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O MUNDO SADOMASOQUISTA DE ANA MARIA

O MUNDO SADOMASOQUISTA DE ANA MARIA

Ana Maria, 16 anos, a filha mais nova de Eduardo e Lucia e a caçula dos cinco filhos do casal e a única, dentre todos os irmãos, que tem algum estudo. Marcelo e Henrique, a exemplo do pai, ganham dinheiro negociando com drogas. Já Paulo e Luiz, dois vagabundos, que fingem que estudam, mas na verdade, vivem às custas do dinheiro dos irmãos mais velhos. Muitas vezes, Ana, já os viu levando mulheres para os seus quartos, especialmente quando Marcelo e Henrique não estavam em casa.

Lucia, sua mãe, há muitos anos, fugiu com um cara e nunca mais Ana Maria teve notícias dela. O pai, cumpre pena de 8 anos, numa penitenciária localizada numa cidade vizinha.

Cabe à Ana Maria, cuidar da casa, tarefa muito difícil, lidar com 4 homens, que não primam pela higiene pessoal. A única vantagem da garota é que os irmãos têm muito amor pela irmã e ela, apesar de tudo, gosta muito dos manos.


Ana Maria estuda num colégio de classe média alta, somente para moças. Ganha muito dinheiro dos irmãos, distribuindo drogas paras as suas colegas de escola. As riquinhas viciadas, vivem paparicando a garota, pois sabem que ela e uma fonte segura para manter os seus vícios.

Apesar de viver neste meio, Ana nunca experimentou qualquer tipo de droga. Isto a conselho de Marcelo, o irmão mais velho e de Henrique. - Mana, você distribui o material para as putinhas da tua escola, mas nunca faça uso de nada disso. Ela obedece e nunca se drogou.

Para sua surpresa, Luiz e Paulo apareceram em casa, trazendo alguns vidrinhos e pediram para ela guardar, bem escondido... e não falar nada para os outros irmãos, pois aquilo era coisa somente parada deles.

- Que merda, vocês dois também estão metidos neste negócio de drogas? - Não mana, não é o que você está pensando…isto aqui é apenas um negócio que faz as minas dormir um bom sono e a gente pode fazer o que quiser com elas.... Está parada vai nos dar uma grana preta, é uma encomenda de um velhote milionário que gosta de lazer uso deste negócio. A gente vai repassar esta encomenda para ele. Ana Maria, guardou para os irmãos, os doze vidrinhos, conforme recomendação, pois logo que o velhote retornasse de viagem, eles fariam a entrega. Não contou nada para Marcelo e Henrique.

Porém os dois desmiolados, tinham roubados a carga e os verdadeiros donos, agora estavam na cola deles. Paulo e Luiz, trataram se sumir da cidade, provavelmente para não serem mortos.
Dois das depois, ligaram para a irmã. - Mana, não sabemos quando a nossa barra vai ficar limpa. Pelo amor de Deus não conte nada para os manos a respeito do BNC que você guardou para a gente.

Ana Maria não dedurou os irmãos e ficou bem quietinha. Quando Eduardo telefonou, dizendo que ele e Marcelo, só voltariam dentro de alguns dias, respirou aliviada. Eles tinham atravessada a fronteira, para trazerem mais uma partida de drogas.

Sozinha em casa, ficou amedrontada, quando o telefone tocou e uma voz de homem pediu para falar com Luiz ou Paulo. - Ana disse que eles não estavam em casa e o homem deixou um recado para eles, pedindo que entrassem em contato.

No outro dia, bem cedo o homem voltou a ligar e perguntou pelos irmãos, Ana disse que eles tinham ido viajar e que não sabia quando voltariam. Ele parecia ter ficado enfurecido. - Olhe aqui, mocinha.... Avise a eles que estou esperando a encomenda que eles prometerem me entregar.

Ana Maria, logo desconfiou que o Homem que estava na linha, devia ser o velho milionário, atrás do BCN e não os caras que queriam apagar os irmãos.


- Espere senhor, não desligue! A encomenda que está a procurar, por acaso não seria, 12 vidrinhos barrigudinhos? - Talvez seja, moça...! - O que o senhor oferece em troca desta encomenda? O que foi combinado com os rapazes, nada mais, nada menos.

- Eu posso levar para o senhor a encomenda, pois os manos tiveram de atender uma "emergência familiar" e não voltarão tão cedo para casa. Onde eu posso levar a sua encomenda, senhor?

Amanhã, lá pelas 14 horas, vá até o shopping Central e fique sentada na praça de alimentação vestindo roupa toda branca. Alguém vai te procurar. Você sabe como é a coisa... tenho de tomar alguns cuidados.

Ana Maria, muito nervosa, levando uma sacola, estava sentada numa mesa na área de alimentação do shopping, conforme o combinado. Ela nunca tinha feito nada parecido. Mas só o fazia porque queria se ver livre daquele material e obter a grana para os irmãos.

Já passava mais de 25 minutos do horário combinado e ninguém a tinha procurado. Quando se preparava para ir embora, imaginando que o cara tenha desistido de ir ao seu encontro, um senhor de meia idade, que de tão preto chegava a reluzir, veio ao seu encontro.

- A moça por acaso tem alguma coisa para entregar ao meu patrão? Ana se surpreendeu, pois imaginava que o próprio velho iria ao seu encontro e não um seu empregado. - Por favor, senhorita, venha comigo. Sou o motorista do senhor Herval... ele está lá no estacionamento.

Ana ficou admirada ao ver o homem dentro de um luxuosíssimo carro. Devia ter mais de 70 anos e pesar mais de noventa quilos, cabelos e barba brancos. Fala cordial, com leve sotaque, que Ana não pode identificar a origem.


- Mas que coisa é essa... você não passa de uma fedelha! Como é que teus irmãos a usam para fazer essas coisas?

- Eu não sou nenhuma fedelha e eles não sabem de nada, fiz tudo por conta própria. - Cadê o nosso dinheiro? - Já vi que você não sabe de nada mesmo...esse tipo de negócio a gente não faz em público.... É muito perigoso! Vamos até minha casa, lá faremos a transação.

Herval, desde que Ana chegou ao shopping, a vinha observando bem de perto. Ficou taradão pela bela menina. Bem como ele gostava, uma garotinha bem "carnuda", com lábios de mel e pernas lindas e bem novinha.

Desde o primeiro momento decidiu que a iria levar para o seu porão e foi o que comentou com o seu motorista, o fiel Sebastião.

- Vamos levar esta garotinha para casa, quero me divertir bastante com ela. Sebastiao arregalou os olhos e fez apenas um comentário. - Patrão, eu posso ajudar o senhor? - É lógico que sim, Sebastião! Não foi assim com todas as outras que levamos.

No luxuoso carro de Herval, Ana Maria estava toda prosa... Faria uma bela surpresa à Luiz e Paulo. - Olhem aqui... eu fiz a entrega para vocês.... O dinheiro está aqui e eu quero 10% pelo "serviço".

- Quer dizer que você está bancando a traficante e teus irmãos nem sabem onde você está? - Eu já lhe disse, senhor, que meus irmãos não estão na cidade. - Quem bom... então poderei fazer "negócio" com você sem me preocupar com nada. Você é uma garotinha bem decidida...até merece um brinde por isso.

Da geladeira veicular, Herval retirou uma garrafinha de uísque, para o tal brinde. Obrigado senhor, mas eu não bebo nada que tenha álcool. - Não tem importância, para essas ocasiões eu até tenho refrigerantes.

Enquanto Herval saboreava o seu drinque, Ana bebia o seu refrigerante. Nem dois minutos depois, começou a ficar com muito sono e com a fala enrolada. - Nossa! O que é isso? Estou toda mole! - Isso, meu anjinho, é a mesma droga que você está me vendendo, você vai dormir por algum tempo.

Por mais de 50 minutos, o carrão de Herval rodou, até chegar no seu "matadouro". Uma bela mansão, na região serrana do estado. Sebastião levou Ana no colo, até o porão, onde Herval tinha, num enorme salão, tudo o que precisava, para usar nas garotinhas que para lá levava.

Herval, dono de imensa fortuna, viúvo, que vivia sozinho em seu apartamento na zona nobre da cidade, apesar de ter 3 lindas netinhas, todas adolescentes, que adoravam o querido vovô. Ele era possuidor de um terrível segredo, que escondia de todos, menos de Sebastião, que era seu motorista a mais de 35 anos; Herval era um possuir de um sadismo que não podia controlar. Esta tara o acompanhava desde os tempos de estudante universitário. E nos últimos anos, esta estranha forma de sentir prazer se acentuou.

- Sebastião, prepare a menina e a coloque na cadeira 3, enquanto eu faço um drinque para mim. O velho negro colocou Ana Maria deitada numa mesa baixa, forrada de couro e sem nenhuma pressa tirou todas as suas roupas. Abriu suas coxas e a examinou.

- Patrão... não será preciso a depilar, ela não tem nenhum pelinho... acho que é coisa da natureza e não que ela tenha feito. Outra coisa que o senhor vai gostar...ela é virgem. - Não me diga uma coisa destas! Uma bucetinha intata! Tens certeza disso? - Tenho sim, patrão. Eu meti o dedo e encontrei a "porteira fechada" - Tirei a sorte grande! Vamos, a prenda na cadeira 3, que estou louco para me divertir.

- Pronto patrão, a sua garotinha está pronta para o senhor. Herval, em pé, ao lado da cadeira; que mais parecia uma do tipo de exame ginecológica, ficou olhando a bela Ana Maria e fez um comentário com o seu empregado.

- Sebastião, esta garotinha é diferente dos outros casos que tivemos. Ninguém sabe onde ela está... então podemos ficar com ela o tempo que nos apetecer. Nem vou fazer nada com ela, enquanto estiver dormindo. Vou esperar ela acordar e então me divertir.

O velho tarado e Sebastião, faziam comentários a respeito do corpinho de Ana Maria, principalmente a respeito da buceta da garota e dos seios. - Ela é bem novinha, mas tem uma vagina gordinha, com lábios bem juntinhos, tal como eu gosto. Seios com mamilos salientes.

Ana Maria, algum tempo depois, abriu os olhos e ainda sonolenta, tentou se mexer, mas não pode. Começou a gritar, aterrorizada, quando se viu nua e presa a uma espécie de cadeira, com as coxas afastadas ao máximo.

Amarrada com finos cabos de algodão à cadeira, não podia mover um único músculo do corpo, desde a cabeça até os pés, tudo firmemente preso. Ao ver Herval e Sebastião, ao lado, sorrindo ao vê-la gritar em desespero, mais apavorada ficou e redobrou os seus berros e pedidos de socorro.

Já quase sem voz, viu o velho se aproximar e lhe falar. - Como é minha jovem? Já parou de gritar? Vou ajudar você... Sebastião ligue o aparelho. Ana pode então ouvir a sua própria voz...pedindo socorro. O volume estava ao máximo e os seus gritos enchiam todo o recinto. Isto durou por uns 5 minutos. Até que eles desligaram o gravador.

- Está vendo Ana...ninguém atendeu aos teus pedidos de socorro! Sabe porque minha queridinha? Este local está a no subsolo de minha casa e é a prova de som. Podes berrar à vontade, que não vai adiantar nada.

Chorando e em pânico, implorou que ele a soltasse. - Porque está fazendo isso comigo? Pelo amor de Deus me solte…o que você quer? - Minha queridinha, aconselho você se conformar, pois tão cedo eu não a libertarei. Mas uma coisa lhe digo...depois de me divertir com você, voltarás para a tua casa, salva e sã. Bem... salva, sim... sã, nem tanto.


- Sebastião, queira fazer as honras...vou lhe permitir ser o primeiro a mamar nesta bucetinha virgem. Ana não podia acreditar no que estava acontecendo. O negro, sentado num banquinho, com a cabeça no meio de suas coxas escancaradas, olhou para o velhote: - Obrigado patrão...e em seguida meteu a boca na buceta de Ana Maria e começou a chupá-la.

Ana mordeu os lábios e cerrou os olhos, sentindo a boca e a língua, bem fundos em sua xoxotinha, até então imaculada. Escutava os sons nojentos que ele fazia enquanto a chupava e uma risada baixa de Herval, que apreciava a agonia da garota, olhando bem de pertinho o rosto dela.

Foram quase 10 minutos em que a língua do negro, até no buraquinho do ânus, foi introduzida. Ele não a machucava, mas parece que não se cansava nunca e continuava a chupar todo o fluído que saia de dentro de Ana.

Pela primeira vez na vida, mesmo sendo tão covardemente abusada, Ana se sentiu excitada, de uma maneira que nunca pensou ser possível. Mas nem teve tempo para mais nada, pois logo deu um grito de dor, ao ser atingida por algo, bem no meio de sua vagina.

O velhote, fazendo uso de um chicote, tipo rabo de cavalo, a atingiu por diversas vezes, na altura dos seios, ventre, coxas e principalmente na vagina. Cada vez que era atingida, Ana dava um urro, aquilo parecia que a estava queimando cada vez que tocava sua carne. Ana, eu sei que isso doí muito, mas não se preocupe, pois só vai deixar uns vincos vermelho em você e nada mais.

Por muitas horas, o velho sádico, auxiliado por Sebastião, torturou a garotinha, de uma forma absurda. Colocaram grampos nos seus mamilos, dos quais pendiam pesos. Ana teve diversas partes de seu corpo, transpassados por agulhas, inclusive seus lábios, que com fios de nylon, nas agulhas, a obrigavam a manter a boca aberta, pela tração dos pesos.

Mas o mais terrível e horrendo foi o que fizeram na sua vagina. A pobrezinha urrava de tanta dor e chegou a perder a consciência algumas vezes. Herval, ajudado por Sebastião, introduziram na buceta de Aninha, alguns afastadores, especialmente modificados pelo monstro sádico. As paredes vaginais foram separadas ao máximo e diversas pinças, com pontas afianças, fixadas em toda extensão interna da vagina. O clitóris foi aprisionado por outra pequena pinça, que cravou suas pontas afiadas na carne macia. Já com o ânus da garotinha, um longo console de silicone foi introduzido, atingindo até a parte interna do canal anal, reto e intestino grosso. Além, de ser muito comprido, era também muito grosso e Ana, não suportando a dor, desmaiou de vez.

Ana Maria, sentia todo o corpo doendo, não sabia se das chicotadas, dos grampos ou das muitas agulhas que transpassaram a carne de seu ventre e coxas, ou se daquelas coisas enfiadas na vagina e no ânus. Gemia baixinho no escuro salão. Não podia atinar como pudesse existir no mundo gente tão perversa, capaz de sentir prazer em torturar outras pessoas. Até aquele momento, eles não tinham tirado sua virgindade, mas seus órgãos foram impiedosamente atingidos muitas vezes e agora estava com dores internas terríveis.

Não sabe quanto tempo ficou ali, presa à cadeira, com os cabos demasiadamente apertados, deixando sulcos em sua pele. Quando Herval retornou, diabolicamente a cumprimentou. - Como passou a noite, minha queridinha? Espero que bem, pois hoje terás um dia repleto de atividades novas... você vai gostar!

O tarado a soltou das amarras e Ana, sem forças, se deixou ficar caída no piso, com dores por todo o corpo. Gritou apavorada quando foi levantada por Sebastião, imaginando que iria sofrer ainda mais nas mãos do negro. Mas não, ele apenas a levou até uma a bancada e a colocou deitada lá.

Viu Herval se aproximar e se encolheu toda e implorou, entre soluços, que ele não a machucasse mais. - Pode ficar sossegada, por enquanto só queremos aliviar as tuas dores. Foi o que fez, por longo tempo, as mãos macias dele, ficaram massagens seu corpo, com uma espécie de creme e Ana, aos poucos foi sentindo alívio e seu corpo envolto por um aroma agradável. Herval a fez beber um preparado escuro, com gosto muito amargo. - Aninha... isso é para evitar que os ferimentos em teu corpo infecionem e servem também como anestésico.

Em pouco tempo Ana Maria, não sentia mais nenhuma dor e ele a convidou para ir até uma pequena mesa, onde viu, uma pizza enorme e uma jarra com suco de laranja. Desde o momento que ele a prendeu no porão, não tinha comido nada e esfomeada, comeu e bebeu tudo que lhe foi oferecido.

- Viu Aninha, como eu sou bonzinho para você...tirei as tuas dores e lhe dei de comer e beber. Agora está na hora de voltarmos a brincarmos, neste corpinho lindo. Ana Maria sabia que não aguentaria mais ser torturada por eles. Herval e Sebastião eram por demais cruéis, e então, de mãos postas, chorando desesperadamente, implorou que eles não judiassem mais dela.

Herval, deu uma enorme gargalhada. - Não sei porque tanto medo de mim...se até o momento nem comecei a machucá-la de verdade! - Mas vou atender ao seu pedido...vou poupá-la de mais sofrimentos…mas em contrapartida, quero que sejas uma menina obediente e faça tudo o que eu pedir, sem pestanejar. Você está disposta a aceitar estas condições?

- Sim…sim.... Faço tudo que você pedir, mas não judie mais de mim, não vou suportar mais tanta dor! - Então.... Minha querida, eu não vou mais enfiar nada em teu corpo, mas quero que chupe o meu pau e o do Sebastião, toda vez que a gente pedir que o faça. - Pelo amor de Deus, não me obrigue a fazer isso... tenha pena de mim! - Ana, é isso ou então você vai voltar para a cadeira, onde tenho muitos outros meios de divertimento para lhe causar muitas dores.

Ana Maria, com muita repugnância, passou a satisfazer as taras dos dois homens, chupando os membros deles. Não mais foi torturada e assim foram se passando os dias. O velho sádico, por mais que exigisse que Ana ficasse com a coisa mole dele na boca, não conseguia ficar duro e nem tampouco gozar. Ela tinha de ficar "mastigando" por tempo muito tempo aquela pelanca mole dele, com Herval a segurando pelos cabelos. O canalha chegou, certa vez, até a urinar na boca da garota, com ele a segurando firme, a obrigando a beber muita urina.
Já com o velho Sebastião, Ana engolia o esperma do negro, pois desde o início, foi forçada a fazê-lo, sob a ameaça de ser torturada.

A garota, já agora, totalmente submissa, não tinha mais forças físicas e mentais para se opor ao seu carrasco e se portava como se escrava dele fosse. Herval se mostrava impotente e, talvez por isso, tenha desenvolvido, em sua mente doentia, esta forma sádica de satisfazer o seu ego, se abonando da vontade de suas jovens vítimas, incapazes de resistir a personalidade dominante do homem.

Dois meses depois, a garotinha, ainda continuava prisioneira de Herval, num lugar que não tinha nenhuma noção de onde ficava. Era bem tratada, podia andar pelo terreno da mansão do velho, sempre por dentro dos altos muros e com Sebastião a vigiando, como um bom cão de guarda.
Nem por um momento deixou de tentar encontrar um meio de fugir de seu cativeiro e foi o que fez. Numa tarde, em que Sebastião relaxou a vigilância, Ana disparou como uma doida, com o velho negro atrás dela. Contando com a sua juventude, escalou o muro dos fundos e quando pensava ter conseguido a liberdade, o maldito negro a segurou pelos pés e a puxou com violência, do alto do muro e caiu sobre Sebastião e ambos rolaram pelo chão.

O velhote ficou com tanta raiva de Ana e de sua tentativa de fuga, que, sem controle, passou a esmurrar a garotinha com violentos socos no rosto, na barriga e nas costas e quando ela caiu, passou a atingir por uma saraivada de chutes, por todo o corpo.
Herval, que estava dentro da mansão, ao escutar os berros de dor de Ana Maria e os xingamentos de Sebastiao, enquanto a massacrava, totalmente fora de si, veio correndo e quando viu a garotinha, caída no chão, com o seu empregado pulando sobre o corpo inerte, gritou para que ele parasse. Possesso Sebastiao não atendeu a ordem de seu patrão e continuou a trucidar a menina.

Sem condições físicas para evitar o massacre Ana Maria, Herval, em desespero, disparou um tiro que atingiu Sebastião no peito. Surpreso e ferido de morte, cravou as mãos no pescoço do seu patrão e quando tombou, já morto, o levou junto, com o pescoço partido.

Já com a noite chegando, Aninha gemendo de dor, se arrastava em direção à casa, com múltiplas fraturas em todo o corpo. Sua intenção era pedir socorro por telefone, mas não conseguia se erguer até onde estava o aparelho e continuou a se arrastar até a cozinha, deixando um rastro de sangue no caminho.
Com grande esforço, abriu a válvula de gás do fogão e, com extraordinária força de vontade, se arrastou de volta até onde estavam os corpos de Herval e Sebastião, num abraço sinistro. Pegou a pistola do velhote e disparou um único tiro, em direção a janela da cozinha da mansão.
A explosão que se seguiu, foi de uma violência incrível e o fogo que passou a consumir o maldito cativeiro de tantos meses, iluminou a escura noite, podendo ser vista até do povoado vizinho. Com um sorriso nos lábios, Ana Maria fechou os olhos e mergulhou na escuridão... finalmente ela estava livre.

Quando acordou, muito tempo depois, na cama de um hospital, toda enfaixada e imobilizada por talas, viu seus quatro chorosos irmãos ao seu lado, a olhando com muito amor e carinho. Estava de volta à casa.

FIM

Sobre este texto

Marcela3

Autor:

Publicação:15 de agosto de 2015 18:01

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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