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UM CRIME A MODA ANTIGA



Ann Mary é uma típica caipira, nascida na vila de Winkelman, em Gila Country, no Arizona. Na realidade, Ann pouco conhece de Winkelman, pois morava com seu pai, numa choupana, nas redondezas do rancho dos irmãos Stuart, desde que se conhece como gente. Ela e o pai tiram o sustento trabalhando para Will e Alfred Stuart. Ela na limpeza da casa e ele, na alimentação dos animais e pequenos serviços de manutenção.
Com quase vinte anos Ann é uma ruiva, com o rosto pintado de sardas e um corpo cheio de curvas e um pouco cheinho, mas muito apetitoso, chamando a atenção de todos os empregados do rancho, mas nenhum deles se atreve a se engraçar com ela, não só por ser filha do velho Walt, mas principalmente por Alfred, o patrão, que desde quando a garota tinha treze anos, a tornou como sua amante.
Ranzinza e extremamente ciumento, Alfred a considerava como sua propriedade. Ann, apesar de não gostar do modo grosseiro como era tratava, enlouquecia com os prazeres que ele lhe proporcionava. Quando a tomou, nada conhecia sobre sexo e com ele ficou conhecendo as mais bizarras maneiras de praticá-lo. Com o tempo, isso passou a ser um vício para a jovem.
Will ou Alfred, como era costume, uma vez por mês viajavam até Gila, para negociar a produção do rancho Stuart. Neste fim de mês, coube a Alfred esta tarefa, levando com ele Walt. Foi justamente esta a razão que modificou por completo o destino de Ann.
Logo depois de Ann servir o jantar para ela e Will, ele a convidou para saborear uns drinques no varandão que circulava todo o casarão. Estranhou a atitude do seu “cunhado” pois não era costume dele agir deste modo. Ann, que de boba não tinha nada, logo maliciou aquele súbito interesse em beber com ela.
Já faz tempo vinha observando Will que não tirava os olhos de suas coxas, quando iam assistir televisão. Ela no mesmo sofá de Alfred e ele na poltrona em frente. Safadinha, como que distraída, deixava as pernas abertas, permitindo que ele visse sua calcinha, as vezes nem sem ela.
Agora, nesta noite, sentados na varanda, com Ann toda despojada, enquanto aperitiva com o cunhado, se exibia como nunca a ele. Coitado do homem, ela o provocava e ria intimamente, vendo a protuberância na calça dele.
Bem mais tarde, no seu quarto, se preparando para dormir, Ann imaginava Will, se masturbando e aquilo a fez ficar excitada. Totalmente nua, tomou a decisão de ir ao quarto dele, oferecer seu corpo ao cunhado. Alfred ficaria todo o fim de semana no condado de Gila. Então porque não saciar a vontade se sexo dela e de Will.
Entrou no quarto e acendeu a luz. O viu se sentar e a coberta que o cobria esborregar para a cintura. Will a viu se aproximar da cama e tapou com as mãos tapar sua rigidez. Escutou o que ela lhe falava:
- Eu sei que você quer me foder então vim satisfazer a tua vontade... e a minha. Teu irmão não pode nem desconfiar que eu o estou transformando num corno. Anny tirou a camisola e se mostrou a ele. Depois do que, com ele deitado com o caralho mais se parecendo com um mourão de cerca, sentou sobre ele e deu um gritinho de satisfação, com a boceta comendo aquela delicia do cunhado.
O sexo com Will é bem melhor do que o de Alfred e Ann Mary cavalga sobre Will; subindo e descendo o corpo, gemendo de prazer, com o pau deslizando dentro dela.
- Puta que pariu, Will... você é mais gostoso que teu irmão. És mais grosso e longo. Fazia tempo que não gozava tanto como hoje. Acho que Alfred se tornará corno para sempre.
Ann sente o potente soco na altura de seu ombro e com um grito de dor, é jogada para fora cama. Vê o rosto de Alfred, transtornado pelo ódio e com uma saraivada de chutes, apaga.

Não tem nenhuma noção do tempo de ficou inconsciente, mas sabe que é dia claro, vê a luz do Sol entrar pelas frestas das paredes de madeira. Está nua e sente o corpo todo dolorido, mas o pior é que está amarrada, suspensas pelos pulsos à um travessão de madeira, com os pés sem tocar o piso. Reconhece o lugar onde está. É um velho barracão onde antigamente os irmãos Stuart guardavam as sementes para o plantio da safra seguinte.
Ann estava muito assustada, pois sabia que fora pega por Alfred, fodendo com o irmão dele. Só não atinava a razão de estar pendurada nesta dolorosa posição. Devia estar ali a muito tempo, pois já não sentia os braços e os ombros e a sede era forte. Sabia que Alfred ere um cara malvado e vingativo, pois no passado já tinha levado algumas surras dele. O que será eu ele fez com Will?
Já quase ao escurecer, com a mente muito confusa, escutou o rangido da porta dupla se abrir e para sua surpresa viu Alfred e Will se aproximarem de onde estava pendurada. Ela não teve coragem para abrir a boca, mas pode ouvir Will falar om o irmão.
- Alfred o que faremos com ela? A culpa de tudo também foi minha!
- Não seja besta, Will! Já lhe falei como agiremos com esta vaca. Se ela gosta tanto de dar o rabo, é o que ela fará daqui em diante.
- Mas mano isso é muita crueldade... Ann não aguentará a geba dele, Trintão é muito grande!
- Não será problema meu e sim dela.
Ann Mary ficou apavorada ao entender que os irmãos permitiriam que Trintão a invadisse. A muito tempo que que ela o conhecia.
- Will, me ajude a descer a puta do travessão e vamos a prender naquela velha canga.
Ann Mary, quando solta das amarras desbabou no chão, tal o seu estado de debilidade. Foi arrastada pelos cabelos para o outro lado do barracão, onde estava a canga. Foi presa a ela e ficou com a cabeça e os pulsos prensados entre as duas partes de madeira da canga.
Alfred a viu assim posicionada e agindo com maldade lhe deu um tapa no rosto, seguida de uma cusparada.
- Ann você gosta de dar a boceta e o cu, não e mesmo! Pois agora vais se sentir satisfeita com Trintão. Will amarre os tornozelos dela separados ao máximo, enquanto eu vou chamar o novo macho da vadia.
Foi o que Will fez, prendeu os tornozelos da garota, tão afastadas um do outro que ela sentiu os músculos das coxas quase se romperam. Logo em seguida Alfred retornou trazendo Trintão.
Os irmãos Stuart, trancaram os portões do barracão e ficaram olhando Ann berrar aterrorizada enquanto Trintão, enterrava sua enorme geba dentro dela.
Quase ao termino do horrendo espetáculo, Ann Mary dava os últimos suspiros de vida, enquanto o belo garanhão preto, em pleno cio, deixava dentro dela uma enorme quantidade se esperma e lhe arrancava metade do ombro com uma dentada, depois do que relinchava, satisfeito com a égua que acabava de trepar.

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:11 de julho de 2018 14:20

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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