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Thania e Talita – AS INICIANTES NO SADOMASOQUISMO




- Agradeço, Talita. Mas não havia mais necessidade de você romper o seu noivado com o Rodrigo. Porque o fez?
- Depois do que passamos no iate do falecido (vide conto: Thania e Talita Armadilhas do destino) conheci formas diferentes de fazer sexo e mesmo que você me ache uma “safada” gostei de fazer sexo violento, com dor... é uma forma diferente, mas confesso que em algumas ocasiões gozei imensamente e com Rodrigo não sinto o mesmo tesão. Ele é muito pai-e-mamãe. Você me entende, amiga?
- É lógico que sim, Talita. Eu também sinto o mesmo, só que estava com vergonha de confessar para você.
- Eu andei pesquisando na internet e encontrei um lugar, uma espécie de clube, onde eles praticam o sadomasoquismo. Você sabe o que é isso, Thania?
- Mais ou menos, já li alguma coisa a respeito, mais muito superficialmente.
- No clube, tem gente que tem tesão ao causar sofrimentos e tem gente que tem prazer ao sentir dor. São os sádicos e os masoquistas. Eu acho que fiquei viciada em ser masoquista. Aqueles filhos das putas, nos fizeram isso.
- Você tem coragem de ir a um lugar deste tipo, Talita? E se o cara passar dos limites e causar muita dor? Não poderás se queixar depois, você aceitou que assim fosse.
- Não, não é assim, Thania. Existem regras bem claras nestes lugares. Se você achar que não suporta a dor, é só falar uma palavra para ele ou ela parar de te machucar... eu não sei que palavra é, mas sei que é assim.
- Você aceita em ir a um clube destes comigo, Thania?
- Eu tenho medo, mas vou sim.
Tudo bem, vou mexer uns pauzinhos e dar um jeito de nos escrevermos no “Club BeD”, que foi o que eu pesquisei.

xxxxxxxxxx

Thania e Talita, descem do taxi e olham ao redor, não gostando nada daquele lugar. Na periferia da cidade, uma estrada secundária, quase sem nenhuma edificação.
- Amiga, tem certeza que é aqui que fica o Club BeD? Não vejo nenhuma casa por perto.
- A mulher que me atendeu disse que a entrada do clube fica um pouco escondida por muitas árvores. É um portão alto de ferro. - olhe, Talita....ali está. Vamos lá.

As garotas em frente ao portão, acionam um botão e uma câmera de vigilância as focam. Como foram instruídas, olham diretamente para o aparelhinho e dizem seus nomes: Talita e Thania.
O portão vai se abrindo, correndo para o lado, só o necessário para dar passagem as duas e quando o ultrapassam, ele, com um leve zumbido das engrenagens, é fechado.
Não há ninguém para as recepcioná-las. A frente, um estreito caminho calçado e rodeado de folhagens altas.
- Que lugar mais sinistro, Talita! Estou com medo... acho que devemos desistir e sair daqui.
- Agora não é mais possível, o portão fechou a nossa saída e o taxi foi embora. Temos de ir em frente. Ver como é lá dentro e se não gostamos, iremos embora. Pelo celular, pedimos um outro taxi, está de acordo?
Uma senhora muito vistosa e alta, com quase 1,80 m. e cabelos pintados de vermelho forte, as recebe na grande sala. Gentil as convida para sentar nas amplas poltronas.
- Talita e Thania... vocês são muito bonitas e jovens. Qual a razão de se interessarem pelo BeD? Vocês sabem o que praticamos aqui? Não necessitam me dizer nada. Aqui tem duas fichas de inscrição, preencham todos os campos e assinem na última folha. É um compromisso de que estão de acordo com os nossos termos.
Em menos de dez minutos, as garotas preenchem as quatro folhas e as entregam a mulher de cabelo de fogo.
- Então as duas se declaram masoquista e é a primeira vez que frequentam um clube deste tipo. Vejo que assinalaram os quesitos para a masoquista. Sendo assim, se for de vontade das duas, podemos dar início a primeira sessão com vocês.
Com a concordância delas, são levadas para um amplo cômodo, no subsolo do casarão. Ficam de boca aberta ao verem a grande quantidade se estranhos aparelhos por todo canto. Há bastante iluminação ali e um estrado acolchoado e muitos espelhos nas paredes e alguns no teto. Mas fora quatro homens e uma outra mulher, não há mais ninguém lá.
- Senhora, onde estão os outros frequentadores do clube?
- Hoje, serão só vocês duas. Este local não é legalizado e vivemos na clandestinidade. Recebendo pessoas isoladamente, alguns dias por semana, nada mais do que isso.
Thania olha para Talita e com voz baixa, junto ao seu ouvido pede para irem embora, pois esta com péssimo pressentimento. A amiga também sente o mesmo e se virando para Marta (a mulher de cabelo de fogo):
- Já conhecemos suas instalações e gostamos do que vimos..., mas preferimos adiar para a próxima semana a nossa primeira sessão. A senhora está de acordo?
- Não... não estou de acordo. Reservamos este dia para vocês e meus rapazes estão aqui, especialmente convocados para as atender... não é possível cancelar o que programamos.
- Elas não têm tempo nem para protestar, pois são imediatamente agarradas pelos homens e mesmo gritando e dizendo que querem ir embora, em questão de minutos estavam nuas e amarradas, com finas cordas que prendem os braços pelas costas, sob os seios e pelos ombros. Para as silenciar, bolas de silicone foram introduzidas em suas bocas e fitas adesivas evitava que as expelissem.

- Meninas, o que fizemos aqui em baixo é diferente de qualquer outro lugar que se dedica ao sadomasoquismo. Fugimos a todas as regras estabelecidas naqueles lugares. Em primeiro lugar, aqui não há nenhuma palavra código para que peçam para pararmos com nossas brincadeiras. Aqui quem decide continuar ou parar somos nós. Se vocês querem sentir prazer por meio da dor... aqui terão muita, muita dor e prazer. Começando hoje à noite e continuando até nos darmos por satisfeito.
- O terror delas estava espelhado em seus rostos, mas agora não havia mais nada que pudessem fazer. Estavam ali por livre vontade e até assinaram um documento dizendo isso.
Os homens e as mulheres, se retiraram e por muitas horas fiaram a espera que eles retornassem, rezando para que tudo não passasse de um trote, uma maneira apenas de as assustar, que seriam libertadas e poderiam irem para casa. Mas não foi assim que as coisas aconteceram.
Quando retomaram, Talita foi a primeira a receber a atenção deles. Foi libertada das cordas e da mordaça e levada para um canto do recinto e teve seus pulsos preços com braceletes de couro e por meio de correntes, presa ao teto. Se apoiava no piso, apenas com as pontas dos pés e isso era demasiadamente incômodo. Ela protestou chorou e disse que os delatariam tão logo saísse dali. Mas se acovardou e teve de ficar calada, mediante a ameaça de Marta.
- O que você vai fazer depois, não me interessa nem um pouco. No momento eu quero que você cale a merda desta boca e fique bem quietinha, pois se não o fizer, a morena ali, tua amiga, vai receber umas chicotadas e você ficará suspensa do piso.

Talita, sentiu que a mulher estava falando sério e não teve mais coragem para nada. Entretanto não resistiu e começou a gritar e chorar quando colocam em sua buceta e no ânus enormes consolos, ligados a tomadas e os deixaram vibrando.
– Agora, loirinha, vamos tratar da tua amiga. Fique aí e se divirta com estas “coisinhas”, foi o que disse o homem alto com cabelos grisalhos.

Thania, a coitadinha sofreu horrores nas mãos dos seis sádicos. Foi colocada deitada sobre uma bancada metálica, com a cabeça para fora do apoio. Presa pelos braços e pernas. Ficou em tal posição que lhes permitia introduzir os paus na boca da infeliz e eles, um a um a obrigaram a engolir todo os seus gozos.
Por toda a noite, eles se revezaram, tanto as mulheres como os homens em as fazer sofrer horrores. Com agulhas e grampos sendo introduzidos nos seios e nos lábios vaginais. Não houve penetração nem vaginal e anal, mas tanto Talita como Thania, engoliram muita porra dos sujeitos e como complemento, na manhã seguinte, ambas foram cruelmente chicoteadas.

Por três dias inteiros ficaram prisioneiras naquele maldito lugar, covil de sádicos que se transfigurava como se um clube de BeD fossem, para atrair jovens para as submeterem as suas taras.
Muito machucadas, foram levadas para um lugar esmo e ameaçadas de morte, caso relatassem o que sofreram as autoridades. Além disso, eles disseram que tinham os documentos que elas firmaram, aceitando tudo o que fizeram com elas.

Capengando, conseguiram ajuda de um casal de moradores das redondezas, que penalizados com o estado deplorável que se encontravam as socorreram. Para constar contaram apenas que foram atacadas por alguns homens que abusaram delas e foram embora.
Alguns dias depois, ainda com algumas sequelas em seus corpos, Talita, recebeu a amiga e decidiram que não denunciaram os sádicos pelos que fizeram com elas.
- Amiga, está lembrada do que aconteceu com o teu ex chefe e a turma dele?
- Lógico sim, Talita... você está pensando o mesmo que eu?
- Sim, é isso mesmo. Vamos mandar aquele pessoal para o quinto dos infernos. Eles irão fazer companhia ao “doutor” e sua turma.

FIM

Aguardem o desenrolar das aventuras de Talita e Thaisa em:
“Thania e Talita – o gosto da vingança é amargo”

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:13 de fevereiro de 2018 19:27

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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