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Do fundo do baú

Suely, minha querida sobrinha



Sou Ricardo, 53 anos, solteiro por opção e bem-sucedido profissionalmente. Tenho como única família, minha cunhada Elizabeth, 38 anos e a filha dela, Suely. Mantenho pouco contato com as duas, pois elas moram no Brasil e eu na Franca, em Paris. Beth é viúva do meu irmão e reside num belo apartamento com minha sobrinha, uma adolescente de 18 anos. Meu irmão as deixou com muitas dívidas e se não fosse eu, não teriam como manter o apartamento e nem o que comer.
Me sinto feliz em remeter todo santo mês uma bela quantia que permite que vivam até com um certo luxo. Faço isso porque posso e como uma forma de me desculpar com meu falecido irmão.
Quando Suely ainda não tinha nascido, mantive um tórrido romance com a mãe dela, na época uma jovem recém-casada com o mano, mas isso não impediu que botássemos chifre nele. Por algum tempo fizemos visitas frequentes aos motéis e o mais impressionante, ela se orgulhava em cornear o marido e ele, apaixonado, a achava um poço de virtudes. Escravizado pela infiel e fogosa garota, olvidei que estava traindo miseravelmente meu irmão, determinadas vezes em sua própria cama.
Quando engravidou, Beth ficou em dúvida se a criança seria minha ou do marido, mas eu tinha certeza que seria tio e não pai, pois meus espermatozoides são incapazes de gerar filhos. Mesmo com a filha bem pequena, minha cunhada continuou sendo minha amante.
Eu sabia que estava sendo um canalha em foder a mulher do meu irmão, mas não tinha forças para me livrar daquela incestuosa paixão. Beth me permitia tudo na cama, sexo vaginal, anal e oral. Ela engolia minha porra com tanta ganância, que me deixava exaurido. Extremamente sensual (e canalha), dizia que nem para o marido ela dava a bunda ou chupava o pau. Jurava que eu era o dono absoluto destes dois “buracos” dela, se bem que eu duvidasse disso, pois algumas vezes a fraguei “rebolando” descaradamente para o porteiro do prédio em que morava, um moreno grandão que a comia com olhos.
Quando o mano faleceu, Beth pediu que eu fosse morar com ela. Recusei o convite, com o coração partido por perder meu irmão querido e pôr o trair com sua esposa.

Por força da minha profissão, fui transferido para a filial francesa da cia e lá, apreciando as ardentes parisienses, consegui me livrar da paixão por minha cunhada.
Quando Suely completou nove anos, voltei ao Brasil e foi a última vez que dormi com Beth, mas foi só sexo, já não existia a paixão de antes. Tomei conhecimento que ela se relacionava com muitos outros homens, chegando a levar para casa alguns deles, que eram logo descartados por outros.
Nunca mais voltei ao Brasil e meu apartamento no centro de Paris, era muito visitado por belas francesas, mas era quase sempre coisa de uma só noite.

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Deitado, revendo no notebook alguns compromissos profissionais, fui surpreendido por uma ligação telefônica internacional, do Brasil. Era Suely, minha sobrinha, que aos prantos implorava para vir morar comigo. Assustado, logo imaginei algo de grave tivesse acontecido à Beth.

Senti desespero na voz da menina e ela explicou que não podia ficar morando com a mãe. Que era costume dela levar para o apartamento os homens que encontrava nas boates que frequentava. O último deles, um negro grandão e cheio de dinheiro, saiu do quarto da mãe e foi para o dela.
- Eu implorei que o sujeito saísse do meu quarto e gritei chamando por mamãe. Ela veio e o viu tentando tirar minha camisola. Bêbada ou drogada, ela caiu na gargalhada e se deitou ao meu lado e ficou olhando eu lutar com o safado.
- Sabe o que ela disse, tio?
- Deixe de palhaçada, filhinha... deixe o meu negrão comer o teu rabo...você vai gostar do pau dele.

Tio, aquilo me deixou perplexa, sem ação, e ele se aproveitou e colocou aquela coisa nojenta dele na minha bunda, tentando me estuprar. Berrei com tanta força, que ela ficou com medo dos vizinhos me escutarem e o empurrou de cima de mim. Ali mesmo, na minha cama, mamãe sentou em cima do nojento e fizeram sexo anal, na minha frente. Corri e estou trancada no banheiro, falando com o senhor.

- Por todos os santos, Suely! Tua mãe perdeu todo o senso de decência?

No dia seguinte, entrei em contato com Beth e a ameacei de não mais remeter dinheiro para ela e exigi que deixasse Suely morar comigo, aqui em Paris. Para não perder a “mesada” ela concordou.

Três meses depois, estava ansioso no “Aeroporto de Paris-Charles de Gaulle”, esperando Suely, minha querida sobrinha. Me senti culpado por a deixar a mercê da mãe, que sabia não passar de uma “dama da noite”, usuária de drogas e se deitando com qualquer um. Este foi o caminho escolhido por Beth.
Tinha na memória, a figura um pouco gordinha de Suely e quando a vi saindo da área de desembarque, não pude acreditar no que via. Uma esplendorosa ruivinha, que chamava atenção de todos ao seu redor. Com dezoito anos, ela se transformou e me deixou de boca aberta, tal a sua beleza de rosto e de corpo. Muito mais “gostosa” Que a mãe quando tinha sua idade.
Ela me abraçou e beijou, entusiasmada por reencontrar o tio que a quase nove anos não via. Que diabo! Aquela coisinha macia se esfregando em mim, fez o meu bichão ficar todo assanhado e tive de me afastar dela, assustado com a insolência da minha cabeça debaixo.
Que merda! Aquela coisinha deliciosa e inocente iria morar comigo e eu já previa todo o meu sofrimento por isso.

Suely teria escapado Da água para se queimar no fogo?

Tinha razão, a vendo todos os dias, bem à vontade no meu apartamento, meu apetite por ela só foi aumentando e tinha de me controlar. Afinal de contas, minha sobrinha me considerava como um coroa a quem adorava e confiava plenamente e eu não podia a decepcionar.
Meu desejo por Suely se tornou um tormento e algumas semanas mais tarde, encontrei a solução para o meu sofrimento.
XXXXXXXXXXXXX

Vinte e três horas, entrei no quarto de minha querida sobrinha e fiquei a apreciando embaixo das cobertas. Acendi todas as luminárias e me sentei na sua cama e sem nenhuma pressa, a descobri e com cuidado tirei sua camisola e a calcinha. Quase gozei ali mesmo, vendo sua estonteante nudez. A bucetinha gordinha quase sem nenhum pelo, as coxas roliças e macias e os seios maravilhosos, com mamilos róseos apontando firmes para o alto.

Separei suas coxas e dei um beijinho na cheirosa grutinha. Por quase duas horas, lambi cada pedacinho do macio corpo de minha sobrinha e o chupei com vontade. Esfreguei a cabeça do pau entre seus lábios vaginais, tendo o cuidado de não a penetrar e quando esporrei não me preocupei em a inundar com o meu prazer, afinal de contas ele era peça morta e não haveria nenhum perigo de a engravidar. Coloquei a ponta da língua no cu de minha queridinha e o lambi com volúpia. Para coroar aquela primeira noite, me sentei por cima de seus seios e direcionei o caralho para os deliciosos lábios de Suely, não esporei em sua boca, pois isso seria demasiado revelador de minha excursão na sua cama.
Depois, fiquei quase uma hora a limpando com o máximo cuidado, eliminando todos os vestígios no seu corpinho da “visita” que fiz nele.
Tinha plena certeza que ela só acordaria algumas horas depois, pois a droga que ingeriu junto com o suco, no jantar, é muito potente.

Assim, uma vez por semana, Suely era minha por inteiro. Eu me satisfazia em suas deliciosas carnes e minha sobrinha nunca desconfiou de nada que me pertencia por algumas noites. Mas isso não me satisfazia plenamente. Eu a queria por inteiro, penetrá-la em suas carnes, pela bunda, pela buceta e pela boca, tudo com minha garotinha acordada e gemendo de prazer.
Apesar de ser trinta e cinco anos mais velho que ela, sou um coroa que ainda dá no coro e que na cama faço minhas enlouquecer de tesão. Antes de minha sobrinha vir morar comigo, eu fodia com minha secretária, uma ruivinha de apenas 23 anos e ela me disse que eu era o melhor homem com quem fez sexo ultimamente.
Certo que Suely, virgem e inocente neste negócio de sexo, apesar dos seus 18 aninhos, não teria como fazer este tipo de julgamento. Mas ela vivia ao meu lado, um spert em sexo e sendo assim, decidi que eu seria o seu professor nesta área.

Teria de usar de muita prudência. Primeiramente despertar na minha sobrinha, o desejo sexual, que nela parecia estar adormecido; porém este sentimento teria de ser ressuscitado para mim e não para outros.
Comecei por levá-la a conhecer a vida noturna de Paris, com longas madrugadas, com bebidas e danças (sempre comigo). É um mundo desconhecido para ela, que ficou fascinada com a coisa toda.
Jantar em restaurantes caros, sempre regados a finos vinhos se tornou nossa rotina. Eu não a queria tornar uma viciada em bebidas, mas apenas adormecer o seu senso de “boa menina”. Isso foi acontecendo aos poucos e Suely não mais se incomodava em dançar comigo, bem agarradinha, sentindo entre suas coxas o meu volume.
Levando a coisa sempre na esportiva, eu agia como se aquilo fosse a coisa mais normal deste mundo e Suely, acho, se convenceu que assim era e passou a gostar da coisa toda.
Nestas nossas noitadas, pedia que eu dançasse com ela e “disfarçadamente” se aninhava em meus braços, para sentir o membro esmagando sua grutinha. Bancando o “tiozinho bonzinho” eu a deixada agir, fingindo que não notava suas intenções, sempre não avançando o sinal.

Meses depois, resolvi ir adiante, pois meu desejo pela doçura, só aumentava e temia pela sua saúde; isso em razão de continuar a dopando em minhas visitas noturnas em sua cama. As drogas, misturadas com o álcool poderiam lhe trazer prejuízos físicos. Parei com as drogas, mas minha fome por Suely aumentou em muito.

Noite de sexta-feira, um fausto jantar e depois uma boate, onde rolou muita bebida e dança. Desta vez, eu simulando estar com a cara cheia, quando Suely se colocou entre minhas pernas, como sempre fazia, a segurei com os braços em torno de sua cintura, quase na altura da bunda e colei meu corpo ao dela. Não fiz nenhuma questão em evitar o contado do pau que vibrava na altura da grutinha de minha sobrinha.
Ela suspirou fundo e me agarrou com os braços em torno do meu pescoço e esquecidos de tudo e de todos, ficamos quase que parado num canto da pista de dança. Meus lábios molhados passeavam na face, nos olhos e nas orelhas de Suely e quando se aproximou da boquinha, ela mesma entreabriu os lábios e o beijo de língua foi tenso e muito demorado.
Pronto, ela estava prontinha para se entregar ao tio, de livre e espontânea vontade. Eu não perdi tempo, sabendo que estávamos bem ocultos de olhares indiscretos, levantei a barrinha do seu vestido e a cabeça do pau já livre do empecilho da calça beijou sua grutinha, mesmo por cima do fino tecido da calcinha, que foi logo descida para o meio de suas coxas.

Suely sentiu o caralho do tio se intrometendo no meio de sua grutinha e tomada por irresistível paixão cruzou as coxas em torno de sua cintura e o puxou para si. O rompimento do clitóris se deu sem nenhuma dor, pois a garota estava com as paredes vaginais encharcadas de fluídos, tamanho era a excitação que a envolvia.
Alucinada, começou a cavalgar o tio, que se viu obrigada a segurá-la pela bunda e colar sua boca à dela, para evitar que seus gritinhos e gemidos, chamassem a atenção dos que estavam na escura pista de dança. Não que isso fosse necessário, os casais em torno, também estavam se devorando.
Aquela área da pista de dança da boate era preparada pela gerência da casa para que os frequentadores mais afoitos, fizessem bom uso dela. Isso atraía muito francos para os seus cofres

Depois que perdeu a virgindade para o tio, Suely perdeu toda a inibição e exigia dormir na mesma cama dele e a fazer sexo com ele. Nada negava a ele, que a instruiu na arte do sexo anal e oral. Desta maneira, passaram a viver como amantes.
A matriculei numa faculdade, pois sendo muito novinha, deveria se preparar para conviver dignamente no meio em que eu girava.
Suely adorava viver comigo e o conforto que eu lhe proporcionava, com o meu dinheiro. Algum tempo depois, me informou, irradiando felicidade, que eu seria pai, que ela estava gravida!!!!!!!
Puta que pariu... o castigo vem cavalo...e eu me tornei pai de um garotinho que tinha o rosto muito parecido com o “colega” de faculdade de Suely. Para não a perder, engoli o engodo, sabendo que a dividia com o carinha e como descobri alguns anos depois, com muitos outros.
O gosto pelo sexo, parece, estava no DNA dela. Tal mãe, tal filha e.... tal tio.

FIM












Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:12 de maio de 2018 16:45

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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