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Do fundo do baú

Não saí perdendo

Era meia noite de uma terça-feira, eu estava sentado em uma mesa de bar bebendo um copo de whisky estava frustado  pois  poucas horas atrás eu havia terminado meu relacionamento de 2 anos,  me perdi em meus pensamentos até que fui despertado por uma voz doce e cheia de atitude.

- Posso me sentar aqui? (Disse  ela)

Eu olhei para aquela garota com a  dúvida  de deixar ou não ela sentar ali do meu lado pois eu não queria conversar naquele momento,  mas então pensei: não vou ser mau educado em dizer NÃO...

-Sim, fique a vontade! ( disse eu com uma leve  expressão no rosto  de simpatia)

Eu achei que ela iria  puxar algum assunto comigo ( o que é normal nos dias de hoje) mas não.  Foram Minutos de silêncio, e nesse tempo eu não deixei de reparar no decote dela, eu sou homem e seria impossível não reparar  naqueles seios redondos e bem avantajados.
O silêncio foi rompido quando ela chamou o garçon e  pediu uma dose de vodka.
Até aquele momento eu não estava interessado em conversar até que fixei os olhos no rosto dela. Ela tinha uma boca carnuda pintada por um batom vermelho cor de sangue, tinha um olhar marcante, então novamente fiquei preso em meus pensamentos: devo ou não iniciar uma conversa? Será que ela é comprometida? ...

Eu não pensei duas vezes em iniciar uma conversa eu estava solteiro e pra mim aquilo era bom pois poderia levar aquela garota pra cama sem culpa alguma.

- Está esperando alguém ( perguntei sem malicia)

- Na verdade estava, mas a pessoa que eu estava esperando acabou de demarcar ( disse ela com um sorriso bobo)

Ali eu vi que tinha o caminho livre, se ela estava esperando alguém e esse alguém não apareceu o que ela ainda  estaria fazendo ali?! Decidi dar uma leve cantada pra quebrar o gelo.


- Quem séria capaz de deixar uma bela garota como você plantada nesse bar?! ( perguntei com tom de sarcasmo)


- Eu no lugar dele me arrependeria de ter feito isso. Mas não era ninguém importante ( respondeu ela )


E naquela conversa dose vem dose vai, a minha conversa com ela havia esfriado  quando ela revelou  que estava esperando o namorado dela e que  ele tinha  desmarcado porque haviam ligado pedindo que fizease hora extra no trabalho.  Fiquei desconfortável com aquela situação mas por algum motivo eu não conseguia me levantar dali e ir embora meu nivel de embriaguez já era notável  percebi que ela também já estava bem animadinha já estava falando sobre a vida pessoal dela. Eu confesso que mesmo sabendo que ela tinha compromisso  eu não parava de olhar para aqueles labios com imenso desejo de sentir o gosto daquela boca e tirar aquele baton.
A conversa havia parado. Nos olhar vamos com intensidade, continuamos assim por alguns segundos pois mais nenhum de nos tinha a coragem de falar uma só palavra, até que tomei a iniciática e lhe arranquei um beijo longo e molhado com aquele gosto de álcool que só me excitava mais. Durante aquele delicioso beijo eubaenti que ela queria o mesmo que eu, eu senti que ela tinha me dado  permissão sobre o corpo dela, coloquei as minha mãos na cintura dela, e ela colocou as mãos em meu peito.
Eu interrompi o beijo para respirar e propor a ela um lugar mais reservado, ela me olhou com um olhar bem malicioso e concordou em sair dali.

- Então vamos pra onde? ( perguntou ela)

- Eu conheço uma pousada aqui pertinho, que tal ficarmos algumas horas por lá?  É bem confortável ( disse eu)

- Portanto que tenhamos privacidade eu topo! ( disse ela bem animada)

Chegamos no quarto sem cerimônia ela tirou minha camisa, me beijou loucamente, não tive tempo de dar uma só palavra.
Eu não queria partir logo
" ​pros finamente​" eu queria que fosse aquela foda espetacular, como sempre adorei joguinhos e sempre propus isso para minhas parceiras com ela não foi diferente.
Coloquei um dedo na boca dela encostei meu rosto bem pertinho do ouvido dela e disse:

- A partir de agora você não fala mais nada, você vai ser minha cachorrinha..

A reação dela foi uma deliciosa cara de safada.
Eu tirei aquela camiseta, tirei aquele sutiã que sustentava muito bem aqueles seios redondinhos.
Passei a ponta da lingua naquele biquinho deixando eles bem durinho, dei uma bela de uma mamada como se fosse um bebê faminto de fome, ela já havia ficado excitada, mas o meu joguinho não tinha acabado ainda, pelo contrario apenas havia começado.
Tirei a saia dela e a joguei na cama beijei sua boca, ela era bem putinha mesmo. Ela tirou um minha camisa, a danadinha tirou minha bermuda me deixou apenas de cueca.
Meu pau já estava  duro como uma pedra.
Peguei minha camisa e amarrei ela em volta de seus olhos como se fosse uma venda.
cobri os olhos dela e apenas disse:

- Agora vamos apurar os seus sentidos, lembre se agora você é minha putinha
Tirei aquela calcinha  deixando ela totalmente peladinha, passei a língua por todo o corpo dela, ela gemia bem baixinho se contorcia ansiosa esperando pela penetração.
Ela tinha uma bucetinha lisinha, carnuda, rosada bem apetitosa .
Cai de boca naquela ​Perseguida​, me lembro até hoje daquele gostinho doce de mel, a essa altura do campeonato ela já me  implorava pra socar  minha piroca nela.
Fiquei passando minha lingua nos lábios da bucetinha dela,
Dei uma sugada deixando ela toda arrepiada, ela  anunciou que iria gozar continuei dando sugadas e chupadas na bucetinha dela, deixei ela toda Molhadinha ela gozou Leitinho na minha boca e gemia que nem cadela no cio e quando gozou de um suspiro  aliviada.
Coloquei ela de costa comecei a esfregar meu pau na entrada da xaninha dela, esfreguei e esfreguei ate deixar ela bem meladinha pra mim poder enfiar meu pau naquele Buraquinho.
Penetrei a cabecinha do meu pau fazendo ela dar um pulo de animada pra receber minha piroca na xaninha dela.
Ela começou a rebolar na minha pica fiquei  louco olhando aquele rabo descendo e subindo
Dei umas bombadas nervosa naquela bucetinha, acertando a ponta no meu pau no útero daquela safada. Ela gritava. Gemia alto, pedia pra mim socar tudo na xaninha dela. Meti sem dó e sem piedade.
Mudamos de posição dessa vez era a hora dela fazer o trabalho,
Ela pegou no meu pau, batendo uma punheta pra mim com aquelas mãozinhas macias.
Ela passou a língua na cabeça do meu pau me deixando excitadão arranhando meu pau com os dentes

- Vai minha putinha mama minha pica engole ela todinha. ( disse eu)

Como uma boa cachorrinha treinada, ela colocou meu pau todo na boca dela, até sentia meu pau batendo  na garganta dela, ela sentou no meu pau com violência começou a quicar faminta por piroca, ela sentava, e quicava, rebolava, com força, ela cavalgava na minha piroca com aquela xaninha quentinha.
Enquanto ela quicava gostoso no meu pau eu segurava os peitinhos dela fazendo ela quica mais rápido e mais forte, aquilo foi selvagem imagine a velocidade que tava aquilo, meu pau já ardia, coloquei ela de 4 e enfiei minha pica de uma só vez no rabinho dela, ela deu um gemido.
Cadelinha safada adorava que metessem no cuzinho dela, eu também adorava meter em Buraquinho tão apertado quanto aquele.
Arrombei aquele cuzinho quentinho ela gritava de dor e tesão

- Vaaaaai Meteee no meu cú, me arromba ( gritou ela)

Atendi o pedido dela, soquei minha piroca todinha na putinha.
Gozei um jato no cuzinho dela, antes de cair exausto eu fiquei adimirndo aquele cuzinho todo Vermelhinho e molhadinho com minha gozada.
Me deitei nos beijamos e adormecemos exaustos daquela maravilhosa foda.
A qual tinha sido a primeira mas não a última.

Sobre este texto

Maya

Autor:

Publicação:13 de novembro de 2017 02:39

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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