comendo” lá dentro, eu encomendei algo para que repusessem as forças. Thiago não teve como dizer não ao amigo e aceitou fazer o lanche preparado por ele.

Com os três na mesa, Rafa não tirava os olhos da garota com a fronha cobrindo o rosto.

- coisa mais ridícula, você comendo levando o salgadinho por debaixo desta fronha! Tire logo isso, que estou louco para saber quem é a garota que fode com tanto estardalhaço! Eu juro por todos os santos que não direi a ninguém quem é você .... Helena.

- Amigo, isso não dá pé. Eu jurei a ela que a coisa seria em segredo e ela não seria reconhecida... não é mesmo Helena?

Kelly, por debaixo do pano, não podia ver as feições de Rafael, mas escutava os diálogos entre os dois. Então tomou uma decisão, que na verdade não foi bem dela. Foi tirando a fronha do rosto e quando Thiago percebeu suas intenções já era tarde.,

O lindo rostinho de sua irmã surgiu sorridente, olhando para Rafael:

- Sou eu, Rafa.... então está satisfeito?

- Puta que pariu! O que é isso? Você fode a tua irmãzinha cara? Que coisa mais... mais.... isto é crime Thiago, Ela só tem quinze anos!

- Cale a boca Rafa! Eu adoro fazer sexo com o meu irmão e eu o amo. Sabe porque eu me revelei, mesmo contra a vontade dele?

- Quero fazer sexo com os dois ao mesmo tempo... numa ménage à trois, como você falou antes, Rafa.

- Que besteira é essa, mana? Você ficou louca!

- Eu não sabia que era você, Kelly... a irmã do meu amigo.... me desculpe, mas não aceito tua tão generosa oferta! Estou “bestificado” com tudo isso”

- Vocês são dois tremendos babacas.... uma garota novinha os chama para se divertirem e ficam aí...com estas palhaçadas! Eu vou é embora daqui!

Sem dar tempo a eles, Kelly bate com violência a porta e corre para o elevador. Fora do prédio, “botando fogo pelas narinas”, falando pra si mesma, segue sem rumo:

- são dois putos... eles não podiam me dispensarem desse modo!

“É isso mesmo, você jovem e bonita... não necessita esmolar sexo aos dois, o mundo está cheio de homens que a querem”, vá a procura deles.

Kelly olha espantada ao redor, tentando ver quem estava lhe dizendo estas palavras, mas não viu viva alma ao seu redor.

- Aí... não.... estas maluquices novamente!

Desnorteada, a garota apressou os passos, indo em direção.... em direção... nem ela mesma sabia.

Capítulo 19

13:30 horas - Já tinha passado a hora se chegar em casa, se realmente estivesse ido para a escola, como disse. Mas em vez disso, caminhava em direção contrária, com o coração cheio de rancor por Thiago e Rafael, diga-se que ela mesma não atinava de onde vinha este sentimento insano e injusto pelos rapazes.

Aos que a viam caminhando pelas ruas e avenidas, de cabeça baixa e falando sozinha, parecia estar drogada ou bêbada. Motivo de comentários, uns penalizados e outros irônicos.

- Olhe Liete, tão novinha e bonita e já está dessa maneira...coitadinha!
- Ela devia é estar na escola, vez de vadiar pelas ruas.

- Miguel, aquela vadiazinha tá procurando homem!
- Que pena! Tão nova e já perdida!

Era inevitável que a juventude e a beleza de Kelly, chamassem a atenção de alguns marmanjos que lhe dirigiam “elogios”, alguns inocentes e até engraçados, outros abusivos e ofensivos, mas a todos ela ignorava, parecendo não os ouvir.

15:20 horas - Cansada e com fome, entrou em um bar e foi se sentar em um mesa afastadas das outras. Só queria fazer um lanche e não ser motivo de interesse de ninguém.
Fez o pedido à jovem e sorridente atendente, sem ao menos a olhar;

- Quero um sanduiche de queijo e presunto e uma laranjada.

Ficou muito tempo sentada, olhando para a bandeja sobre a mesa.

- A senhorita quer mais alguma coisa! - Não só a conta.

Só então, ao ver a notinha, foi que lhe veio a lembrança que
deixou sua pasta com dinheiro e documentos no apartamento de Rafael. A garçonete viu o seu embaraço e logo adivinhou a razão... fez o lanche e não tinha como pagar. Analisou a jovem e ela não lhe pareceu um destas espertalhonas que fazem o mesmo “truque” e foi até o balcão e falou com o homem que atendia outros clientes:

- Tio, aquela jovem está sem dinheiro, mas eu estou achando que não é nenhuma vadia.... tem todo o jeito de quem está fugindo de casa.

- Se tem certeza disso, Salomé, a leve lá para cima e procure saber tudo sobre ela. Eu a vejo daqui e a acho bem “interessante”.

- Estou de acordo. Ela e parece estar bastante desorientada. Vale apenas ver do que se trata.

Salomé a sobrinha de Esmail, resolveu acatar a sugestão do tio. Foi até Kelly e se sentou a seu lado e gentilmente disse que não necessitava se preocupar em pagar a conta, que era tudo por conta da casa. Kelly se simpatizou com a risonha garota e em dez minutos de papo, Salomé ficou sabendo muita coisa da jovem.,

- Eu saí de casa bem cedo para ir para a escola, mas em vez disso fui para o apartamento de um conhecido e fiz sexo com ele.... mas depois, ele queria comer o me rabo e não deixei e saí de lá as pressas e deixei minha mochila, com dinheiro e documentos lá.

A mentira saia fácil da boca de Kelly, mas ela preferia assim do que contar sobre o irmão.

- Minha nossa Kelly! Qual é a tua idade?
,
- Vou fazer dezesseis daqui quatro meses.

- Você mentiu para a família que ia para a escola, mas foi ao apartamento do cara e fez sexo, mas saiu de lá na correria. Agora são 16:00 horas, qual é a desculpa de dirás em casa, garota? Eles sabem onde você está?

- Não sabem, nem eu mesmo sei que lugar é esse! Tenho de pensar um pouco. Caminhei muito e estou bastante cansada.

-Tenho uma sugestão a lhe fazer. Se você aceitar, vamos lá para cima, onde eu e meu tio moramos. Você se refresca e tira uma soneca. Depois eu e meu tio te levamos para casa. Terás tempo para pensar numa mentira para o teu pessoal.

Capítulo 20

Salomé e o tio Esmail, moravam no segundo pavimento acima do bar deles.
Uma sala, um banheiro e uma cozinha, além é logico de um único quarto com uma cama de casal. Tudo muito simples e não muito limpo. Kelly estranhou o fato de uma só cama e Salomé notou isso e então revelou que na verdade Ismail não era seu tio, mas sim seu amante. Que tinha fugido de casa, no interior e se encontrou com ele, que lhe deu emprego e onde morar e desde então se tornaram amantes. Para todos era tio e sobrinha.

Kelly gostou de saber que Salomé também era da pá virada tal como ela e foi de bom grado, que aceitou se banhar no pequeno banheiro e vestir uma calcinha dela, pois a sua depois de um dia perambulando pelas ruas, estava suja.

Salomé ficou impressionada com a beleza do corpo da jovem, que pode apreciar quando tomava banho e vestia a calça. Desceu até o bar e retornou com dois copos de suco de laranja.

- Kelly, fecharemos o bar mais cedo hoje, para a levarmos para casa.

Sabia que não poderia reclamar pelo demora deles a levarem para casa. Mas cansada, se inclinou sobre o sujo sofá e sem ao menos notar, caiu num pesado sono.

Salomé a viu estirada e foi até ela, tirou seu sapatos e a posicionou sobre o sofá, apagou a lâmpada, fechou a porta e desceu para o bar.

- Como é Salomé, e a garota?

- Está dormindo feito um anjinho. Ela é muito linda e tem um corpo espetacular. Quanto você acha que o Turco pagará por ela?

- Não tenho ideia Salomé, mas poderemos exigir uma nota preta, ela não é como a última, uma loira de farmácia com quase o dobro da idade dessa aí.

-Meu querido, você tem todo o tempo do mundo para negociar com o Turco. A nossa garota vai dormir por muitas horas, pois lhe dei uma dose super reforçada de sonífero.

- Puta merda, Salomé... não me digas que colocou a droga naquela garrafa de suco que estava geladeira!

- Coloquei sim, porque?

- Porque eu já tinha batizado o suco com uma boa dose e se você fez o mesmo, nossa garota é capaz de nunca mais acordar!

- Que merda! Porque você não me avisou, Ismail?

Capítulo 21

22:00 horas - O bar que costumava só encerrar as portas por volta da meia noite, já estava fechado. Respiram aliviados pois Kelly, apesar de tudo respirava normalmente, apenas com a pulsação um pouco alterada.

- Salomé, não vou conversar com o Turco hoje. Temos esta gostosa a nossa disposição e é justo que a gente possa tirar uma provinha, antes que o Turco a leve embora.

- Então me ajude a levá-la para a cama, Ismail.

Kelly, nua sobre a cama do casal, que a observa com gula. Salomé e Ismail admiravam o belo corpo da jovem. Extasiada com tanta beleza, ela sem perda de tempo se posicionou entre as coxas de Kelly e como uma esfomeada enterrou a boca no meio da boceta, dando chupadas violentas entremeadas de mordidas, sem se importar se estava deixando marcas nas tenras carne.
Ela a tinha dopada e assim podia morde-la à vontade sabendo que não sentira nenhuma dor. Foi o que Salomé fez, sádica e cruel passou dar dentadas em toda região genital de Kelly, deixado marca profundas de seus dentes, desde a testa depilada, nos lábios vaginais, na região anal e em torno das parte superior das coxas.
Quanto mais sentia o pau do amante enterrado em seu rabo, mais Salomé enlouquecida enterrava os dentes em Kelly. Quando ela explodiu em violento orgasmo e tirou seus dentes da jovem, sua boca, seu rosto estavam manchados de sangue.

Ismail, horrorizado olhou para o resto da jovem amante e explodiu:

-Puta que pariu! Você ficou louca? Virou canibal por acaso, sua idiota! Veja o estrago que fez na coitada! Está sangrando muito.

Salomé, ficou olhando para “sua obra” e chorando levou as mão ao rosto e falava quase que histérica:

- Não fui eu...não fui eu.... queria parar e não conseguia, minha cabeça era empurrada com força para o meio das coxas. Não sou louca...,mas uma voz vindo de minha cabeça dizia para eu morder cada vez mais forte.

Com Salomé, chorando todo encolhida num canto da cama, Ismail a escutou dizer para ele chupar todo o sangue que brotava das mordidas.

- Tu tá maluca mulher! Eu não sou vampiro para beber sangue de gente!

- Eu não falei nada, Ismail!

Tremendo de medo, com os olhos arregalados, viu Ismail, com o olhar fixo, se abaixar e colocar o rosto entre as coxas de Kelly, dizendo para si mesmo.... eu vou obedecer....vou chupar...vou chupar

O som que fazia com a boca, lambendo e sugando o sangue da região genital de Kelly, parecia para Salomé um lobo devorando uma carcaça de animal. Então ela soube que um demônio estava habitando o corpo de Kelly, que ela devia ser uma bruxa e que....não teve mais tempo para terminar seu pensamento.

“vá, ajude teu homem! Foi o que escutou dentro de sua cabeça.

Tal como ele....Salomé obedeceu ao comando recebido e se posicionou sentada sobre o rosto da jovem drogada, com a boceta sobre a boca de Kelly.
Não queria fazer isso, mas não conseguia parar e a voz a mandava se esfregar com força sobre o rosto da garota.
Foi o que ela fez por quase quarenta minutos, quando então deixou todo o seu gozo fluir para a boca e só então saiu e foi se sentar na beira da cama, olhando Ismail ainda com a cabeça no meio das coxas de Kelly, fazendo sons como se estivesse sugando algo que gostava muito.

Bem mais tarde ele foi se sentar o lado de Salomé, depois se ergueram ao mesmo tempo, desceram para o bar e no depósito retiraram uma lata de tinta preta, um grande saco plástico também preto e um rolo de fio, por incrível que possa parecer, também na cor preta. Material que tinham a certeza não estava lá, durante o dia anterior.

Eles se movendo como sonâmbulos, no chão do quarto pintaram todo corpo de Kelly com a tinta, até os cabelos e o rosto, a colocaram dentro do saco e o lacraram com dezenas de volta com o fio preto.

Ainda sob o comando do ser invisível, antes do amanhecer do dia, estavam dentro da camionete deles, levando o “pacote” para ser descartado no lixão da cidade.

Mas sempre há algo para barrar a vontade do ser das trevas. No caminho, dirigindo a alta velocidade, foram de encontro as escadarias de uma igreja; coisa absurda de acontecer, pois o templo fica bem distante da avenida e em sentido contraria a mão que seguiam.

O choque foi tão violento que o veículo ficou todo amassado e dentro os corpos sem vida de Ismail e Salomé. Quando os bombeiros chegaram, nada mais puderam fazer por eles. No porta-malas, surpresos viram o corpo de uma jovem

Capítulo 22

Ela estava vestida e parecia drogada, mas ao ser pela equipe, não foi constatado nenhum dano maior, o que foi considerado como um autêntico milagre, pois o carro estava todo retorcido, inclusive o porta-malas onde ela estava aprisionada.

A jovem estudante, fora sequestrada por um casal e apesar do acidente em que o casal morreu, a garota não sofreu nenhum arranhão. Foi isso que a mídia noticiou.

Semanas se passaram. Agora, depois que a mãe estava de volta ao lar e Kelly também, os encontros noturnos entres os irmãos se tornaram quase impossíveis e ela desistiu de ser a “mulher” deles.

Mas a esperta e insaciável Kelly , passou a frequentar o apartamento de Rafael e lá, usando uma máscara de plástico, fazia sexo com ele e com os amigos que rafa convidava, cobrando uma taxa, que dividia com ela.

Aos dezessete anos, desistiu de Rafael e voltou a ser a jovem caseira que sempre fora. Mas na escola, suas notas passaram de A para C, devidos as muitas ausências das salas de aula.

No apartamento de Olga, famosa na cidade por “agenciar” garotas de programas, uma linda jovem era a preferida de muitos dos frequentadores do lugar, que tinham de marcar com a cafetona, dia e hora, pois a jovem só fazia seus programas, duas vezes por semana e sempre no horário da tarde.

Kelly, sempre encobrindo rosto com uma máscara completa de plástico, enlouquecia seus clientes com seu lindo e jovem corpinho, lhes permitindo sexo sem nenhuma restrição. Mas o fraco dela era chupar o pau de um distinto senhor, que no mínimo uma vez por mês, passavas horas com a jovem mascarada.

O nome dele... Roberto Sotelos, casado e pai de quatro adolescentes, sendo três rapazes e uma garota.

Ela só estranhava que quando ele ejaculava em sua boca, percebia um gosto bem parecido com enxofre, mas era isso que a atraia a chupar o seu próprio pai.

E aquela voz a incentivando a continuar agindo sob sua influência, a mandando ficar grávida do distinto senhor Roberto Sotelo e só então revelar, quando toda a família estivesse reunida, que o seu paizinho tão amoroso com a esposa, seria avô e pai de seu filho que estava por nascer. Será muito divertido ver o rosto de Paula, sua querida mãe, ao saber que sua filha estava gravida do seu próprio pai.

Kelly já antevia o prazer que teria ao ver a surpresa de sua mãe e de seu pai ao tomarem conhecimento do fato, que poderia ser ainda mais engraçado que ela dissesse que era amante dos seus três irmãos.


Há mais coisas entre o céu e a terra do que pode imaginar nossa vã filosofia.
William Shakespeare


FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:11 de julho de 2018 03:50

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Sobrenatural erótico

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