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UM DIA PARA NUNCA MAIS SER ESQUECIDO


06:20 h
Acordo, olho para Richard, deitado meu lado e saio da cama, procurando não fazer silêncio para não o acordar. Vou direto para o quarto da minha bonequinha e a vejo dormindo como um anjinho, com as cobertas jogadas no chão. A cubro e depois vou ao banheiro, tomar uma ducha.

07:15 h
Richard esta se aprontando e eu, já com a mesa posta para o café, estou vestindo Aninha. Hoje quem vai leva-la para a escola é Richard,

07:45 h
Recebo um beijo da minha filha e outro do meu marido e antes de entrar no carro ele me recomenda que tão logo retorne da minha consulta, telefone para ele, pois está ansioso para saber como foi o meu exame médico.

09:30 h
Chego ao consultório do doutor Grassou, meu ginecologista e a recepcionista faz a minha ficha e diz que eu serei a primeira a ser atendida.
Com efeito, nem cinco minutos e a enfermeira me convida a entrar no consultório. Fico muito impressionada com a beleza da jovem mulher. Morena, alta, com longos cabelos e um par de seios que estufa o avental que veste.
O consultório do dr. Grassou e muito bem aparelhado e não é só a enfermeira dele que me impressionou, ele também; um coroa com cabeços grisalhos e muito boa pinta. Vou avisar a minha amiga Carol que gostou da sua indicação.

09:50 h
Já estou na mesa ginecológica a alguns minutos e o sinto me tocar lá embaixo e fazer comentários com sua assistência. Não gostei muito ao escutar as risadas deles e agora percebo que ela também me toca, colocando os dedos sem luvas dentro de mim. Sinto uma forte picada em meu lábio genital e protesto e tento me levantar da cadeira. Mas ele, o doutor, com as mãos em meu ombro me obriga a me recostar novamente na cadeira e diz para não me preocupar, que eles injetaram em mim, um poderoso entorpecente, que me farra dormir por algumas horas.

10:00 h
A enfermeira me tira da cadeira e eu sinto que tenho dificuldades de ficar em pé e tudo começa a ficar embaçado em torno de mim. Com a ajuda do doutor sou colocada numa maça e percebo que os dois estão me desnudando. Ainda tento impedir, mas meus braços parecem que pesam toneladas. Escuto eles discutindo, parece que eu deveria estar dormindo e, no entanto, ainda não estou.


10:05 h
O doutor, totalmente nu se deita por cima de mim e ainda tenho forças para pedir que não faça isso. A mulher em pé ao lado da maça o vê me estuprar. Ele grita para ela me aplicar outra dose e ela responde que agora já é tarde. Ela já sabe que está sendo estuprada.

10:10 h
Ele me vira de bunda e enterra o membro no meu ânus. Morde meus ombros e pescoço e falar ao meu ouvido que era para eu estar dormindo. A mulher, mesmo com ele enterrado em mim, me injeta outra dose do tal entorpecente e então eu apago.

17:40 h
Estou com muita dificuldade em respirar, a bola de silicone em minha boca e o capuz que cobre minha cabeça, está me sufocando. Não tenho noção de quanto tempo estou dentro do saco de lona. Sei que estou nua e com braços e pernas totalmente envoltos por fita adesiva. Devo estar trancada num lugar muito abafado e quente, mas o pior de tudo é não saber o que eles farão comigo.

17:45 h
Mesmo dentro do saco e com o capuz, escuto sons e percebo que entram onde estou. Sem importar que eu os ouça. Entendo que estou ainda o no consultório trancada numa salinha anexa onde ele guarda material, e que já encerraram as consultas do dia. Eu não deveria ter percebido que fui estuprada, era para eu, como as outras, estar inconsciente. Os dois discutiam o que deveriam fazer comigo.

20:30 h
Fui levada como saco de batata para dentro de um carro e fechada dentro do porta-malas. Pelo sacolejar do carro, pude perceber que estavam trafegando por estrada não asfaltada. Estava com muito medo, pois não deu para escutar o que pretendiam fazer comigo.

22:40 h
O carro parou e, apavorada, os senti me tirarem do porta-malas e Jogada num piso macio, parecia grama ou coisa parecida. Deu para perceber que o doutor e a enfermeira discutiam a meu respeito e ela dizia que não havia outro jeito, pois eu sabia o que eles fizeram comigo lá no consultório.
Foi então que entendi que eles pretendiam me matar, para não os denunciar as autoridades.

22:45 h
Senti quando me jogaram e que fui caindo, rolando e batendo de encontro a algo duro, parecia pedras, troncos e cada baque, sentia algo se quebrar dentro de mim. Súbito, soube que estava dentro de água, de um rio ou de uma lagoa. Fui afundando e água invadindo o saco de lona, pouco a pouco e então eu apaguei.

23:15 h
Fui acordando com tudo me doendo, parecia estar toda quebrada. Não estava mais dentro do saco, nem amarrada e nem com mordaça, mas ainda nua, vendo o céu estrelado. Estava vendo dois pares de olhos que me olhavam ansiosos. Moça, Moça, você está bem? Foi o que me perguntaram, mas como eu poderia estar bem! Se cada pedacinho de meu corpo, me doía horrivelmente. Tentei falar algo aos dois homens, mas não consegui.

23:30 h
Dava para escutar os que eles falavam a meu respeito, mas não conseguia interagir com eles, estava praticamente paralisada. Eles me levavam para algum lugar, e com o movimento tudo estava se partindo dentro de mim, pelo menos era essa a minha sensação.

00:10 h
Retornei a vida e com horror, senti os dois homens dentro, numa dupla penetração e o máximo que consegui foi emitir um débil gemido, o que ocasionou um comentário de um deles. Tião, ela ainda está viva e o outro retrucar: Melhor assim, foder mulher morta faz o pau cair.

00:50 h
Os dois caras continuavam dentro de mim, se revezando, enquanto eu acordava e apagava, mas sem sentir o estupro deles, pois estava, nesta altura, totalmente incapaz de os sentir dentro de mim.

01:00 h
Eles saíram de mim, sobressaltados e eu não percebi o porquê disso, até que um dele gritou, para correrem porquê os homens estavam vindo.
Vi três homens, policiais me olharem assombrados e um outro, um velho barbudo e esfarrapado falar aos policiais: Eu não falei, eu não falei...olhem a mulher aí... acho que eles estavam a matando, os vagabundos.

01:20 h
Estava sendo levada para a ambulância dos bombeiros e uma mulher falava comigo, pedindo para eu continuar acordada. Eu queria, mas não pude.

06:20 h
Hora de acordar e preparar o café de Richard e de minha bonequinha, mas não pude. Estava no CTI de um hospital, toda enfaixada, desde a cabeça, braços e pernas. A Moça uniformizada olhou para mim e perguntou quem eu era.

Aquelas vinte e quatro horas tinham se passado e neste dia eu tinha ido visitar o ginecologista. Se para mim foi o dia mais horrível de toda a minha vida, para o doutor Grassou e sua enfermeira, era o primeiro de milhares outros em que não mais abusariam de suas pacientes. Não dou nenhuma importância se não mais poderei andar, pois sei quetodas as manhãs vou acordar ao lado de meu marido e de minha filha.

FIM


Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:14 de fevereiro de 2018 04:47

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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